Mostrando postagens com marcador Buracos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Buracos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Enquanto isso em uma rua esburacada próximo à Santa Cruz

Protesto São Joauqim
Da Redação do São Joaquim Online à pedido dos moradores

Manifestação contra os buracos da estradas e falta de calçadas!

Os moradores da Rua Deoclécio Furtado Goulart entre a Santa Cruz e o Antigo Centro Social tem passado por uns maus bocados em relação a situação “emperiquitante” de conservação.
Pelo que se sabe a rua foi asfaltada em 2006 e de lá para (há três prefeitos atrás) não recebeu nenhuma manutenção e o estado dela hoje é completamente deplorável cheia de buracos e sem calçadas para os pedestres tornando a passagem uma verdadeira armadilha para pedestres e motoristas.
Mas e que há de tão especial nessa rua? Seria apenas mais uma rua qualquer (e cheia de buracos) como tantas outras ruas de São Joaquim, se não fosse pelo fato de que própria Secretaria de Obras fica situada nessa rua. E levando ainda em conta o número de crateras se pode concluir que esta é indiscutivelmente a pior rua de São Joaquim.
Os moradores chegaram a fazer um protesto por escrito nas pedras que deveria servir de paralelepípedos, marcando até mesmo a data do protesto.

image
image

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Pedestres sofrem com calçadas em mau estado


$alttext 
Correia Pinto, 24/10/2013 Nossa Terra
 
 Andar pelas ruas de Correia Pinto não tem sido uma tarefa fácil. Há muito tempo que os pedestres não tem o privilégio de ver a construção de novas calçadas. Para quem circula diariamente pelas principais vias da nossa cidade, os obstáculos encontrados são muitos. O mau estado de conservação das calçadas, buracos, materiais de construção e sacos de lixo espalhados e o pior: locais que nem passeio existe e obrigam que os pedestres andem em meio aos carros, sem nenhuma segurança, situação que se complica nos horários de saída das escolas.

Os Pedestres

‘’Falar do estado dessas calçadas em nossa cidade é complicado, há anos que vivemos assim e nunca ninguém é capaz de mandar arrumar, já foram muitas as administrações e nada mudou, a gente sai para ir ao centro, e onde existem calçadas, as mesmas estão deterioradas, seria muito bom o responsável por isso sair por aí e dar uma olhada, seria uma melhora muito boa para o visual da cidade, e para nós moradores’’ Explica um morador do Bairro São João.
“Pra começar da inveja de quando vamos pra outras cidades, e vemos que por lá as coisas não são esquecidas, e as calçadas estão em bom estado, o que facilita o trânsito de pessoas. Aqui em nossa cidade, quando chove, nós temos na beira da rua, que é melhor que na calçada, só que é perigoso ainda mais em dia de chuva. A população tinha que cobrar isso de quem está no poder, não é só as ruas que precisam de reparos aonde nós caminhamos também”. Explica outra moradora da cidade.

Responsabilidade tramita no legislativo

A construção e a conservação da calçada são de responsabilidade do proprietário em frente do seu imóvel. Para melhor definir questões referentes ao tema, está em tramitação no Poder Legislativo, o Projeto de Lei que atribui a responsabilidade das calçadas aos proprietários em frente às suas casas e na ausência da mesma a construção pelo proprietário, a execução será feita pela municipalidade, sendo as despesas referentes à construção cobradas do proprietário após a execução. Neste projeto e posterior regulamentação por meio de Decreto, estão sendo debatidas adequações quanto à mobilidade, à acessibilidade e a padronização das calçadas de acordo com o logradouro. Com relação, à frente dos prédios públicos, a responsabilidade pela construção e manutenção é da municipalidade. Por fim, o projeto de lei visa responsabilizar as concessionárias de serviços públicos que realizarem obras e com isso venham a danificar os passeios construídos, a recuperar as calçadas sem nenhum custo para o proprietário, mantendo as características originais.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Projeto de reforma da SC-114 deve ficar pronto em novembro

Projeto de reforma da SC-114 deve ficar pronto em novembro
Otacílio Costa/Lages, 18/10/2013, Correio Lageano



Motoristas que precisam trafegar diariamente pela SC-114 entre Lages e Otacílio Costa convivem com problemas de trafegabilidade. A rodovia está em péssimas condições com inúmeros buracos. O que aumenta o risco de acidentes e danos aos veículos.



Em setembro, o trecho entre Otacílio Costa e a BR- 470 foi revitalizado e está em fase final. Toda a camada asfáltica dos 22 quilômetros está sendo recapeada. No entanto, o outro lado da rodovia receberá uma reforma completa somente no ano que vem.



Segundo o secretário de Desenvolvimento Regional, Gabriel Sell Ribeiro, o projeto de revitalização está em fase de finalização pelo Deinfra de Florianópolis. Ele deverá ser concluído em novembro, e depois disso será feita a licitação para a execução das obras.



Além da recuperação do asfalto, o projeto contará com mudanças no traçado, como a retirada de algumas curvas e a inclusão de faixas adicionais em alguns pontos. O projeto geométrico apontará o valor da obra. Os recursos, de acordo com o secretário Gabriel estão garantidos. A ação faz parte do Pacto Por Santa Catarina.


Motoristas sofrem prejuízos com o trecho


A situação da rodovia tem causado danos nos veículos, principalmente nos pneus e na suspensão. Esta tem sido a grande reclamação dos motoristas, de acordo com o 2° sargento da Polícia Militar Rodoviária, Aldoir Schenato, responsável pelo trecho. “Os acidentes não aumentaram, mas os riscos sim, principalmente nos dias de chuva e à noite, quando a visibilidade é menor”, ressalta o sargento.



