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terça-feira, 29 de abril de 2014

No dia de proteção aos animais em Lages não "muda" nada...

Caoz
Lages, 28/04/2014 Edson Varela

Prefeito Elizeu Mattos sancionou a lei de autoria do vereador Pastor Mendes que estabeleceu 28 de abril como Dia Municipal de Proteção aos Animais. Sabem o que foi feito neste 28 de abril em Lages pelo poder público num gesto para marcar a data? Nada. Enquanto isso, cenas como da foto acima se multiplicam nas ruas da cidade. Estimativas apontam que há mais de 100 mil cães e gatos na cidade. Muitos errantes, sem dono e nem lar. A situação só não é pior porque há entidades trabalhando na tentativa de encaminhar animais para adoção. O Centro de Zooneses, registre-se, faz um trabalho heroico. Mas é preciso mais, bem mais!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Animais de rua serão castrados em Lages

Animais de rua serão castrados em Lages
Lages, 21/02/2014, Correio Lageano



As Secretarias de Saúde e de Meio Ambiente de Lages desenvolverão o Programa de Controle de Procriação, que consiste em uma ação permanente de castração de animais domésticos. Hoje existem em Lages cerca de 90 mil cães e gatos, somando os domésticos, os considerados sem dono e os errantes.



De acordo com a secretária de Saúde, Cristina Subtil, as duas pastas estão integradas para dar celeridade ao processo. “Já disponibilizamos de todo o material para os procedimentos cirúrgicos e de um grupo de profissionais. Agora dependemos da inclusão junto ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV)”, declara.




Controle de natalidade:  A parceria junto a organizações não governamentais (ONGs), a participação da comunidade, de agentes políticos, vereadores, Ministério Público, Sociedade Civil organizada e as secretarias municipais garantirá o início do controle de natalidade de animais domésticos.




CCZ e Proteção Animal:  Uma das ações implantadas pelo setor de Proteção Animal foi a utilização de artefatos como rede, para içar cavalos doentes ou atropelados, que anteriormente eram erguidos por uma corda que se amarrava no animal, através de uma máquina, ignorando a dor que esse processo causava.




Outra ação foi a implantação do projeto de doação temporária de cavalos que não apresentam condições de saúde para o trabalho de tração ou transporte.
“Este projeto se tornou modelo em Santa Catarina. Essa forma garante uma aposentadoria digna aos animais que prestaram serviços à sociedade, como os da Cavalaria da Polícia Militar”, conta Hampel.



Feiras de Adoção:  Para a adoção dos animais, na maioria cães, os bichos são microchipados, vermifugados e castrados. Essa é uma ação que acontece todos os meses na praça Joca Neves.


Foto: Divulgação

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Sobrou para a PM recolher cães de rua

cão de rua2Lages, 11/02/2014 Milton Barão

Quando o Jones Paulo chama de “terrinha sem lei”, tem “autoridade” que não gosta. Mas sai prefeito, entra prefeito, e não é resolvido o problema dos cães de rua.
Aliás, dia desses os nobres vereadores perderam uma sessão inteira discutindo a questão, mas sem chegar a lugar nenhum. Por sinal, todos entendidos no assunto: dois ex secretários de Meio Ambiente (Marião e Marin) e Juliano Polese (Saúde). Chegaram ao cúmulo de dizer que haviam encontrado a solução através da microchipagem, como se isso tirasse os cães das ruas.
cão de rua3

Polícia

Pois na manhã desta terça-feira, por volta de 11h, apareceu mais um errante. Desta vez era um cão da raça boxer, que de tão judiado, aparecia os “fios de costela”. E até ficou feliz quando os policiais o recolheram, colocaram no veículo, e levaram-no para a Base do Setor 5, de onde tentaram, a todo custo, que o Zoonoses viesse recolher.
cão de rua1

Zoonoses

Como ninguém atendia o telefone (3223-00815 e  3225-1412), a solução foi deslocar uma viatura para fazer o transporte até o CCZ. Está mais do que na hora de o Poder Público dizer para que serve o Zoonoses, para que serve seus veículos e para que serve a Diretoria de Proteção Animal.

