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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Hospital Tereza Ramos interdita uma ala

Hospital Tereza Ramos interdita uma ala
Lages, 14/02/204, Correio Lageano, por Susana küster



A Ala Portinari que fica no Hospital Tereza Ramos (HTR) foi interditada na terça-feira pela direção do local. A informação oficial é de que um vazamento inundou a área, porém o Correio Lageano recebeu uma denúncia anônima nesta quinta-feira (13) de que a ala estaria infestada de fezes de morcego e pombos, além do mau cheiro.




Apesar de o hospital ser público, o Correio Lageano foi impedido pelo segurança do local para ir até a ala fazer fotos. Porém, do lado de fora do hospital, próximo à área de oncologia é possível ver pombos e sentir o mau cheiro de fezes.




O diretor do hospital, Luiz Alberto Susin, não estava no  local pela tarde e não enviou uma nota de esclarecimento, conforme prometido pela secretaria do HTR. Através de nota, a assessoria de imprensa da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) informou que uma ruptura no encanamento hidráulico inundou a ala. A nota ainda afirma que “os pacientes internados na ala não tiveram prejuízo, pois foram transferidos para outro espaço com segurança”.



A ala possui 17 leitos e segundo a nota enviada pela SDR, “a previsão é que em 10 dias úteis a oncologia seja reativada na Ala Portinari. O conserto está sendo encaminhado em caráter de urgência”, frisa a nota.




Denúncia: A informação que o Correio Lageano recebeu é de que a ala foi interditada devido ao mau cheiro e fezes de pombos, morcegos e outros animais. A pessoa que entrou em contato com o jornal ainda disse que a ala ficará 45 dias fechada.



Foto: Susana Küster

domingo, 26 de maio de 2013

Ponte de acesso ao Bairro Pradinho continua interditada o que provoca revolta dos moradores


Ponte quebra no Bairro Pradinho (3)Parabéns para você nesta data querida…
Ponte quebra no Bairro Pradinho (4)Isto mesmo aniversário de um ano de interdição da ponte do Bairro Pradinho.
Os Moradores do Pradinho reclamam da demora na construção de uma nova ponde de acesso ao Bairro. A exatamente um ano atrás a prefeitura realizava reparos na intransitável rua onde se encontra a ponte. Durante os trabalhos de recuperação com o trânsito de caminhões pesados a ponte acabou cedendo e rachou bem ao meio, desde então a ponte teve que ser interditada para veículos.

Ponte quebra no Bairro Pradinho (2)Mesmo assim alguns motoristas chegaram a se arriscar passando pela ponte quebrada, mas por sorte ela não caiu de vez provocando uma tragédia. Esta ponte é o único acesso direto ao Bairro Pradinho, a outra ponte existente é de acesso ao Bairro Cohab 2 por onde os moradores tem que fazer um trajeto ainda maior para chegar em suas residências.

Ponte quebra no Bairro Pradinho (1)
Na parte debaixo, sobre o rio São Mateus, é possível ver uma das pilastras que se soltou da sapata, fazendo com que a ponte quebrasse.Obviamente ponte foi projetada para aguentar o peso de caminhões, porém a sapata acabou escorrendo, a base não estava numa superfície sólida e sim numa superfície lisa. Talvez precisasse de um trabalho de perfuração na rocha para que este ponto se tornasse mais fixo. Acontece que com o passar dos anos a água acabou passando por baixo da fundação fazendo com que a sapata escorregasse.

Ponte quebra no Bairro Pradinho (5)
Para a senhora Hilda a comunidade do Pradinho a comunidade está sofrendo há anos com problemas de saneamento, mobilidade urbana, estradas e agora, para agravar ainda mais a situação um ponte quebrada. A ponte já havia perdido suas laterais que caíram com o passar dos anos e agora estamos com ela interditada. Isto é um desrespeito para nós moradores que pagamos nossos impostos. Declarou a Sra Hilda.
A obra para a construção de uma nova ponte poderá custar entre 20 à 40 mil reais para os cofres públicos.