Ele, afirma, ainda, que a trafegabilidade está complicada e que os motoristas precisam respeitar o limite de 80km/h. “Todos os dias fazemos operações com radar”, lembra Aldoir.



Foto: Silviane Mannrich

sábado, 12 de outubro de 2013

SC 114 – Rodovia dos buracos

$alttext 
 Otacílio Costa/Palmeira 11/10/2013 Robson Ribeiro/A Semana
 
 Já passou pela sua cabeça, contar cada buraco que existe na rodovia SC 114, no trecho que liga Otacílio Costa até a BR 282? Se não o fez, conhece alguém que já tenha feito? Nós fizemos.
No sentido de quem vai de Otacílio Costa a BR 282, foram 683 buracos, enquanto no sentido BR 282 a Otacílio, a equipe do Jornal Correio Otaciliense verificou que existem 644 buracos. Totalizando em toda a rodovia 1327 buracos, chegando a uma média de 36.8 orifícios por quilometro, aprofundando as estatísticas, a cada 27 metros encontra-se um buraco. Os motoristas muitas vezes acabam não conseguindo desviar, pois muitos destes buracos são próximos uns dos outros, tornando-se obstáculos em meio da rodovia.
Ainda trabalhando com as estatísticas, há regiões em que trechos de 100 metros possuem em média 30 buracos. Se analisar as dimensões destes buracos, alguns deles podem ser considerados como crateras. O perímetro urbano da cidade de Palmeira está entre os trechos mais críticos da rodovia. Neste local, acontece a maioria dos danos com os veículos. 

O que diz a comunidade?

Ismair Lopes, comerciante no município de Otacílio Costa, relata que já furou 3 pneus e danificou duas rodas ao trafegar pela rodovia. “Esses dias estava voltando de Lages, por volta das 23 horas. Próximo ao redutor de velocidade, no perímetro urbano de Palmeira, fui desviar de um buraco e acabei caindo em outro. Sai do carro para verificar o que tinha acontecido, me deparei com dois pneus furados. Próximo dali havia outro homem que também havia furado os dois pneus, minha sorte foi que ele conseguiu arrumar o seu veículo, e trazer o meu pneu para arrumar em Otacílio, porque eu estava com apenas um pneu reserva”, observou. O empresário alerta ainda que a rodovia não possui locais com segurança para a realização da troca de pneus.
Ele estima que o prejuízo causado até agora é de aproximadamente R$ 2 mil. Ismair diz que sua preocupação maior é com os estudantes, que precisam se deslocar até a cidade de Lages. “O grande fluxo de veículos dificulta a visão dos buracos. Minha filha estuda em Lages, não consigo dormir até que ela chegue e me comunique que está tudo tranquilo. O pior de tudo não são os danos materiais, mas sim o risco de vida que causa a todos que trafegam por ali”, concluiu. Ismair se diz a favor de uma manifestação, para reivindicar a melhoria da rodovia, o mais breve possível.
Juliano Marchiori Ferreiro, proprietário da empresa Agilize Transportes, conta que há oito anos, viaja de segunda à sexta-feira para Lages. Ele avalia que já faz uns quatro anos que a rodovia se encontra em péssimas condições de trafego. “Já tive muitas vezes problemas com a suspensão do automóvel. Todo dia encontro na ida e na volta, em média dois a três motoristas trocando pneus”, disse.
O empresário avalia que a rodovia deve ser totalmente destruída e seja feito uma estrada nova. Para Juliano o grande fluxo de caminhões e veículos, exige que a atenção do condutor seja redobrada. “É recomendado andar devagar, pois às vezes você tenta desviar de um buraco e acaba correndo o risco de colidir com outro automóvel. Em minha opinião a rodovia deveria ser totalmente reestruturada, além de colocar uma balança para verificar o peso dos caminhões, não me refiro a proibir o tráfego de caminhões, mas verificar o peso e os motoristas se conscientizarem, afinal o bom estado da rodovia ajuda todo mundo”, ponderou.
Gustavo Koehler, administrador na empresa de Transportes Ávila, comenta que acontece muito de caminhões e os carros da empresa estourarem pneus na rodovia. Segundo ele, devido a quantidade de buracos. “A rodovia encontra-se em condições precárias. Para mim além do desgaste causado nos veículos, o pior de tudo é o risco de acidentes, de repente alguém vai desviar dos buracos e pode se deparar com alguém executando a mesma manobra”, avaliou.
Luis Carlos Dias Antunes, motorista da ambulância da Secretaria de Saúde, conta que praticamente todos os dias transporta pacientes até Lages. Segundo ele quem sofre mais com os buracos são os pacientes, pois a ambulância vai batendo muito, devido ao efeito das imperfeições da rodovia. O motorista explica que muitas vezes vê carros transitando na contra mão, para desviar dos buracos. Ele observa que este tipo de manobra, aumenta 100 % o risco de acidentes. “Sou contra Polícia Rodoviária aplicar multas enquanto a estrada estiver nesta situação”, desabafou.

O que diz o governador do estado?