Com informações: noticianoato.com.br

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Recolhidos 30 cães de rua no período de Natal

Recolhidos 30 cães de rua no período de Natal
Lages, 07/01/2014, Correio Lageano por Núbia Garcia






Para controlar o número de cães de rua perambulando pelo Centro da cidade no período de Natal, o Centro de Controle de Zoonoses intensificou ações de fiscalização e recolhimento de animais no mês de dezembro. Foram aproximadamente 30 cães recolhidos neste período.





O foco foi justamente evitar tumultos causados pelos animais nas ruas. De acordo com o coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, o biólogo José Bruno Hartmann Neto, é comum neste período as pessoas se deslocarem dos bairro até o Centro e serem seguidas pelos animais, que ficam perdidos sem saber voltar para casa.




Com esta ação, agora são pelo menos 60 cães esperando no Centro de Zoonoses para serem adotados. “Antes de serem colocados para adoção, todos são castrados, vermifugados e vacinados. Além disso, quando o cão é levado, é implantado nele um chip com os dados do animal e de seu dono”, explica Hartmann.




TRIAGEM


Ao chegar no Centro de Zoonoses, cada cão passa por uma triagem para analisar a capacidade de voltar ao convívio com outros animais e pessoas. Os que apresentam sinais de agressividade ou sintomatologia nervosa, são deixados em observação. O sacrifício somente acontece nos casos em que o animal não tem mais chance de reabilitação.




CENTRO CIRÚRGICO



 Por enquanto, as castrações dos animais têm sido feitas em parceria com as universidades que oferecem curso de Medicina Veterinária em Lages. Contudo, o Centro de Controle de Zoonoses dispõe de um centro cirúrgico, que foi reformado em 2012 para começar a oferecer o serviço, gratuitamente, a população lageana.
Para que o serviço possa ser oferecido, falta a aquisição de maquinário e instrumentos, além da contratação de um médico veterinário, uma vez que o órgão possui apenas um profissional desta área, responsável pela demanda.





30 cães, aproximadamente, foram recolhidos das ruas em dezembro



Para adotar um cão é preciso ter mais de 18 anos e apresentar documentos. O processo é gratuito.





Foto: Núbia Garcia

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Centro de Zoonoses intensifica recolhimento durante o Natal

Centro de Zoonoses intensifica recolhimento durante o Natal
Lages, 06/12/2013, Correio Lageano, por Andressa Ramos




No olhar a tristeza, mas o abano dos rabinhos parecia transmitir a esperança de um lar. Este é o cenário no Centro de Controle do Zoonoses (CCZ) de Lages, que nesta época passou a desempenhar uma tarefa diferente. Com o objetivo de controlar o aumento de cães de rua perambulando pelo Centro da cidade, durante o período de programação de Natal, o CZZ vai intensificar a fiscalização.



Na terça-feira, o plantão iniciou às 19 horas no Calçadão. Quatro cachorros que estavam abandonados foram recolhidos e levados ao CZZ. O resgate dos animais acontece de segunda a sexta-feira, das 8 horas às 17 horas. No período noturno, o plantão será em noites alternadas a partir das 19 horas até as 22 horas.



O coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, o biólogo José Bruno Hartmann Neto, informa que neste período festivo o número de cães aumenta devido a grande quantidade de pessoas que visitam o local.




Após recolhidos, os animais serão castrados e microchipados e estarão disponíveis para adoção a partir do ano que vem. “O motivo da demora para a liberação, é porque os alunos que são responsáveis por fazerem o castramento, estão de férias”, explica Hartmann..


Foto: Andressa Ramos

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Encontrado foco do mosquito da dengue

Encontrado foco do mosquito da dengue
Lages, 17/10/2013, Correio Lageano



Um foco do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, foi encontrado pelos Agentes da Dengue do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Lages, no bairro Centenário, próximo à Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Professor Joaquim Henriques.



Segundo o CCZ, neste ano foram detectados seis focos do mosquito em Lages. Durante esta semana a equipe realizará a varredura em um raio de 300 metros, no bairro.



Controle: Para ter o controle da proliferação do mosquito e consequentemente da doença, estão espalhados pela cidade 600 armadilhas em residências e pontos comerciais e mais 250 pontos estratégicos como borracharias, floriculturas, cemitérios e ferros-velhos, vistoriados periodicamente.


 "Quando um foco é detectado a equipe realiza uma operação pente-fino e os membros são responsáveis por vistoriar cada residência que esteja dentro do círculo de risco”, diz o biólogo do CCZ, Márcio Rodrigues da Silva.



