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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Carrão de magnata complica pedestres

Lages, 08/11/2013 Milton Barão

Pelo luxo do carrão estacionado defronte a uma floricultura, deve ser algum magnata ou uma madame. Mas o problema é que simplesmente ignorou que desrespeitou o direito dos pedestres, ao estacionar sobre a calçada.
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Lamentável...

P.S. Cadê a fiscalização do trânsito em Lages? Não é só este caso isolado não. É só passar pelos grandes bairros da cidade pra ver muito desses mal educados estacionados em cima da calçada. Mas como ninguém faz nada...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Sem calçadas, os pedestres andam sobre ruas do bairro Guarujá

Sem calçadas, os pedestres andam sobre ruas do bairro Guarujá
Lages, 01/11/2013, Correio Lageano, por Suzani Rovaris



Os moradores da rua Lisboa, no bairro Guarujá, em Lages, reclamam da falta de espaço adequado para o tráfego de pedestres. O movimento de carros é intenso e as pessoas precisa dividir a rua para poder caminhar.


Segundo a proprietária do Mercado São Sebastião, Alexandra Diniz Alves de Godos, há cerca de cinco meses, ela presenciou alguns acidentes próximo ao mercado. Um deles, lembra que a vítima era uma adolescente. Como Alexandra conta, ela foi atingida por um veículo e jogada para dentro de um terreno baldio. “A menina estava caminhando na beira da estrada quando o carro a atingiu”.



O ponto onde ocorrem mais acidentes é o cruzamento da Rua Lisboa com a Rua Porto Seguro. Em outra ocasião, conta que um motociclista atingiu outro pedestre, os dois não tiveram lesões graves. Explica que às vezes as pessoas caminham pela vegetação às margens da estrada para evitar acidentes.




A rua Lisboa é um dos principais acessos do bairro, principalmente para pais que moram no bairro Tributo e têm filhos que estudam no Caic Irmã Dulce. Nas proximidades, é a única rua asfaltada, por isso, o movimento é grande.



Durante 15 minutos que o Correio Lageano observou o tráfego, mais de 10 carros tiveram que desviar das pessoas que caminhavam.



Frente da maioria das casas é de grama

A Rua Lisboa é asfaltada, mas praticamente todas as casas não têm calçadas. Em frente da maioria há apenas grama ou mato, em outros os carros ficam estacionados, impedido a passagem do pedestre.



A passagem do pedestre pela via deve ser realizada sobre a calçada, e esta é de responsabilidade do proprietário, mas conforme explica o fiscal da Secretaria do Meio Ambiente Adailton Camargo, a rua precisa de meio-fio, caso contrário a fiscalização não poderá exigir calçada. Mesmo assim, Camargo se comprometeu em visitar o local para verificar o mato alto.



O secretário de Obras, Joel Netto Monn, também se comprometeu em visitar o local para verificar a possível implantação de meios-fios ao longo de toda a rua. “Haverá maiores condições dos proprietários fazerem as calçadas”.



Foto:Suzani Rovaris

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Pedestres sofrem com calçadas em mau estado


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Correia Pinto, 24/10/2013 Nossa Terra
 
 Andar pelas ruas de Correia Pinto não tem sido uma tarefa fácil. Há muito tempo que os pedestres não tem o privilégio de ver a construção de novas calçadas. Para quem circula diariamente pelas principais vias da nossa cidade, os obstáculos encontrados são muitos. O mau estado de conservação das calçadas, buracos, materiais de construção e sacos de lixo espalhados e o pior: locais que nem passeio existe e obrigam que os pedestres andem em meio aos carros, sem nenhuma segurança, situação que se complica nos horários de saída das escolas.

Os Pedestres

‘’Falar do estado dessas calçadas em nossa cidade é complicado, há anos que vivemos assim e nunca ninguém é capaz de mandar arrumar, já foram muitas as administrações e nada mudou, a gente sai para ir ao centro, e onde existem calçadas, as mesmas estão deterioradas, seria muito bom o responsável por isso sair por aí e dar uma olhada, seria uma melhora muito boa para o visual da cidade, e para nós moradores’’ Explica um morador do Bairro São João.
“Pra começar da inveja de quando vamos pra outras cidades, e vemos que por lá as coisas não são esquecidas, e as calçadas estão em bom estado, o que facilita o trânsito de pessoas. Aqui em nossa cidade, quando chove, nós temos na beira da rua, que é melhor que na calçada, só que é perigoso ainda mais em dia de chuva. A população tinha que cobrar isso de quem está no poder, não é só as ruas que precisam de reparos aonde nós caminhamos também”. Explica outra moradora da cidade.