O governador do estado de Santa Catarina, Raimundo Colombo, adianta que está se fazendo um projeto, para realizar uma reestruturação completa da rodovia. “Estamos planejando uma coisa bem feita, não adianta fazer uma coisa rápida e mal feita, para que daqui três anos a rodovia esteja cheia de buracos novamente. Será colocada uma balança em meio a este trecho, pois os caminhões estão transitando com peso excessivo, o que contribui para a danificação da estrada”, esclareceu.
Ele informa ainda, que projeto já foi contratado. “O projeto já foi contratado, está sendo feito, em breve começaremos a reestruturação”, projetou.

Quando será entregue o projeto?

Segundo informações do Secretário de Desenvolvimento Regional de Lages, Gabriel Ribeiro, o projeto deve ser entregue no fim deste mês, o mais tardar início de novembro. Segundo informações do Secretario de Infraestrutura do Estado, Valdir Cobalchini, a licitação da obra ocorre ainda neste ano, e, se tudo der certo, será concluída ainda em 2014. “Enquanto aguardamos a licitação da obra de reestruturação, uma operação tapa buracos será realizada, nos próximos dias, através da SDR Lages”, esclareceu.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Não sei quem contou, mas prefeitura diz que tem 4 mil buracos nas ruas

Lages, 09/10/2013 Milton Barão

De vez em quando sai uns números que não se sabe de onde, e de tanto se repetir, acabam se tornando verdade. É o caso dos 90 mil cachorros, e agora os quatro mil buracos nas ruas da cidade.
rua aujor luz
Tanto que com base no relatório da Defesa Civil sobre os estragos das últimas chuvas na cidade, Elizeu autorizou ação emergencial para uma operação tapa-buracos.
aujor luz 2
Serão investidos mais de R$ 500 mil reais para o fechamento de mais de quatro mil buracos, com direito a recortes. Ação iniciou em vários pontos da cidade (no entorno da Duque, nas principais ruas da Penha,  ruas no entorno do Hotel Ibis, dentre outros).

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Difícil caminho para ver a neve em São Quincas

São Joaquim, 27/08/2013 Milton Barão DNA Lageano

A neve caindo é um espetáculo ímpar proporcionado pela natureza. O problema para o turista é conseguir chegar em São Joaquim, pois bem próximo ao portal da cidade, na rodovia SC 114, tem buraco que cabe um carro dentro.
sc 114
O registro fotográfico foi feito por um turista, o qual relatou da necessidade de se usar a pista contrária para poder desviar. Imaginem se nessa hora estivesse passando uma carreta.
sc 114 2
É uma tragédia anunciada . . .

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Buracos atrapalham motoristas nos desvios

Buracos atrapalham motoristas nos desvios

Lages, 27/08/2013, Correio Lageano, por Joana Costa


Muitos buracos e poucas respostas. Foi isso que o Correio Lageano encontrou nas ruas que funcionam como desvio da BR-282, em Lages. As ruas com problemas são Getúlio Vargas, Campos Salles e Hercílio Granzotto.



Em função do fluxo intenso de veículos pesados, aliado à chuva, o asfalto apresenta buracos em diversos pontos, que obrigam os motoristas a desviarem. A empresa que está executando a obra do viaduto na BR-282 é a Setep Construções e informou que não vai se pronunciar sobre o assunto. Um acordo entre a construtora e o Departamento de Infraestrutura de Transportes (Dnit) definiu que será o órgão que se pronunciará com a imprensa sobre as obras.



Procurado em busca de informações sobre a responsabilidade das vias por onde o trânsito da BR-282 está sendo desviado, o Dnit está em greve e os responsáveis informaram que não vão se pronunciar oficialmente sobre o assunto. A previsão é que o Dnit encerre a greve na próxima semana.



As ruas de desvio não são responsabilidade da administração municipal, enquanto as obras estão em andamento. Mas o secretário de Infraestrutura, Joel Netto Momm, diz que está cobrando a empresa e o Dnit para que o trecho receba manutenção nos trechos do desvio que apresentam problemas.



A secretaria tem feito reparos de emergência em diversos pontos da cidade. “Nós estamos fazendo na rua João Goulart, na Getúlio Vargas, na Solon Vieira da Costa, porque tem lugares que está bem complicado mesmo”, reconhece o secretário.



Moradores reclamam da má conservação nas ruas do desvio

Os buracos e a falta de respeito dos motoristas com a sinalização têm aumentado o risco de acidente para quem trafega pelos desvios decorrentes das obras na BR-282.




Sebastião Antunes é dono de borracharia na rua Campos Salles e relata que os acidentes no cruzamento com a Doutor José Serafim Antunes são frequentes. “Semana passada um carro bateu no poste aqui”, disse.



Segundo ele isso acontece porque a preferencial é de quem vem na rua Doutor José Serafim Antunes, mas os motoristas que vem pela Campos Salles não respeitam. “Eles vêm embalados e não param aqui, quem vem da BR que tem que se cuidar”.



Para complicar muitos motoristas desviam dos buracos e passam para a contramão. “Já deu acidente aqui e esses buracos já foram maiores”, relata o morador Ricardo Andrade.
Ele explica que uma camada de asfalto foi colocada na pista há algum tempo, mas está se deteriorando e as crateras voltam a abrir. “Está voltando tudo de novo, essa chuva só piora”, acrescenta.



Vergonha

Luiz Roberto também é morador na região e se sente envergonhado com os turistas que passam por Lages pela BR-282. “A gente paga Dpvat,  licenciamento, IPVA e ainda a oficina para arrumar o carro, isso é um absurdo”, reclama.



Para ele, não importa se a responsabilidade é do Dnit, da Setep ou da prefeitura. “Está caótico, não quero saber quem é o responsável, mas isso está dentro da minha cidade e não pode ficar assim”, acrescenta.