“Para que o mosquito não se prolifere no município, é fundamental que o cidadão contribua com os agentes, ouvindo suas orientações e deixando-os entrar nas residências”, explica o biólogo.



Prevenção: Atitudes simples podem contribuir para evitar focos do mosquito, como não deixar água acumulada em pneus, vasos de plantas, manter lixeiras, caixas d’água, tambores e cisternas fechados, evitar acúmulo de entulhos no quintal entre outros. “São ações simples que podem eliminar o mosquito”, declara o Márcio.


Foto: Nilton Wolff/Divulgação

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sem espaço, cachorros permanecem nas ruas

Sem espaço, cachorros permanecem nas ruas
Lages, 02/08/2013, Correio Lageano, por Silviane Mannrich



Cachorros abandonados  são frequentemente encontrados vagando pelas ruas de Lages, principalmente na área central. No Centro de Controle de Zoonoses, no bairro Tributo, pelo menos 60 animais estão disponíveis para adoção. A secretaria do Meio Ambiente não está recolhendo os cães por falta de um local adequado.




“Não queremos apenas recolher os animas e depositá-los em um local, estamos trabalhando com a conscientização e educação dos donos, pois valorizamos o bem estar animal”, explica a gerente de proteção animal da secretaria do Meio Ambiente, Aracelli Hammann.



Ela, explica, ainda que está em negociação com as universidades de Lages para que elas voltem a fazer a castração dos animais encontrados nas ruas. “Estamos priorizando a castração. O recolhimento deles é feito pelas Ongs e nós damos o suporte nas feiras de adoções”, comenta Aracelli.



Microchipagem


No Centro de Controle de Zoonoses é possível fazer a microchipagem dos cachorros gratuitamente. O dono deve apenas apresentar a carteira de identidade e CPF.
“Os animais que estão para adoção são microchipados e quem tiver interesse em adotar um, deve trazer os documentos e um comprovante de residência”, ressalta o coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, Bruno Hartmann. O local fica na rua Anibal Afonso de Athaíde, número 1300, no bairro Tributo.




Cão é encontrado morto dentro de um saco de lixo em riacho



Depois de receber denúncias, a Gerência de Proteção Animal encontrou um cão de grande porte, sem raça definida, morto dentro de um saco, jogado em um riacho na última quarta-feira.



De acordo com a gerente Aracelli Hammann, ela e os fiscais foram averiguar uma denúncia de depósito irregular de lixo na estrada que dá acesso à localidade do Mirante.
No momento da retirada de entulhos, foram percebidos dois sacos de lixo, sendo que um deles continha resíduo de vidro e caixas de leite e no outro um cachorro morto.



O animal não tinha sinais de agressão a não ser um pouco de sangue na boca. E havia fezes dentro do saco onde foi colocado. A gerência está investigando quem poderia ser o autor do crime ambiental.



Foto: Silviane Mannrich

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Animais são abandonados no Zoonoses



Animais são abandonados no Zoonoses
Lages, 23/04/2013, Correio Lageano


Centro não tem estrutura para abrigar gatos e cães domésticos, mas para tratar de doenças contagiosas como sarna e raiva



O Centro de Controle de Zoonoses de Lages tem a missão de conscientizar, prevenir, estudar e controlar o manejo das doenças transmitidas pelos animais aos humanos, além de evitar a superpopulação de espécies que tragam riscos sanitários ao ambiente. Ultimamente, porém, o espaço que zela por condições sanitárias tem servido para o despejo de animais domésticos.   




De acordo com o biólogo e coordenador do Centro de Zoonoses, Bruno Hartmann, é frequente o descarte no espaço, principalmente de cães. “Na média, uns dois animais por semana são abandonados por aqui. É um problema sério da falta de consciência da população, que larga os bichinhos, achando que temos a responsabilidade de acolhê-los”, afirma.



Criado em 2006, o Centro possui um espaço para o abrigo de animais domésticos retirados do convívio social por apresentarem problemas como sarna, raiva ou outras doenças contagiosas. Desde o ano passado porém, o local não tem mais a responsabilidade de acolher cachorros de rua, ou mesmo abandonados. “Aqui temos a estrutura para as zoonoses. Não é o local para deixar os bichinhos”, ponderou.




