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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Moradores questionam obras da Usina São Roque

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São José do Cerrito, 31/07/2014 A Semana
 
 
Obras são executadas entre Vargem e São José do Cerrito
 Na segunda-feira (21), produtores rurais de São José do Cerrito que terão propriedades alagadas pela Usina São Roque mobilizaram-se no campo de obras para que os trabalhos fossem paralisados. Os proprietários pedem mais agilidade da empresa sobre o destino de suas áreas.
Segundo a moradora de Curitibanos Ironilda Araújo, que tem terras da família entre as localidades alagadas, a população está pedindo respostas sobre a situação de seus terrenos. Ela relata que as propriedades já foram avaliadas, mas ainda não foram apresentadas as propostas de indenização.
Ironilda conta que seus irmãos moram no local e estão sem saber o que fazer. “Já é uma coisa difícil ver seu terreno sendo invadido pela água e ficar com essa incerteza está dificultando ainda mais”, desabafa.
De acordo com a moradora, o movimento é pacífico, somente para que os questionamentos sejam ouvidos. Ela informou que, na última segunda-feira (21), o responsável pela obra conversou com os moradores para que deixassem o local, já que estava agendada uma implosão, e todos colaboraram.
A assessoria de comunicação da Usina explicou que, inicialmente, foi feito um cadastro e, neste momento, o processo está na avaliação dos terrenos caso a caso, para que, em seguida, os moradores recebam a visita dos avaliadores com o valor para negociação. Estava agendada, para a última quinta-feira (24), para discutir o assunto.
De acordo com o diretor superintendente UHE São Roque Enio Schneider, o cronograma de implantação está sendo mantido conforme as informações divulgadas amplamente pela empresa e prevê o início das negociações com a entrega dos primeiros laudos de avaliação na próxima semana. “A UHE São Roque mantém seu compromisso de transparência em todas as etapas do empreendimento e continua à disposição sempre que houver necessidade”, declarou em nota ao Jornal “A Semana”.
Projetada entre os municípios de Vargem e São José do Cerrito, a Usina São Roque afetará cerca de 450 famílias, incluindo os municípios de Curitibanos, Frei Rogério e Brunópolis.

sábado, 29 de março de 2014

Correia Pinto ainda não conta com farmácias de plantão 24 horas


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Correia Pinto, 28/03/2014 Nossa Terra

 É uma necessidade das populações que vivem em municípios, poderem contar com uma farmácia que atenda 24 horas. Diversas cidades do interior do Brasil contam com esse serviço e seus moradores podem dormir tranquilos sabendo que, se eventualmente acordarem à noite sentindo qualquer mal-estar, tem um estabelecimento ao qual podem recorrer. Essa comodidade não é privilégio dos moradores de Correia Pinto.  
Há muito tempo, a comunidade correiapintense anseia por este benefício, a cidade conta com o atendimento de urgência e emergência na Fundação Hospitalar Faustino Riscarolli, muitos são os relatos de pessoas que após serem atendidas de madrugada no hospital, precisam se deslocar a Lages para comprar o medicamento receitado pelo médico.
O Nossa Terra conversou com dois proprietários de farmácias, com o presidente da CDL e administração municipal para entender melhor o porquê a cidade ainda não conta com o atendimento de farmácias de plantão. 
Segundo a proprietária da farmácia Fasafarma, Leila dos Santos Pereira, uma cidade como Correia Pinto com menos de 15 mil habitantes inviabiliza um plantão de 24 horas, ‘’ Eu sou a favor de plantões, mas, quando uma farmácia é privada, em um município com poucos habitantes  fica inviável para uma farmácia se manter aberta, ela precisa de um farmacêutico a cada 8 horas, e no horário noturno é muito mais caro, difícil, sem falar na segurança. Como que você vai deixar um farmacêutico sem segurança?  Em uma cidade maior, a demanda também aumenta ai então há condições de se estabelecer um horário de plantão ‘’, salientou.
Luiz Carlos Padilha Leite, da Farmácia Central, compartilha da mesma opinião da proprietária da Fasafarma, “O problema é a questão da segurança, o custo dos horários extras também dificulta”, explicou e ainda acrescenta, “não é por falta de vontade”.
O presidente da CDL José Nilson Costa (Teco) nos informou que a Câmara de Dirigentes Lojistas pode apenas sugerir os horários de funcionamento, mas que não tem o poder de obrigar a abertura de nenhum comércio em horários especiais.
Segundo a administração municipal, o prefeito também não tem poderes para determinar horários de abertura do comércio, apenas autoriza, ou não as decisões.
Segundo a Lei Federal nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973 no art. 56 - As farmácias e drogarias são obrigadas a plantão, pelo sistema de rodízio, para atendimento ininterrupto à comunidade, consoantes normas a serem baixadas pelos Estados, Distrito Federal, Territórios e Municípios.
Portanto, é preciso que haja uma ampla discussão entre os envolvidos, proprietários de farmácias, CDL, executivo e legislativo, para que se elabore uma regulamentação municipal, somente depois desta regulamentação os correiapintenses poderão contar com farmácias com plantão 24 horas.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Moradores ameaçam fechar rua da Santa Cruz em São Joaquim

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São Joaquim, 14/01/2014 São Joaquim Online

Via Tablet
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Os moradores da Rua Deoclecio Furtado Goulart no centro de São Joaquim ameaçaram fechar a rua com concreto na tarde desta última terça (14).
O manifesto foi interrompido antes mesmo que o trecho fosse interrompido,  o diretor de obras do município de São Joaquim esteve in loco para falar com os manifestantes e afirmou que a partir de amanhã a prefeitura já começará a instalação de meios fios na rua e logo após o trabalho de pavimentação será executado.
O injustificável da história toda é que é nesta rua fica situada a própria secretaria de obras de São Joaquim….
Lembrando que no mesmo trecho desta referida rua um ônibus de trabalhadores rurais acabou perdendo o eixo inteiro quando entrava na Rua Marcos Fontanella, o fato aconteceu em (09) de outubro do ano de 2013.
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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Moradores solicitam melhorias nos acessos ao Conjunto Habitacional do Glória