Responsabilidade tramita no legislativo

A construção e a conservação da calçada são de responsabilidade do proprietário em frente do seu imóvel. Para melhor definir questões referentes ao tema, está em tramitação no Poder Legislativo, o Projeto de Lei que atribui a responsabilidade das calçadas aos proprietários em frente às suas casas e na ausência da mesma a construção pelo proprietário, a execução será feita pela municipalidade, sendo as despesas referentes à construção cobradas do proprietário após a execução. Neste projeto e posterior regulamentação por meio de Decreto, estão sendo debatidas adequações quanto à mobilidade, à acessibilidade e a padronização das calçadas de acordo com o logradouro. Com relação, à frente dos prédios públicos, a responsabilidade pela construção e manutenção é da municipalidade. Por fim, o projeto de lei visa responsabilizar as concessionárias de serviços públicos que realizarem obras e com isso venham a danificar os passeios construídos, a recuperar as calçadas sem nenhum custo para o proprietário, mantendo as características originais.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Obras na calçada e pedestres na rua

Lages, 02/07/2013 Blog Milton Barão
Até parece uma inversão de valores, pois por absoluta falta de fiscalização (existe isso?), na rua Hercílio Luz os pedestres tem de deixar a calçada e dividir espaço com os veículos.
rua hercilio luz1
Tudo por conta de uma obra, onde o proprietário simplesmente chegou a demarcar território com fitas e cones. Só que nesse mesmo local estacionou um caminhão para descarregar material e o resultado foi os pedestres indo para o meio da rua.
rua hercilio luz4
Onde estão os fiscais de obras, cadê Código de Posturas, que prevê tapumes, mas com espaço suficiente para que as pessoas não saiam da calçada. Afinal de contas a prioridade são as pessoas e nunca os veículos.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Lombadas eletrônicas continuam desligadas



Lombadas eletrônicas continuam desligadas
Lages, 05/04/2013, Correio Lageano


Moradores reclamam dos riscos que a ausência das lombadas acarreta



Desde julho do ano passado, as lombadas eletrônicas de Lages não estão funcionando. Apesar de a luz de alerta piscar, elas não registram a velocidade dos carros que passam. Assim, muitos motoristas não respeitam a sinalização. Moradores reclamam do perigo que isso acarreta.



Carlos Ruaro reside na avenida Belisário Ramos, próximo ao cruzamento com a rua Sete de Setembro. Ele conta que há aproximadamente dois anos as lombadas eletrônicas foram instaladas a pedido dos moradores, que tinham medo dos carros que passavam em alta velocidade. “Acontecia muito acidente feio aqui, chegou a morrer gente, então nós pedimos que colocassem as lombadas”, lembra.



No entanto, Ruaro explica que como os equipamentos não estão funcionando os carros voltaram a andar em alta velocidade. “O problema tinha sido resolvido e agora voltou a ser perigoso”, destaca. A comunidade  pede que as lombadas voltem a funcionar para garantir a segurança e tranquilidade das pessoas que vivem na região.



Sem previsão para novo contrato


Em Lages existem aproximadamente 40 lombadas eletrônicas instaladas, mas nenhuma delas funciona, porque em julho de 2012 venceram os contratos da empresa que fazia a instalação e manutenção dos equipamentos.



O diretor da Diretoria de Trânsito (Diretran), Diego Oliveira informa que está sendo realizado estudo técnico necessário para abertura de edital de concorrência, e posteriormente, a contratação da empresa que ficará responsável pelos equipamentos. “Ano passado foi feito um novo edital, só que diminuíram o valor do aluguel e nenhuma empresa se interessou”, afirmou.



Oliveira destaca que não existe um prazo para as lombadas voltarem a operar, pois o processo de licitação é demorado. “Tem todo um processo para isso, tem que passar pelo Tribunal de Contas. O pregão eletrônico dura pelo menos 30 dias. A gente quer fazer isso o mais breve possível”, acrescenta.



Para fiscalizar os motoristas que excedem a velocidade, a Diretran, em parceira com a Polícia Militar, tem realizado blitze nos pontos mais movimentados, com a utilização de radar móvel. “Apesar das lombadas não estarem funcionando tem placas regulamentando, mas infelizmente, se a gente não multar, o pessoal não respeita”, acrescenta Oliveira.



