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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Barraco de morador de rua que morreu no PA deve ser removido



Barraco de morador de rua que morreu no PA deve ser removido
Lages, 12/04/2013, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações da coordenação do Projeto Acolher, da Secretaria de Assistência Social de Lages



Menos de 48 horas depois da morte do morador de rua Adão Ferreira da Luz, o "Adão", de 53 anos, que foi encontrado caído na rua Matheus Junqueira, no Santa Helena, na quarta-feira (10) e morreu no Pronto Atendimento Tito Bianchini (Pronto Socorro - PA), o município já se preocupava em remover o barraco onde ele dormia, em uma Área Verde no Ipiranga. A ação foi motivada pela tentativa de invasão da moradia improvisada, antes mesmo do sepultamento de Adão.



Alcoólatra, o homem vivia na rua e algumas vezes procurava o "Projeto Acolher", da Secretaria de Assistência Social, no bairro Santa Helena, para comer e fazer higiene pessoal. O coordenador do projeto, Felipe Diego Freitas, explica que ele não costumava ficar no local. "Ele não conseguia parar. Vinha sempre alcoolizado. Tomava banho e saía de novo".



O único registro de familiares de Adão era o de uma irmã que vive na região do Cidade Alta e, possivelmente, foi quem reconheceu o corpo que até o início da tarde desta quinta-feira (11) aguardava que algum parente o reclamasse e encaminhasse o enterro.


O laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) constatou que Adão teve morte natural, mas a causa foi o consumo de álcool por período contínuo e prolongado.




Foto:Projeto Acolher/Divulgação

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Corpo de morador de rua é identificado e retirado por familiares



Lages, 12/04/2013, Correio Lageano



O corpo do morador de rua Adão Ferreira da Luz, que na manhã de quinta-feira (11) foi levado para o Instituto Geral de Perícias (IGP) de Lages sem identificação, foi reconhecido pela família no começo da tarde e retirado para o velório.




O homem  foi encontrado caído na rua Matheus Junqueira, perto do Colégio Estadual São Judas Tadeu, no bairro Santa Helena. O laudo do IGP atesta que a morte foi natural, mas provocada pelo consumo contínuo e prolongado de álcool.

terça-feira, 19 de março de 2013

Uma das principais ruas do Santa Helena ainda é de chão



Uma das principais ruas do Santa Helena ainda é de chão
Lages, 20/03/2013,Correio Lageano, por Suzani Rovaris



Moradores da rua Porto Alegre estão incomodados com os buracos, poeira e lama. A via tem uma distância de 1,3 quilômetro. Há apenas um pequeno trecho de calçamento.




Poeira, buracos e, quando chove, muita lama. Essa é a realidade de quem mora na rua Porto Alegre. Além desse, o Correio Lageano vai abordar nesta edição do CL Comunidade os problemas enfrentados pelos moradores do bairro Santa Helena.



Por cortar o bairro de um lado a outro, a rua já foi considerada entre as mais importantes, inclusive, estava cotada para receber a mesma pavimentação da Avenida Caldas Júnior, mas até hoje permanece de chão batido.



A rua Porto Alegre tem uma distância de 1,3 quilômetros. No início do trajeto, próximo à Avenida Santa Catarina, um pequeno trecho é calçado com lajotas e o restante é de chão batido. Em dias secos, quando o tráfego é mais intenso, os veículos que passam deixam uma alta cortina de poeira.



Como a maioria das casas fica à beira da rua, as janelas e portas raramente estão abertas. As donas de casa contam que a camada de pó é visível em cima dos móveis e que não adianta muita limpeza.



“No mesmo dia, a casa fica suja novamente”, afirma a dona de casa e cozinheira Lenita Correia. Mesmo morando aos fundos da casa do pai, Vilarino Correia, ela conta que o pó entra na sua residência.  Lenita conta que o pai tem problemas respiratórios. As crises de asma e falta de ar são mais frequentes em dias secos.



Quando chove é ainda pior, porque a rua fica completamente tomada por lama. No lugar dos buracos, uma poça de água é formada. Os carros precisam passar devagar para não ficarem atolados.



