Mostrando postagens com marcador Aumento de Preços. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aumento de Preços. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Começou o efeito cascata: Luz para população de baixa renda sobe 57,9%


3199 
Santa Catarina, 08/08/2014 Milton Barão


Famílias que recebem até três salários mínimos, ou estão incluídas no Cadastro Único para programas sociais do governo federal ou têm algum integrante portador de necessidades especiais pagam uma tarifa diferenciada.
Apesar de ainda continuar abaixo da tarifa paga pela maioria da população, a energia para faixa de baixa renda foi a que mais subiu no reajuste:57,9%. Para famílias que não recebem o benefício o aumento é de 22,45%.
A faixa de baixa renda já prevê uma cobrança menor do que famílias que não estão inclusas no benefício, dependendo da quantidade de luz utilizada no mês.
Quem consome até 30 kWh (quilowatt-hora) por mês paga R$ 0,12 por unidade de energia. Esse valor cresce de acordo com o consumo. Acima de 220 kWh, a tarifa chega a R$ 0,35. Outras mudanças deve ser aplicadas em 2015, segundo a especialista em regulamentação da Aneel, Flávia Lis.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Tarifa da energia elétrica fica 22,47% mais cara a partir de quinta-feira no Estado

Florianópolis, 05/08/2014, Fecomércio-Sc



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) analisou o pedido da distribuidora Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A.(Celesc) nesta terça-feira (05) pela manhã e decidiu por aplicar um aumento de 22,47% na conta de energia para residências. O aumento médio será de 22,62%.



No mês passado, a distribuidora catarinense pediu um reajuste de 20,49%. O reajuste começa a valer a partir de quinta-feira (07). A decisão foi divulgada às 11 horas  desta terça-feira, em uma audiência realizada por diretores técnicos da agência reguladora, em Brasília.



Desde 2010, quando a Aneel passou a permitir que a distribuidoras entregassem um pleito para reajuste de tarifas, é a primeira vez que a agência reguladora aplica um aumento acima do que a Celesc havia solicitado. Em termos comparativos, em 2013 o reajuste solicitado pela Celesc foi de 25,33%, sendo que o concedido pela Aneel foi de apenas 13,73%, ou seja, panorama muito diferente do atual.



Isso tem relação direta com a má situação econômica e financeira das distribuidoras de energia em todo o país. A forte seca de 2013 forçou o Brasil a utilizar as usinas termelétricas, o que encareceu sobremaneira o custo da energia. Desta maneira, aliado ao fato do preço da energia já estar artificialmente contido pelo governo federal, as distribuidoras passaram a apresentar péssimos resultados financeiros.



Para sanar estas dificuldades, além dos reajustes tarifários maiores, foram contratados dois vultosos empréstimos junto aos bancos públicos, direcionados para o sistema elétrico brasileiro. Serão R$ 6,5 bilhões para irrigar o caixa da Eletrobras, sendo R$ 4 bilhões do Banco do Brasil e outros R$ 2,5 bilhões contratados junto à Caixa.



Está acertada, também, a segunda tranche do empréstimo às empresas distribuidoras de energia, no montante de R$ 6,5 bilhões. Esse valor será assim distribuído: R$ 3 bilhões do BNDES e R$ 3,5 bilhões dos demais bancos, inclusive BB e Caixa, além dos grandes do setor privados. O valor de cada um será proporcional à participação que a instituição teve no empréstimo de R$ 11,2 bilhões.



A Fecomércio considera que os atuais reajustes são indispensáveis para sanar a situação das distribuidoras como a Celesc, já que os mesmos são frutos de uma situação extraordinária do nosso sistema elétrico. Entretanto, é necessário criticar a leniência das grandes obras de aumento da capacidade energética nacional, que já deveriam estar finalizadas, como é o caso de Belo Monte, por exemplo. Se estas obras, juntamente com todo o restante das obras envolvendo a infraestrutura nacional, estivessem finalizadas, o paradigma de custos e a competitividade brasileira seriam muito beneficiados, fator que, infelizmente, não vem ocorrendo.





Foto:Divulgação/Ilustrativa

terça-feira, 15 de julho de 2014

Prefeitura analisa pedido de reajuste

Prefeitura analisa pedido de reajuste
Lages, 16/07/2014, Correio Lageano, por Silviane Mannrich



A prefeitura de Lages deverá apresentar até a próxima sexta-feira (18) uma contraproposta ao pedido de aumento da tarifa de ônibus da Transul. A direção da empresa que é responsável pelo transporte coletivo na cidade formalizou o pedido para o aumento neste mês. O reajuste médio é de 11,78%.



De acordo com o procurador-Geral do Município, Fabrício Reichert, a justificativa do reajuste seria o aumento do combustível, insumos, salários de funcionários, entre outros. “Vamos abrir um canal de negociação, mas qualquer decisão que for tomada será de forma que não prejudique o usuário. Vamos agir com bastante cautela. O foco da administração é o usuário”, afirma Fabrício.



O procurador lembra, ainda, que o contrato com a prefeitura exige que haja qualidade no serviço prestado. “Tudo será analisado”, salienta. Se a solicitação for aceita, a passagem dos ônibus em Lages passará a R$ 2,76 no cartão e a R$ 2,95 na tarifa embarcada.



Segundo a empresa, mesmo que seja aceito, o reajuste estará abaixo da inflação medida pelo IGPM de janeiro de 2013 a junho de 2014, de 12,28%. O último reajuste na tarifa aconteceu em dezembro de 2012.