Imagens: Dionata Costa
Redação São Joaquim Online

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Casa é demolida no bairro Morro do Posto



Casa é demolida no bairro Morro do Posto
Lages, 04/04/2013, Correio Lageano



Imóvel havia sido interditado pela Defesa Civil e ameaçava cair sobre outra casa, mas ele não será totalmente desmanchado.




A casa no Morro do Posto que foi interditada pela Defesa Civil, em março, e estava com os dias contados, começou a ser demolida. A residência apresentava risco de desabamento sobre outra casa e não tinha condições de permanecer como estava.



A área que está sendo demolida é toda a parte de madeira. Na semana passada, técnicos da Secretaria de Habitação estiveram no local e desmancharam o forro de dois quartos e a parede externo do porão.



Hoje os técnicos vão terminar de desmanchar esta parte e mais uma sala, onde era usada pelo proprietário, Antônio Ivandel de Oliveira, como bar. A casa não será totalmente demolida conforme a Defesa Civil havia previsto no início.



Vão restar a cozinha, o banheiro e um quarto. Só o banheiro e parte da cozinha são de alvenaria, o resto é madeira, mas, segundo o diretor de Habitação, Volnei Pereira, estes três cômodos não correm risco de desabar.



Concluída esta primeira etapa de demolição, Volnei explica que depois será realizada uma limpeza geral. Após isso, a Defesa Civil e a Secretaria de Habitação vão fazer outro laudo para verificar as condições do terreno e a possibilidade de uma nova construção.



O secretário de Habitação, Ivan Magaldi, disse que Ivandel Oliveira poderá continuar morando na parte que não será demolida. Mesmo assim, o  morador afirma que não terá condições de sobreviver ali, pois o bar era sua única fonte de renda. Ele explica que possui diabetes e pressão alta e não tem condições de trabalhar, além de que não é aposentado. “Eu tirava cerca de R$ 700,00 por mês, tenho água, luz, comida e a prestação de um computador do meu filho para pagar”, afirma.



Em matéria publicada no dia 11 de março, a Defesa Civil disse que, mesmo se a casa fosse totalmente demolida, Oliveira não ficaria na rua, pois ele tem um imóvel alugado e outro sendo construído no mesmo lote. O secretário de Assistência Social, José Amarildo Farias, disse que vai estudar o caso e analisar uma providência.



Problema é antigo



No dia 9 de março, técnicos da Defesa Civil interditaram a residência de Antônio Ivandel de Oliveira, no bairro Morro do Posto. Ele mora com o filho. A chuva constante causou o deslizamento de um muro de pedras que sustentava a construção mista.



Outro problema é que a parte traseira da casa estava sustentada por vigas de madeira. Ao longo do tempo, em função da umidade provocada pela infiltração, essas vigas foram rachando. Com a chuva, o solo ficou extremamente instável, provocando o desabamento do muro.



A casa corria risco de cair, pois o terreno é íngreme e apenas algumas madeiras sustentavam a estrutura. Dois dias depois, a Defesa Civil voltou até o local para fazer um novo laudo e constatou que a residência deveria ser demolida, pois corria risco de desabar sobre outra casa. Neste dia, o secretário de Habitação, Ivan Magaldi, informou que  o morador seria relocado para outro local e receberia aluguel durante três meses, até que ele se restabelecesse.



O último laudo da Defesa Civil e Habitação indicou que a casa não precisaria ser totalmente demolida, apenas os cômodos que corriam risco de desabar.



Foto: Suzani Rovaris

terça-feira, 2 de abril de 2013

Vigilância Sanitária interdita lanchonete Casarão no Centro de Lages




Vigilância Sanitária interdita lanchonete Casarão no Centro de Lages
Lages, 02/04/2013, CLMais, com informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde, Vigilância Sanitária e Vigilância Epidemiológica




A Vigilância Sanitária interditou na manhã desta terça-feira (02), a Lanchonete Casarão, localizada na rua Marechal Deodoro, no Centro de Lages.


