Lages, 25 e 26/01/2014, Correio Lageano por Adecir Morais
O empresário do ramo de autopeças, em Lages, Jeferson Bruda, 36 anos, preso no ano passado sob suspeita de receptação de carros roubados, alega inocência. A prisão ocorreu em maio e ele ficou quatro dias detido.
Bruda foi detido após denúncia de que em sua oficina, no Bairro Triangulo, havia caminhonetes roubadas, e que ele estaria comercializando peças dos veículos. No local, a polícia encontrou duas caminhonetes Mitsubishi sendo desmontadas.
Uma delas, placas LRW-0534, tinha registro de furto no Rio de Janeiro (RJ). Bruda nega a receptação e alega que o veículo foi deixado na oficina pelo dono para consertar o chicote elétrico. A caminhonete foi localizada via rastreador (GPS) e, como havia registro de furto, a polícia foi acionada. “O veículo só estava lá (oficina) para o conserto”, comenta, afirmando que é inocente e que vai provar isso na Justiça.
Bruda também foi apontado como autor de adulteração de outra Mitsubishi, placas NMH-1280, de Maceió (AL), que pertence a ele e estava na oficina praticamente desmontada. Ele nega o crime e afirma que o perito do IGP conferiu o número do chassi no lugar errado e, por isso, concluiu “equivocadamente” que o veículo fora adulterado.
Segundo ele, uma nova perícia foi feita posteriormente e foi localizado o número do chassi, constatando, assim, que o veículo estava regular.
Inquérito
O inquérito policial contra Bruda tramita na 1ª Vara Criminal do Fórum de Lages. Segundo informações do órgão, nos próximos dias a Promotoria de Justiça deverá pedir à polícia novas diligências sobre o caso, incluindo uma nova perícia nas duas caminhonetes que estão apreendidas.
Bruda também nega ser alvo de 10 boletins de ocorrência por crimes cometidos em Lages, Campos Novos e Jaraguá do Sul, conforme foi divulgado pela polícia. “O que existe contra mim é um processo por descaminho. Apenas isso”, sustenta.
Contraponto| O delegado Raphael Bilinatti, que lavrou o flagrante, disse que o indiciamento foi feito com base no que foi apurado pela polícia. Sobre os boletins de ocorrência, ele reafirma que há registros nos quais Bruda é vítima e autor.
Foto: Adecir Morais
O empresário do ramo de autopeças, em Lages, Jeferson Bruda, 36 anos, preso no ano passado sob suspeita de receptação de carros roubados, alega inocência. A prisão ocorreu em maio e ele ficou quatro dias detido.
Bruda foi detido após denúncia de que em sua oficina, no Bairro Triangulo, havia caminhonetes roubadas, e que ele estaria comercializando peças dos veículos. No local, a polícia encontrou duas caminhonetes Mitsubishi sendo desmontadas.
Uma delas, placas LRW-0534, tinha registro de furto no Rio de Janeiro (RJ). Bruda nega a receptação e alega que o veículo foi deixado na oficina pelo dono para consertar o chicote elétrico. A caminhonete foi localizada via rastreador (GPS) e, como havia registro de furto, a polícia foi acionada. “O veículo só estava lá (oficina) para o conserto”, comenta, afirmando que é inocente e que vai provar isso na Justiça.
Bruda também foi apontado como autor de adulteração de outra Mitsubishi, placas NMH-1280, de Maceió (AL), que pertence a ele e estava na oficina praticamente desmontada. Ele nega o crime e afirma que o perito do IGP conferiu o número do chassi no lugar errado e, por isso, concluiu “equivocadamente” que o veículo fora adulterado.
Segundo ele, uma nova perícia foi feita posteriormente e foi localizado o número do chassi, constatando, assim, que o veículo estava regular.
Inquérito
O inquérito policial contra Bruda tramita na 1ª Vara Criminal do Fórum de Lages. Segundo informações do órgão, nos próximos dias a Promotoria de Justiça deverá pedir à polícia novas diligências sobre o caso, incluindo uma nova perícia nas duas caminhonetes que estão apreendidas.
Bruda também nega ser alvo de 10 boletins de ocorrência por crimes cometidos em Lages, Campos Novos e Jaraguá do Sul, conforme foi divulgado pela polícia. “O que existe contra mim é um processo por descaminho. Apenas isso”, sustenta.
Contraponto| O delegado Raphael Bilinatti, que lavrou o flagrante, disse que o indiciamento foi feito com base no que foi apurado pela polícia. Sobre os boletins de ocorrência, ele reafirma que há registros nos quais Bruda é vítima e autor.
Foto: Adecir Morais
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