População cobra qualidade


O anúncio de um possível aumento na passagem gerou inúmeros comentários dos usuários nas redes sociais. Os lageanos pedem mais qualidade no transporte público, além de mais linhas nos horários de pico. Alguns reclamam que chegam a esperar cerca de uma hora nos bairros para conseguir pegar um ônibus e muitos estão lotados.




Foto:Paulo Chagas/Divulgação

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Transul pede aumento na passagem dos ônibus

Lages, 15/07/2014, Correio Lageano


A direção da Transul encaminhou à prefeitura de Lages um pedido de aumento no preço para este mês nas tarifas do transporte coletivo urbano. Solicita um reajuste médio de 11,78%.



Se o pedido for aceito, a passagem dos ônibus em Lages passará a R$ 2,76 no cartão e a R$ 2,95 na tarifa embarcada. Segundo a empresa, mesmo que seja aceito, o reajuste estará abaixo da inflação medida pelo IGPM, de janeiro de 2013 a junho de 2014, de 12,28%.



No pedido, a Transul argumenta que há um ano e meio não ocorre aumento no preço das tarifas do transporte coletivo, e o cálculo é feito com base nas planilhas de custo do setor. A decisão caberá ao prefeito Elizeu Mattos.



Na mesma planilha de custos enviada para análise do Executivo, estão expostos todos os insumos que oneraram o transporte no período de 18 meses, e que tiveram majoração, entre eles o diesel (15,91%), os salários (18,28%) e os pneus (9,28%).



Ainda na sua argumentação, a empresa sustenta que, apesar da elevação dos preços dos insumos, ela manteve os investimentos, adquirindo quatro novos ônibus. O cálculo da planilha tarifária apontou um aumento dos custos de 12,24%, com relação a dezembro de 2012.



“Caso o reajuste seja concedido a partir da nossa proposta, ainda teremos em Lages, uma das menores tarifas do transporte coletivo de Santa Catarina”, ressalta o diretor Humberto Arantes.




Foto:Arquivo CL

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Estacionamento rotativo de veículos durante uma hora já custa R$ 1,00, em Lages

Lages, 09/06/2014, Assessoria de imprensa



A partir desta segunda-feira (09) passaram a vigorar os novos valores para o uso do estacionamento rotativo de veículos automotores, delimitado pela Área Azul, em Lages, que compreende em torno de 1.300 vagas, distribuídas em 20 ruas do Centro e do bairro Coral.



O uso do cartão é obrigatório nestas áreas. Para o estacionamento de veículos durante uma hora, o bloco composto por dez cartões custará R$ 10,00 e a unidade, R$ 1,00. Já o bloco com dez cartões de duas horas custará R$ 20,00 e a unidade, para duas horas de estacionamento, R$ 2,00.



Os motoristas de veículos estacionados em locais onde se permite a parada para carga e descarga de mercadorias em espécie, mediante identificação e sinalização na via, baseadas na legislação de trânsito, poderão adquirir o bloco específico com dez cartões de 30 minutos, a R$ 10,00, ou a unidade, para 30 minutos, a R$ 1,00.



A sinalização do sistema integrante da Área Azul contém informações sobre dias, horários e períodos de estacionamento, bem como ser veículo de passageiro ou de carga. Veículos de carga e descarga são caminhões, furgões mistos/camionetes (as), cargas/camionetes (as) até cinco toneladas. O estacionamento rotativo é controlado por funcionárias da Associação de Assistência Social, Trabalho e Cidadania (Samt).



De segunda a sexta


De acordo com o coordenador da Área Azul, Éder de Liz, o estacionamento rotativo vale de segunda a sexta-feira, das 9h 12h e das 14h às 18h, mas livre em sábados, domingos e feriados.



Deficientes físicos e idosos


Para os deficientes físicos, o estacionamento exclusivo é gratuito por duas horas, mas é necessário o cidadão possuir a autorização obtida junto à Diretoria de Trânsito (Diretran) e fixada em lugar visível no carro. O estacionamento dos idosos deverá ser pago, sendo que o exclusivo poderá ser utilizado por pessoas a partir dos 60 anos, mediante credencial, também podendo permanecer na vaga por duas horas.



Talões padronizados 


Os motoristas devem adquirir os cartões padronizados e devidamente numerados, em que se respeita uma série, junto às orientadoras da Área Azul, que se deslocam pelas ruas da área rotativa.



Os cidadãos devem preencher os cartões corretamente, sem rasuras, com dia, mês, ano, horário de chegada à vaga e dados das placas do veículo, deixando o cartão no interior do carro, em local visível à orientadora, que procederá com a observação dos dados e com o tempo de permanência no estacionamento, verificando se o prazo não foi desobedecido, e anexando no veículo, advertências, se necessário, conforme Éder de Liz.



É proibida a reutilização de cartão já preenchido, rasuras, outros usos indevidos, bem como cartão em branco, preenchimentos incorretos, incompletos ou a lápis.




Foto:Arquivo CL

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Taxistas reivindicam reajuste de preços

taxi lagesLages, 05/06/2014 Milton Barão

Sem aumento há três anos, os taxistas de Lages estão reivindicando um reajuste na bandeirada. Esse aumento precisa ser autorizado pelo município, e por isso na quarta-feira o sindicato da categoria esteve na prefeitura.
Porém foram atendidos pelo executivo de gabinete Pedro Freitas, e por isso não houve diálogo, já que desejam falar com o prefeito, que estava em Brasília, com retorno previsto para esta quinta-feira. Por isso mesmo a conversa ficou para a próxima segunda-feira.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Tarifa de água terá aumento a partir do mês de julho

Tarifa de água um pouco mais salgada a partir do mês de julho
Lages, 16/05/2015, Correio Lageano, por Silviane Mannrich



A conta de água vai ficar mais cara para os lageanos  na próxima fatura. O aumento foi anunciado na tarde desta quinta-feira (15) pela Secretaria Municipal de Água e Saneamento (Semana). A tarifa está defasada desde janeiro de 2011.



