Lages, 11/12/2012, Correio Lageano, por Silviane Mannrich
Até as 21h20min desta terça-feira (10), os vereadores ainda não tinham aprovado o projeto de lei 116/2013 que estima a receita e fixa a despesa da Prefeitura de Lages para o exercício de 2014. Tudo indicava que o orçamento geral para o próximo ano, que será de R$ 450 milhões, seria aprovado. Os vereadores ficaram reunidos nas comissões por mais de duas horas e nada ainda havia sido definido.
De acordo com o secretário municipal da Fazenda, Mateus Lunardi, o maior valor do orçamento é usado para a manutenção da máquina. Serão destinados cerca de R$ 191 milhões. A folha de pagamento custa R$ 178,209 milhões, a segunda maior despesa do município.
Para os investimentos, principalmente em obras, estão previstos R$ 49,268 milhões.
As secretarias que receberão maiores repasses são a Secretaria de Educação que ficará com mais de R$ 110 milhões e a Secretaria de Saúde com R$ 94 milhões.
No novo orçamento, o gabinete do prefeito terá mais de R$ 7 milhões, valor superior ao da Secretaria de Esportes, Agricultura e Segurança, por exemplo.
Polêmica: Durante a sessão da Câmara de ontem, professores da rede municipal protestaram contra a aprovação do Projeto de Lei Complementar 030/13. O PCL, entre outras coisas diminui a gratificação dos professores de escolas itinerantes de 48% para 25% do vencimento base. Também retira o abono e gratificações dos professores contratados.
“Não vamos aceitar mais divisões de categorias”, afirma a professora Elaine Moraes.
O professor Ademar Waldrigues, lembra que o projeto de Lei favorece os professores da educação infantil, mas prejudica outros.
Foto: Silviane Mannrich
Até as 21h20min desta terça-feira (10), os vereadores ainda não tinham aprovado o projeto de lei 116/2013 que estima a receita e fixa a despesa da Prefeitura de Lages para o exercício de 2014. Tudo indicava que o orçamento geral para o próximo ano, que será de R$ 450 milhões, seria aprovado. Os vereadores ficaram reunidos nas comissões por mais de duas horas e nada ainda havia sido definido.
De acordo com o secretário municipal da Fazenda, Mateus Lunardi, o maior valor do orçamento é usado para a manutenção da máquina. Serão destinados cerca de R$ 191 milhões. A folha de pagamento custa R$ 178,209 milhões, a segunda maior despesa do município.
Para os investimentos, principalmente em obras, estão previstos R$ 49,268 milhões.
As secretarias que receberão maiores repasses são a Secretaria de Educação que ficará com mais de R$ 110 milhões e a Secretaria de Saúde com R$ 94 milhões.
No novo orçamento, o gabinete do prefeito terá mais de R$ 7 milhões, valor superior ao da Secretaria de Esportes, Agricultura e Segurança, por exemplo.
Polêmica: Durante a sessão da Câmara de ontem, professores da rede municipal protestaram contra a aprovação do Projeto de Lei Complementar 030/13. O PCL, entre outras coisas diminui a gratificação dos professores de escolas itinerantes de 48% para 25% do vencimento base. Também retira o abono e gratificações dos professores contratados.
“Não vamos aceitar mais divisões de categorias”, afirma a professora Elaine Moraes.
O professor Ademar Waldrigues, lembra que o projeto de Lei favorece os professores da educação infantil, mas prejudica outros.
Foto: Silviane Mannrich
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