Desde o ano passado, a responsabilidade pelo recolhimento dos animais é da Secretaria do Meio Ambiente e Serviços Públicos, que deve integrar o Centro de Zoonoses à sua pasta. O Secretário Mushue Dayan Hampel Vieira comenta que o Centro deve passar por uma reformulação, para melhor acomodar o tratamento de cães e gatos.



“O Centro ficará responsável por todos os tipos de animais. Vamos fazer um pedido para que ele seja passado para a Secretaria de Meio Ambiente. Estamos reformulando a estrutura para podermos recolher os animais abandonados e fazer novas baias para melhor acomodar os cães”, afirmou.



Não é hotel para cães



De toda forma, o secretário pondera que o Centro não é um espaço para deixar animais domésticos abandonados. “Não é um hotel para cachorro, é um espaço para tratamento. Muitas vezes a população tem uma concepção distorcida do que é o Centro de Zoonoses”, afirma.



De acordo com  Bruno, não existe espaço para quem deseja abandonar animais. “Quem rejeita um animal não deveria nunca adotar”, opina. Os animais do Centro de Zoonoses, porém, estão disponíveis para quem quiser uma nova companhia. “Temos cerca de 20 bichos, entre cães e gatos. Fazemos uma triagem e apenas os que são 100% saudáveis são disponibilizados para adoção”, comenta. Segundo ele, pelo menos uma vez por semana um animal tratado encontra um novo lar.



Microchipagem



Um pequeno cachorro poodle, de cerca de 3 anos, espera por sua dona no Centro de Controle de Zoonoses. Graças a um microchip que foi implantado, foi possível identificar a quem pertence o animal perdido.



Uma das principais atividades do Centro é a implantação de microchips em cães e gatos domésticos. O serviço, totalmente gratuito, começou em 2010 e já fixou mais de 2.500 chips, capazes de fazer a identificação de dados como o dono do animal e suas condições sanitárias.



Como fazer


• Ir ao Centro de Zoonoses levendo CPF e Carteira de Identidade e de preferência a carteirinha de vacinação do animal

• O microship não tem função de rastreamento e serve unicamente para identificar o dono do animal.   



Foto: Afonso Rodrigues

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Foco do mosquito da dengue é detectado no bairro Guarujá

Lages, 23 e 24/02/2013,Correio Lageano


No entanto, segundo a Vigilância Epidemiológica, o foco foi eliminado e área será monitorada.



O Centro de Controle de Zoonoses identificou o primeiro foco de dengue em Lages deste ano, no bairro Guarujá. Desde 1999 este é o terceiro foco do mosquito causador da doença encontrado no município.


Segundo o coordenador da Vigilância Epidemiológica, Heron Anderson de Souza, a situação está sob controle. “Não há motivo para pânico. Ao identificar o foco as equipes trabalharam em um raio de 300 metros da sua localização para acabar com qualquer risco que pudesse oferecer à população”, explica.



A comunidade está sendo parceira do Centro de Controle de Zoonoses ao comunicar casos como este. “É mais um serviço que o Centro de Zoonoses presta e é muito importante que as pessoas comuniquem às equipes o aparecimento de focos do mosquito, para que as medidas sejam tomadas imediatamente”, afirma.



Heron disse que caso alguma pessoa seja contaminada, o município tem suporte para o tratamento. De acordo com o biólogo do Centro de Controle de Zoonoses, Márcio da Silva, a área em que o foco do mosquito foi encontrado será monitorada por um ano, evitando que não volte a se reproduzir.



Monitoramento constante


Estão espalhadas pelo município 600 armadilhas de identificação de focos da dengue. O biólogo do Centro de Controle de Zoonoses, Márcio da Silva, orienta as pessoas a conservarem as armadilhas e manterem limpos locais com fácil acúmulo de água parada.


“Além das residências, é necessária a conscientização sobre locais propícios para o foco, como floriculturas ou ferros-velhos e, para isso, as equipes do Zoonoses fazem o monitoramento a cada 15 dias”, revela.



Além destes locais há a vistoria permanente no Horto Municipal, sendo este um ponto estratégico para possíveis focos do mosquito. O Centro de Controle de Zoonoses está à disposição da comunidade.


Em caso de suspeita de dengue, a equipe deve ser comunicada pelo telefone (49) 3223-0815.