O aumento será de 19,75% e foi determinado pela Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico de Santa Catarina (Agesan) que presta assessoria técnica à Semasa. “Nosso objetivo é recompor as perdas e fazer um equilíbrio tarifário, o valor mensal será de cerca de R$ 400 mil que utilizaremos como investimentos”, explica o secretário da Semasa,  José Volnei Constante.




O pedreiro Nilton Ademir das Neves mora com mais três pessoas no bairro da Várzea. Ele gasta entre R$ 30  e R$ 40 por mês de água. Para  ele o aumento não será tão significativo. “Era melhor que continuasse no mesmo valor, mas a gente entende que precisa aumentar para que eles melhorem o trabalho”, comenta o pedreiro.




A Semasa  possui 47 mil ligações, destas apenas 550  pagam tarifa social.  A arrecadação média mensal é de cerca de R$ 2,3 milhões. O diretor de Operações da Semasa, Vilson Rodrigues, lembra que antes eram 2.200 famílias que pagavam a tarifa social, mas que há muito tempo não se enquadravam nos critérios. “Fizemos um pente-fino e readequamos”, finaliza.



Semasa investiu R$ 8 milhões em 2013


Os investimentos na melhoria do sistema de captação, tratamento e distribuição de água potável pela Semasa alcança R$ 8 milhões. Ajudaram a diminuir em 75% o número de reclamações da população pela falta de água na época do verão.
Quatro novos geradores de energia foram adquiridos, dois deles implantados no ponto de captação de água, no rio Caveiras, e mais dois na Estação de Tratamento de Água (ETA), no Popular.



Os investimentos abrangem, ainda, a implantação de novas redes, melhoria na capacidade e eficiência do sistema de tratamento, compra e instalação de novos “boosters” (sistema automático de bombeamento), implantação de uma Central de Controle Operacional (CCO), treinamento de pessoal. Nos bairros Pró-Morar e Bela Vista foram implantadas redes novas e instalados registros e válvulas de reajustamento de pressão.



Veja como ficará o aumento
Valores atuais


  •  Tarifa Residencial    R$ 19,90
  •  Tarifa Comercial    R$ 27,76
  •  Tarifa Industrial    R$ 27,76
  •  Tarifa Pública    R$ 27,76
  •  Tarifa Social    R$ 3,75


Valores reajustados
  •  Tarifa Residencial    R$ 23,83
  •  Tarifa Comercial    R$ 33,24
  •  Tarifa Industrial    R$ 33,24
  •  Tarifa Pública    R$ 33,24
  •  Tarifa Social    R$ 4,49



Foto: Silviane Mannrich

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Custas de cartório poderão aumentar mesmo com veto do Governo

Custas de cartório poderão aumentar mesmo com veto do Governo
Lages, 31/01/2014, Correio  Lageano, por Silviane Mannrich



O governador Raimundo Colombo vetou uma decisão da Assembleia Legislativa que aumentava os valores das custas de cartório em Santa Catarina. A lei complementar 622/2013 foi sancionada no ano passado. A questão volta a ser discutida, pois a assembleia poderá derrubar o veto do governador no próximo mês, quando iniciar os trabalhos de 2014.



A lei aprovada têm quatro vetos do governador. Foram rejeitados os artigos, incluídos por emendas parlamentares, que aumentavam taxas. Entre elas, o reajuste do reconhecimento de firma, que custa R$ 2,25 e passaria para R$ 13,00.



O secretário da Casa Civil, Nelson Serpa, explica que o governador vetou parcialmente a decisão da Assembleia, acatando a proposta do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e reforçando a autonomia do Poder Judiciário. “O Governo do Estado também entende que é preciso proteger os usuários de cartórios para não ficarem expostos a aumentos exagerados nos valores dos serviços. A partir de agora, a decisão fica a cargo da Assembleia, que pode derrubar o veto do governador”, ressalta.




Justificativa: A justificativa do veto do governador foi baseada na nota técnica enviada pelo Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina (TJ-SC). “O projeto de Lei Complementar além de ser muito oneroso à parte, (…) vai de encontro ao estabelecido na Lei Federal n° 6.015/73 e ao Novo Código de Normas da Corregedoria da Justiça”. Outra emenda vetada previa o repasse do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), atualmente pago pelo cartório, ao usuário.




De acordo com a nota, o governador afirmou que era inconstitucional. “Verificou a existência de uma aparente inconstitucionalidade na proposta aprovada, especialmente naquilo que diz respeito a atribuir-se a responsabilidade pelo pagamento do valor equivalente ao ISSQN ao usuário do serviço notarial”.




Faturamento: O levantamento feito pela corregedoria do Conselho Nacional de Justiça em 2006 apontou que os brasileiros deixaram R$ 4 bilhões nos cartórios do país. Os valores totais dos 584 cartórios de Santa Catarina não foram informados. Um dos cartórios do Estado de registro de imóveis em Florianópolis, arrecadou no primeiro semestre de 2013, cerca de R$ 3,5 milhões.