Nos últimos dias, um caminhão da prefeitura espalhou pedra brita ao longo do trecho. Alguns moradores aprovaram a iniciativa, mas outros continuam reclamando. Lenita explica que o problema em frente a sua casa é a saída do carro, pois a brita não é espalhada por todo o local, deixando buracos entre as beiradas da estrada.



“Entre a saída da garagem e a estrada sempre ficava um desnível. Quando tirávamos o carro, várias vezes tivemos que espalhar melhor as pedras, pois os pneus atingiam o buraco e o para-choque encostava na parte elevada, onde tinhas as pedras”, explica.



Parte do calçamento da rua já foi paga


Há 10 anos, alguns moradores da Rua Porto Alegre pagaram uma quantia que na época correspondia a 25 sacos de cimento por cada lote. Esse valor seria usado no calçamento da rua, mas até hoje a obra não foi executada e o dinheiro caiu no esquecimento.



Uma das moradoras, que preferiu dar apenas o seu primeiro nome, Maria, diz que mora há 20 anos no local. “Eles (ela não explica quem) vieram até a nossa casa, contaram uma historinha e disseram que iriam calçar a rua. Como temos dois lotes, pagamos o equivalente a 50 sacos de cimento. Depositamos esse dinheiro, mas infelizmente não guardamos o comprovante. Quando fomos cobrar da prefeitura recebemos a resposta que não existia nenhum plano e muito menos dinheiro”, conta.



Outros moradores, como o comerciante Irineu Perin Madruga, não pagaram o plano de calçamento.  “Não levei muita fé e por isso não pagamos, ainda bem, porque não fizeram nada na rua e ela continua do mesmo jeito”.



Unidade Básica de Saúde é alvo de reclamações


Moradores do bairro Santa Helena reclamam do atendimento da Unidade Básica de Saúde. Dois principais problemas foram elencados: as visitas das agentes de saúde e o retorno para apresentação dos exames.



Segundo um dos moradores, Antônio Martins, quando o paciente retorna para a consulta, os exames são apresentados aos médicos pelas enfermeiras e não pelo próprio paciente.



“Nós queremos mostrar nossos exames. Se temos alguma dúvida, queremos perguntar diretamente ao médico. Não precisamos de ninguém que faça esse meio caminho”. Sua mulher, Rosana Fogaça de Medeiros, conta que já passou por situação semelhante. “Precisei esperar a enfermeira mostrar o exame e depois ela veio me passar tudo o que o médico havia lhe dito”, conta.



Outro problema que os moradores reclamam são as visitas das agentes de saúde nas casas. Eles afirmam que dificilmente elas têm feito esse trabalho. “Eu sou dono de um mercado. O que sabemos é que elas precisam bater o ponto às 8 horas, mas depois disso passam aqui no mercado, compram pão e vão para casa tomar café”, afirma um comerciante.



O problema foi levado até o conhecimento da enfermeira Nayara Alano Moraes, que responde pelo posto de saúde. Ela afirma que desde que trabalha na unidade, há cerca de dois anos, o paciente conversa diretamente com seu médico quando mostra seu exame, afirma ela.



Nayara explica ainda que as agentes de saúde têm a orientação de chegar até a unidade, registrar a entrada do expediente e sair para as visitas regulares até as casas dos moradores.



A enfermeira acrescenta que tem os registros das assinaturas de todos os moradores onde as agentes visitaram.



Canos e torneiras secas


A falta de água no bairro Santa Helena ainda é frequente. O principal motivo é decorrente do alto consumo, acima de 30% do normal. O problema é maior em pontos mais altos. Segundo alguns moradores e comerciantes, a água acaba geralmente no final do dia e fins de semana.



A reclamação é constante. Os moradores precisam ficar de um a dois dias sem água. O comércio sofre com isso, principalmente lanchonetes, pizzaria e restaurantes. A escassez ainda atinge posto de saúde e escolas.



Um reservatório abastece todo o bairro. A Semasa reconhece que a estrutura de toda a cidade é frágil. “Não produzimos água suficiente para atender toda a demanda. Se gasta mais do que se produz”, afirma o secretário  Benjamin Schultz.