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Anita Garibaldi, 29/11/2013 Correio dos Lagos/Thaís Soares

 Moradores do Conjunto Habitacional Nossa Senhora da Glória, no bairro Copercampos, em Anita Garibaldi, reuniram-se na tarde de quinta-feira (28) na prefeitura municipal para solicitar à administração pública melhorias das ruas que dão acesso ao bairro.
Segundo moradores, o tráfego estava impraticável há duas semanas, impossibilitando a passagem de carros e até mesmo dificultando o deslocamento de pedestres.
Incomodados com a situação, os moradores se deslocaram em grupo até a prefeitura do município, onde foram bem atendidos pelo prefeito Ivonir Fernandes da Silva.
Em conversa no gabinete, Ivonir colocou a Secretaria de Obras à disposição dos moradores e disse estar sempre aberto a pedidos. “Estamos aqui para atender o povo, quando houver problemas venham nos procurar”, destacou o prefeito.
  Logo após o pedido, na mesma tarde, foram deslocados os maquinários até o local para a restauração das vias, e o prefeito acompanhou os trabalhos junto com os moradores.
Felizes com a rápida e boa resposta os moradores agradeceram pessoalmente o prefeito em nome da administração municipal. “Agradecemos o apoio e atenção ao nosso pedido, ficamos muito felizes por sermos atendidos rapidamente. Esses acessos são de extrema importância para o nosso bairro. Obrigado”, comentou Cláudio Oliveira, em nome dos residentes do bairro Glória.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Falta de asfalto incomoda moradores

CL Comunidade: Falta de asfalto incomoda moradores
Lages, 26/11/2013, Correio Lageano, por Joana Costa





A dona de cada Eloí Puerare morou 40 dos seus 68 anos de idade, em na residência na rua João Pedro I, bairro Penha. Segundo ela, o bairro é um bom local para viver, exceto por um detalhe: a falta de ruas asfaltadas. “Eu tenho que limpar a casa três vezes por dia, se não forma aquela camada grossa de pó. Até para a respiração da gente é ruim”, reclama.






Esta é a mesma reclamação do vizinho Armando Neri, 67 anos, que se diz cansado de ouvir promessas. “Entra ano e sai ano, entra prefeito e sai prefeito e é sempre a mesma promessa, mas nunca fazem nada”, reclama.





A Associação de Moradores do Penha tem a mesma preocupação e estima que das cerca de 70 ruas do bairro, apenas 14% são pavimentadas. Para o presidente da associação, Volni Meros dos Santos, isso é inaceitável. “A última rua pavimentada foi há mais de 20 anos”, declara.






A maior necessidade, segundo ele, é asfaltar a rua Nossa Senhora da Penha com quase um quilômetro de extensão, corta o bairro. O projeto para o asfaltamento da via, incluindo calçadas, canteiro central e estacionamento está pronto e o orçamento é de R$ 2,8 milhões para a obra.





Outro pedido é a melhoria na avenida Manoel Antunes Pessoa. “É a chegada da cidade para quem vem de São Joaquim. Tem que ter um asfalto melhor, um portal. Vamos reivindicar isso”, promete.





Sem recursos


O secretário de Planejamento, Jorge Raineski, esclarece que existem projetos prontos para melhoramento das vias do bairro. “Os projetos estão em andamento e estamos em busca de recursos”, afirma.





Além da rua Nossa Senhora da Penha, outras que aguardam recursos para pavimentação são Almirante Barroso (ligação com o bairro São Miguel), Vitor Meireles, Olavo Bilac, José Edésio Araújo, João Maria de Souza, Emília Stefen e João Paulo I (ligação com o loteamento Nadir).





 “Em abril foi enviado projeto para o Governo Federal, mas não veio recurso suficiente para tudo. Nós vamos nos reunir com a associação de moradores para definir o que é prioridade e o que dá para fazer”, informa o arquiteto da Seplan, Gastão Karsten.




Todos os projetos estão na Seplan e preveem asfalto para as vias, construção de rede para escoamento da água da chuva e calçadas. Não há previsão de quando ela será realizada.




Novo Centro de Educação Infantil vai ser construído


Em dezembro de 2011, 130 famílias passaram a viver no loteamento Nadir, no bairro Penha. A estimativa é que o bairro recebeu acréscimo de 1,4 mil pessoas em sua população total. Isso reflete em maior demanda de atendimento nas áreas de educação e saúde. Demanda infraestrutura no bairro.




No entanto as instituições  locais têm sentido dificuldade em absorver o acréscimo. É o caso do Centro de Educação Infantil (Ceim) Bem-Te-Vi, que trabalha hoje com a capacidade máxima. São 157 crianças matriculadas.




A diretora Cíntia Cassia Batista destaca que a creche passou por ampliação há três anos, mas não é o bastante. “A gente faz o que pode, mas temos crianças na fila de espera”, afirma.




Segundo a secretária de Educação, Marimilia Coelho, há previsão para construção de um novo centro de educação infantil no loteamento Nadir em 2014. “O investimento total será de R$ 1,9 milhão, com o terreno e contrapartida da Prefeitura”, explica. Os recursos são do Governo Federal e o novo Ceim atenderá 160 crianças.





Ampliação

O bairro conta com a Escola de Educação Básica Godolfin Nunes de Souza, com ensino fundamental e médio. A escola passou por ampliação em 2004 e atende 800 alunos.




A assistente de educação da instituição Daiane Lisboa de Almeida acredita que no futuro isso não será o bastante. “Vai precisar de uma segunda escola no bairro, ou ampliar aqui. É uma coisa que vai acontecer em todo o lugar que cresce.” diz.




Saúde


A alta demanda também afeta na área da saúde. A Penha possui uma Unidade de Saúde, onde trabalham 22 funcionários, entre médicos, dentistas, enfermeiros e técnicos, atuando na atenção básica e saúde da família.