Tabeliã acha que valores propostos são elevados


Para a tabeliã do 4º Tabelionato de Notas e Protestos de Lages, Yara Faria Camargo, o valor cobrado principalmente para o reconhecimento de firma é um absurdo, mas lembra que os custos para os tabeliões aumentou muito. “Tem muitas pessoas que têm mais do que um documento para reconhecer firma e o custo seria alto para os lageanos. Não se pode comparar São Paulo, com Lages”, afirma Yara, lembrando que em São Paulo o custo para reconhecer firma chega a este valor.



O assessor do 4° Tabelionato, Alexandre Wolff, lembra que o reconhecimento de firma, principalmente para a transferência de veículos, é em grande quantidade diariamente.



Defasagem: De acordo com o presidente da Associação dos Notários e Registradores de Santa Catarina, Otávio Guilherme Margarida, os preços cobrados nos cartórios de Santa Catarina estão ultrapassados comparando com outros estados brasileiros. “As taxas são as mais baixas do país e nós possuímos os cartórios mais eficientes”, afirma Otávio.




Ele explica que com aprovação do Projeto de Lei 80% dos serviços prestados pelos cartórios não terão reajustes. O aumento para o reconhecimento de firma que pode custar R$ 13,00 será cobrado em apenas um dos casos: para transferência de veículos. Sobre o valor cobrado para escritura sem valor (R$ 24,50), ele ressalta que o valor não cobre nem as despesas do tabelionato. “O projeto foi enviado pelo Tribunal de Justiça e aprovado unanimemente pelos deputados. Agora é uma questão política”, completa Otávio.



Alguns aumentos propostos

Reconhecimento de firma ou letra:
  • Valor atual: R$ 2,25 por assinatura
  • Valor proposto na lei: R$ 13,00 por assinatura
Escritura sem valor (adoção, emancipação, pacto antenupcial, convenção de condomínio, quitação, rescisão, etc):
  • Valor atual: R$ 24,50
  • Valor proposto na lei: R$ 71,30
 Emolumentos devidos no loteamento, desmembramento, incorporação e instituição de condomínio:
  •  Valor atual: R$ 490,00 mais R$ 7,45 por unidade
  •  Valor proposto na lei: R$ 980,00 mais R$ 70,00 por unidade


Foto: Silviane Mannrich

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Preço dos imóveis em Otacílio Costa dispara

$alttext
Otacílio Costa, 09/12/2013 Correio Otaciliense

 Na última década, o preço dos imóveis em Otacílio Costa, uma das maiores cidades da Serra, acelerou. A valorização ocorreu principalmente de oito anos para cá. Os terrenos são os mais procurados. Segundo o corretor de imóveis, Anderson Venturi, antes um terreno no Centro Administrativo - considerado uma área nobre da cidade, custava em torno de R$ 100 mil. Hoje, porém, o mesmo imóvel não custa menos que R$ 400 mil.
Para ele, o desenvolvimento econômico da cidade explica esta valorização. Nos últimos anos, o comércio local expandiu-se e novas empresas, sobretudo dos setores têxteis e compensados, se instalaram na cidade, contribuindo para o crescimento. O bairro Poço Rico é um dos mais procurados para a construção de moradias. Venturi afirma que um terreno no local de 400 metros quadrados, que há 12 anos custava cerca de R$ 6 mil, não é vendido hoje por menos de R$ 100 mil.
Já por parte dos investidores, o Centro Administrativo é o ponto mais procurado. Além da infraestrutura existente, o local é estratégico, pois fica no coração da cidade, sendo cortado pela avenida principal do município. Para ele, a valorização imobiliária em Otacílio Costa vai continuar. “Investir em imóveis é um bom negócio, eles sempre vão valorizar, diferente de um carro que perde valor com o tempo”, ressalta.
O termômetro dos bons preços, diz o corretor, é o número expressivo de construções que podem ser vistas na cidade.  “Tem muitas construções na cidade. São pessoas que apostam no município”, completa Venturi. 

Infraestrutura

A melhoria na infraestrutura urbana dos últimos anos, pode ter ajudado no aumento dos valores imobiliários. Otacílio Costa conta, hoje, com centenas de ruas asfaltadas. As obras ocorreram graças a uma parceria entre o município e moradores.
Nos últimos anos, também foram investidos em passeios públicos, ajudando a atrair mais gente para a cidade. As obras valorizaram os imóveis e elevaram a autoestima da população que acabou investindo em melhorias residenciais e comerciais.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Postos de Lages ainda variam os preços dos combustíveis

Postos de Lages ainda variam os preços dos combustíveis
Lages, 04/12/2013, Correio Lageano, por Silviane Mannrich



Os lageanos que esperavam encontrar a gasolina com preço maior do que R$ 3,00, na manhã desta terça-feira (03), se surpreenderam. Pois, a maioria dos postos ainda estão trabalhando com preços abaixo deste valor.



O consumidor que pesquisar pode encontrar uma diferença de até R$ 0,16 por litro de um posto de combustível para o outro. A estimativa do presidente da Associação Catarinense dos Revendedores de Combustíveis, Sadi Montemezzo, é que os preços continuem nesta média. “Alguns donos de postos de combustíveis ainda não receberam a nova remessa de gasolina, mas os preços não devem variar muito”, afirma Sadi.



Ele diz, ainda, que o maior  aumento foi no óleo diesel. “O diesel nos surpreendeu. A partir dos próximos dias as companhias deverão ajustar os valores, mas pode variar de uma companhia para outra, por isso, ainda teremos diferenças de preços”, destaca Sadi.



