Joinville, 24/06/2014, Pinheirinho Popular
Um grupo de sete detentos da Penitenciária Regional de Joinville, no Norte catarinense, tirou uma foto dentro da cela e, agora, a imagem está circulando nas redes sociais. O Departamento de Administração Prisional do Estado (Deap) afirmou que será aberta uma sindicância para descobrir se houve falhas no sistema de segurança para a entrada de telefone celular.
O selfie, autorretrato tirado pelos próprios presos, foi publicado no aplicativo WhatsApp, para smartphones, e tem sido compartilhado desde o último final de semana. "Reconheço alguns deles, inclusive o ambiente onde estão, que é o pavilhão 4 ou 5 do presídio", disse o juiz de execuções penais João Marcos Buch.
Segundo o magistrado, alguns dos homens reconhecidos foram presos por crimes como tráfico de drogas e danos ao patrimônio. "O problema não é a foto em si, mas o proprietário do telefone pode vir a responder processo disciplinar".
Há 4 meses, a penitenciária não conta com um sistema de bloqueadores de celular. A Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania suspendeu em fevereiro o contrato da empresa que controlava a operação desde 2012.
Este mês, uma nova licitação foi suspensa, pois o Ministério Público acredita que o edital de contratação favoreceria uma única operadora. Enquanto isso, visitantes passam por um scanner corporal e detector de metais para entrar no presídio.
A direção do Deap informou que ainda é preciso analisar se a foto foi mesmo feita dentro da penitenciária de Joinville.
Foto: Reprodução
Um grupo de sete detentos da Penitenciária Regional de Joinville, no Norte catarinense, tirou uma foto dentro da cela e, agora, a imagem está circulando nas redes sociais. O Departamento de Administração Prisional do Estado (Deap) afirmou que será aberta uma sindicância para descobrir se houve falhas no sistema de segurança para a entrada de telefone celular.
O selfie, autorretrato tirado pelos próprios presos, foi publicado no aplicativo WhatsApp, para smartphones, e tem sido compartilhado desde o último final de semana. "Reconheço alguns deles, inclusive o ambiente onde estão, que é o pavilhão 4 ou 5 do presídio", disse o juiz de execuções penais João Marcos Buch.
Segundo o magistrado, alguns dos homens reconhecidos foram presos por crimes como tráfico de drogas e danos ao patrimônio. "O problema não é a foto em si, mas o proprietário do telefone pode vir a responder processo disciplinar".
Há 4 meses, a penitenciária não conta com um sistema de bloqueadores de celular. A Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania suspendeu em fevereiro o contrato da empresa que controlava a operação desde 2012.
Este mês, uma nova licitação foi suspensa, pois o Ministério Público acredita que o edital de contratação favoreceria uma única operadora. Enquanto isso, visitantes passam por um scanner corporal e detector de metais para entrar no presídio.
A direção do Deap informou que ainda é preciso analisar se a foto foi mesmo feita dentro da penitenciária de Joinville.
Foto: Reprodução
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