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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Hospital Santa Clara continua sendo motivo de polêmica

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Otacílio Costa, 30/05/2014 Correio Otaciliense
 
Há tempos o Hospital Santa Clara vem sendo motivo de reclamações nas redes sociais. A mais recente delas se dirige a falta de médicos nos horários de plantões, principalmente nos finais de semana. No entanto, o presidente da entidade, Célio Erthal, rebate as críticas e observa que na maioria das vezes, as pessoas que usam as redes sociais para reclamar do hospital, nem moram na cidade, ou não possuem identidade. “Os números de atendimentos mostram a realidade. Temos milhares de pessoas satisfeitas com o atendimento de nosso hospital. As reclamações são necessárias desde que elas sejam construtivas”, disse Erthal.
O diretor do hospital, Robson Medeiros, diz que o hospital não possui falta de médicos nos horários de plantão. Ele explica que na última semana uma médica com o nome não divulgado, que mora em Lages, ficou doente e por esse motivo não pode vir trabalhar. “A única falha, foi ela ter esquecido de nos avisar. Entretanto, não podemos culpá-la, pois ela estava internada e não tinha como nos comunicar”, analisou Medeiros, observando que neste dia o plantão ficou em torno de uma hora sem médico, mas após este período o problema foi resolvido.
Ele explica o que acontece em algumas situações, é o fato, por exemplo, dos médicos absolverem muitas coisas e acabar não chegando no horário estipulado. “Ai a gente acaba ter que fazendo cobertura até que o médico chegue”, comentou.
 
 
Diretor explica que Hospital não é obrigado atender consultas 
 
 
Robson adianta que de segunda à sexta-feira o doutor Francisco atende no hospital. No entanto, ele analisa que as pessoas confundem o atendimento do hospital. “As pessoas pensam que o hospital é obrigado a atender consultas, mas nossa função é atender urgência e emergência. Em algumas situações o médico está realizando uma consulta, e chega alguém lesionado ou em estado grave, o médico tem que deixar a consulta para atender a pessoa que chegou em estado grave, e por isso as pessoas saem reclamando”, observou Robson.
O diretor desabafa dizendo que as pessoas têm que agradecer que Otacílio Costa ainda tem um uma unidade hospitalar atendendo regularmente, se compararmos aos demais hospitais da região. “Alguns hospitais até fecharam, apesar das dificuldades ainda estamos conseguindo manter o hospital em dia”, observou Robson, alertando as pessoas que desejam fazer uma crítica ou reclamação, para que procurem o hospital ao invés de tentar dificultar as coisas. “É claro que às vezes acontece algum problema no atendimento, mas estamos trabalhando para que isso não ocorra. Qualquer um pode precisar de um atendimento daqui, e nós queremos estar prontos para atender bem toda a comunidade otaciliense”, concluiu Robson.
Atualmente 45 leitos estão disponíveis no atendimento do hospital. Segundo o presidente da entidade Célio Erthal, aproximadamente 60 internações são feitas por mês.  

sexta-feira, 7 de março de 2014

Cidadãos reclamam dos transtornos da lentidão das obras em São Joaquim

Rua Luciano Goulart (3)
São Joaquim, 07/03/2014 Redação São Joaquim Online
 
Tatus em época da copa do mundo!?
 
Em pleno ano de Copa do Mundo talvez nenhuma cidade melhor lembra o próprio mascote da copa: “um tatu”! E é assim que os moradores da Rua Luciano Goulart e da Marcos Batista estão vendo o cenário de suas estradas.
Ao que tudo indica as estradas se transformarão em um rodovia, a SC-114, que deixará de passar pelo centro de São Joaquim indo direto em mão única pela Marcos Batista (na esquina da Nataly) até a Luciano Goulart (Churrascaria do Pato).
O Problema é que a obra de sistema de adutora de água e esgoto começou no ano passado e se arrasta através dos meses causando muitos transtornos no trânsito e trazendo muita poeira e barro para os moradores e comerciantes da referida rua.
-”Não sabemos mais o que fazer, não somos contra a obra, somos contra a lentidão que as coisas estão andando é muito transtornos aqui para a gente e para nossos clientes.” Relatou um comerciante da Rua Luciano Goulart.
A Casan relatou que estava executando o trabalho de mudança da adutora, pois a rede era muito antiga, datada em 1973, e como essas ruas receberão o asfalto da rodovia seria de grande valia para a cidade que esta rede fosse modernizada com material novo.
A Casan ainda entendeu que houve demora na execução do serviço devido aos feriados de fim de ano e carnaval, mas se comprometeu a refazer imediatamente a repavimentação do referido trecho e assim tranquilizar a vida dos moradores e comerciantes.
Rua Luciano Goulart (1)   ___________________________________________________________________________
Rua Luciano Goulart (4)   ___________________________________________________________________________
Rua Luciano Goulart (2)