Fotos:Joana Costa

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Trecho da BR-282 desafia os motoristas

Trecho da BR-282 desafia os motoristas

Lages, 16/08/2013, Correio Lageano, por Silviane mannrich



Cerca de 12 mil veículos trafegam diariamente pela BR-282, no trecho que compreende a Serra Catarinense. Os motoristas se deparam com uma rodovia esburacada, com elevações e com a sinalização precária. Em alguns pontos é necessário fazer zigue-zague para desviar dos buracos.



O trecho crítico está entre a rótula que dá acesso ao aeroporto de Lages e o Posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) da localidade de Índios. São oito quilômetros de péssimas condições dos dois lados da rodovia.



De acordo com a assessoria de comunicação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), em Florianópolis, foi realizado apenas um serviço paliativo com duração de dois anos na BR-282. A rodovia deverá receber uma revitalização completa por meio do programa Crema 2, que irá contemplar desde a ponte Colombo Salles (km 0), na Capital, até a fronteira com a Argentina.



Segundo o chefe da delegacia da PRF em Lages, João José Blomer, o trecho apresenta perigo para os motoristas. “É necessário que os condutores tenham uma atenção maior para evitar acidentes, principalmente se estiverem em alta velocidade. Para desviar dos buracos, alguns acabam invadindo a pista contrária”, explica Blomer.



Rodovia será revitalizada com o programa Crema 2


 A BR-282 está incluída, juntamente com a BR-280 e BR-470, no primeiro lote de obras a serem realizadas por meio do programa de Conservação, Manutenção e Restauração de rodovias (Crema 2ª Etapa), cujos contratos são de cinco anos de duração.



O Crema 2 prevê a recuperação de pavimento, sinalização e drenagem. Mas em Santa Catarina os objetivos se estendem e há também a intenção de construção de rótulas, instalação de iluminação pública e esperas centrais nos acessos de 33 municípios das BRs 282, 470, 280, 153 e 158.



Em 13 trechos da 282 está planejada a implantação de terceira faixa. Segundo a assessoria de comunicação do Dnit, a empresa contratada começou a atacar os pontos críticos. Em Lages, em função do movimento do trecho, a recuperação deverá ser prioritária, porém não há prazo.

  Fotos: Silviane Mannrich

segunda-feira, 22 de julho de 2013

No lugar da neve, buracos nas ruas

Lages, 22/07/2013 Milton Barão DNA Lageano
Lages está se transformando na “toca do tatu”, afinal de contas todo mundo se acha no direito de cavar buraco, fazer sujeira na rua com barro e tapa o buraco quando achar melhor. O pior é que ninguém faz absolutamente nada.
rua lourenço waltrick
A prefeitura que deveria fiscalizar esses absurdos é a que faz mais buracos, e não tampa.  Quando tampa, faz de modo precário. A cidade está virando uma cidade suja de barro e cheia de buracos, como foi o caso do flagrante registrado por leitor do blog do Barão na Rua Lourenço Teodoro Waltrick, ao lado do Portugas.
Com isso, a Avenida Presidente Vargas passou o final de semana toda suja de barro.  Uma péssima apresentação da cidade ao Turista que veio se encantar com o frio e a neve.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Buraco se torna redutor de velocidade

Buraco se torna redutor de velocidade
Lages, 17/07/2013, Correio Lageano



Preocupados com a alta velocidade dos carros, moradores abrem buracos na rua para obrigar condutores a trafegar devagar


Moradores da rua Emílio Blum, no bairro Guarujá, estão preocupados com a alta velocidade que os carros passam na via de terra. Por isso estão fazendo buracos na rua, para que eles funcionem como redutores de velocidade.



O motorista Daniel Schimila mora há dois anos no local e conta que frequentemente testemunha pequenos acidentes no cruzamento da rua Emílio Blum com a Vera Cruz. “Os carros passam correndo, já vi uns cinco ou seis acidentes aqui”, conta.



Outra preocupação é com os alunos do Caic Irmã Dulce, que passam pela rua na saída da escola. “As crianças saem por volta do meio dia e os carros passam correndo, é perigoso”, acrescenta.



A rua é um dos acessos ao bairro Guarujá, por onde passam carros, caminhões e ônibus. Fátima Correia de Oliveira mora há 32 anos no local e reclama que os carros em alta velocidade levantam muita poeira. “Não adianta limpar a casa, empoeira tudo”, afirma.



“Nos dias secos, o pessoal joga água na rua, eu molho umas três, quatro vezes por dia”, acrescenta Schimila. Diante disso, a solicitação é que a rua seja pavimentada e sinalizada, com lombadas para obrigar os carros a andarem devagar.



“É incoerente. O pessoal reclama quando os carros passam correndo em uma rua de terra, imagina em uma rua asfaltada”, afirma o secretário de Infraestrutura Joel Netto Momm.



Segundo ele, é ilegal fazer buracos ou lombadas nas ruas. “Eles estão depredando patrimônio público”, pondera. No entanto, Momm explica que se os moradores desejam ter a rua pavimentada devem se reunir e fazer a solicitação junto à Secretaria de Planejamento.



O diretor do Departamento de Trânsito de Lages (Diretran), Diego Oliveira, confirma que não é permitido fazer lombadas ou buracos em via pública. “A gente comunica a Secretaria de Infraestrutura que vai lá e desfaz”, esclarece. Ele destaca que não é possível fazer lombadas ou instalar redutores de velocidade em ruas de terra. O que é feito nesses casos é a colocação de sinalização regulamentar e realização de fiscalização.