Além disso, na madrugada de sexta-feira (15), houve rompimento na rede e os técnicos ficaram dois dias procurando o local de vazamento, o que agravou o problema no bairro. Para melhorar o fornecimento está previsto para este ano a instalação de um booster (bomba de alta pressão), além disso é previsto a troca da rede de 200 milímetros para 300, mas esse projeto ainda está sendo estudado, de acordo com a Semasa.



Chuva forte e falta de saneamento incomodam


Moradores do bairro Santa Helena, entre as ruas Curitiba e Presidente Kennedy, sofrem com a chuva e grandes volumes de água. O local onde eles moram fica em um nível mais baixo que a avenida Caldas Júnior, por isso toda a água vai diretamente para essas regiões e se não bastasse, ainda misturada com esgoto.



Cerca de 15 residências são afetadas pela água quando ocorrem chuvas fortes. Uma oficina fica entre as propriedades mais altas da parte baixa e por isso, o proprietário Sebastião Osmar Ribeiro, precisou construir uma pequena lombada entre a rua e a entrada da sua casa e assim evitar o escoamento da água.



Quando chove forte o terreno fica coberto por cerca de um metro de água. “Toda a água da avenida Caldas Júnior desce para essa região, é como se formasse uma cachoeira na própria estrada”, conta. O muro que cerca a propriedade de Ribeiro tem abertura para vazão da água, mas mesmo assim não é suficiente.



Outro problema, além do volume da água, é que ela é misturada ao esgoto. Alguns moradores afirmam que no local não há saneamento básico e os dejetos são jogados na rede fluvial. “Quem mora aqui embaixo sofre todas as vezes que chove forte”.Por enquanto o problema vai continuar, a Semasa está ciente, mas ainda não há nenhum estudo para o tratamento de esgoto do bairro.


Segurança e policiamento no Santa Helena



• É o bairro onde há mais ocorrências
• 70% das ocorrências são de perturbação do sossego
• As ocorrências são mais frequentes nas sextas-feiras e sábados
• De janeiro a fevereiro deste ano, o número de ocorrências diminuiu em relação a igual período de 2012
• O bairro integra o setor 2 da Polícia Comunitária
• Apenas uma guarnição faz as rondas
• Não há câmeras de videomonitoramento no bairro




Fotos: Suzani Rovaris

domingo, 17 de março de 2013

Bairros Santa Helena e Copacabana



CL Comunidade: Bairros Santa Helena e Copacabana
Lages, 18/03/2013, Correio Lageano, por Suzani Rovaris


O primeiro é um dos maiores bairros de Lages, e o segundo, um dos mais antigos. Moradores do Santa Helena reclamam a  falta de postos bancários e de abastecimento




Apesar de estar no lado oposto à região que mais cresce em Lages, o Bairro Santa Helena é um dos maiores do município, ficando atrás somente do Guarujá. É neste cenário, apontando os principais elementos do bairro e os aspectos sociais da comunidade, que o Correio Lageano inicia a segunda etapa do CL Comunidade deste ano. A primeira contemplou o Guarujá.




O Bairro Santa Helena é formado por 8.862 habitantes. Fica localizado na região sudoeste da cidade e faz limite com os bairros Copacabana, Triângulo, Santo Antônio, Promorar, Bela Vista, Ipiranga e Petrópolis.



Ele é cortado por duas principais vias: Avenida Caldas Júnior e Rua Mateus Junqueira. Outras, como a Rua Marechal Deodoro, Sete de Setembro e Benjamin Constant, também o ligam ao Centro.



Santa Helena, como é chamado, é uma homenagem a santa Flávia Júlia Helena, de Bitínia (hoje na Turquia), que também dá o nome à capela. Tem pouco mais de quatro décadas e foi povoado principalmente por famílias de Anita Garibaldi, Campo Belo do Sul e Capão Alto.



Ainda não é considerado autosuficiente, mas compreende uma grande quantidade de estabelecimentos comerciais e, por isso, deixa de ser um bairro exclusivamente residencial.



As famílias que nele fixaram residência, moram em casas e uma pequena parcela em apartamentos. A média de renda mensal da população, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de R$ 559,89, valor 17% menor que o salário mínimo.



