Curitibanos, 07/05/2014 A Semana
Patrícia Calixto Martins, mãe de Larissa Aparecida
Martins Ferreira, busca auxílio para melhorar a qualidade de vida da
filha, que, com 7 anos, não fala, não anda e precisa de uma cadeira de
rodas especial para seu desenvolvimento. Conforme Patrícia, não há um
diagnóstico preciso sobre a doença da filha, que tem leve retardo
mental, baixa visão, crises epiléticas, não anda, não fala, apenas
engatinha, e manifesta vontades e sentimentos através de choro e riso.
As causas do problema são indefinidas, mas as probabilidades incluem o
fato de a mãe ser diabética, ter passado a hora de o bebê nascer e a
menina ter engolido líquido amniótico no parto. “Não sabemos direito o
que ocasionou a deficiência e nem que doença ela tem. Não havíamos
percebido nada de anormal até os 8 meses da Larissa, quando descobrimos a
cegueira. Atualmente, ela enxerga vultos, tem crises epiléticas e, como
não anda e é pesada, temos dificuldade em locomove-la, inclusive para
sair de casa com ela”, relata a mãe.
O parecer psicológico indica que Larissa apresenta atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, principalmente nas áreas motora e de linguagem, além de deficiência física e visual. Patrícia frisa que a filha usa próteses nas pernas, que devem ser trocadas com frequência devido ao seu crescimento, além de fraldas geriátricas e medicamentos contínuos. A cadeira de rodas especial, indicada pela terapeuta ocupacional, poderia auxiliar em seu desenvolvimento e minimizar as dores nos ossos. “A cadeira de rodas custa R$ 3.200 e não temos recursos para comprar. Ela recebe o benefício, mas, com tantas despesas, muitas vezes é insuficiente, sem falar que o pagamento da cadeira de rodas tem de ser à vista”, lamenta.
Além das dificuldades encontradas para proporcionar melhor qualidade de vida à filha, Patrícia salienta que o preconceito é outro empecilho. Ela conta que Larissa frequenta o Ensino Regular e a Apae, mas avalia que a sociedade tem preconceito com pessoas com deficiência. “Apesar de ser uma criança muito esperta, ela tem limitações e muitas pessoas nem mesmo se esforçam para compreender. Com a cadeira de rodas, ela terá mais liberdade, poderá sair comigo, ir ao Centro, ao supermercado, coisas que eu não consigo fazer com ela, pois ela é muito pesada para carregar nos braços por muito tempo”, reforça.
Patrícia adianta que pretende fazer uma Pastelada para arrecadar fundos para a aquisição da cadeira de rodas. Pessoas que queiram colaborar com a família, com doações em dinheiro, fraldas geriátricas P ou ingredientes para a produção dos pastéis, podem entrar em contato com Patrícia pelo telefone (49) 9167-2349.
O parecer psicológico indica que Larissa apresenta atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, principalmente nas áreas motora e de linguagem, além de deficiência física e visual. Patrícia frisa que a filha usa próteses nas pernas, que devem ser trocadas com frequência devido ao seu crescimento, além de fraldas geriátricas e medicamentos contínuos. A cadeira de rodas especial, indicada pela terapeuta ocupacional, poderia auxiliar em seu desenvolvimento e minimizar as dores nos ossos. “A cadeira de rodas custa R$ 3.200 e não temos recursos para comprar. Ela recebe o benefício, mas, com tantas despesas, muitas vezes é insuficiente, sem falar que o pagamento da cadeira de rodas tem de ser à vista”, lamenta.
Além das dificuldades encontradas para proporcionar melhor qualidade de vida à filha, Patrícia salienta que o preconceito é outro empecilho. Ela conta que Larissa frequenta o Ensino Regular e a Apae, mas avalia que a sociedade tem preconceito com pessoas com deficiência. “Apesar de ser uma criança muito esperta, ela tem limitações e muitas pessoas nem mesmo se esforçam para compreender. Com a cadeira de rodas, ela terá mais liberdade, poderá sair comigo, ir ao Centro, ao supermercado, coisas que eu não consigo fazer com ela, pois ela é muito pesada para carregar nos braços por muito tempo”, reforça.
Patrícia adianta que pretende fazer uma Pastelada para arrecadar fundos para a aquisição da cadeira de rodas. Pessoas que queiram colaborar com a família, com doações em dinheiro, fraldas geriátricas P ou ingredientes para a produção dos pastéis, podem entrar em contato com Patrícia pelo telefone (49) 9167-2349.
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