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Moradores se incomodam com 60 cães de uma casa em Lages

Moradores se incomodam com 60 cães de uma casa em Lages
Lages, 14/11/2013, Correio Lageano, por Susana Küster




Moradores da rua Pedro Alvares Cabral, no bairro Santa Maria, em Lages, não aguentam mais conviver com o mau cheiro e com o barulho que pelo menos 60 cães fazem em uma residência. A situação é a mesma há 6 anos, quando uma moradora começou a recolher cachorros abandonados.




Quem denuncia o caso é Fátima Aparecida Rosa. Ela é irmã de Angela, que recolhe os cães. Para tentar amenizar a situação, Fátima diz que sua irmã alugou uma chácara que hoje possui em torno de 200 cães.





Segundo ela, há um processo no Ministério Público sobre o caso, que já atraiu Vigilância Sanitária e Secretaria do Meio Ambiente ao local. Os vizinhos concordam com Fátima, mas nenhum quer se identificar, pois não querem brigar com Angela.





A reportagem tentou entrar em contato com a dona dos cães, mas no local e por telefone ninguém atendeu.





Caso foi notificado

A Secretaria do Meio Ambiente foi até o local e pediu para que Angela Aparecida Rosa diminuísse a quantidade de cães. Como ela não fez isso, foi notificada e o caso foi parar nesta semana no Ministério Público, na 13ª Promotoria do Meio Ambiente.
Foi instaurado um procedimento para apurar os fatos.





Foto:Susana Küster

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

MORADOR ESTÁ RECLAMANDO DE RUA ESBURACADA

Lages, 07/11/2013 Comando Geral
 
MORADOR DA RUA ATALIBA XAVIER NO BAIRRO SANTA CÂNDIDA EM LAGES, ENTROU EM CONTATO COM A NOSSA EQUIPE PEDINDO AJUDA SOBRE A SITUAÇÃO EM QUE SE ENCONTRA UMA RUA  EM SEU BAIRRO. SEGUNDO ELE JÁ FOI COMUNICADO A SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA DO MUNICÍPIO, MAS O PESSOAL NÃO APARECEU NO LOCAL.
 
OS MORADORES ESTÃO PEDINDO QUE A RUA SEJA PATROLADA.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Comunidade reclama de lombada em Otacílio Costa

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Otacílio Costa, 15/10/2013 Correio Otaciliense
 
 Desde o início do ano o Conselho Municipal de Trânsito vem trabalhando no sentido de diminuir os problemas e acidentes no trânsito de Otacílio Costa, para tanto, algumas medidas foram tomadas, como a instalação de lombadas e redutores de velocidade no perímetro urbano. A atitude não agradou aos moradores, que reclamaram do redutor instalado em frente a loja Matecenter, na Avenida Olinkraft.
O presidente do Conselho, Edson Pasold, explica que o objetivo é dar maior segurança aos usuários da via. “Houveram reclamações dos redutores, fizemos a retirada e no lugar instalamos uma lombada, pois recebemos pedidos diariamente para que sejam colocadas lombadas na cidade”, informa ainda, que apesar das reclamações, os pedidos são constantes e não se pode fazer a retirada por questões de segurança.
Edson adianta que em breve, estará sendo feito um completo estudo de tráfego em Otacílio Costa, que tem por objetivo apontar todos os problemas encontrados e suas possíveis soluções.
O motorista Luis Carlos Dias, disse que é favor de que no local exista a lombada, mas desde que a mesma esteja nas devidas dimensões. “Por algumas vezes, quase bati atrás de outros carros, pois ao invés de apenas reduzir a velocidade, a lombada obriga o motorista a parar o carro”, esclareceu. Luis diz que já entrou em contato com a administração atual, e foi informado de que em breve as adequações serão feitas na lombada.
O estudante Diego Silva, diz que a lombada vem sendo questionada por muitos motoristas. “Mesmo o carro não sendo rebaixado raspa na lombada, realmente é um transtorno”, avaliou. “Caso o estudo indique a retirada, vamos retirar as lombadas e encontrar outra forma de reduzir a velocidade de quem utiliza a avenida, principalmente durante a noite”, conclui Pasold.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Estandes mais caros na Festa do Pinhão