A enfermeira responsável Tatiane Matos acredita que a unidade fundada em 1992 está perto de atingir sua capacidade máxima. “Temos muitos idosos. Precisava de uma segunda unidade no loteamento Nadir. Acredito que isso é uma coisa que vai vir para o bairro no futuro”, acrescenta.





Fotos:Joana Costa

sábado, 16 de novembro de 2013

Falta de energia elétrica incomoda moradores do Guarujá

Falta de energia elétrica incomoda moradores do Guarujá
Lages, 15/11/2013, Correio Lageano



Depois de passarem quatro noites seguidas sem luz, moradores do bairro Guarujá, em Lages, resolveram protestar, nesta quinta-feira (14), por melhorias na rede elétrica da região no entorno da rua Cristóvão Colombo. Quedas na transmissão de energia elétrica, segundo eles, são comuns há mais de dez anos, mas esta foi a primeira vez que aconteceu uma sequência de dias sem energia.





Por volta das 21 horas de domingo (10), os moradores ouviram estouros na rede elétrica, causados por um curto circuito, que deixou a região sem energia até o início da manhã de segunda-feira (11). A falta de luz durante toda a noite se repetiu nos dias que se seguiram.





O aposentado João Maria Antunes conta que perdeu alimentos que estragaram por descongelar. Diabético, ele precisa fazer insulina diariamente e o medicamento fica guardado na geladeira. “Eu continuo fazendo a injeção, mas acho que não vai adiantar porque ficou fora do gelo”, acredita o aposentado.





Prejuízos

A constante queda de energia causou problemas para os moradores de toda a vizinhança. Além dos alimentos que estragaram, eletrodomésticos queimaram.
Somente na casa do aposentado Placides Soares Melo foram quatro televisões, quatro aparelhos de transmissão, quatro lâmpadas fluorescentes e um computador que estragaram. “Espero que, pelo menos, a Celesc me pague pelas coisas que perdi”, diz.





O serralheiro Paulo Roberto Carvalho teve maiores prejuízos na sua empresa. Segundo ele, o problema lhe causou atrasos de até dez dias na entrega dos produtos a seus clientes. “Eu tô com tudo parado, não tem como atender os clientes e isso tá me prejudicando”.





Problema Recorrente

A dona de casa Vilma da Luz Goulart conta que a falta de energia acontece esporadicamente há pelo menos 10 anos. “Há anos a gente luta para melhorarem isso. Acho que é a rede que é muito velha. Essa vez foi a pior, porque ficamos vários dias com a luz faltando”, conta.




Na quarta-feira (12) à noite, a Celesc providenciou a troca de um transformador, mas os moradores temem que a situação se repita mais uma vez e ameaçam, caso isto aconteça, de fazerem um protesto maior no bairro, fechando o acesso a algumas ruas.






Rede elétrica da rua vai passar por reformas, garante a Celesc


De acordo com o chefe da divisão técnica regional Celesc, Gladimir Jeremias, com a troca do transformador executada na quarta-feira à noite, o problema não deve voltar a se repetir. Ciente de que a rede ainda precisa de melhorias, a Celesc fará um estudo detalhado para montar um projeto de melhorias.




Segundo Jeremias, a rede passará por uma reforma com a troca dos condutores, utilizando cabos isolados, além de receber melhorias tecnológicas. “Se resolver com a troca do transformador, as melhorias entraram na lista de planejamento. Mas caso haja reincidência, será tratado como prioridade”, afirma.




Jeremias orienta às famílias que tiveram qualquer aparelho queimado em suas casas a procurarem a Celesc para que o ressarcimento seja feito. Quem sofreu qualquer avaria tem até 90 dias para apresentar a reclamação.




O importante, segundo Jeremias, é procurar a Celesc antes de mandar qualquer aparelho para o concerto. “A gente precisa fazer uma vistoria para constatar os danos. Mediante a comprovação dos danos é feito o ressarcimento. Por isso, as pessoas não devem concertar os equipamentos sem nos apresentar os problemas”, completa.



Foto:Núbia Garcia

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Moradores se incomodam com 60 cães de uma casa em Lages

Moradores se incomodam com 60 cães de uma casa em Lages
Lages, 14/11/2013, Correio Lageano, por Susana Küster




Moradores da rua Pedro Alvares Cabral, no bairro Santa Maria, em Lages, não aguentam mais conviver com o mau cheiro e com o barulho que pelo menos 60 cães fazem em uma residência. A situação é a mesma há 6 anos, quando uma moradora começou a recolher cachorros abandonados.




Quem denuncia o caso é Fátima Aparecida Rosa. Ela é irmã de Angela, que recolhe os cães. Para tentar amenizar a situação, Fátima diz que sua irmã alugou uma chácara que hoje possui em torno de 200 cães.





Segundo ela, há um processo no Ministério Público sobre o caso, que já atraiu Vigilância Sanitária e Secretaria do Meio Ambiente ao local. Os vizinhos concordam com Fátima, mas nenhum quer se identificar, pois não querem brigar com Angela.





A reportagem tentou entrar em contato com a dona dos cães, mas no local e por telefone ninguém atendeu.





Caso foi notificado

A Secretaria do Meio Ambiente foi até o local e pediu para que Angela Aparecida Rosa diminuísse a quantidade de cães. Como ela não fez isso, foi notificada e o caso foi parar nesta semana no Ministério Público, na 13ª Promotoria do Meio Ambiente.
Foi instaurado um procedimento para apurar os fatos.





Foto:Susana Küster

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

MORADOR ESTÁ RECLAMANDO DE RUA ESBURACADA

Lages, 07/11/2013 Comando Geral
 
MORADOR DA RUA ATALIBA XAVIER NO BAIRRO SANTA CÂNDIDA EM LAGES, ENTROU EM CONTATO COM A NOSSA EQUIPE PEDINDO AJUDA SOBRE A SITUAÇÃO EM QUE SE ENCONTRA UMA RUA  EM SEU BAIRRO. SEGUNDO ELE JÁ FOI COMUNICADO A SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA DO MUNICÍPIO, MAS O PESSOAL NÃO APARECEU NO LOCAL.
 