Imposto:  O presidente, explica, ainda, que haverá mais um imposto sob o combustível que será a nova base de cálculo de ICMS no Estado, o que poderá aumentar de R$ 0,01 e R$ 0,02 o litro da gasolina. “Acredito que esse valor não será repassado para o consumidor. Esperamos que  os preços não ultrapassem o patamar atual”, completa Sadi. De acordo com a ferramenta Lupa no Imposto do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), no preço final da gasolina 53% é imposto.


Álcool ou gasolina


Mesmo com o aumento do litro da gasolina ainda é mais vantajoso abastecer com este combustível do que com o etanol. Para saber o que é mais econômico, o consumidor deve dividir o valor do litro do álcool pelo da gasolina. Se o resultado for menor que 0,7, compensa abastecer com álcool. Caso contrário, o melhor é optar pela gasolina. Se utilizarmos o valor de R$ 2,95 para a gasolina e R$ 2,50 para o etanol, dividindo, o valor será de 0,8, o que segundo especialistas é desvantajoso, pois o álcool consume mais.



Variação dos preços

  •  R$ 2,88
  •  R$ 2,90
  •  R$ 2,95
  •  R$ 2,99
  •  R$ 3,04


Foto:Silviane Mannrich

terça-feira, 30 de julho de 2013

Aneel autoriza reajustes de energia para Santa Catarina

Aneel autoriza reajustes de energia para Santa Catarina
Brasília, 31/07/2013, Agência Brasil




A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira  (30) o reajuste tarifário das empresas Celesc Distribuição e Iguaçu Distribuidora de Energia Elétrica (Ienergia), em Santa Catarina, e Jari Celulose, Papel e Embalagens, no Pará. As novas tarifas entrarão em vigor no dia 7 de agosto.



Para a Celesc, que atende a 2,5 milhões de unidades consumidoras localizadas em 260 municípios de Santa Catarina e um do Paraná, o aumento será 12,9% para as residências e 14,07% para as indústrias.



Os consumidores residenciais atendidos pela Ienergia terão reajuste de 5,87% e os industriais, de 10,01%. A distribuidora atende a 33 mil unidades consumidoras localizadas nos municípios catarinenses de Xanxerê, Xaxim, Marema, Entre Rios, Bom Jesus e Lageado Grande.



A empresa Jari teve aprovado um reajuste de 2,55% para todas as categorias de consumidores. A Jari é uma produtora independente de energia, com autorização para atender a 2,9 mil unidades localizadas nas localidades próximas à fábrica de celulose de sua propriedade: distrito de Monte Dourado e vilas de Munguba, Planalto e São Miguel, pertencentes ao município de Almeirim, no estado do Pará.



O reajuste é anual e calculado de acordo com a variação de custos que a empresa teve no decorrer do período. A fórmula de cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) e o fator que subtrai os ganhos de produtividade e outros custos como energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais.



Foto:Divulgação/Ilustrativa

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Divulgado preço dos combustíveis que vale a partir de 1º de agosto

Divulgado preço dos combustíveis que vale a partir de 1º de agosto
Brasília, 26/07/2013, CNT


Acre tem os litros mais caros de gasolina, diesel e etanol. Em Santa Catarina o valor deve ficar em R$ 2,88.



O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou no Diário Oficial da União (DOU), o preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) de vários combustíveis em diversos Estados. Em apenas oito dos 25 entes federativos, os valores foram alterados. Os novos preços serão adotados a partir de 1º de agosto.



Em relação à gasolina, o Estado que cobra mais caro pelo litro do combustível é o Acre, R$ 3,26. Em seguida, Rondônia, (R$ 3,05), Tocantins, R$ (3,03) e Amazonas (R$ 3,02). O litro mais barato é o praticado na Paraíba, R$ 2,80. Não foram divulgados os preços da Bahia e do Rio Grande do Sul.



Fotos:CNT/Divulgação

terça-feira, 14 de maio de 2013

Estandes mais caros na Festa do Pinhão


Estandes mais caros na Festa do Pinhão
Lages, 15/05/2013, Correio Lageano, por Joana Costa



Comerciantes reclamam do aumento do valor dos espaços. Empresa explica que reajuste decorre da diminuição de pontos



Há sete anos, o comerciante lageano Deivisson Vitória aproveita a Festa do Pinhão para garantir uma renda extra vendendo bebidas dentro do Parque Conta Dinheiro. No entanto, este ano, ainda não decidiu se vai instalar o seu bar dentro do parque em função do alto valor cobrado pelo aluguel. Segundo ele, o valor por todas as despesas do ponto em 2012 foi de R$ 4,5 mil. Mas nesta edição a empresa responsável pela locação está cobrando R$ 8 mil pelo mesmo local.




Segundo Deivisson Vitória, em 2011 o valor investido para o bar, incluindo aluguel, montagem do estande e impostos foi R$ 3,5 mil. Em 2012, o valor subiu para R$ 4,5 mil, sendo R$ 1,5 mil com o aluguel e R$ 3 mil com montagem do estande e impostos.




Em 2013 o valor apenas com o aluguel da mesma área, medindo nove metros quadrados, é de R$ 8 mil. Para ele, com o alto preço, a tendência é que isso seja repassado aos consumidores dentro da festa. “Se eu não pegar o ponto, outra pessoa de fora virá para ganhar dinheiro e vai repassar ao consumidor”, afirma.



