Lages, 17/12/2013, Correio Lageano
A Comissão de Proteção Civil da Assembleia Legislativa realizou ontem, no auditório Antonieta de Barros, audiência pública para debater os problemas nas construções realizadas pelo programa residencial Minha Casa Minha Vida em Santa Catarina.
Cerca de 250 pessoas, representando condomínios de Lages, Jaraguá do Sul, Blumenau e Joinville, participaram da audiência, comandada pelo presidente da Comissão de Proteção Civil, deputado Jean Kuhlmann.
Ele lembrou que o objetivo era ouvir os moradores e representantes dos condomínios que apresentam problemas, a fim de cobrar a resolução dos responsáveis pela construção e fiscalização dos condomínios. “A partir da audiência, os deputados farão um trabalho mais próximo dos moradores, visitando cada condomínio e encontrando maneiras de solucionar os problemas”, explicou Kuhlmann.
Hoje, 3,5 mil famílias do Estado vivem em imóveis do PAR e Minha Casa Minha Vida, e foram inúmeros os problemas relatados.
Lages: Gustavo Costa, síndico do Condomínio Aristorides Machado de Melo (Lili), no bairro Várzea, em Lages, apresentou os problemas que afligem os moradores do local, e destacou os constantes vazamentos de gás, que estão causando grande preocupação. “Não é uma novidade, até a imprensa vem relatado o drama que estamos vivendo, mas não conseguimos solução da construtora e da Caixa Federal”, reclamou.
Daiane Elisabeth do Carmo, síndica em Jaraguá do Sul, relatou como maior drama vivido pelos moradores locais é a fiação elétrica inadequada. “Em Jaraguá chove muito. Temos queda de fornecimento de energia quase diárias. A construtora alega que a culpa é nossa, de que nós é que fazemos mau uso das instalações”, criticou.
Procurador pede que a Caixa ouça os moradores
Problemas comuns acabaram unindo os moradores de condomínios populares de Lages, Blumenau e Jaraguá do Sul. O procurador da República João Marques Brandão Neto, que acompanhou e atuou em várias das situações relatadas em Blumenau, propôs que a Caixa realize uma pesquisa de satisfação entre os moradores dos residenciais. “O ideal é a Caixa ouvir as pessoas. As pessoas querem é ser ouvidas, esse é o caminho para que os problemas sejam resolvidos”, disse.
A Caixa Econômica Federal foi representada na audiência pública pela gestora dos programas habitacionais em Santa Catarina, Adriana Tavares Pereira Pires, e pelo seu superintendente regional em Blumenau, Renato Scalabrini. “Temos todo o interesse de que as obras sejam realizadas de acordo com o que prevê o projeto, inclusive com medidas judiciais se necessário. Criamos no início do ano o programa ‘Caixa de Olho na Qualidade’, através do qual estamos abrindo um canal de diálogo com as famílias proprietárias dos imóveis do Minha Casa Minha Vida”, explicou Scalabrini.
Os condomínios de Blumenau, representados em maior número, foram incisivos nas críticas à Caixa. Arcildo Sehnem, síndico do Residencial Novo Lar, bairro Fortaleza, também apresentou com slides com fotos das irregularidades.
Foto: Alesc/Divulgação
A Comissão de Proteção Civil da Assembleia Legislativa realizou ontem, no auditório Antonieta de Barros, audiência pública para debater os problemas nas construções realizadas pelo programa residencial Minha Casa Minha Vida em Santa Catarina.
Cerca de 250 pessoas, representando condomínios de Lages, Jaraguá do Sul, Blumenau e Joinville, participaram da audiência, comandada pelo presidente da Comissão de Proteção Civil, deputado Jean Kuhlmann.
Ele lembrou que o objetivo era ouvir os moradores e representantes dos condomínios que apresentam problemas, a fim de cobrar a resolução dos responsáveis pela construção e fiscalização dos condomínios. “A partir da audiência, os deputados farão um trabalho mais próximo dos moradores, visitando cada condomínio e encontrando maneiras de solucionar os problemas”, explicou Kuhlmann.
Hoje, 3,5 mil famílias do Estado vivem em imóveis do PAR e Minha Casa Minha Vida, e foram inúmeros os problemas relatados.
Lages: Gustavo Costa, síndico do Condomínio Aristorides Machado de Melo (Lili), no bairro Várzea, em Lages, apresentou os problemas que afligem os moradores do local, e destacou os constantes vazamentos de gás, que estão causando grande preocupação. “Não é uma novidade, até a imprensa vem relatado o drama que estamos vivendo, mas não conseguimos solução da construtora e da Caixa Federal”, reclamou.
Daiane Elisabeth do Carmo, síndica em Jaraguá do Sul, relatou como maior drama vivido pelos moradores locais é a fiação elétrica inadequada. “Em Jaraguá chove muito. Temos queda de fornecimento de energia quase diárias. A construtora alega que a culpa é nossa, de que nós é que fazemos mau uso das instalações”, criticou.
Procurador pede que a Caixa ouça os moradores
Problemas comuns acabaram unindo os moradores de condomínios populares de Lages, Blumenau e Jaraguá do Sul. O procurador da República João Marques Brandão Neto, que acompanhou e atuou em várias das situações relatadas em Blumenau, propôs que a Caixa realize uma pesquisa de satisfação entre os moradores dos residenciais. “O ideal é a Caixa ouvir as pessoas. As pessoas querem é ser ouvidas, esse é o caminho para que os problemas sejam resolvidos”, disse.
A Caixa Econômica Federal foi representada na audiência pública pela gestora dos programas habitacionais em Santa Catarina, Adriana Tavares Pereira Pires, e pelo seu superintendente regional em Blumenau, Renato Scalabrini. “Temos todo o interesse de que as obras sejam realizadas de acordo com o que prevê o projeto, inclusive com medidas judiciais se necessário. Criamos no início do ano o programa ‘Caixa de Olho na Qualidade’, através do qual estamos abrindo um canal de diálogo com as famílias proprietárias dos imóveis do Minha Casa Minha Vida”, explicou Scalabrini.
Os condomínios de Blumenau, representados em maior número, foram incisivos nas críticas à Caixa. Arcildo Sehnem, síndico do Residencial Novo Lar, bairro Fortaleza, também apresentou com slides com fotos das irregularidades.
Foto: Alesc/Divulgação
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