Falta banco e posto



O comércio é formado por oficinas de automóveis, farmácias, sorveterias, panificadoras, cabeleireiras, materiais de construção, confecções e calçados, laboratórios, revenda de gás, pizzaria e até um local para financiamento e loterias. Concentra uma grande quantidade de selarias. Só ainda não tem posto de combustíveis e banco.



Curiosa é a quantidade de mercados e mercearias. Os moradores do Santa Helena não precisam caminhar muito para as compras. Alguns estão espalhados pela principal avenida, mas a maioria é formada por empreendimentos familiares instalados em ruas secundárias.



Na área da saúde, o bairro é dividido em três zonas, todas correspondentes à Unidade Básica de Saúde. A taxa de alfabetização, conforme o IBGE, é de 94%. Duas escolas estaduais atendem no Santa Helena, a EEB São Judas Tadeu e Escola Básica Professora Ilza Amaral de Oliveira.



O bairro que já foi de apenas um dono


Relato de moradores indica que o Bairro Santa Helena foi, em meados de 1960, uma área particular, de propriedade do engenheiro João Pedro Arruda. Segundo documento oficial do Instituto Dirceu Carneiro, onde há o depoimento de Manuel Nunes da Silva Neto, então secretário de Educação de Lages, entre 1979 e 1983, as terras foram loteadas em duas etapas, formando o bairro Santa Helena.



Foi nessa época, em 1971, que o casal Maria Francisca Ribeiro e João Francisco Ribeiros, saíram de Capão Alto e se mudaram para Lages. Quando chegaram, havia apenas seis casas. “Fomos nós, os primeiros a abrir um mercadinho, se chamava São João. Atendemos durante 23 anos”.



A capela Santa Helena foi a família Ribeiro quem ajudou a construir. “Nós organizávamos festas, bailes, bingos e, com as doações, construímos a primeira versão da capela”, conta Maria Francisca. Hoje, a capela dá lugar à estrutura nova.



Como o bairro não tinha transporte escolar (o único chegava até o Copacabana), foi no mercado São João que Maria Francisca reuniu 200 assinaturas e, com o abaixo-assinado, conseguiu uma linha de ônibus.



O lageano e também morador do bairro Santa Helena, João Inácio de Oliveira, de 74 anos, lembra de um cenário formado somente por campos e lavouras. “Os campos eram divididos em três áreas, uma para o gado leiteiro, outra para o gado de cria e a última para o gado que puxava carroça e charrete.”



Padre rebatizou o antigo bairro Banhados



O Copacabana começou a se desenvolver em meados da década de 1940. Era conhecido como Banhados e só recebeu o atual nome a partir de 1950, por intermédio do padre Luiz Gonzaga, que na época era o pároco da Igreja São Judas Tadeu.



Antigamente, o bairro tinha até bordel, ou como dizem os moradores mais idosos, uma “zona de meretriz”. Nomes de destaque em Lages, como Ivandel Xavier Soares, Maximiliano Fernandes e Vitorino Caon tinham residências no bairro. O comércio da época era limitado e alguns armazéns e bares eram os únicos que atendiam os moradores.



Considerada uma das principais e mais movimentadas ruas do bairro, a São Joaquim foi a primeira a receber lajotas, em 1972. O Copacabana se desenvolveu principalmente após a construção do Hospital Tereza Ramos, quando familiares de pacientes aproveitaram para fazer compras gerando maior renda.



Um dos bairros mais nobres de Lages



O Bairro Copacabana é um dos mais antigos de Lages e considerado pela população, entre os mais nobres. Geograficamente fica localizado abaixo do Santa Helena, mas também faz limite com Triângulo, Brusque, Centro e o Bairro Beatriz. Nesta segunda edição do CL Comunidade, o Correio Lageano também vai contar um pouco da história do Copacabana e enfatizar suas principais características.



Atualmente, o Copacabana tem 4.709 habitantes. A região é cortada por uma das principais avenidas de Lages, a Belisário Ramos. Também pelas ruas Mateus Junqueira, São Joaquim, Sete de Setembro, Benjamin Constant e Marechal Deodoro.