O Correio Lageano conversou com outra empresa de Lages, especializada em venda de alimentos, que costuma montar estande no parque. A proprietária optou por não se identificar, mas compartilha da mesma reclamação de Deivisson Vitório. Em 2012, a emprega pagou R$ 8,5 mil pela locação, já com o estande montado. Este ano o valor cobrado é de R$ 11.870, sem a estrutura.



De acordo com ela, a justificativa dada pela empresa Sur-Loc para o aumento de preços é o fato de que este ano foi aumentado o valor da licitação pago à prefeitura pelo direito de explorar as locações. Por isso, o valor deve ser repassado aos empresários. “Eles até foram legais com a gente, mas pagaram muito para vender os espaços e agora têm que cobrar da gente”, declarou.



A empresa Sur-Loc, de São Paulo, foi a vencedora da licitação, oferecendo o valor de R$ 300 mil à prefeitura de Lages para ter o direito de comercializar os estandes dentro do Parque Conta Dinheiro. Ano passado, quem ficou responsável por este trabalho foi a empresa Art Grupo Ltda Me, que pagou R$ 234.999,90, conforme dados do Tribunal de Contas.



Empresa justifica o aumento dos aluguéis



A Sur-Loc justifica o aumento pela diminuição da quantidade de pontos para locação. “Estão sendo comercializados 55 espaços. No ano passado eram 105”, explica o representante da empresa Luciano Serpa.



Dois fatores foram considerados para justificar os preços. “Um deles é o valor pago à prefeitura, que esse ano subiu em relação ao ano passado e o segundo é o número de bares e restaurantes que vão operar”, acrescenta.



Serpa não sabe informar, precisamente, qual foi o acréscimo. “Varia de um lugar para o outro de acordo com a localização, tamanho do espaço, tipo do negócio. Então, é difícil calcular isso”, esclarece.


Também representando a Sur-loc, Carlos Krauss informa que a empresa avaliou o parque antes de definir preços. “Tem algumas diferenças de um e outro ponto”, disse. O menor aluguel cobrado é de R$ 4,5 mil, com 25 metros quadrados, na saída do parque. O ponto mais caro custa R$ 35 mil, com 100 metros quadrados na rua principal.



Em 2012 os impostos cobrados pela Receita Federal foram repassados aos comerciantes. Este ano, a Sur-Loc não decidiu se vai arcar com a despesa ou repassar. A informação dada pela empresa é que na terça-feira, 100% dos pontos estavam locados e todos para lageanos, e que há uma fila de espera.



Comerciantes podem lucrar mais este ano



O presidente da Comissão Central Organizadora, Toni Duarte, acredita que com a concorrência menor dentro do parque, os comerciantes vão lucrar mais. “Vai ter uma arrecadação maior em relação ao ano passado, porque tem menos concorrência dentro do parque”, fala.



Segundo ele, a prioridade é pela qualidade da alimentação oferecida. Por isso, a prefeitura optou por terceirizar a locação. “Durante todos os dias tem que fiscalizar a qualidade da alimentação, os procedimentos exigidos. Então, dá muito trabalho em relação a isso”, justifica. Porém, Duarte não descarta a possibilidade de o ano que vem a prefeitura passar a comercializar diretamente os pontos dentro do parque.



ShowPinhão vende todos os espaços




Também foram alugados todos os espaços do ShowPinhão. Nesta área do parque, a Associação Empresarial de Lages (Acil) é a responsável pela locação. A prioridade é para que os lageanos possam expor os seus produtor. “Nenhuma empresa de Lages que quis expor deixou de entrar”, declara o presente da Acil, Luiz Spuldaro. Segundo ele, todos os espaços estão locados e 90% dos estandes são de empresas locais. “Hoje só seis empresas são de fora”, completa.



Fotos:Joana Costa

quarta-feira, 6 de março de 2013

Por não ter reajuste durante três anos, mensalidade da Uniplac agora é alta


A dose era tão pequena que acabou matando o paciente. Pois foi assim que aconteceu com a Uniplac, ou seja, em 2008, 2009 e 2010 não teve reajuste das mensalidades, numa tentativa de se manter alunos, já que a evasão era grande. Enquanto isso havia o reajuste de salários e da despesa de manutenção.
Uniplac conselho adm (2)
Então em 2012 o reajuste das mensalidades foi de 10,35% e em 2013 o mesmo percentual. O que acabou gerando o protesto da semana passada, onde segundo a presidente do Conselho de Administração, Luci Ramos: “as mesmas pessoas que usavam nariz de palhaço no protesto do Aristiliano Ramos, também estavam presentes no protesto da Uniplac, ou seja, parece que tem profissionais especializados em protestos”.

Intervenção

Mas esse não é o único problema da instituição, pois some-se a isso a dívida bancária, superior a R$ 38 milhões, devida à 12 bancos. Seis já negociaram e ainda falta outro tanto.
“Enquanto a Uniplac estiver sob intervenção judicial, os bancos não podem “meter a mão” no dinheiro em caixa, mas no dia que acabar a intervenção, os bancos levam até o dinheiro dos salários”, lembrou Walter Manfroi. Aliás, o Banco Bic chegou a conseguir isso tempos atrás, porém teve de devolver.

Hora Atividade

Só que negociação da dívida bancária e mensalidades são apenas parte dos problemas da instituição, que tem ainda a questão da chamada “hora atividade”. Uma perícia solicitada pelo sindicato constatou que até 2016 a Uniplac não tem como arcar com mais essa despesa na folha, o que significaria um aumento de 18%.