OS MORADORES ESTÃO PEDINDO QUE A RUA SEJA PATROLADA.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Moradores pagaram, mas não tiveram as ruas pavimentadas

Moradores pagaram, mas não tiveram as ruas pavimentadas
Lages, 23/10/2013, Correio Lageano, por Joana Costa




Em maio de 2011, os moradores das ruas Joaquim Borges de Melo e Hilda Schmidt Pissinini, no bairro Coral, firmaram contrato com a Prefeitura de Lages por meio do programa Pavisol, no qual acordaram pagar pelo asfaltamento das vias. A previsão era que a obra fosse concluída até o final de 2012, mas sequer começou.



O contrato previa que quando 50% do valor fossem pagos pelos moradores e a obra iniciaria, mas eles já pagaram 100% e nada foi feito. “Faz quatro anos que começamos a pagar e até agora nada aconteceu”, afirma o morador Geraldo Batista.




A vizinha Márcia Wilvert explica que procurou a prefeitura cobrando uma solução para o caso e descobriu que o dinheiro havia desaparecido. “Disseram que não tinha recurso. Então, o que fizeram com o que a gente pagou?”, questiona.



Para Claudio José Wilvert, o que indigna são as condições das ruas. “Aqui está um barro só. Estou com o carnê quitado e não tenho asfalto”, reclama. Ao todo foram 26 moradores das duas ruas que assinaram o contrato.



Compromisso: O secretário de Infraestrutura, Joel Netto Momm, afirma que a intenção é honrar os compromissos do Pavisol assumidos e não cumpridos pela gestão passada, mas destaca que não há recursos em caixa no momento. “O prefeito Elizeu desconhecia esses contratos quando assumiu a prefeitura”, disse.



Agora, a prefeitura está em busca do dinheiro para as obras. Como forma de compensar os moradores que esperam por suas ruas asfaltadas, Momm destaca que será incluída nos projetos, a construção das calçadas, o que não estava previsto nos contratos.


Pavisol: Dinheiro foi usado em outros setores


O secretário de Planejamento, Jorge Raineski, explica que na administração passada, o dinheiro depositado pelos moradores para o Pavisol caia diretamente na conta geral da prefeitura, ou seja, não era recebido para ter destinação específica e, por isso, foi gasto. “Todo o dinheiro era juntado para o atendimento das demandas da prefeitura e as pessoas ficaram com o crédito de ter que receber a pavimentação. Foi falta de organização”, afirma.



A previsão é que o processo licitatório comece em 2014. “Estamos contraindo empréstimo junto ao governo do Estado, para honrar esses compromissos”, declara.  Restam ainda fazer os projetos técnicos, prevendo a drenagem e calçadas. Os grupos que depositaram em torno de 60% do valor total do contrato terão sua rua asfaltada. Os que não atingiram esse índice receberão o dinheiro de volta, com correção.



A atual administração pretende criar um novo programa de pavimentação, onde  cada rua a ser pavimentada terá sua conta única para depósito, evitando que o recurso seja gasto em outros setores. “O dinheiro vai para a conta e só sai de lá para o asfalto”, completa Joel Netto Momm, da secretaria de Infraestrutura.



Ruas aptas a receber as obras do pavisol


Rua                                        Bairro        Extensão      Valor da obra
 Adolfo Furtado da Silva           Popular         159           126.935,48
 Ana Costa                          Guadalupe        105             84.218,66
 Argentina                          Frei Rogério       129           103.472,97
 Coronel Lica Ramos              Sagrado         156            124.783,53
 Edgar  Ramos Schmidt          Santa Rita      51              40.907,14
 Fortunato Dias Batista                  Coral       222            177.299,35
 Francisco Santiago Dantas        Varzea       154            123.217,36
 Frei Adelino                               Ipiranga     150            119.882,01
 Guerino Omizollo                     Caravagio     215           171.612,65
 Hilda Schimidt Piccinini                Coral        124            99.224,50
 João Rogério Floriani                   Sagrado    149         119.175,96
 José Córdova dos Santos    Santo Antonio     241         193.075,66
 Joaquim Borges de Melo            Coral           226           181.165,69
 Modesto Casagrande               Guadalupe      98              78.142,36
 Odelmiro Mezzalira                   Triangulo      168               134.707,94
 Osni Pires                                Vila Nova      407              325.753,96
 Otavio Silveira Filho                  Vila Nova      123                98.324,29
 Romeu Ramos Luceno                Ipiranga       368               294.798,26
 Senador Salgado Filho                Sta. Maria    360                287.695,40




Fotos: Joana Costa

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Moradores querem segurança na avenida Carahá, em Lages

Moradores querem segurança na avenida Carahá, em Lages

Lages, 06/09/2013, Correio Lageano, por Adecir morais




Os acidentes de trânsito no trecho da Avenida Belisário Ramos (Carahá), no Bairro Copacabana, em Lages, voltaram a preocupar a comunidade. Nesta quinta-feira (05) mais uma colisão chamou a atenção. Os moradores pedem mais segurança no local.



A colisão ocorreu por volta das 13 horas. Dois veículos, um Del Rey e uma Parati, se chocaram no cruzamento da avenida com a Rua Benjamin Constant. Quatro pessoas que estavam nos carros foram socorridas e levadas com ferimentos leves ao hospital.



Segundo os moradores, este cruzamento voltou a ser palco de acidentes. A maior preocupação é com o excesso de velocidade dos carros, o que favorece as colisões. Indignados, eles pedem providências.



 No local, a sinalização é precária, favorecendo a imprudência ao volante e, consequentemente, os acidentes. Perto dali, há uma lombada eletrônica, mas o equipamento está desativado. “O maior problema é o abuso de velocidade. Tem de ser tomada uma providência urgente”, relata Carlos Ruaro, que mora nas proximidades.


Três pontos são considerados críticos


No bairro Copacabana, três pontos da avenida Carahá são considerados críticos e com alto índice de acidentes. Além da travessa com Benjamin Constant, preocupam também as colisões que ocorrem nos cruzamentos da 7 de Setembro e Marechal Deodoro.
Ruaro afirma que se as autoridades não tomarem providências, a comunidade deverá fazer uma manifestação cobrando mais segurança na via, assim como ocorreu no passado.