Foto:Joana Costa

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Rua esburacada causa prejuízo a motorista



Lages, 19/04/2013, Correio Lageano


Moradores e motoristas reclamam dos buracos em ruas no bairro Universitário. Secretaria de Obras promete providencias




Quem passa pelas ruas João Dias Brascher, Sebastião Ramos Schmidt e Marechal Gama D’Eça, no bairro Universitário, em Lages, precisa andar com cuidado para não danificar o carro. As ruas de asfalto estão esburacadas. Moradores alegam que foram esquecidos pelas autoridades.



“Isso é insuportável, entra prefeito, sai prefeito e ninguém faz nada”, afirma o morador da rua Marechal Gama D’Eça José Maria Wolff da Silva. Ele reclama do descaso das autoridades para as ruas do bairro Universitário que estão esburacadas e são um risco para os pneus dos carros de quem trafega pelo local.



O problema não afeta apenas os moradores do bairro. Rafael Pellizzoni é professor e passa pelas ruas para chegar ao trabalho. Na terça-feira (9), ele danificou o pneu do carro ao  cair  num buraco da rua Sebastião Ramos Schmidt. “A rua é estreita, se um veículo maior vier em sentido contrário não tem como desviar”, afirma.



Pellizzoni terá que trocar os pneus dianteiros do carro e amarga um prejuízo de aproximadamente mil reais, incluindo os serviços de alinhamento e balanceamento que precisam ser feitos no veículo. Ele promete que vai cobrar o prejuízo da prefeitura. “Estou acionando o juizado especial, cobrando o meu prejuízo, porque amassou a roda e danificou o pneu, formou uma bolha”, explica.



R$ 500 mil para tapar buracos



O secretário de Infraestrutura, Joel Neto Momm, informou que desde janeiro vem acontecendo em Lages uma operação tapa buracos e foram investidos até o momento R$ 500 mil em asfalto e maquinários para efetuar os trabalhos nas ruas de Lages.



Ela cita alguns pontos que receberam reparo, como as avenidas Belisário Ramos, Duque de Caxias, Luiz de Camões e nas ruas Sete de Setembro, Alves Brito e Humberto de Campos. Agora o trabalho se intensifica nos bairros.



No entanto, Momm destaca que a cidade é grande e existem muitos pontos que ainda precisam de reparos, o que inclui o bairro Universitário. “A programação é para a semana que vem estarmos lá no bairro fazendo esses consertos”, informa.



Ele recomenda aos moradores que onde houver pontos críticos seja elaborado um ofício e encaminhado à secretaria de Infraestrutura solicitando a manutenção das vias. Momm lembra que ainda existem muitas ruas em Lages em condições semelhantes ou piores que as do bairro Universitário e reforça que a intenção é dar andamento à operação.


Foto:Joana Costa

terça-feira, 19 de março de 2013

Uma das principais ruas do Santa Helena ainda é de chão



Uma das principais ruas do Santa Helena ainda é de chão
Lages, 20/03/2013,Correio Lageano, por Suzani Rovaris



Moradores da rua Porto Alegre estão incomodados com os buracos, poeira e lama. A via tem uma distância de 1,3 quilômetro. Há apenas um pequeno trecho de calçamento.




Poeira, buracos e, quando chove, muita lama. Essa é a realidade de quem mora na rua Porto Alegre. Além desse, o Correio Lageano vai abordar nesta edição do CL Comunidade os problemas enfrentados pelos moradores do bairro Santa Helena.



Por cortar o bairro de um lado a outro, a rua já foi considerada entre as mais importantes, inclusive, estava cotada para receber a mesma pavimentação da Avenida Caldas Júnior, mas até hoje permanece de chão batido.



A rua Porto Alegre tem uma distância de 1,3 quilômetros. No início do trajeto, próximo à Avenida Santa Catarina, um pequeno trecho é calçado com lajotas e o restante é de chão batido. Em dias secos, quando o tráfego é mais intenso, os veículos que passam deixam uma alta cortina de poeira.



Como a maioria das casas fica à beira da rua, as janelas e portas raramente estão abertas. As donas de casa contam que a camada de pó é visível em cima dos móveis e que não adianta muita limpeza.



“No mesmo dia, a casa fica suja novamente”, afirma a dona de casa e cozinheira Lenita Correia. Mesmo morando aos fundos da casa do pai, Vilarino Correia, ela conta que o pó entra na sua residência.  Lenita conta que o pai tem problemas respiratórios. As crises de asma e falta de ar são mais frequentes em dias secos.



Quando chove é ainda pior, porque a rua fica completamente tomada por lama. No lugar dos buracos, uma poça de água é formada. Os carros precisam passar devagar para não ficarem atolados.



Nos últimos dias, um caminhão da prefeitura espalhou pedra brita ao longo do trecho. Alguns moradores aprovaram a iniciativa, mas outros continuam reclamando. Lenita explica que o problema em frente a sua casa é a saída do carro, pois a brita não é espalhada por todo o local, deixando buracos entre as beiradas da estrada.



“Entre a saída da garagem e a estrada sempre ficava um desnível. Quando tirávamos o carro, várias vezes tivemos que espalhar melhor as pedras, pois os pneus atingiam o buraco e o para-choque encostava na parte elevada, onde tinhas as pedras”, explica.