A maior parte do bairro está concentrada a oeste da Avenida Belisário Ramos, a maioria dos imóveis ao longo desta avenida é residência. Alguns empreendimentos se restringem em oficinas, posto de combustível, chapeação, materiais de construção, ferramentas e bares. O comércio do bairro se concentra nas principais avenidas. As demais ruas são residenciais. De acordo com o IBGE, a média da renda mensal dos moradores é de R$ 904,15.



Apesar de não ser um bairro populoso, concentra um grande número de pessoas em função de dois supermercados que movimentam a economia da região. É de fácil acesso e por estar próximo ao Centro, os moradores não dependem de transporte.
Na área da educação, o Copacabana tem duas escolas: Emeb Santa Helena e Ceim Marco Floriano Bordim. A taxa de alfabetização é de 97,4%.



Curiosidade


  • O colégio que leva o nome do padroeiro do bairro Copacabana, São Judas Tadeu, fica localizado no bairro Santa Helena. Já a Escola Municipal Santa Helena se situa no bairro Copacabana.



Fotos:Suzani Rovaris

segunda-feira, 11 de março de 2013

Colisão frontal deixa seis pessoas feridas em Lages



Colisão frontal deixa seis pessoas feridas em Lages
Lages, 11/03/2013, CLMais, com informações da equipe do Correio Lageano que esteve no local




Colisão frontal na tarde desta segunda-feira (11) na rua 7 de setembro, no bairro Santa Helena, em Lages,  resultou em seis  pessoas feridas, entre elas duas crianças.



Segundo informações preliminares da Polícia Militar, um Del Rey placas LYM-7196 de Lages, que trafegava sentido Centro da cidade ao bairro Bela Vista, colidiu frontalmente com uma Montana placas MCM-0484 de Campos Novos que vinha no sentido contrário.




O condutor do Del Rey e a sua carona ficaram presos nas ferragens do veículo. Todas as vítimas tiveram ferimentos e foram encaminhados pelo Samu à emergência (HNNP) do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres de Lages.




De acordo com a polícia, o motorista do  Del Rey foi desviar de um motociclista e colidiu com a Montana. Ainda não foram confirmadas a identidade das vítimas e a gravidade de todas de todos os envolvidos no acidente.



Foto: Adecir Morais

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Cratera deixa canos de água expostos na rua

Cratera deixa canos de água expostos na rua
Lages, 29/01/2013, Correio Lageano


Segundo moradores, vala está aberta há um ano e prejudica o trânsito.



Uma cratera de pelo menos três metros de extensão e uns 30 centímetros de profundidade tem incomodado os moradores da rua Gustavo Richard, no bairro Santa Helena. A via não é pavimentada e a cratera foi se abrindo ao longo do tempo, devido à deterioração da rua e também pela ação das águas da chuva. Dessa forma, os canos de água estão expostos.



As chuvas, constantemente provocam pequenas aberturas e há a degradação das ruas de chão batido, especialmente por onde a água escoa. Mas na rua Gustavo Richard, a situação já está tirando do sério os moradores. Em frente à uma das residências, o buraco é tão grande, que o proprietário precisou improvisar uma “ponte” com pedras para poder entrar com seu veículo na garagem.



A vizinhança relata que as condições estão tão precárias, que é comum motoristas que não conhecem a via, entrarem nela e saírem de ré, para evitar cair na cratera e até mesmo estragar seus carros.



“A gente precisa de uma solução urgente para isso. Nossos carros estão estragando e os canos de água estão expostos. Se um deles estourar, vai ser bem pior, porque além de estar com a rua estragada, vamos ficar sem água”, comenta o operador de máquinas Elmiro Pacheco da Silva, que mora em frente a uma das partes mais prejudicadas.



A Secretaria de Obras foi procurada pela reportagem e, de acordo com o funcionário Wilson Sá, ainda na tarde desta segunda-feira (28), uma equipe seria enviada ao local para verificar a situação. Até o fechamento desta edição, não havia informações de possíveis medidas a serem tomadas para solucionar o problema.