A moradora Rosangela Roman, que reside entre os três cruzamentos, também confirma a falta de segurança no local. “Isso aqui virou um caos. São em média dois acidentes por semana. Além disso, tem muito movimento e acho que só a instalação de sinaleiras resolveria o problema”, comenta.



A moradora também cita que tem até mesmo um arquivo de fotografias de acidentes que ocorrem no trecho. E guarda esses arquivos há anos.



Fotos: Adecir Morais

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Moradores do Bom Jesus pedem solução

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Curitibanos, 30/08/2013 A Semana

Melhorias para amenizar o problema são improvisadas por moradores
 Moradores do Bairro Bom Jesus pedem, urgentemente, solução para um problema que se agrava a cada chuva. Segundo a dona-de-casa Bianca Correa de Melo, a rua sem denominação, situada entre o fim das ruas Antonio Ribas de Macedo e João Maria de Barros, fica intransitável quando chove e as casas, inacessíveis. “Por se tratar de uma forte subida ou descida, nenhum tipo de veículo chega ou sai daqui em dias de chuva. Moro há mais de cinco anos nessa rua e sempre foi assim, nunca tivemos uma solução para o problema”, desabafa a moradora Bianca.
Ela relata que sequer táxi, Corpo de Bombeiros ou Samu conseguem chegar ao local em situações de emergências. “Já houve situações de pessoas que necessitaram de atendimento médico e os bombeiros não conseguiram chegar até aqui com a ambulância. O tempo que esse transtorno leva poderia até salvar uma vida”, lamenta.
Por iniciativa própria, alguns moradores despejaram restos de entulhos de construção civil na esquina da rua, uma maneira encontrada para amenizar o problema e tentar transitar com veículos. Além disso, o esgoto a céu aberto existe há anos e o mau cheiro é evidente. Os moradores aguardam uma solução.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Moradores pagam por asfalto, mas obras ainda não iniciaram

Moradores pagam por asfalto, mas obras ainda não iniciaram

Lages, 23/08/2013, Correio Lageano, por Afonso Rodrigues



A falta de pavimentação em algumas ruas de Lages é motivo de dor de cabeça para moradores e comerciantes de vários bairros. E os problemas não são apenas a poeira ou lama. O destino do dinheiro investido nas obras também preocupa.



Com o asfalto prometido pelo menos há um ano, os moradores da rua Guerino Omizollo, no bairro Caravágio, reclamam da obra de pavimentação que ainda nem foi iniciada, apesar do massivo aporte de recursos feito dos moradores.



De acordo com a corretora de imóveis Mônica Zonta, mais de R$ 70 mil reais dos cerca de R$ 87 mil que devem ser pagos pelos moradores para a realização da obra foram quitados. “Vinte moradores se associaram em cotas para fazer o pagamento. Foi cerca de R$ 4 mil para cada um. Já está quase tudo pago, mas nem começaram as obras ainda”, diz Zonta.



O restante do investimento de R$ 109 mil, pouco mais de R$ 20 mil, deveria ser pago pela prefeitura, mas a obra já deveria ter sido iniciada com 50% do total. O convênio entre a prefeitura e os moradores foi firmado através do Pavisol II, que possibilitava o asfaltamento de ruas por meio de parcerias.



Segundo Zonta – que não pagará o restante das parcelas até que a obra seja iniciada –, desde o início da nova administração o projeto está parado e não há respostas para a população.



A indefinição sobre a situação da Guerino Omizollo impede que os moradores façam melhorias nas calçadas e em frente às casas. “Queremos fazer paisagismo e calçadas padronizadas, mas ainda não posso fazer, porque quando asfaltarem será preciso quebrar tudo depois”, disse.



Outros moradores da rua contaram se sentirem lesados. Alguns prometem acionar a Justiça se necessário.


Pavisol II e as ruas contempladas


O levantamento obtido junto à prefeitura pelo vereador Marcius Machado indica que
24 ruas de Lages estão dentro do programa Pavisol II


Destas, 11 tem pagamento superior a 50%


  •  Rua Odelmiro Mezzalira, Bairro Triângulo
  •  Rua Hilda Schmidt Picininni , Bairro Coral
  •  Servidão Claudio Medina, Bairro Sagardo Coração de Jesus
  •  Rua José Córdova dos Santos, Bairro Santo Antônio
  •  Rua Frei Adelino, Bairro Ipiranga
  •  Rua Joaquim Borges de Melo, Bairro Coral
  •  Rua Francisco Santiago Dantas, Bairro Várzea
  •  Rua Guerino Omizzolo, Bairro Caravágio
  •  Rua João Rogério Floriani, Bairro Sagrado Coração de Jesus
  •  Rua Ana Costa, Bairro Frei Rogério
  •  Rua Romeu Ramos Lucena, Bairro Ipiranga



Prefeitura diz que falta o processo de licitação


Segundo o secretário de Infraestrutura do município, Joel Momm, a obra de pavimentação na Guerino Omizollo deve começar até o final do ano, mas ainda será necessário fazer licitação para a obra. “Neste caso, falta praticamente apenas a contrapartida da prefeitura. Mas no geral, até o final do ano deverão ser iniciadas as obras de 40 ruas e dessas, mais de 20 são do Pavisol”, afirmou.


Pedido de informações



O problema das ruas contempladas pelo Pavisol II que não tiveram as obras iniciadas motivou o vereador Marcius Machado (PPS) a fazer pedido de informações à prefeitura sobre o caso. “A prefeitura disse que o dinheiro que entrou nos cofres públicos foi gasto sem que as obras iniciassem”, afirmou. Ainda, segundo ele, as obras de fato deveriam ter começado com 50% do valor pago, mas muitas nem começaram. “Sei de obra 92% paga que nem começou”, diz.




