Lages, 21 e 22/09/2013, Correio Lageano, por Begair Godóy
Nathália Camargo, de 16 anos, e Emellin Camargo, 17, abriram mão das atividades aos domingos, comuns entre as adolescentes da mesma idade, para serem gandulas do Inter de Lages.
Fazem o trabalho voluntariamente desde a vitória colorada por 3 a 0 diante do Navegantes. Na terça-feira (24), na decisão do turno da Divisão de Acesso entre Inter e Jaraguá, elas e a terceira gandula, a Patricia Barcellos (que está fora da cidade), estarão a serviço do time lageano. Será a primeira vez que exercem a função à noite.
Elas encaram a nova atividade como profissão, mas a ligação delas com o Leão da Serra não se resume à reposição das bolas. São atletas do futsal juvenil do clube e Patrícia – defende a equipe adulta–, aceitaram o convite porque gostaram da ideia de ficar próximo dos jogadores e de criar uma identificação com o grupo.
prioridade| O trabalho virou prioridade na vida delas. “Adiamos qualquer compromisso para estar no Estádio”, diz Emellin. O trio já viveu as duas sensações de ver o time atuar das arquibancadas e ali bem pertinho deles. E não trocam a reposição da bola por nada. “Na gandula tem que ter autocontrole para não comemorar o gol, mas às vezes festejamos escondidinho”, diz Nathália.
A dupla conta que sempre tem os torcedores mais “atirados” e que fazem piada e até demoram para devolver a bola. “Teve um que atrasou a devolução porque fez da bola uma barrigona”, afirma Emellin, lembrando que nunca ficam chateadas e que embora torçam para o Inter desempenham a função primando pela imparcialidade, mas admitem que é difícil segurar a emoção.
Preparo físico: As estudantes do terceiro ano precisam ter muito preparo físico para aguentar os dois tempos do jogo, geralmente passa de 90 minutos. Na lateral do campo correm muito e, quando chove, as dificuldades aumentam. Elas têm que desviar das poças de água na pista. O moletom branco fica marrom. As gandulas têm que chegar pelo menos duas horas antes dos jogos para entregarem a documentação para o 4º árbitro e receberem as instruções do delegado da partida.
Foto:Begair Godóy
Nathália Camargo, de 16 anos, e Emellin Camargo, 17, abriram mão das atividades aos domingos, comuns entre as adolescentes da mesma idade, para serem gandulas do Inter de Lages.
Fazem o trabalho voluntariamente desde a vitória colorada por 3 a 0 diante do Navegantes. Na terça-feira (24), na decisão do turno da Divisão de Acesso entre Inter e Jaraguá, elas e a terceira gandula, a Patricia Barcellos (que está fora da cidade), estarão a serviço do time lageano. Será a primeira vez que exercem a função à noite.
Elas encaram a nova atividade como profissão, mas a ligação delas com o Leão da Serra não se resume à reposição das bolas. São atletas do futsal juvenil do clube e Patrícia – defende a equipe adulta–, aceitaram o convite porque gostaram da ideia de ficar próximo dos jogadores e de criar uma identificação com o grupo.
prioridade| O trabalho virou prioridade na vida delas. “Adiamos qualquer compromisso para estar no Estádio”, diz Emellin. O trio já viveu as duas sensações de ver o time atuar das arquibancadas e ali bem pertinho deles. E não trocam a reposição da bola por nada. “Na gandula tem que ter autocontrole para não comemorar o gol, mas às vezes festejamos escondidinho”, diz Nathália.
A dupla conta que sempre tem os torcedores mais “atirados” e que fazem piada e até demoram para devolver a bola. “Teve um que atrasou a devolução porque fez da bola uma barrigona”, afirma Emellin, lembrando que nunca ficam chateadas e que embora torçam para o Inter desempenham a função primando pela imparcialidade, mas admitem que é difícil segurar a emoção.
Preparo físico: As estudantes do terceiro ano precisam ter muito preparo físico para aguentar os dois tempos do jogo, geralmente passa de 90 minutos. Na lateral do campo correm muito e, quando chove, as dificuldades aumentam. Elas têm que desviar das poças de água na pista. O moletom branco fica marrom. As gandulas têm que chegar pelo menos duas horas antes dos jogos para entregarem a documentação para o 4º árbitro e receberem as instruções do delegado da partida.
Foto:Begair Godóy
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