Parte do calçamento da rua já foi paga


Há 10 anos, alguns moradores da Rua Porto Alegre pagaram uma quantia que na época correspondia a 25 sacos de cimento por cada lote. Esse valor seria usado no calçamento da rua, mas até hoje a obra não foi executada e o dinheiro caiu no esquecimento.



Uma das moradoras, que preferiu dar apenas o seu primeiro nome, Maria, diz que mora há 20 anos no local. “Eles (ela não explica quem) vieram até a nossa casa, contaram uma historinha e disseram que iriam calçar a rua. Como temos dois lotes, pagamos o equivalente a 50 sacos de cimento. Depositamos esse dinheiro, mas infelizmente não guardamos o comprovante. Quando fomos cobrar da prefeitura recebemos a resposta que não existia nenhum plano e muito menos dinheiro”, conta.



Outros moradores, como o comerciante Irineu Perin Madruga, não pagaram o plano de calçamento.  “Não levei muita fé e por isso não pagamos, ainda bem, porque não fizeram nada na rua e ela continua do mesmo jeito”.



Unidade Básica de Saúde é alvo de reclamações


Moradores do bairro Santa Helena reclamam do atendimento da Unidade Básica de Saúde. Dois principais problemas foram elencados: as visitas das agentes de saúde e o retorno para apresentação dos exames.



Segundo um dos moradores, Antônio Martins, quando o paciente retorna para a consulta, os exames são apresentados aos médicos pelas enfermeiras e não pelo próprio paciente.



“Nós queremos mostrar nossos exames. Se temos alguma dúvida, queremos perguntar diretamente ao médico. Não precisamos de ninguém que faça esse meio caminho”. Sua mulher, Rosana Fogaça de Medeiros, conta que já passou por situação semelhante. “Precisei esperar a enfermeira mostrar o exame e depois ela veio me passar tudo o que o médico havia lhe dito”, conta.



Outro problema que os moradores reclamam são as visitas das agentes de saúde nas casas. Eles afirmam que dificilmente elas têm feito esse trabalho. “Eu sou dono de um mercado. O que sabemos é que elas precisam bater o ponto às 8 horas, mas depois disso passam aqui no mercado, compram pão e vão para casa tomar café”, afirma um comerciante.



O problema foi levado até o conhecimento da enfermeira Nayara Alano Moraes, que responde pelo posto de saúde. Ela afirma que desde que trabalha na unidade, há cerca de dois anos, o paciente conversa diretamente com seu médico quando mostra seu exame, afirma ela.



Nayara explica ainda que as agentes de saúde têm a orientação de chegar até a unidade, registrar a entrada do expediente e sair para as visitas regulares até as casas dos moradores.



A enfermeira acrescenta que tem os registros das assinaturas de todos os moradores onde as agentes visitaram.



Canos e torneiras secas


A falta de água no bairro Santa Helena ainda é frequente. O principal motivo é decorrente do alto consumo, acima de 30% do normal. O problema é maior em pontos mais altos. Segundo alguns moradores e comerciantes, a água acaba geralmente no final do dia e fins de semana.



A reclamação é constante. Os moradores precisam ficar de um a dois dias sem água. O comércio sofre com isso, principalmente lanchonetes, pizzaria e restaurantes. A escassez ainda atinge posto de saúde e escolas.



Um reservatório abastece todo o bairro. A Semasa reconhece que a estrutura de toda a cidade é frágil. “Não produzimos água suficiente para atender toda a demanda. Se gasta mais do que se produz”, afirma o secretário  Benjamin Schultz.



Além disso, na madrugada de sexta-feira (15), houve rompimento na rede e os técnicos ficaram dois dias procurando o local de vazamento, o que agravou o problema no bairro. Para melhorar o fornecimento está previsto para este ano a instalação de um booster (bomba de alta pressão), além disso é previsto a troca da rede de 200 milímetros para 300, mas esse projeto ainda está sendo estudado, de acordo com a Semasa.



Chuva forte e falta de saneamento incomodam


Moradores do bairro Santa Helena, entre as ruas Curitiba e Presidente Kennedy, sofrem com a chuva e grandes volumes de água. O local onde eles moram fica em um nível mais baixo que a avenida Caldas Júnior, por isso toda a água vai diretamente para essas regiões e se não bastasse, ainda misturada com esgoto.



Cerca de 15 residências são afetadas pela água quando ocorrem chuvas fortes. Uma oficina fica entre as propriedades mais altas da parte baixa e por isso, o proprietário Sebastião Osmar Ribeiro, precisou construir uma pequena lombada entre a rua e a entrada da sua casa e assim evitar o escoamento da água.



Quando chove forte o terreno fica coberto por cerca de um metro de água. “Toda a água da avenida Caldas Júnior desce para essa região, é como se formasse uma cachoeira na própria estrada”, conta. O muro que cerca a propriedade de Ribeiro tem abertura para vazão da água, mas mesmo assim não é suficiente.



Outro problema, além do volume da água, é que ela é misturada ao esgoto. Alguns moradores afirmam que no local não há saneamento básico e os dejetos são jogados na rede fluvial. “Quem mora aqui embaixo sofre todas as vezes que chove forte”.Por enquanto o problema vai continuar, a Semasa está ciente, mas ainda não há nenhum estudo para o tratamento de esgoto do bairro.