Foto: Afonso Rodrigues

FALTA BOM SENSO

Lages, 21/08/2013 Edson Varela

Embora haja esforço do poder público para deixar uma cidade apresentável, existem alguns focos de resistência a isso. E em alguns casos partem dos próprios moradores a falta de bom senso.
Lixus
É o que mostra o registro fotográfico do acúmulo de lixo colocado na calçada para a coleta em plena avenida Camões. É impossível acreditar que não existe outra forma de deixar o lixo, além dessa maneira amontada em plena rua.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Moradores estão incomodados com atraso em obra de avenida

Moradores estão incomodados com atraso em obra de avenida
Lages, 18/07/2013, Correio Lageano


Cansados de esperar que a avenida fique pronta, moradores pedem liberação para o tráfego




Estar com o trânsito interrompido por causa de uma obra que deveria ter sido terminada ano passado tem tirado a paciência de moradores da avenida Anastácio da Silva Motta, no bairro São Cristóvão. Uma placa foi colocada pelos moradores no local pedindo que pelo menos a passagem de carros seja liberada. A via ligará as avenidas Belisário Ramos e Dom Pedro II. A obra iniciou em 2011.



Foi João de Liz, morador da rua Vidal de Negreiros, quem colocou a placa na esquina da sua rua com a avenida. Ele está cansando de esperar pela conclusão da obra e anteontem contou com a ajuda dos vizinhos para liberar o trânsito de carros no local, removendo a terra da obra com pás. “A gente abre para passar e eles trancam com um monte de terra de novo”, conta.



Segundo Liz, a vizinhança quer poder andar pela avenida e pede que no momento em que não há pedreiros trabalhando na via, a passagem de carros seja permitida.



A moradora Elizangela Lara de Liz também está incomodada com a morosidade do trabalho. “Isso é uma enrolação danada. Três anos e esse asfalto não sai nunca”, declara. Ela destaca que a sua casa e de alguns vizinhos estão abaixo do nível da rua e por isso tem medo que o local alague.



O secretário de Infraestrutura, Joel Netto Momm, explica que os trabalhos foram paralisados, mas estão sendo retomados. A remoção de postes e a construção de ciclovia foram resolvidos. A previsão é que o trânsito seja permitido em até 45 dias.  



Parte complicada



No momento estão sendo feitas as vigas que serão usadas para a construção da ponte sobre o rio Carahá. Esta é a parte mais complicada. A conclusão, com a colocação de asfalto e sinalização, deve ocorrer dentro de 90 dias. “Ela é uma obra morosa, que atrasou em função dos recursos do Ministério das Cidades, mas de agora em diante será desenvolvida rápido”, afirma.



Com relação às casas abaixo do nível da rua, Momm esclarece que se tratam de construções feitas em áreas ilegais. “Naquele trecho as casas estão em área verde, não poderiam estar ali”, diz. O secretário promete se reunir com o prefeito Elizeu Mattos para definir qual a solução para o problema.



Via não será  suficiente para desafogar o trânsito



• A avenida  Anastácio da Silva Motta está sendo construída com o objetivo de diminuir o tráfego de veículos da rua Frei Gabriel. No entanto, o secretário de Infraestrutura, Joel Netto Momm, não acredita que o problema será resolvido. “Destranca ali, mas os carros vão acabar saindo na sinaleira com a Frei Gabriel de novo, não foi bem pensando”, analisa



• Para ele novos estudos relacionados ao trânsito no bairro São Cristóvão precisam ser realizados. Momm sugere que seja feita uma ligação da avenida com a rua Sergipe, chegando até a avenida Brasil. “Seja uma rota alternativa para os veículos que vão para a Rodoviária e Uniplac”, completa.



Foto: Joana Costa

terça-feira, 16 de julho de 2013

Buraco se torna redutor de velocidade

Buraco se torna redutor de velocidade
Lages, 17/07/2013, Correio Lageano



Preocupados com a alta velocidade dos carros, moradores abrem buracos na rua para obrigar condutores a trafegar devagar


Moradores da rua Emílio Blum, no bairro Guarujá, estão preocupados com a alta velocidade que os carros passam na via de terra. Por isso estão fazendo buracos na rua, para que eles funcionem como redutores de velocidade.



O motorista Daniel Schimila mora há dois anos no local e conta que frequentemente testemunha pequenos acidentes no cruzamento da rua Emílio Blum com a Vera Cruz. “Os carros passam correndo, já vi uns cinco ou seis acidentes aqui”, conta.



Outra preocupação é com os alunos do Caic Irmã Dulce, que passam pela rua na saída da escola. “As crianças saem por volta do meio dia e os carros passam correndo, é perigoso”, acrescenta.



A rua é um dos acessos ao bairro Guarujá, por onde passam carros, caminhões e ônibus. Fátima Correia de Oliveira mora há 32 anos no local e reclama que os carros em alta velocidade levantam muita poeira. “Não adianta limpar a casa, empoeira tudo”, afirma.



“Nos dias secos, o pessoal joga água na rua, eu molho umas três, quatro vezes por dia”, acrescenta Schimila. Diante disso, a solicitação é que a rua seja pavimentada e sinalizada, com lombadas para obrigar os carros a andarem devagar.



“É incoerente. O pessoal reclama quando os carros passam correndo em uma rua de terra, imagina em uma rua asfaltada”, afirma o secretário de Infraestrutura Joel Netto Momm.



Segundo ele, é ilegal fazer buracos ou lombadas nas ruas. “Eles estão depredando patrimônio público”, pondera. No entanto, Momm explica que se os moradores desejam ter a rua pavimentada devem se reunir e fazer a solicitação junto à Secretaria de Planejamento.



O diretor do Departamento de Trânsito de Lages (Diretran), Diego Oliveira, confirma que não é permitido fazer lombadas ou buracos em via pública. “A gente comunica a Secretaria de Infraestrutura que vai lá e desfaz”, esclarece. Ele destaca que não é possível fazer lombadas ou instalar redutores de velocidade em ruas de terra. O que é feito nesses casos é a colocação de sinalização regulamentar e realização de fiscalização.