Estandes mais caros na Festa do Pinhão
Lages, 15/05/2013, Correio Lageano, por Joana Costa



Comerciantes reclamam do aumento do valor dos espaços. Empresa explica que reajuste decorre da diminuição de pontos



Há sete anos, o comerciante lageano Deivisson Vitória aproveita a Festa do Pinhão para garantir uma renda extra vendendo bebidas dentro do Parque Conta Dinheiro. No entanto, este ano, ainda não decidiu se vai instalar o seu bar dentro do parque em função do alto valor cobrado pelo aluguel. Segundo ele, o valor por todas as despesas do ponto em 2012 foi de R$ 4,5 mil. Mas nesta edição a empresa responsável pela locação está cobrando R$ 8 mil pelo mesmo local.




Segundo Deivisson Vitória, em 2011 o valor investido para o bar, incluindo aluguel, montagem do estande e impostos foi R$ 3,5 mil. Em 2012, o valor subiu para R$ 4,5 mil, sendo R$ 1,5 mil com o aluguel e R$ 3 mil com montagem do estande e impostos.




Em 2013 o valor apenas com o aluguel da mesma área, medindo nove metros quadrados, é de R$ 8 mil. Para ele, com o alto preço, a tendência é que isso seja repassado aos consumidores dentro da festa. “Se eu não pegar o ponto, outra pessoa de fora virá para ganhar dinheiro e vai repassar ao consumidor”, afirma.



O Correio Lageano conversou com outra empresa de Lages, especializada em venda de alimentos, que costuma montar estande no parque. A proprietária optou por não se identificar, mas compartilha da mesma reclamação de Deivisson Vitório. Em 2012, a emprega pagou R$ 8,5 mil pela locação, já com o estande montado. Este ano o valor cobrado é de R$ 11.870, sem a estrutura.



De acordo com ela, a justificativa dada pela empresa Sur-Loc para o aumento de preços é o fato de que este ano foi aumentado o valor da licitação pago à prefeitura pelo direito de explorar as locações. Por isso, o valor deve ser repassado aos empresários. “Eles até foram legais com a gente, mas pagaram muito para vender os espaços e agora têm que cobrar da gente”, declarou.



A empresa Sur-Loc, de São Paulo, foi a vencedora da licitação, oferecendo o valor de R$ 300 mil à prefeitura de Lages para ter o direito de comercializar os estandes dentro do Parque Conta Dinheiro. Ano passado, quem ficou responsável por este trabalho foi a empresa Art Grupo Ltda Me, que pagou R$ 234.999,90, conforme dados do Tribunal de Contas.



Empresa justifica o aumento dos aluguéis



A Sur-Loc justifica o aumento pela diminuição da quantidade de pontos para locação. “Estão sendo comercializados 55 espaços. No ano passado eram 105”, explica o representante da empresa Luciano Serpa.



Dois fatores foram considerados para justificar os preços. “Um deles é o valor pago à prefeitura, que esse ano subiu em relação ao ano passado e o segundo é o número de bares e restaurantes que vão operar”, acrescenta.



Serpa não sabe informar, precisamente, qual foi o acréscimo. “Varia de um lugar para o outro de acordo com a localização, tamanho do espaço, tipo do negócio. Então, é difícil calcular isso”, esclarece.


Também representando a Sur-loc, Carlos Krauss informa que a empresa avaliou o parque antes de definir preços. “Tem algumas diferenças de um e outro ponto”, disse. O menor aluguel cobrado é de R$ 4,5 mil, com 25 metros quadrados, na saída do parque. O ponto mais caro custa R$ 35 mil, com 100 metros quadrados na rua principal.



Em 2012 os impostos cobrados pela Receita Federal foram repassados aos comerciantes. Este ano, a Sur-Loc não decidiu se vai arcar com a despesa ou repassar. A informação dada pela empresa é que na terça-feira, 100% dos pontos estavam locados e todos para lageanos, e que há uma fila de espera.



Comerciantes podem lucrar mais este ano



O presidente da Comissão Central Organizadora, Toni Duarte, acredita que com a concorrência menor dentro do parque, os comerciantes vão lucrar mais. “Vai ter uma arrecadação maior em relação ao ano passado, porque tem menos concorrência dentro do parque”, fala.



