Lages, 08 e 09/03/2014, Correio Lageano, por Joana Costa
Representantes da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) na Serra e o Fórum das Entidades Empresariais de Lages realizaram na manhã de sexta-feira (07), na sede da Associação Empresarial de Lages (Acil), reunião com a imprensa para esclarecer questionamentos sobre o relatório elaborado pelas entidades, que aponta falhas nas obras da BR-282 em Lages.
Conforme o Correio Lageano mostrou em reportagens publicadas nas edições de segunda e terça-feira, dias 3 e 4 de março, entre os principais problemas apontados pelo relatório estão o estreitamento das pistas na descida do viaduto da avenida Duque de Caxias, a falta de sinalização nas marginais da rodovia, erros nas informações das placas, uso de materiais de baixa qualidade, invasão das vias marginais em residências, falta de iluminação, falhas no plantio de gramas e defeitos nos pavimentos.
Além da imprensa, o documento foi encaminhado ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (Dnit), órgão responsável pela fiscalização das obras, Promotoria e Procuradoria de Justiça, com o objetivo de alertar para os problemas levantados na realização das obras, realizadas pela Setep, com projeto da Prosul.
O vice-presidente regional da Fiesc, Giordan Heidrich, destaca que a intenção, a partir da entrega do relatório, é o pedido de soluções. “Isso é algo que se tem que tomar providências, se manifestar. Isso é uma tragédia anunciada”, afirma.
Para ele, ainda há tempo dos órgãos competentes reconhecerem os erros do projeto e das obras e corrigirem as falhas, mesmo com cerca de 80% das obras concluídas. “Não queremos confronto com o Dnit, mas uma parceria para que eles fiscalizem a obra e cobrem da empreiteira”, acrescenta.
Responsabilidade: O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânica e do Material Elétrico de Lages (Simmmel), Celso Marcolin, declarou que os representantes das entidades não são especialistas em engenharia ou responsáveis diretos pela fiscalização, mas quando as obras passaram a ganhar forma, as falhas se tornaram visíveis.
O grupo sentiu necessidade de questionar. “Entregamos esse documento a todos os órgãos que têm poder para fazer alguma coisa para mudar isso. Queremos sensibilizar o Dnit para mudar isso e evitar uma tragédia”.
Dnit prepara relatório em resposta ao documento
O engenheiro do Dnit Ênio Spieker informou que está elaborando um relatório em resposta ao documento elaborado pelas entidades. O documento deverá ser entregue aos questionantes, autoridades e à imprensa nesta segunda-feira.
Ainda, no decorrer da próxima semana o órgão deve convocar reunião para prestar esclarecimentos. “Vamos entregar o relatório primeiro, para o pessoal analisar e depois responder as possíveis dúvidas”, disse.
Velocidade: O presidente da Acil, Luiz Spuldaro, destacou outra solicitação é sobre o aumento do limite de velocidade na BR-282 de 80 km/h para 100 km/h. Ele lembrou que segundo dados divulgados pela Polícia Rodoviária Federal, 84% das multas na rodovia são veículos andando a menos de 100 km/h.
Foto: Joana Costa
Representantes da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) na Serra e o Fórum das Entidades Empresariais de Lages realizaram na manhã de sexta-feira (07), na sede da Associação Empresarial de Lages (Acil), reunião com a imprensa para esclarecer questionamentos sobre o relatório elaborado pelas entidades, que aponta falhas nas obras da BR-282 em Lages.
Conforme o Correio Lageano mostrou em reportagens publicadas nas edições de segunda e terça-feira, dias 3 e 4 de março, entre os principais problemas apontados pelo relatório estão o estreitamento das pistas na descida do viaduto da avenida Duque de Caxias, a falta de sinalização nas marginais da rodovia, erros nas informações das placas, uso de materiais de baixa qualidade, invasão das vias marginais em residências, falta de iluminação, falhas no plantio de gramas e defeitos nos pavimentos.
Além da imprensa, o documento foi encaminhado ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (Dnit), órgão responsável pela fiscalização das obras, Promotoria e Procuradoria de Justiça, com o objetivo de alertar para os problemas levantados na realização das obras, realizadas pela Setep, com projeto da Prosul.
O vice-presidente regional da Fiesc, Giordan Heidrich, destaca que a intenção, a partir da entrega do relatório, é o pedido de soluções. “Isso é algo que se tem que tomar providências, se manifestar. Isso é uma tragédia anunciada”, afirma.
Para ele, ainda há tempo dos órgãos competentes reconhecerem os erros do projeto e das obras e corrigirem as falhas, mesmo com cerca de 80% das obras concluídas. “Não queremos confronto com o Dnit, mas uma parceria para que eles fiscalizem a obra e cobrem da empreiteira”, acrescenta.
Responsabilidade: O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânica e do Material Elétrico de Lages (Simmmel), Celso Marcolin, declarou que os representantes das entidades não são especialistas em engenharia ou responsáveis diretos pela fiscalização, mas quando as obras passaram a ganhar forma, as falhas se tornaram visíveis.
O grupo sentiu necessidade de questionar. “Entregamos esse documento a todos os órgãos que têm poder para fazer alguma coisa para mudar isso. Queremos sensibilizar o Dnit para mudar isso e evitar uma tragédia”.
Dnit prepara relatório em resposta ao documento
O engenheiro do Dnit Ênio Spieker informou que está elaborando um relatório em resposta ao documento elaborado pelas entidades. O documento deverá ser entregue aos questionantes, autoridades e à imprensa nesta segunda-feira.
Ainda, no decorrer da próxima semana o órgão deve convocar reunião para prestar esclarecimentos. “Vamos entregar o relatório primeiro, para o pessoal analisar e depois responder as possíveis dúvidas”, disse.
Velocidade: O presidente da Acil, Luiz Spuldaro, destacou outra solicitação é sobre o aumento do limite de velocidade na BR-282 de 80 km/h para 100 km/h. Ele lembrou que segundo dados divulgados pela Polícia Rodoviária Federal, 84% das multas na rodovia são veículos andando a menos de 100 km/h.
Foto: Joana Costa
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