Lages, 26 e 27;04/2014, Correio Lageano, por Joana Costa
Moradores do condomínio Argemiro Madruga, na avenida Antônio Ribeiro dos Santos, no bairro Várzea, em Lages, protestaram na manhã de sexta-feira (25) contra o corte no fornecimento de gás dos apartamentos, realizado na última quarta-feira, devido a problemas de vazamento de gás. Caixa Econômica Federal e Prefeitura de Lages promovem ação emergencial para solucionar o caso.
Os moradores queimaram pneus e lixo em frente ao condomínio, interrompendo a passagem de carros. Os bombeiros foram chamados para apagar as chamas. No entanto, a manifestação foi pacífica. O síndico Lindomar Castilho da Silva declara que 208 famílias moram no residencial e estão insatisfeitas. “É muita gente, não tem como controlar quando o pessoal decide fazer manifestação”, declara.
A promessa era que em cinco dias o problema seria resolvido, mas os moradores perderam a paciência. Lindomar explica que o gás foi cortado e depois que um teste para detectar vazamento foi realizado. “Eles colocaram uma bomba que aumentou a pressão no sistema e estourou a tubulação em frente ao Bloco B”, disse. Por isso, os testes e o fornecimento foram interrompidos.
outros problemas| O gás não é o único problema do condomínio. Segundo Lindomar, moradores reclamam de problemas de convivência, infiltrações e vazamentos de esgoto dos prédios. “Nós tivemos que cavar e abrir as caixas de gordura. Houve vazamentos dentro dos apartamentos”, conta.
Solução
À tarde, representante da CEF, prefeitura e Defesa Civil se reuniram para encontrar uma solução para o caso. Em caráter emergencial, uma cozinha comunitária será montada no salão de festas.
Os alimentos serão custeados pela CEF e prefeitura, que também contratará nutricionistas para preparar as refeições. A Defesa Civil vai montar o espaço e a Secretaria de Assistência Social irá fornecer apoio às famílias.
No espaço será preparado o café da manhã, almoço e jantar e fornecido aos moradores pelos próximos 10 dias, período que a CEF estima demorar para que uma nova rede de tubulação de gás seja instalada. “O projeto vai ser elaborado durante o final de semana e acreditamos que em dez dias esteja pronta”, informou Luís Antônio Pacheco de Andrade, gerente geral da CEF em Lages, que explicou que as reclamações devem ser feitas com a construtora.
A construtora Kauffman seria a responsável por resolver problemas como esse, mas rompeu o contrato com a Caixa após pedir falência. “Ela está nessa situação financeira ruim agora e pode se reerguer e nós vamos buscar o ressarcimento disso”, assegurou Andrade.
Algo periódico
O prefeito Elizeu Mattos que os problemas nos condomínios do Minha Casa Minha Vida são periódicos e a parceria poderá ser formada futuramente nos outros residenciais. “Primeiro vamos cuidar desse e depois vamos atender os demais”, disse.
Sobre os demais problemas que os condomínios apresentam, o representante da CEF orienta os moradores a fazerem denúncias no Programa De Olho na Qualidade do Minha Casa Minha Vida, através do telefone 0800-7216268. “As construtoras serão cobradas e no caso de Lages, a Caixa buscará as soluções”, completou.
Foto: Joana Costa
Moradores do condomínio Argemiro Madruga, na avenida Antônio Ribeiro dos Santos, no bairro Várzea, em Lages, protestaram na manhã de sexta-feira (25) contra o corte no fornecimento de gás dos apartamentos, realizado na última quarta-feira, devido a problemas de vazamento de gás. Caixa Econômica Federal e Prefeitura de Lages promovem ação emergencial para solucionar o caso.
Os moradores queimaram pneus e lixo em frente ao condomínio, interrompendo a passagem de carros. Os bombeiros foram chamados para apagar as chamas. No entanto, a manifestação foi pacífica. O síndico Lindomar Castilho da Silva declara que 208 famílias moram no residencial e estão insatisfeitas. “É muita gente, não tem como controlar quando o pessoal decide fazer manifestação”, declara.
A promessa era que em cinco dias o problema seria resolvido, mas os moradores perderam a paciência. Lindomar explica que o gás foi cortado e depois que um teste para detectar vazamento foi realizado. “Eles colocaram uma bomba que aumentou a pressão no sistema e estourou a tubulação em frente ao Bloco B”, disse. Por isso, os testes e o fornecimento foram interrompidos.
outros problemas| O gás não é o único problema do condomínio. Segundo Lindomar, moradores reclamam de problemas de convivência, infiltrações e vazamentos de esgoto dos prédios. “Nós tivemos que cavar e abrir as caixas de gordura. Houve vazamentos dentro dos apartamentos”, conta.
Solução
À tarde, representante da CEF, prefeitura e Defesa Civil se reuniram para encontrar uma solução para o caso. Em caráter emergencial, uma cozinha comunitária será montada no salão de festas.
Os alimentos serão custeados pela CEF e prefeitura, que também contratará nutricionistas para preparar as refeições. A Defesa Civil vai montar o espaço e a Secretaria de Assistência Social irá fornecer apoio às famílias.
No espaço será preparado o café da manhã, almoço e jantar e fornecido aos moradores pelos próximos 10 dias, período que a CEF estima demorar para que uma nova rede de tubulação de gás seja instalada. “O projeto vai ser elaborado durante o final de semana e acreditamos que em dez dias esteja pronta”, informou Luís Antônio Pacheco de Andrade, gerente geral da CEF em Lages, que explicou que as reclamações devem ser feitas com a construtora.
A construtora Kauffman seria a responsável por resolver problemas como esse, mas rompeu o contrato com a Caixa após pedir falência. “Ela está nessa situação financeira ruim agora e pode se reerguer e nós vamos buscar o ressarcimento disso”, assegurou Andrade.
Algo periódico
O prefeito Elizeu Mattos que os problemas nos condomínios do Minha Casa Minha Vida são periódicos e a parceria poderá ser formada futuramente nos outros residenciais. “Primeiro vamos cuidar desse e depois vamos atender os demais”, disse.
Sobre os demais problemas que os condomínios apresentam, o representante da CEF orienta os moradores a fazerem denúncias no Programa De Olho na Qualidade do Minha Casa Minha Vida, através do telefone 0800-7216268. “As construtoras serão cobradas e no caso de Lages, a Caixa buscará as soluções”, completou.
Foto: Joana Costa
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