Segurança e policiamento no Santa Helena



• É o bairro onde há mais ocorrências
• 70% das ocorrências são de perturbação do sossego
• As ocorrências são mais frequentes nas sextas-feiras e sábados
• De janeiro a fevereiro deste ano, o número de ocorrências diminuiu em relação a igual período de 2012
• O bairro integra o setor 2 da Polícia Comunitária
• Apenas uma guarnição faz as rondas
• Não há câmeras de videomonitoramento no bairro




Fotos: Suzani Rovaris

sexta-feira, 8 de março de 2013

Tem buraco esperando a vez na velha Duque de Caxias


Na recente coletiva de imprensa o prefeito Elizeu Matos anunciou que havia determinado a suspensão dos trabalhos da Avenida Duque de Caxias.
duque
O que fazer agora, se perguntam os milhares de motoristas que passam pelo local diariamente. E a resposta é simples: primeiro a Prefeitura deve tocar a licitação para a rede de esgoto que estava pronta em dezembro, no trecho entre a Carahá e a BR-282.
Buras03
Fazer um acerto com a Celesc para a rede subterrânea de energia eliminando os postes em ambos os lados, e principalmente manter o projeto original com as três pistas, duas para carros e uma para o corredor de ônibus.
Buras01
A avenida nunca teve estacionamento e não deveria ser eliminado o corredor de ônibus para beneficiar alguns poucos proprietários de estabelecimentos comerciais.
Buras02
Com as marginais da BR 282 prontas, um novo corredor de acesso vai se criar e a manutenção deste projeto é fundamental. Feito isto, o projeto é aprovado no Badesc, com as pequenas modificações já feitas e a Via Pav retoma os trabalhos.
Querer mudar o projeto original é penalizar a população, que agora está novamente numa gaveta do Badesc.

domingo, 3 de março de 2013

Um caminho precário para se chegar ao turístico Salto Caveiras



Um caminho precário para se chegar ao turístico Salto Caveiras
Lages, 04/03/2013, Correio Lageano



Estrada deve receber melhorias no segundo semestre deste ano, mas até lá somente tapa buracos



A estrada que dá acesso ao Salto Caveiras, um dos principais pontos turísticos de Lages, está em situação precária. Há buracos em alguns pontos, falta sinalização horizontal e vertical e não há acostamento. O mato toma conta de grande parte do trajeto, nas duas laterias da estrada.



O secretário municipal de Obras, Joel Neto Momm, ressalta que o acesso deverá ser melhorado no segundo semestre deste ano. “É preciso fazer muitas coisas para melhorar a infraestrutura do local. Estamos fazendo um planejamento juntamente com a Secretaria de Turismo que em algumas ideias para melhorar o local”, disse Joel.



Ele admite que falta sinalização e que há possibilidade de ser feito um alargamento de pista para dar mais segurança aos usuários. “Vamos fazer os trabalhos emergenciais como o tapo buracos e estamos nos preparando para o próximo verão, pois esta temporada está acabando. Queremos nos estruturar melhor para receber os turistas”, lembra o secretário.



Mário Costa mora em São Joaquim e veio passar o sábado (02) com a família no Salto. Essa é a segunda vez que ele vem no local. “Gostamos daqui, está melhor do que quando viemos na última vez, mas pode melhorar, pois é um dos melhores pontos turísticos de Lages. Tem uns buracos no início da estrada e ainda falta sinalização”, afirma Mário.



Foto:Silviane Mannrich
:

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Jipão cheio de cerveja cai no buraco e capota na avenida

Era previsível que a qualquer dia um acidente aconteceria devido aos buracos da Avenida 1º de Maio. E foi o que aconteceu na manhã deste sábado (23), quando segundo relato dos ocupantes, um carro teria batido na traseira do Jipe, que teria perdido o controle da direção ao passar num buraco, vindo a capotar em seguida.
jipe2
Evidente que houve barbeiragem, principalmente pelo fato da quantidade de latas de cerveja, de todas as marcas, e também garrafas de vodka ice.
DSC07848
A condutora estava com fortes dores no pescoço e foi levada para a Emergência, enquanto o guincho chegou rapidamente e levou o belo jipão, mas que com o tombamento ficou todo fora de esquadro.
DSC07832
Depois desse acidente fizemos o registro de veículos passando pelo buraco da avenida, para termos uma noção do perigo que o mesmo representa.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Decepção na chegada do maquinário e funcionários no Vila Nova

Moradores da Rua Melvin Jones, no Bairro Vila Nova, ficaram contentes quando viram chegar na manhã desta terça-feira (19), por volta de 7h55min, uma caçamba e uma escavadeira. A alegria e a esperança era de que começasse uma força tarefa para recuperar os buracos da rua.
DCIM104MEDIA
Porém ficaram decepcionados, pois funcionários e maquinário estavam lá para retirar entulhos de uma obra particular.
O blog entrou em contato com a Secretaria de Obras (9138-2220) e relatou o fato. O assessor Wilson Sá informou que não se tratava de veículos e funcionários dessa secretaria.

Esclarecimento

Bom dia a todos/as que acompanham as notícias deste blog. Em primeiro lugar dizer que o recolhimento do entulho foi na frente da minha casa. Entulhos estes oriundos de 10 metros de muro que caiu com as fortes chuvas no dia 02/02 (sábado)- Fundos. A retirada do entulho já estava agendada na Secretaria do Meio Ambiente. Como Morada da Cidade recorri aos órgãos competentes.
Att,
Arleide Camargo

domingo, 6 de janeiro de 2013

Mais uma cratera no Tunnel Liner assusta moradores

Mais uma cratera no Tunnel Liner assusta moradores
Lages, 05 e 06/01/2013, Correio Lageano



Moradores da rua Rio Grande do Norte, no bairro São Cristóvão, iniciaram o ano assustados, pois mais uma vez uma cratera se abriu no local onde foi construído o Tunnel Liner. Segundo eles, esta é a quarta vez que isto acontece desde dezembro.