Segundo ele, a prioridade é pela qualidade da alimentação oferecida. Por isso, a prefeitura optou por terceirizar a locação. “Durante todos os dias tem que fiscalizar a qualidade da alimentação, os procedimentos exigidos. Então, dá muito trabalho em relação a isso”, justifica. Porém, Duarte não descarta a possibilidade de o ano que vem a prefeitura passar a comercializar diretamente os pontos dentro do parque.



ShowPinhão vende todos os espaços




Também foram alugados todos os espaços do ShowPinhão. Nesta área do parque, a Associação Empresarial de Lages (Acil) é a responsável pela locação. A prioridade é para que os lageanos possam expor os seus produtor. “Nenhuma empresa de Lages que quis expor deixou de entrar”, declara o presente da Acil, Luiz Spuldaro. Segundo ele, todos os espaços estão locados e 90% dos estandes são de empresas locais. “Hoje só seis empresas são de fora”, completa.



Fotos:Joana Costa

domingo, 5 de maio de 2013

Usuários reclamam falta de abrigos

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 A falta de cobertura nos pontos de parada do transporte coletivo e a precariedade dos abrigos existentes, tem gerado desconforto aos passageiros. Estudantes, trabalhadores e aposentados que utilizam o transporte diariamente, reclamam por ter de aguardar o coletivo ao relento, a exemplo dos diversos estudantes que seguem até a UFSC e aguardam o ônibus ao longo da Avenida Jorge Lacerda, sem nenhum abrigo e os moradores do bairro Getúlio Vargas que padecem com a situação de abando dos abrigos.
Segundo a diarista Sandra Mara Pires, moradora do bairro Getúlio Vargas, devido ao bairro ficar afastado, quase que diariamente é necessário o deslocamento de ônibus até o Centro, e ter de aguardar o coletivo sem nenhuma proteção é uma situação desconfortável. “Não sabemos a quem recorrer para que abrigos sejam construídos. Precisamos de uma solução, pois o Inverno está chegando e enfrentar os dias frios, com vento e chuva não será nada fácil”, destaca Sandra.
Ela revela que a situação é complicada mesmo em locais que dispõem de abrigos cobertos. “Em locais que tem abrigo, quando chove o barro toma conta, pois não existe uma calçada ou piso. O passageiro aguarda o ônibus fora do ponto por causa do barro”, observa Sandra Mara.
De acordo com a sócia-diretora da Auto Viação Curitibanos Ana Paula Scaramuzza, os ônibus da empresa passam por cerca de cem pontos de parada em todos os bairros e mesmo não sendo responsabilidade da empresa, alguns serviços de manutenção são realizados, para atender as solicitações do usuário. “Cabe a empresa atender o ir e vir do passageiro e ao poder público a execução e manutenção de abrigos que fazem parte do mobiliário urbano”, informa Ana Paula.
Segundo o secretário de Transporte e Obras Hercílio Beppler, a Prefeitura é a responsável em atender a essa demanda, no entanto, não existe recurso orçamentário previsto para aquisição ou construção de abrigos.
Outra situação apontada pelo secretário é que os proprietários dos imóveis são responsáveis pela construção das calçadas onde os pontos de parada estão instalados. “Uma solução é retirar os abrigos que estão em chão batido e colocar em locais cujos donos já fizeram as calçadas, mas a princípio colocaremos pedras para amenizar a situação”, garante o secretário.
Hercílio ressalta que será realizada licitação para concessão das linhas do transporte urbano de passageiros, e uma cláusula exigirá que a empresa vencedora efetue o serviço de instalação e manutenção de abrigos. “Podemos ainda, conversar com empresas privadas, para que façam o abrigo e em troca utilizem o espaço para publicidade. Empresários interessados podem nos procurar na Secretaria”, finaliza Hercílio.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Parece piada: Sistema bloqueia celular e presos tentam reclamar com operadoras, em SP

São Paulo, 14/01/2013, Pop News Brasil



Depois da instalação de um software que bloqueia ligações de celulares no Centro de Detenção Provisória de Mogi das Cruzes, em São Paulo, os presidiários tentaram ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) de várias operadoras para reclamar do problema.



O sistema funciona desde o dia 18 de outubro e foi instalado sem os detentos saberem. Até agora, o aproveitamento foi de 100%, de acordo com relatório obtido pelo jornal “Folha de S. Paulo”.



Segundo o documento, foram detectados 1.513 chips dentro da prisão nos primeiros nove dias de testes. Destes, 264 eram de agentes penitenciários, funcionários e visitas. O sistema bloqueia qualquer tipo de celular.