Lages, 11/12/2012, Correio Lageano
A Procuradoria Regional Eleitoral de Santa Catarina (PRE-SC), por meio do procurador André Stefani Bertuol, manifestou-se a favor da perda de mandato do vereador Marcius da Silva Machado (PR). A posição da PRE-SC se sustenta na infidelidade partidária por parte do vereador que foi o mais votado de Lages nas eleições de 2012, com 3.808 votos, pelo Partido Popular Socialista (PPS).
Há alguns meses, Marcius Machado trocou o PPS pelo Partido Republicano (PR) alegando forte discriminação dentro da sigla inicial, pelo fato de ter oferecido apoio ao deputado Jorginho Melo, ex-PSDB, que recentemente se filiou ao PR.
Em sua defesa, o PPS negou discriminação e justificou que o pedido de desfiliação teria ocorrido pelo fato de o vereador ter manifestado desejo de se lançar candidato a deputado estadual pela sigla em 2014, sendo “que tal pretensão não pôde ser garantida pelo então e atual presidente do diretório municipal, Antônio Arcanjo Duarte”.
Vaga é do PPS: Mediante as alegações, a PRE-SC não aceitou a argumentação de Marcius Machado e julgou improcedente a Ação de Desfiliação Partidária, proposta pelo vereador, contra o PPS. O procurador entendeu que a vaga deve ficar à disposição do PPS, que disputou as eleições coligado com o PMDB e o DEM.
Tribunal eleitoral: Agora, é a Justiça Eleitoral quem vai definir se aceita a sugestão da PRE-SC. Se o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TER-SC) julgar improcedente a Ação de Desfiliação Partidária, Marcius Machado perderá o mandato e, nesse caso, a vaga na Câmara de Lages deverá ser ocupada pelo Vereador Rodrigo Silva (DEM)
Pré-candidato: Marcius disse que está consciente de que pode perder o mandato e reafirma que sua saída do partido se deu pela falta de apoio a seu pleito de ser candidato à Assembleia Legislativa e também por pequenas perseguições. Ele reforça que será pré-candidato a deputado estadual pelo PR.
Foto: Divulgação
A Procuradoria Regional Eleitoral de Santa Catarina (PRE-SC), por meio do procurador André Stefani Bertuol, manifestou-se a favor da perda de mandato do vereador Marcius da Silva Machado (PR). A posição da PRE-SC se sustenta na infidelidade partidária por parte do vereador que foi o mais votado de Lages nas eleições de 2012, com 3.808 votos, pelo Partido Popular Socialista (PPS).
Há alguns meses, Marcius Machado trocou o PPS pelo Partido Republicano (PR) alegando forte discriminação dentro da sigla inicial, pelo fato de ter oferecido apoio ao deputado Jorginho Melo, ex-PSDB, que recentemente se filiou ao PR.
Em sua defesa, o PPS negou discriminação e justificou que o pedido de desfiliação teria ocorrido pelo fato de o vereador ter manifestado desejo de se lançar candidato a deputado estadual pela sigla em 2014, sendo “que tal pretensão não pôde ser garantida pelo então e atual presidente do diretório municipal, Antônio Arcanjo Duarte”.
Vaga é do PPS: Mediante as alegações, a PRE-SC não aceitou a argumentação de Marcius Machado e julgou improcedente a Ação de Desfiliação Partidária, proposta pelo vereador, contra o PPS. O procurador entendeu que a vaga deve ficar à disposição do PPS, que disputou as eleições coligado com o PMDB e o DEM.
Tribunal eleitoral: Agora, é a Justiça Eleitoral quem vai definir se aceita a sugestão da PRE-SC. Se o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TER-SC) julgar improcedente a Ação de Desfiliação Partidária, Marcius Machado perderá o mandato e, nesse caso, a vaga na Câmara de Lages deverá ser ocupada pelo Vereador Rodrigo Silva (DEM)
Pré-candidato: Marcius disse que está consciente de que pode perder o mandato e reafirma que sua saída do partido se deu pela falta de apoio a seu pleito de ser candidato à Assembleia Legislativa e também por pequenas perseguições. Ele reforça que será pré-candidato a deputado estadual pelo PR.
Foto: Divulgação

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