Precisou a mobilização da sociedade para que o DNIT entendesse que as
obras poderiam ser melhoradas. A mobilização veio através da Acil e dos
sindicatos do Sistema Fiesc, reforçado pela força da Procuradoria da
República e pela mobilização popular.
Mobilização
A presença das associações de moradores na Audiência Pública foi o
fato mais importante de tudo. É somente assim que o Poder Público
entende que precisa fazer melhor, que pode ser melhorado, e que não é
simplesmente cobrar impostos e pedágios.
Abaixo assinado
Tanto que a deputada Carmem Zanoto recebeu o abaixo assinado dos
moradores do Passo Fundo pedindo passarelas, que não constavam do
projeto, e em seguida pediu uma reunião com a superintendência do DNIT
em SC. O que acabou aconteceu nesta sexta-feira, com a presença do eng°
Visselar Preto.
Autonomia
Evidente que o DNIT/SC não tem dotação orçamentária para mandar
construir quatro passarelas. Mas segundo o superintendente, desde o dia
14 de abril foi publicado uma Portaria que dá a autonomia para o órgão
estadual fazer manutenção e conservação das rodovias federais no Estado.
Obras
Essa autonomia não é suficiente para refazer o viaduto afunilado do
Batalhão, ou até mesmo tirar os aterros e fazer colunas de sustentação,
como deveria ser a obra. Mas dá autonomia para mandar construir
terceiras pistas, como no trecho crítico de Índios, por exemplo, que é o
absurdo dos absurdos.
Terceira Faixa
“O Dnit de SC vai ter disponibilidade financeira para executar obras
como as terceiras faixas em rodovias estaduais”, garantiu o eng°
Visselar.
Passarelas
“Por ser uma rodovia que tem travessia urbana, as passarelas são
necessárias. Por isso precisam ser construídas”, disse o superintendente
estadual. Só não disse quando nem como.
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