Foto:Núbia Garcia

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Suspeito de assediar mulheres volta a atacar no Santa Helena

Lages, 09/01/2013, Correio Lageano



Uma das vítimas afirma que o homem foi preso ano passado pelo mesmo crime



Suspeito de assediar mulheres, adolescentes e até crianças no bairro Santa Helena,  em Lages, em outubro do ano passado, um homem voltou a atacar na região. Desta vez, as vítimas foram duas irmãs, de 21 e 8 anos de idade. Elas foram atacadas na Rua Fortaleza, no bairro Santa Helena.



Segundo a vítima mais velha que preferiu não se identificar, o suspeito as seguiu pela rua, aproximou-se e começou a se masturbar. Apavoradas, as duas correram e conseguiram escapar. “Ele estava com uma bicicleta e uma bolsa nas mãos. Estamos com muito medo, pois ele voltou a atacar. Imagina quando voltar as aulas?”, indagou a mulher.



A vítima afirma que o homem é o mesmo que atacou mulheres, adolescentes e crianças no ano passado no bairro. O suspeito foi preso em 25 de outubro em função de uma denúncia de uma das vítimas, mas foi liberado por falta de provas.



No despacho, o juiz da 2ª Vara Criminal de Lages, Luiz Neri Oliveira de Souza, alegou que “Ministério Público não encontrou elementos suficientes para o oferecimento da denúncia”. Segundo informações da 12ª Promotoria de Justiça, onde tramitou o processo, o caso foi devolvido à Delegacia de Polícia para novas diligências.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Homem é morto por filho adolescente de 16 anos

Homem é morto por filho adolescente de 16 anos
Lages, 14/12/2012,Correio Lageano



Na manhã de quinta-feira (130 Eliseu Pimentel, 40 anos, foi encontrado morto em uma plantação de pinus que fica entre os bairros Santa Helena e Pró-Morar, em Lages.
Ele vestia calça jeans, camisa amarela, estava descalço e sem documentos de identificação. Apresentava um ferimento na cabeça e próximo ao corpo havia uma pedra. No local, também tinha dois pares de calçados.



De acordo com o delegado da Divisão de Investigação Criminal (DIC), Márcio Schutz, o filho da vítima, de 16 anos, confessou o crime para parentes.



Os policiais encontraram a roupa que o adolescente teria usado quando cometeu o crime. De acordo com o delegado, a vestimenta estava suja de sangue.



Apesar de ter apenas 16 anos, o adolescente já tem passagem pela polícia, por furto e estupro. Ele e o pai, moravam na rua, e segundo o delegado, Eliseu tinha passagem por furto.



A DIC está à procura do adolescente que está foragido, o motivo de o filho ter matado o pai, segundo informações do delegado, era que Eliseu “estava tirando o filho para louco”.



Foto:Divulgação

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Preso suspeito de ser o tarado da bicicleta

Lages, 26/10/2012, CLMais



Foi preso na tarde desta quinta-feira (25) o suspeito de ser o tarado da bicicleta. O homem agia nos bairros Santa Helena, Copacabana e Bela Vista. A polícia chegou até ele, em função de uma nova denúncia. Conforme o relato das vítimas, as características batem com a do suspeito.



Segundo a Polícia Militar (PM), era por volta das 12 horas desta quinta-feira, quando uma menina de 12 anos, que estava saindo do colégio Armando Ramos de Carvalho, bairro Bela Vista, foi atacada por Claudinei José Machado Branco, de 39 anos. A polícia relata que ela conseguiu escapar das mãos do homem e fez a denúncia à guarnição.


A PM então passou a fazer diligências pelo local e acabou chegando até a fazenda Mangueirão, às margens da BR-116, onde estava o suspeito. Ele foi levado para a delegacia. Como já haviam outros Boletins de Ocorrência (BOs) com a mesma denúncia, e todos relatavam as mesmas características, a polícia chamou todas as vítimas, inclusive, a menina de 12 anos, para identificar o agressor. Segundo a PM, todas elas afirmaram ser o mesmo homem dos ataques.