O CLMais tentou contato com a coordenadora da Vigilância Sanitária, em Lages, Ester Santos de Souza, nesta manhã, sem sucesso. No celular, não atendeu as ligações. Uma funcionária disse que ela retornaria a ligação mais tarde, o que não aconteceu.


A assessora de imprensa da Secretaria de Saúde, em Lages, Silviane Brun, disse ao portal CLMais que ficou sabendo da interdição pela nossa equipe. Tentaria contato com a Vigilância e retornaria mais tarde, o que novamente não aconteceu.



Nesta tarde, o CLMais tentou novamente contactar a coordenadora da Vigilância Sanitária e a mesma funcionária disse que ela não falaria com a imprensa. Essa funcionária sugeriu procurarmos o diretor da Vigilância Epidemiolígica do município, Heron Anderson de Souza. No órgão fomos avisados que o diretor, também médico, estava atendendo um paciente e retornaria assim que se desocupasse.



Na porta do estabelecimento, há apenas uma placa informando que o local foi interditado pela Secretaria Municipal de Saúde e Vigilância Sanitária. Ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.




Foto: Suzane Faita

domingo, 10 de março de 2013

Casa interditada poderá ser demolida



Casa interditada poderá ser demolida
Lages, 11/03/2013, Correio Lageano



Hoje, técnicos da Defesa Civil de Lages, acompanhados de engenheiros civis, farão nova avaliação da residência interditada no bairro Morro do Posto, no sábado. Pai e filho foram orientados a passar o fim de semana fora da casa que corre risco de cair em cima de outra residência. Além da possibilidade de desabamento, a casa foi construída em área de risco e poderá ser demolida.



A chuva constante de sexta-feira para sábado ocasionou o deslizamento de um murro de pedras que sustentava a estrutura da construção mista, que tem mais de 40 anos. O proprietário Antônio Ivandel de Oliveira, de 60 anos, relutou em sair da casa mas assinou um termo de responsabilidade para cumprir a determinação da Defesa Civil. No local também funciona um bar, e Oliveira temia deixar os três freezers com bebidas e carne.



“Sem tirar as coisas daqui eu não saio, se deixar podem roubar”, reclamou. A Defesa Civil esteve no local três vezes, mas não foi preciso usar a força policial para a retirada da família.



O morador conta que sobrevive do bar e da reciclagem, e que não é aposentado. A Defesa Civil diz que ele não ficará na rua, pois tem mais um imóvel alugado e outro sendo construído no mesmo lote.



Mas Oliveira garante que a casa que fica nos fundos da sua residência não é sua e sim da ex-esposa. “Eu pego o dinheiro do aluguel e dou para ela”, afirmou.


Técnicos da Defesa Civil que estiveram no local afirmam que ninguém que é retirado de área de risco fica na rua. Se a construção precisar ser demolida o caso dele será levado à Secretaria de Habitação. Os técnicos já afirmaram que se a residência for retirada do local não será reconstruída. “Não é um local seguro”, explicou o técnico Robson Pitz.



Residência vizinha corre risco de ser atingida



O empacotador Sebastião Fernando Capistrano, de 29 anos, voltou do trabalho no início da tarde de sábado e soube da notícia de que a Defesa Civil teria conversado com sua esposa e alertado sobre os perigos para a família caso a construção interditada desabe. “Eles pediram para dormirmos nos fundos e não ficarmos, em nenhum momento, na parte da frente”, contou. Para garantir a segurança da esposa grávida de sete meses e da filha de três anos, levou as duas para a casa da sogra, em outro bairro. Ele e a filha de oito anos permaneceram no local. Sebastião disse que vai procurar outro lugar, mais seguro e mais barato. “Ganho um salário e pago R$ 300 de aluguel, não sobra muita coisa”, comentou.




Foto: Divulgação