Santa Catarina, 03/09/2013, Economia SC
O governador Raimundo Colombo embarca, nesta terça-feira (03) para a China, onde assina o contrato que permitirá a instalação da fábrica de caminhões, da marca chinesa Sinotruk, em Lages, na Serra Catarinense. Junto com o governador vão o presidente da SCPar, Paulo Cesar da Costa, e o diretor de imprensa, Cláudio Thomas.
A primeira unidade brasileira da Sinotruk nasce da união do grupo CNHTC (China National Heavy Duty Truck Group Corporation), proprietária da marca desde a década de 1930, com a importadora de caminhões Elecsonic, conhecida como Sinotruk Brasil, instalada em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.
A unidade da Sinotruk em Santa Catarina será construída no Polo Industrial de Índios, em Lages, ao lado da BR-282. Um terreno com cerca de 150 hectares foi adquirido como parte de um acordo de cooperação técnico institucional firmado entre a SC Par, Secretaria da Fazenda e Prefeitura de Lages, para a implantação do polo. Com a medida, a empresa terá direito a benefícios como descontos no pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os veículos produzidos no Brasil.
Segundo o presidente da SCPar, Paulo da Costa, o cronograma atual prevê o início das obras em 2014. Os trabalhos devem durar um ano, com o primeiro caminhão sendo fabricado em janeiro de 2015. Durante um semestre, o trabalho na fábrica será em caráter de testes, com os caminhões fabricados em Lages passando a abastecer o mercado a partir do segundo semestre de 2015.
O investimento para construção da fábrica catarinense é da ordem de R$ 300 milhões. A unidade vai gerar 400 empregos diretos e cerca de 700 empregos indiretos ligados à cadeia de fornecedores. Terá capacidade inicial para produzir cerca de 5 mil caminhões por ano, número que aumentará para 8 mil veículos por ano após os três primeiros anos de operação.
Em um primeiro momento, os veículos serão produzidos com material importado da China, mas a proposta é chegar ao fim do terceiro ano de operações com até 65% das peças nacionalizadas. De um caminhão Sinotruk, apenas vidros e pneus não são de fabricação própria da empresa.
Foto:Divulgação
O governador Raimundo Colombo embarca, nesta terça-feira (03) para a China, onde assina o contrato que permitirá a instalação da fábrica de caminhões, da marca chinesa Sinotruk, em Lages, na Serra Catarinense. Junto com o governador vão o presidente da SCPar, Paulo Cesar da Costa, e o diretor de imprensa, Cláudio Thomas.
A primeira unidade brasileira da Sinotruk nasce da união do grupo CNHTC (China National Heavy Duty Truck Group Corporation), proprietária da marca desde a década de 1930, com a importadora de caminhões Elecsonic, conhecida como Sinotruk Brasil, instalada em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.
A unidade da Sinotruk em Santa Catarina será construída no Polo Industrial de Índios, em Lages, ao lado da BR-282. Um terreno com cerca de 150 hectares foi adquirido como parte de um acordo de cooperação técnico institucional firmado entre a SC Par, Secretaria da Fazenda e Prefeitura de Lages, para a implantação do polo. Com a medida, a empresa terá direito a benefícios como descontos no pagamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os veículos produzidos no Brasil.
Segundo o presidente da SCPar, Paulo da Costa, o cronograma atual prevê o início das obras em 2014. Os trabalhos devem durar um ano, com o primeiro caminhão sendo fabricado em janeiro de 2015. Durante um semestre, o trabalho na fábrica será em caráter de testes, com os caminhões fabricados em Lages passando a abastecer o mercado a partir do segundo semestre de 2015.
O investimento para construção da fábrica catarinense é da ordem de R$ 300 milhões. A unidade vai gerar 400 empregos diretos e cerca de 700 empregos indiretos ligados à cadeia de fornecedores. Terá capacidade inicial para produzir cerca de 5 mil caminhões por ano, número que aumentará para 8 mil veículos por ano após os três primeiros anos de operação.
Em um primeiro momento, os veículos serão produzidos com material importado da China, mas a proposta é chegar ao fim do terceiro ano de operações com até 65% das peças nacionalizadas. De um caminhão Sinotruk, apenas vidros e pneus não são de fabricação própria da empresa.
Foto:Divulgação

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