Foto:Joana Costa

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Mudança dos acessos da 282 vai seguir critério técnico

Mudança dos acessos da 282 vai seguir critério técnico
Lages, 15 e 16/06/2013, Correio Lageano



Uma reunião convocada pelo prefeito de Lages, Elizeu Mattos, com o intuito de debater o pedido de um grupo de comerciantes e moradores do bairro Coral, que querem mudança dos acessos das vias marginais para a BR-282, aconteceu na tarde de sexta-feira. O prefeito deixou claro que a decisão final será baseada em critérios técnicos.



Participaram representantes das Secretarias de Planejamento e de Segurança e Ordem Pública, da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).



Elizeu solicitou que o grupo debata as situações, levantando os prós e os contras de uma possível modificação do projeto inicial. Apenas o Dnit não fará parte da comissão. “Todos os que participarão não possuem opinião formada, o que facilitará a tomada de uma decisão técnica”, disse o prefeito, lembrando que um de seus compromissos é adotar critérios técnicos em obras que causam impacto de vizinhança.



Este grupo de trabalho terá até o dia 25 para elaborar o relatório final. Neste dia, o prefeito se comprometeu em ir à Câmara de Vereadores apresentar e debater com os legisladores o resultado. “Vamos apresentar o documento aos vereadores que darão opiniões e sugestões por serem os representantes da sociedade”, disse, entregando o curso das ações aos integrantes do grupo.


Foto: Nilton Wolff/Divulgação

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Avenida é sinônimo de insegurança para os moradores e comerciantes

Avenida é sinônimo de insegurança para os moradores e comerciantes
Lages, 13/06/2013, Correio Lageano, por Susana Küster



Diretran planeja lançar licitação para estudo técnico do trânsito de Lages ser colocado em prática. A proposta para melhorar as condições da via é colocar lombadas físicas por toda sua extensão


Obra que começou no início de 2012 não terminou e não tem prazo para ser concluída. Falta fazer a pavimentação, as sinalizações vertical e horizontal, remover postes do canteiro central e implantar iluminação provisória nas laterais.



Enquanto nada disso é feito, os moradores e comerciantes da avenida Santa Catarina convivem quase que diariamente com acidentes e atropelamentos. Somente neste ano, a comunidade do bairro Santa Catarina relata  que em três atropelamentos foram três mortes.


O comerciante Eduardo José da Silva, diz que a solução é colocar lombadas físicas como as que tem em frente à prefeitura. Outro ponto destacado por ele é a falta de sinalização. Os veículos andam, às vezes, no meio da pista e os ônibus param na avenida, ao invés de recuarem. “Não tem nem placa de ônibus, bancos não existem mais para os passageiros aguardarem o transporte, aí os veículos param onde os ônibus deveriam parar, como vão saber que estão errados se não tem placa?”, questiona.



A moradora Beatriz Hoegen, 30 anos, lamenta o fato de o local não ter calçadas. “É preciso, muitas vezes, andar na rua e isso é muito perigoso. O movimento aqui é intenso e os veículos passam voando”, comenta.



Enquanto o Correio Lageano, fazia a entrevista com o comerciante Eduardo José, duas motos passaram em velocidade alta, fazendo racha. “Isso é comum. No final da tarde, tudo piora. O movimento aumenta demais e sempre tem criança por aqui”, lamenta.
O secretário de Obras, Joel Momm, diz que vai agilizar obra. “Vou conversar com os encarregados”, disse.



Filho de casal de idosos morreu atropelado e ninguém sabe quem foi


Uma tristeza sem fim. Assim Eraci Pereira Gin, 66 anos, descreve sua dor quando lembra da morte do filho Joacir, 45 anos. “Pensei que enterrar uma mãe era difícil, mas enterrar um filho é pior ainda”, lamenta.


Ela e o esposo Lauro Gin, 77 anos, estão inconsoláveis depois que o filho deles foi atropelado na avenida Santa Catarina há 10 dias. Ele morreu horas depois do acidente, no hospital. Testemunhas disseram ouvir um estrondo e depois ver o rapaz caído no chão. Ele caminhava pela avenida quando foi atropelado. Ninguém viu quem foi o responsável pelo acidente.



Exames foram encaminhados para Florianópolis pelo hospital para saber exatamente a causa da morte. “Sabemos que aconteceu hemorragia interna, saiu sangue pela boca quando ele morreu no hospital. Mas no corpo não havia nenhum sinal de lesão. Nosso único conforto é saber isso. Mas nada pode ser feito, infelizmente”, diz.



Lauro conta que, recentemente, aconteceram dois atropelamentos com vítimas fatais na avenida, mas quem cometeu os crimes não foi encontrado pela polícia. “Eu estava doente, agora estou pior, nem estou comendo direito”, diz Eraci. “Eu ando com muita dor, nem caminho muito. Nosso filho é quem está indo atrás da papelada do seguro Dpvat”, diz.



Lançamento de edital depende da aprovação do Tribunal de Contas de SC


Lombadas físicas, eletrônicas e semáforos com furão (sistema que multa quem avança o sinal vermelho), serão implantados em Lages nos pontos mais críticos do trânsito, depois que um edital de licitação for lançado. O estudo técnico está pronto e agora o Tribunal de Contas precisa aprová-lo para o processo licitatório iniciar.



O diretor de trânsito Diego Oliveira comenta que o estudo analisou o trânsito da cidade e verificou o que é preciso fazer para melhorá-lo. Ele prefere não estipular uma data para a licitação ser lançada, porque explica que o Tribunal de Contas pode rejeitar o estudo técnico. “Isso já aconteceu, então, fica difícil definir que dia o processo vai iniciar”, diz. Mesmo assim, ele garante que até o final deste ano, a licitação será lançada. “Isso eu posso garantir”.