Foto: Joana Costa

terça-feira, 5 de março de 2013

Calçadas intransitáveis causam transtornos para pedestres



Calçadas intransitáveis causam transtornos para pedestres
Lages, 06/03/2012, Correio Lageano, por Suzani Rovaris


Lei não é seguida e diversas residências em Lages não têm calçadas em condições de uso



Pedestres estão impedidos de caminhar em calçadas de algumas ruas no bairro Copacabana, em Lages. Os locais que deveriam ser passagem de pedestres foram transformados em jardins, canteiro de obras e entulho ou ainda bloqueados por muros. Além de estarem ilegais, há risco de acidentes.



Na rua Teixeira de Freitas, a maioria das calçadas foi construída com grama, sem nenhum caminho de concreto que facilite a passagem de pedestres. Na quadra entre as ruas João Batista Tezza e Dom Jaime Câmara, apenas uma residência possui calçada de concreto. Além das outras serem de grama, algumas ainda têm árvores e outras plantas.



Em uma dessas casas, a calçada está completamente tomada por plantas ornamentais, flores e pequenos arbustos, bloqueando totalmente o trânsito de pessoas. Além disso, a dona da casa colocou fios de nylon em volta do jardim construído na calçada para impedir que as pessoas pisem na grama.



O morador e vizinho, João Francisco Vanin de Morais, conta que há algumas semanas, um idoso, de quase 80 anos, não viu o fio, que na época era arame farpado, e cortou a perna, além de quase cair. Dias depois o arame foi substituído pelo fio de nylon.



A dona da residência, Vani Farias, explica que estava plantando grama no local e que o arame foi instalado para evitar maiores transtornos com o barro, mas esqueceu de tirar os fios. Ela se comprometeu em imediatamente liberar a passagem, mas acrescentou que o jardim continuaria como estava e que não mexeria em nada.



Perto dali, uma residência começou a ser construída há cerca de um ano e a calçada ainda não foi terminada. Além de virar um canteiro de obras, a calçada é mais alta que a do vizinho e, por isso, um muro de quase um metro foi construído. Os moradores contam que crianças já caíram no local e que, dias atrás, por pouco, um carro não tombou.



Os donos da residência não estavam em casa para prestar esclarecimentos sobre este fato. Em outra residência, a área virou depósito de entulho. A dona da casa, Claudirene Cruz Wiggers, diz que o material vai ser utilizado para construir uma rampa dentro do terreno.



80% das residências não têm calçada



De acordo com um levantamento realizado pela Secretaria do Meio Ambiente, 80% das residências em Lages não possuem calçadas em condições de uso. O secretário Mushue Hampel afirma que o problema existe em todos os bairros e não apenas no Copacabana. “No Coral, por exemplo, em frente a uma casa, tem pés de feijões plantados. Em outras, a largura da calçada é estreita, não passa de 30 centímetros”, conta.



O secretário afirma que os fiscais organizaram um mutirão para visitar as residências e alertar a população sobre as condições de acessibilidades. “As pessoas que têm calçadas irregulares, recebem um alerta para apresentação de defesa no prazo de 15 dias.



O morador precisa explicar a causa e se comprometer em resolver o problema em um período determinado por ela.” Se a reforma não for feita, o morador recebe auto de infração e multa, no valor de R$ 238,50, conforme a Unidade Fiscal do Município de Lages (UFML), referência de cobrança de taxas municipais.



Fotos Suzani Rovaris

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Atenção redobrada ao cruzar a pista

Atenção redobrada ao cruzar a pista
Lages, 25 e 26/12/2012, Correio Lageano


Das seis passagens projetadas para pedestres, apenas uma oferece segurança para atravessar a BR-282


Atravessar a rua. Este é o problema de centenas de moradores de 14 bairros de Lages que margeiam a BR-282. As obras de duplicação da rodovia requerem mais atenção dos pedestres e ciclistas que cruzam de um lado para o outro da via. Martírio temporário, uma vez que o projeto prevê três passarelas e o mesmo número de passagens pelos viadutos.



Ibraim Carlos Paes de Andrade demora quase três minutos para cruzar a BR-282. Ele vem do bairro Frei Rogério, onde foi visitar parentes para o Passo Fundo. Carrega sua filha em um carrinho de brinquedo.



O trajeto é corriqueiro e é repetido há anos, mas com as obras, ficou “muito pior”. O cruzamento entre a rua João José Godinho em direção a Marechal Rondon agora envolve uma caminhada de 120 metros pelo acostamento até chegar em um ponto onde o barranco é transponível.



O problema é menor do que o enfrentado na região da avenida Camões. Um buraco, por onde passará a rodovia, está sendo cavado, impedindo a passagem de pedestres por cerca de 600 metros.