A chuva de terça-feira passada, (01) foi suficiente para fazer surgir novamente a cratera, que fica próxima à esquina com a rua Acre. A Secretaria de Obras foi acionada e, na quinta-feira (03), solucionou o problema.



O pintor, Odair José Fogaça, conta que quando viu a cratera se abrindo novamente, providenciou sinalizar o buraco com pedaços de madeira, para evitar que motoristas caíssem. “Em dezembro este mesmo buraco abriu três vezes. É sempre a mesma coisa, é só dar uma chuva mais forte que o buraco abre”, relata.



Uma moradora, que preferiu não se identificar, ressaltou a falta de segurança que esta situação gera para os pedestres. “Tem muitas crianças e idosos no bairro. E se um deles vai atravessar e não vê? Pode até se machucar feio”, comenta.



Segundo o gerente da Secretaria de Obras, Antônio Túlio de Lima, o problema que causava o desmoronamento foi identificado e consertado. “Havia uma ligação antiga, um carro passou e quebrou. Quando fizeram o tunnel, ninguém notou. Por isso, quando chove, os boeiros não venciam a quantidade de água”, explica, ressaltando que o problema foi solucionado. “Esperamos que não dê mais problemas”, completa.




Foto:Núbia Garcia

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Ruas esburacadas se tornam armadilhas para os motoristas

Ruas esburacadas se tornam armadilhas para os motoristas
Lages, 02/08/2012, Correio Lageano



Motoristas e moradores reclamam da falta de estrutura em diversas ruas de Lages



Não é de hoje que os buracos nas ruas de Lages causam diversos transtornos à população. Além de deixar a paisagem local desfigurada, com as constantes chuvas, os buracos se tornam armadilhas para quem trafega de automóvel pelas vias urbanas.



Na última segunda-feira (30), o mecânico ajustador Maurício Medeiros, trafegava pela avenida Duque de Caxias, no bairro Conta Dinheiro, por volta das 19h30min. Ao chegar na esquina com a rua Presidente Dutra, foi surpreendido por um destes buracos.



Sem tempo para desviar e sem poder frear, temendo que alguém batesse na traseira, ele passou com a roda de seu carro dentro do buraco, que estava encoberto pela água devido à intensa chuva. Isto lhe resultou em um grande prejuízo, pois a roda de seu carro entortou e o pneu rasgou.



Para ele, o maior problema do local é não haver sinalização em um buraco de tamanha proporção. “Pago impostos até para comprar o pneu que cortou e a roda que estragou. Tenho o direito de trafegar em um local seguro”, afirma.



A roda do carro de Maurício tem aro 17 e, segundo ele, o modelo que usa não é encontrado em Lages, o que faz seu prejuízo ser ainda maior. “Cair em buraco e deslocar pneu acontece com frequência em Lages. Por isso faço direto balanceamento e geometria no carro e as despesas são altas para isso. É muito buraco na nossa cidade”, lamenta.



Maurício afirma que pretende entrar com uma ação na justiça contra a Prefeitura, pedindo indenização. Ele já procurou auxílio jurídico e agora reúne provas para comprovar o fato. “Medi o buraco e constatei que ele tem seis centímetros de profundidade. Com a água da chuva, não tinha como ver ele”.



A procuradoria Geral do Município (Progem) foi procurada para saber como procede em ações deste gênero. Entretanto, não se manifestou.





Buraco no São Cristóvão incomoda moradores



Os buracos que se formam por deterioração do asfalto ou paralelepípedo, ou até mesmo por causa de obras executadas em determinadas ruas, estão por toda parte. A cratera que se abriu na esquina entre as ruas Mario Ribeiro Ramos e Bahia, no bairro São Cristóvão, pegam de surpresa os motoristas desavisados.



Segundo moradores, a situação está assim há meses. “A prefeitura deveria dar mais atenção para este tipo de coisa. A gente paga impostos e não tem qualidade nem na porta de casa?”, questiona um dos moradores, que preferiu não se identificar.



A Secretaria de Obras foi procurada para falar sobre o problema na Avenida Duque de Caxias e na rua Bahia. Por telefone, funcionários da pasta apenas informaram que vão encaminhar equipes para verificar a situação nos dois pontos.




Fotos: Núbia Garcia

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Rodovia SC 438 ficou fora do pacotaço do Colombo

O governo do Estado anunciou o pacote de investimentos, denominado Pacto Por Santa Catarina, que contempla diversos setores, inclusive a recuperação de rodovias.

Serão investidos R$ 389,7 milhões na revitalização de 1,2 mil quilômetros de estradas. Nas rodovias da Serra Catarinense está no pacote R$ 48,4 milhões para 114 km das SCs 458, 425 e 430.

Causa estranheza a rodovia mais movimentada da Serra, a SC 438 Lages/São Joaquim não estar no pacote para recuperar em toda sua extensão, de 215 km, desde Lages até o final, em Tubarão. Pois no edital que o governador assinou, no dia 30 de maio, em São Joaquim, previa a recuperação de apenas 55,12 km entre Painel e São Joaquim.

E tem cada buraco entre São Joaquim e a Serra do Rio do Rastro, que cabe um tatu dentro. Isso sem falar na Serra, propriamente dita, que está feia na foto.