O homem foi preso em flagrante.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Colisão entre motocicleta e caminhão mata uma pessoa

Colisão entre motocicleta e caminhão mata uma pessoa
Lages, 02/10/2012,CLMais, com informações de populares e do Corpo de Bombeiros



Por volta das 16h30mim desta terça-feira (02), um grave acidente aconteceu no  bairro Santa Helena, em Lages. Uma colisão traseira entre um caminhão e uma motocicleta, no entroncamento das ruas Caldas Júnior e Mateus Junqueira provocou a morte do motociclista Estevão Davi Correia de Melo, de 19 anos.



O caminhão Mercedez,  placas MDP-8824, de Rio do Sul, dirigido por Juliano da Silva Leite, de 30 anos, desceu a Caldas Júnior e entrou  na Mateus Junqueira em direção a BR-116, cortando a frente da motocicleta CG 125 placas MDE-3304 de Lages, conduzida por Melo.



Após o choque na traseira do caminhão, o motociclista teve diversas fraturas. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado à emergência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres (HNSP), em Lages, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.



Foto:Divulgação

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Homem é condenado a 16 anos de prisão por matar esposa

Homem é condenado a 16 anos de prisão por matar esposa
Lages, 22/08/2012, CLMais, com informações  da 1ª Vara Criminal de Lages





Maurício Jurê de Oliveira, foi condenado a 16 anos de prisão em regime fechado nesta terça-feira (21) no Tribunal de Júri, no Fórum de Lages. Maurício é acusado de matar a esposa Joelma Antunes da Rosa. O crime aconteceu na residência do casal, na rua Aldo Floriani Paes, no bairro Santa Helena, no dia 10 de maio de 2010.



A mulher foi atingida com uma faca, e encontrada caída dentro de casa pelo seu filho do primeiro relacionamento, na época com cinco anos de idade. Ela foi socorrida, mas morreu logo após dar entrada no hospital. O acusado fugiu, mas três dias depois o juiz da 1ª Vara Criminal, Geraldo Corrêa Bastos, decretou sua prisão. O réu foi encaminhado ao Presídio Regional de Lages, onde ficou preso, aguardando julgamento.



O réu chegou a ser julgado em maio de 2011, mas dias depois o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) por decisão dos jurados anulou o procedimento por falta de conhecimento dos atos.



Mauricio ficou foragido um ano, depois de ganhar o direito da saída temporária da unidade. Durante este tempo, chegou a ficar oito meses em Florianópolis. Em Lages, Maurício não tinha residência fixa.



O acusado foi preso no dia 17 de junho de 2012, no Loteamento Pereá, bairro Santa Catarina, depois de ser avistado por policiais da Divisão de Investigação Criminal (DIC), que fizeram campana no local, a fim de prendê-lo. Foi encaminhado ao Presídio regional de Lages, onde hoje cumprirá a pena. O júri iniciou às 10 horas e perdurou até às 19h15min.

 Foto: Arquivo/CL

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Caminhão dispara no Santa Helena e só para em barranco

Caminhão dispara no Santa Helena e só para em barranco
Lages, 12/07/2012, Correio Lageano



Proprietário fazia reparos no veículo quando o mesmo disparou e atravessou a avenida e uma rua



Um acidente na manhã desta quart-feira (11) no bairro Santa Helena, por pouco não acabou em tragédia. Um caminhão, carregado com tijolos, disparou, andou por cerca de 100 metros e só parou após cair em um barranco, a 25 metros de uma residência. Por sorte, ninguém ficou ferido.



O veículo, placas LYV – 5785, de Lages, estava estacionado na avenida Caldas Junior, sentido à avenida Santa Catarina. De acordo com o proprietário do caminhão, Luiz Carlos Ribeiro, passava das 8h30min quando ele e um mecânico tentavam resolver um problema que o veículo apresentou.



“Estávamos fazendo o reparo e, quando vi, o caminhão tinha disparado. Tentei entrar para fazer ele parar, mas não consegui. Fiquei desesperado porque alguém podia ter se machucado”, relata.



O veículo disparou, invadiu a Praça dos Bois, que fica no entroncamento das avenidas, atravessou a rua Elói Chaves e só parou quando caiu em um barranco, de aproximadamente 10 metros de altura. A carga caiu por cima do veículo, ficando espalhada pelo chão. Nenhum carro ou pedestre foi atingido.