Mensalidade

“A mensalidade é a única fonte de recursos da Uniplac, que é uma universidade comunitária, portanto, quem quiser estudar de graça, tem de fazer vestibular nas federais ou na Udesc. Ou então escolher os cursos de licenciatura, que são gratuitos, bancados pelo governo do Estado”, resumiu o interventor durante a coletiva desta quarta-feira, com a presença do Conselho de Administração.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Álcool entra na disputa pela preferência

Álcool entra na disputa pela preferência
Lages, 12/02/2013, Correio Lageano, por Begair Godóy




Média dos valores nos postos em Lages está em R$ 2,87, contra R$ 2,32 do etanol diferença acentuada no recente aumento


Com o reajuste de 6,6% autorizado pela Petrobras para a gasolina, o preço médio do combustível em relação ao etanol faz com que em alguns postos de Lages seja mais vantajoso abastecer com o álcool, diz o presidente da Associação Catarinense dos Revendedores de Combustíveis, Sadi Montemezzo. Isso mesmo com o novo aumento em torno de R$ 0,03 a R4 0,04 previstos para dia 16 deste mês no preço  da gasolina.



Montemezzo diz que é vantajoso porque antes aumentava o combustível e o álcool subia também. Dessa vez, foi diferente e viabilizou o abastecimento no carro Flex. “Nunca, nos últimos 4 anos anos, registrou-se uma diferença expressiva do álcool para a gasolina, que é de 22% mesmo o carro Flex gastando 10% a mais vale a pena”, explica.




Sadi afirma que o mercado é livre, ou seja o empresário pratica o preço que for melhor para ele. Em Lages os valores são bem equilibrados e a diferença fica entre dois a cinco centavos. “Dois centavos num preço da gasolina é muito dinheiro para a margem que nós trabalhamos”, diz ele lembrando que é uma questão de mercado e tem que se considerar os custos para se manter um posto e por isso os revendedores agregam valores.




Os presidente afirma que  o Brasil tem uma carga tributária mais cara do mundo e assegura que os impostos de combustível passa de 50%. Só para se ter uma ideia, segundo ele, a margem de lucro de cinco anos atrás quando o salário mínimo passava pouco de R$ 300 reais a margem aplicada é a mesma. “Dobramos a carga tributária e a despesa de cada revendedor e mantemos a mesma margem. No entanto o revendedor que paga aluguel por exemplo terá um margem menor”, comenta.



Centro ameniza o aumento



Sadi  explica que há cinco anos a  frota de veículos de Lages era de  mais de 40 mil. Agora passa de 80 mil. O o aumento da frota e consequentemente o crescimento da venda de combustível permitiu novo fôlego aos empresários do ramo. Outro fator que pode ajudar nesse cenário é o Centro de Distribuição de Combustível. Criado há cerca de 90 dias, o centro opera com a rede Ipiranga em parceria com a Idaza, que acabou barateando o frete e se pode comercializar os combustível na faixa de R$ 2,88.




O presidente adianta que outras companhias tem interesse de participar da distribuição de combustível. “A cidade, a sociedade, o retorno do ICMS todos ganham”, observa. Por mês os postos de Lages abastecem em torno de 4,5 milhões de litros de combustíveis



Consumidor tem que pesquisar



Abastecer com álcool só é mais econômico para o motorista quando o preço do litro do etanol não passa de 70% do valor cobrado pelo litro da gasolina. O consumidor vai ter que pesquisar. Em Lages, a relação entre os dois combustíveis está entre 40 centavos . Além disso, o preço do etanol irá sofrer alterações nos próximos meses devido ao período de entressafra, que diminui a produção de cana de açúcar.



A variação também afeta o litro da gasolina, que agora tem 25% do etanol em sua composição. Daniel Ribeiro (22) comprou um carro Flex há três anos. Quando o almoxarife efetivou a compra estava convencido que era o melhor negócio. Hoje ele reconhece que deveria ter pensado melhor. “Antes compensava, agora me arrependo”.



Ele paga por litro de gasolina  R$2,79 num posto de Lages, já que o etanol é oferecido a R$2,39. O gerente do posto Central 2, Kleber Roberto admite que lá não há vantagem de abastecer com álcoll.




O cálculo



Para verificar a viabilidade em abastecer o automóvel com etanol ou gasolina é simples: Pode-se multiplicar o valor da gasolina por 0,7. Se o resultado for um valor superior ao preço do litro de etanol vale a pena abastecer com o biocombustível, caso o valor obtido seja inferior, vale a pena abastecer com gasolina.



Exemplos para base de cálculo:


  •  
  •   a) Litro de etanol custando
  • R$ 1,10 e o litro da gasolina custando R$ 2,50;

  •   b) Litro de etanol custando
  • R$ 1,55 e o litro da gasolina custando R$ 2,15, teremos:



Observa-se no cálculo (a) que o valor obtido através da equação é superior ao preço do etanol, portanto, nesta condição é recomendado abastecer utilizando etanol. Já no cálculo (2), o preço obtido foi inferior ao preço do litro do etanol, para este caso é recomendado à utilização da gasolina.



Dica


Como saber quando é mais vantajoso abastecer com álcool ou gasolina?



  • Divida o preço do álcool pelo preço da gasolina num mesmo posto.
  • Multiplique o resultado por 100.
  •   Se o resultado for menor que 70, o álcool é mais vantajoso.