A Camões é um dos seis pontos onde haverá passagem segura para pedestres cruzarem a BR-282. Naquela região três atropelamentos foram registrados entre 2010 e 2011. Uma pessoa morreu no local. Um destes acidentados foi Lorival da Silva Barros.


Morador do Tributo, ele utiliza a passagem quando vai para o Coral.“Eu estava no acostamento quando uma mulher me atropelou e fugiu, fiquei todo machucado”, relata. Hoje ele evita passar por lá, prefere o cruzamento com a Duque de Caxias.



O primeiro viaduto será também um dos pontos de passagem. Mesmo inacabado, Lorival diz que a segurança do lugar já melhorou. “Quando os carros começarem a passar pelo viaduto vai ficar bem tranquilo”, diz, afirmando que já melhorou bastante, comparado ao que era antes.



É o contrário da passagem cruzada por Ibraim. “Tem que construir uma passarela”. Cerca de 500 metros de onde ele atravessa, no km 221, será erguida uma. Ela ajudará os moradores dos bairros São Francisco e São Paulo a irem de um local para outro.


Paliativamente, existe uma ilha de proteção, uma rótula e um radar no local, o que ajuda a reduzir os acidentes. Ali morreu Jair Pessoa Constante em 2010, vítima de um motorista que fugiu do local.



Passarela semelhante ao do km 221 será erguida no início das obras, no Vila Mariza. Ali não existe muito tráfego de pedestres, mas a construção de um shopping e a efetivação de dois loteamentos pode incrementar o movimento de pessoas para cruzar a BR-282.



Viadutos
  • Km 217,6    Rio Ponte Grande
  • Km 218,3    Avenida Camões
  • Km 218,9    Avenida Duque de Caxias


Passarelas
  • Km 216       Bairro Vila Mariza
  • Km 217,8   Próximo à rua Campos Salles
  • Km 219,2   Próximo à rua João José Godinho

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Risco de morte para os pedestres

Duas situações na mesma quadra chegam a por em dúvida a proposta do diretor de trânsito do município, Iodori Borges, de que a prioridade da Diretran seriam os pedestres e não os veículos, senão vejamos:

Rua Serafim de Moura, tarde de quarta-feira, na Casa Narciso
No lado de cima da quadra, na Rua Serafim de Moura, tem a Loja Narciso, que fez um recuo para estacionamento de clientes. Por conta disso os pedestres tem de deixar a calçada e caminhar no meio da rua. Bem que os agentes de transito poderiam passar pelo local e dar uma caneteada numa meia dúzia, inclusive nos donos da loja.

Já no lado de baixo da mesma quadra, na Avenida Belizário Ramos, esquina com a Fausto de Souza, o problema é grave e a qualquer hora vai ter morte de pedestres.

Foi feita a pintura da faixa e permitido estacionamento de veículos. Só que o estacionamento vai até a esquina. Os pedestres não tem visão nenhuma de ônibus e caminhões, que passam em alta velocidade.

A sinalização está concluida, mas cadê a faixa de pedestres?
Coitadas das pessoas de idade e das crianças, que chegam a voltar correndo para cima da calçada, pois os motoristas ainda se divertem jogando seus veículos sobre elas. Sem contar ainda que não tem calçadas e os veículos também onde deveria ter passeio publico.

Nesse caso nem precisa agentes de transito. Precisa rever esse estacionamento na esquina. Um risco de morte para os pedestres lageanos.





  

Blog Milton Barão.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Loja de pneus abusa e utiliza calçada como estacionamento


Estou encaminhando alguns flagrantes que registrei em fotos, de desrespeito às Leis e aos pedestres que transitam pelo bairro Coral.

Mais precisamente na Avenida Luis de Camões, onde tem uma famosa empresa de pneus (que na minha opinião nem deveria estar instalada numa área comercial e sim numa BR) que ocupam todo o espaço da calçada, seja como estacionamento para os clientes ou parada de caminhões.

Moro nesta avenida há muitos anos e diariamente acontece essa prática de estacionamento em cima da calçada, deficientes físicos, idosos, mulheres com carrinhos de bebê etc. tem que desviar dos veículos estacionados, é uma vergonha.

Espero que com os Agentes de Trânsito em circulação, fiscalizando e orientando, não aconteça mais esse tipo de coisa, e que as autoridades competentes tomem alguma iniciativa nesse sentido, pois a empresa não é dona do passeio público. Fica aqui o meu manifesto.
Obrigado e grande abraço,
Luciano Cordova Batista