Fotos:Susana Küster

sábado, 8 de junho de 2013

Prefeitura de São Joaquim abre buraco em frente de residência e moradora não morre de fome graças aos vizinhos

Tubulação de esgoto a céu aberto (2)
Buraco está aberto há mais de 30 dias!
Vereador Diomar Antunes conversa com os moradores em busca de soluções
Vereador Diomar Antunes conversa com os moradores em busca de soluções
O Vereador Diomar Antunes e os moradores alertaram a imprensa na tarde desta última quinta-feira (06) que na Rua Aristides A. Ribeiro Bathke os moradores estão em estado de calamidade devido a uma obra da Prefeitura de São Joaquim.
A Prefeitura havia aberto um enorme valo em frente às residências para a colocação de tubos. Só que… Já faz mais de um mês e até agora nada mais foi feito, deixando os moradores ilhados de suas próprias residências.
O caso ainda é mais grave na casa da Dona Neuza Maria Dutra de 65 anos que contou impossibilitada de sair da residência, com problemas nas pernas, não tem como passar pelo valo e não morre de fome graças aos seus vizinhos que fazem as compras para ela. -Já perdi duas consultas, porque não tive como passar pelo valo”  Declarou Dona Neuza.  Até mesmo o SAMU sofre para chegar até aqui, eles tem que passarem por uma tabuas que são utilizadas como pontes pelos moradores.
Cansado de esperar o morador Ari das Palmas chegou a comprar 06 tubos para por em frente a sua casa. O risco também é medido para as crianças que brincam no local. É uma verdadeira calamidade.
O Vereador Diomar Antunes foi até os moradores e viu diante de seus olhos o amargor que os moradores enfrentam para entrar em casa. -Pedimos para o Poder Público resolva o mais rápido o possível o problema desses moradores, principalmente no caso da dona Neuza que tem que ser ajudada pelos vizinhos, é inadmissível deixá-los dessa forma”. Declarou o Vereador Diomar Antunes.
Moradores angustiados com o problema
Moradores angustiados com o problema
Redação São Joaquim Online

domingo, 26 de maio de 2013

Ponte de acesso ao Bairro Pradinho continua interditada o que provoca revolta dos moradores


Ponte quebra no Bairro Pradinho (3)Parabéns para você nesta data querida…
Ponte quebra no Bairro Pradinho (4)Isto mesmo aniversário de um ano de interdição da ponte do Bairro Pradinho.
Os Moradores do Pradinho reclamam da demora na construção de uma nova ponde de acesso ao Bairro. A exatamente um ano atrás a prefeitura realizava reparos na intransitável rua onde se encontra a ponte. Durante os trabalhos de recuperação com o trânsito de caminhões pesados a ponte acabou cedendo e rachou bem ao meio, desde então a ponte teve que ser interditada para veículos.

Ponte quebra no Bairro Pradinho (2)Mesmo assim alguns motoristas chegaram a se arriscar passando pela ponte quebrada, mas por sorte ela não caiu de vez provocando uma tragédia. Esta ponte é o único acesso direto ao Bairro Pradinho, a outra ponte existente é de acesso ao Bairro Cohab 2 por onde os moradores tem que fazer um trajeto ainda maior para chegar em suas residências.

Ponte quebra no Bairro Pradinho (1)
Na parte debaixo, sobre o rio São Mateus, é possível ver uma das pilastras que se soltou da sapata, fazendo com que a ponte quebrasse.Obviamente ponte foi projetada para aguentar o peso de caminhões, porém a sapata acabou escorrendo, a base não estava numa superfície sólida e sim numa superfície lisa. Talvez precisasse de um trabalho de perfuração na rocha para que este ponto se tornasse mais fixo. Acontece que com o passar dos anos a água acabou passando por baixo da fundação fazendo com que a sapata escorregasse.

Ponte quebra no Bairro Pradinho (5)
Para a senhora Hilda a comunidade do Pradinho a comunidade está sofrendo há anos com problemas de saneamento, mobilidade urbana, estradas e agora, para agravar ainda mais a situação um ponte quebrada. A ponte já havia perdido suas laterais que caíram com o passar dos anos e agora estamos com ela interditada. Isto é um desrespeito para nós moradores que pagamos nossos impostos. Declarou a Sra Hilda.
A obra para a construção de uma nova ponte poderá custar entre 20 à 40 mil reais para os cofres públicos.

Imagens: Dionata Costa
Redação São Joaquim Online

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Atingidos pela UHE Garibaldi sofrem com a escassez de água


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Moradores tiveram que deixar suas propriedades devido a construção da Usina Garibaldi, porém o acordo feito com a empresa construtora do empreendimento não está sendo seguido.
São cerca de 26 famílias que residem na comunidade de  Camargos e Barra do Salto, no interior do município de Cerro Negro, e que são atingidas diretamente pela construção da usina. Essas famílias optaram por áreas próximas ao lago e foram realocadas próximo às antigas moradias, porém os problemas com a falta de água estão afetando a vida dos moradores. 
Segundo informações, as novas casas deveriam estar devidamente prontas com luz elétrica instalada, água potável de qualidade e uma estrutura para que as famílias pudessem começar uma nova vida após realojadas, porém o que encontraram não foi bem o que o acordo regia. O grande problema no momento é a falta de água. “O que era para ser uma melhoria de vida, está sendo um pesadelo, não temos água nem para tomar, precisamos ir para a nova moradia, mas não temos água”, relata o agricultor Adair Chaves de Oliveira. 
 
As famílias já receberam o comunicado para desocupar seus antigos imóveis, mas as estruturas básicas para instalação da nova propriedade não estão de acordo com as necessidades das famílias.
“ Não temos  energia elétrica e a água que instalaram já secou. Recebendo pressão por parte da empresa, eu não pedi para ser atingido pela barragem e nem queria vender minha terra, agora exijo respeito e atenção por parte da empresa”, comenta Aires Chaves de Oliveira (Thada).
As informações repassadas dizem que a empresa contratou uma empresa terceirizada para fazer os serviços nas novas propriedades o que não foi feito de forma adequada. Utilizaram a água de pequenas fontes, que já secaram. A água que chega não passou por nenhum processo de análise de qualidade, o que pode acarretar problemas de saúde. 
Os moradores tentaram um diálogo com representantes da empresa e segundo informações na próxima sexta-feira acontecerá uma reunião para analisar os problemas das novas moradias.