São Joaquim, 26 e 27/04/2014, Correio Lageano, por Susana küster
O empresário Sálvio Nunes, de 72 anos, foi encontrado morto dentro de sua casa, no centro de São Joaquim, com três disparos de arma de fogo. A polícia investiga autoria do crime que chocou população da cidade, pois idoso era bem conhecido.
Ele foi encontrado pela sua esposa dentro do quarto. Ela ouviu os tiros e achou Nunes com ferimentos na cabeça e tórax. O empresário morreu em casa, pois não resistiu aos ferimentos. A PM foi chamada, mas não encontrou o autor dos disparos. Os vizinhos contam que ouviram tiros e depois viram uma pessoa pulando entre os lotes das casas.
Segundo informações do Instituto Geral de Perícias (IGP), o delegado e os policiais civis estavam colhendo depoimentos de testemunhas na sexta-feira e ainda não tinham detalhes sobre o homicídio.
Tristeza
Um familiar de Nunes, que prefere não se identificar, afirma que o empresário era bem conhecido na cidade. “Ele foi empresário no ramo de transporte, maçã, gado e educação. Foi até candidato a vice-prefeito”, conta. Segundo este familiar, Nunes era tranquilo e não tinha briga com ninguém. “A polícia não encontrou nenhuma pista”, comenta. O corpo do empresário não tinha sido liberado até sexta-feira (25) no início da tarde.
O empresário Sálvio Nunes, de 72 anos, foi encontrado morto dentro de sua casa, no centro de São Joaquim, com três disparos de arma de fogo. A polícia investiga autoria do crime que chocou população da cidade, pois idoso era bem conhecido.
Ele foi encontrado pela sua esposa dentro do quarto. Ela ouviu os tiros e achou Nunes com ferimentos na cabeça e tórax. O empresário morreu em casa, pois não resistiu aos ferimentos. A PM foi chamada, mas não encontrou o autor dos disparos. Os vizinhos contam que ouviram tiros e depois viram uma pessoa pulando entre os lotes das casas.
Segundo informações do Instituto Geral de Perícias (IGP), o delegado e os policiais civis estavam colhendo depoimentos de testemunhas na sexta-feira e ainda não tinham detalhes sobre o homicídio.
Tristeza
Um familiar de Nunes, que prefere não se identificar, afirma que o empresário era bem conhecido na cidade. “Ele foi empresário no ramo de transporte, maçã, gado e educação. Foi até candidato a vice-prefeito”, conta. Segundo este familiar, Nunes era tranquilo e não tinha briga com ninguém. “A polícia não encontrou nenhuma pista”, comenta. O corpo do empresário não tinha sido liberado até sexta-feira (25) no início da tarde.
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