O caminhão estava carregado com tijolos que Luiz Carlos havia comprado para fazer a reforma de uma casa. “Quando cheguei em casa, na noite de terça, até comentei que deveria ter ido descarregar. Se tivesse feito isso, o prejuízo seria menor”, lamenta.



A dona de casa Angela Oliveira Martins, mora em uma casa que fica na descida do barranco onde o caminhão caiu. Ela conta que estava em casa quando tudo aconteceu. “Ouvi um estouro bem alto e saí para ver o que era. Quando vi o caminhão caído, me assustei, porque achei que o motorista estava dentro e já chamei a polícia”, conta. Dezenas de pessoas se aglomeraram para ver o acidente, que não prejudicou o trânsito local.



Fotos: Núbia Garcia

terça-feira, 26 de junho de 2012

Dois taxistas são assaltados e um é ferido com golpes de pedra

Dois taxistas são assaltados e um é ferido com golpes de pedra
Lages, 26/06/2012,Correio Lageano, por Susana Küster




Os assaltos ocorreram em 2 dias e vitimaram 2 taxistas, um deles com mais de 35 anos de profissão




Dois assaltos ocorreram a dois taxistas de Lages, na quinta e sexta-feira da semana passada. Um assaltante que já havia sido preso temporariamente pelo mesmo crime, foi novamente preso pela PM. O Sindicato dos Taxistas pede agora, a prisão preventiva dele. O outro assaltante continua foragido.



O primeiro assalto ocorreu quando o taxista C.A.P, 51 anos, que trabalha em um ponto no Centro, levava Leonardo Carvalho Moura, conhecido como “Leonardo moreno”, até o bairro Santa Helena.
O assaltante ordenou que o taxista parasse o veículo, lhe roubou R$ 20,00 e fugiu do local.
A guarnição do canil, juntamente com ajuda da Agência de Inteligência da PM realizaram rondas em toda a região, porém o agente não foi localizado.



O outro assalto ocorreu na localidade de Índios com um taxista que trabalha em um ponto do bairro Coral e que já foi assaltado duas vezes. O taxista conta que levou o passageiro até os Índios, porque ele disse que trabalhava em um sítio no local. Mas no caminho, ele desconfiou e quis sair do local.



O assaltante parou o carro, puxando o freio de mão e começou a dar pedrada no rosto, pescoço, peito e mão do taxista. Ele deu R$ 400,00, mas mesmo assim, apanhou bastante até o homem sair correndo do local.  O homem é alto, moreno, e tem cabelo curto e ainda não foi encontrado pela polícia.



O taxista buscou ajuda em uma mercearia perto do local e foi conduzido por um morador em seu próprio táxi, até o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres (HNSP).  Ele reclama que não encontrou ninguém no posto da Polícia Rodoviária Federal em Índios. Também conta que o Samu e os Bombeiros não apareceram para socorrê-lo, após várias ligações. “Os Bombeiros ligavam para saber como estava e o Samu fazia várias perguntas para ver se não era trote”.



No HNSP, ele afirma que o médico de plantão disse que ia almoçar e o deixou esperando várias horas. “Fiquei sangrando e com muita dor. Um enfermeiro até disse que não podia mexer em mim sem o aval do médico, e comentou que esse tipo de atitude faz com que as pessoas procurem a imprensa”.



Os Bombeiros informaram que provavelmente estavam atendendo outra ocorrência e não tinham outra viatura para atender o taxista. O inspetor da Polícia Rodoviária Federal, João José Blomer, informou que as operadoras de celular estão com um problema e não conseguem transmitir a ligação para o 191. O posto não tinha ninguém, porque dois policiais estavam em ocorrência e com pouco efetivo, não tem como deixar um policial no posto. “Não temos telefone fixo porque a operadora não tem disponibilidade. As pessoas podem ligar para o 9106-9795”.



O diretor do HNSP, Canísio Winkelmann, informou que o taxista foi atendido pela equipe de enfermagem do hospital. “O médico disse que iria almoçar até os resultados dos exames radiológicos saírem. Mas enquanto isso, ele estava sendo atendido”. O Samu não localizou nenhuma ligação nos horários próximos ao assalto.



Foto: Susana Küster