Foto: Begair Godóy

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Preço da gasolina com reajuste deve ficar próximo dos R$ 3,00

Preço da gasolina com reajuste deve ficar próximo dos R$ 3,00
Lages, 31/01/2013,Correio Lageano, por Núbia Garcia


Inicialmente, reajuste foi repassado pela Petrobras às refinarias, mas consumidores serão afetados



O aumento de 6,6% no preço da gasolina e 5,4% do diesel nas refinarias, que já vinha sendo cogitado pela presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, desde outubro do ano passado, entrou em vigor na quarta-feira (30). Em Lages, o consumidor que pagava em média R$ 2,78 pela gasolina na bomba, vai passar a pagar quase R$ 3,00.



Segundo informações da  Associação Catarinense dos Revendedores de Combustíveis, na bomba, a gasolina deve ficar em média R$ 0,15 mais cara e o diesel em torno de R$ 0,11. O presidente da Associação, Sadi Montemez­­zo, explica que, por causa de fatores como o repasse das companhias e o preço pago no transporte, o repasse ao consumidor deve girar entre 8% e 10%.



“Mas são só estimativas, porque nenhuma companhia nos passou ainda os valores exatos, não há um cálculo correto para repassar. Só saberemos quando receber as primeiras cargas”, comenta.



A Petrobras informou também que os preços da gasolina e do diesel com o reajuste não incluem os tributos federais, a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e PIS/Cofins, além do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é tributo estadual.



Montemezzo ressaltou ainda que o aumento do diesel é mais um fator determinante para o preço final nas bombas, uma vez que este é utilizado nos veículos de transporte dos combustíveis. “Se fosse só a gasolina era diferente, mas como mexe no óleo diesel, vai interferir no preço dos transporte de combustíveis”, analisa.



O consumidor tem que ficar atento a outro fator. Com o final da safra da cana-de-açúcar, que deve acontecer no mês de abril, o percentual de etanol na gasolina vai aumentar de 20% para 25%, o que interferirá no valor final deste combustível.



Percentual é considerado alto pelos consumidores

O último reajuste sofrido pelo setor havia acontecido em junho do ano passado, quando a gasolina teve aumento de 7,83% e o diesel de 3,94% nas refinarias. Na época, o Ministério da Fazenda isentou estes combustíveis da cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), por isso o preço pago pelos consumidores não sofreu aumento, o que não aconteceu agora.



Quem não gostou nem um pouquinho da novidade, foram os consumidores. O vendedor autônomo Luciano de Jesus Raulino Chaves usa seu carro para fazer vendas e, segundo ele, gasta em média R$ 350,00 por mês com combustível.



“Fiquei assustado com o aumento. É complicado porque não posso deixar de usar meu carro para trabalhar nem posso repassar o aumento de gasto que vou ter para os meus clientes”, conta.



Aumento faz lembrar o de 1986, por Tarcísio Poglia



O aumento da gasolina autorizado pela presidente Dilma Rousseff faz o Partido dos Trabalhadores provar do próprio veneno: adiar uma decisão técnica para obter uma ganho político.



Lá se vão 27 anos, quando o presidente era José Sarney (PMDB). O país vivia um momento de crise econômica e de abastecimento de produtos, e a planilha da Petrobras indicava que era necessário um aumento no preço da gasolina, mas Sarney represou a decisão, pois no final de 1986 haveria eleições.


Com esta decisão política, o PMDB conseguiu eleger quase todos os governadores de Estado. Quase, pois houve a exceção de Sergipe, que elegeu um governador do hoje combalido PFL.



Na época, não havia urna eletrônica, e os votos eram contados em uma semana. A contagem estava em curso quando Sarney não suportou a pressão e autorizou o aumento da gasolina. O PT, que era um partido quase nanico, saltou à frente na oposição e foi para as ruas. “Viu? A gasolina subiu” era o bordão do partido para mostrar que o PMDB havia manipulado os preços.



Agora no poder, o PT fez o mesmo. A Petrobras já havia emitido diversos sinais de que era necessário o reajuste dos combustíveis. A empresa mergulhou em crise, perdeu valor de mercado na Bolsa, mas a presidente Dilma segurou os preços dos combustíveis, pois havia uma eleição no final do ano passado.



A diferença entre 1986 e agora é que Sarney foi mais impaciente e menos cauteloso: subiu o preço durante a contagem dos votos. Dilma esperou os eleitos tomarem posse.




Foto: Núbia Garcia

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Gasolina e diesel ficam mais caros a partir desta quarta-feira

Gasolina e diesel ficam mais caros a partir desta quarta-feira
Rio de Janeiro , 29/01/2013, Agência Brasil



A Petrobras anunciou na  noite desta terça-feira (29) um aumento de 6,6% no preço da gasolina comum (Gasolina A) e de 5,4% no preço do óleo diesel nas refinarias da companhia em todo o país a partir da meia-noite de quarta-feira (30). A nota conclui que o reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia de buscar alinhar os preços dos derivados aos vigentes no mercado internacional.



Segundo nota da estatal, os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste, não incluem os tributos federais como a Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide) e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS.



O último reajuste anunciado pela estatal para a gasolina ocorreu em 25 de junho do ano passado, quando o tipo comum do produto subiu 7,83% nas refinarias. Na ocasião, o óleo diesel foi reajustado em 3,94%, também sem a incidência dos tributos federais e estadual.



Naquela ocasião, no entanto, o aumento não chegou ao bolso do consumidor final uma vez que o governo, para manter a inflação sobre controle, zerou a alíquota da Cide.



No caso do óleo diesel, no entanto, a Petrobras voltou a anunciar um novo aumento de 6%, que passou a vigorar no dia 16 de julho de 2012, nas refinarias da estatal.



Foto:Arquivo/CL