Santa Catarina, 08/08/2014 Milton Barão
Famílias
que recebem até três salários mínimos, ou estão incluídas no Cadastro
Único para programas sociais do governo federal ou têm algum integrante
portador de necessidades especiais pagam uma tarifa diferenciada.
Apesar de ainda continuar abaixo da tarifa paga pela maioria da
população, a energia para faixa de baixa renda foi a que mais subiu no
reajuste:57,9%. Para famílias que não recebem o benefício o aumento é de
22,45%.
A faixa de baixa renda já prevê uma cobrança menor do que famílias
que não estão inclusas no benefício, dependendo da quantidade de luz
utilizada no mês.
Quem consome até 30 kWh (quilowatt-hora) por mês paga R$ 0,12 por
unidade de energia. Esse valor cresce de acordo com o consumo. Acima de
220 kWh, a tarifa chega a R$ 0,35. Outras mudanças deve ser aplicadas em
2015, segundo a especialista em regulamentação da Aneel, Flávia Lis.
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