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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Lages recebe exposição sobre a Guerra do Contestado

Lages recebe exposição sobre a Guerra do Contestado
Lages, 30/06/2014, Assessoria de imprensa da prefeitura de Lages


De 1º de julho a 1º de agosto o Museu Thiago de Castro (MTC), da Fundação Cultural de Lages (FCL), receberá a exposição Guerra do Contestado: 100 Anos de Memórias e Narrativas, promovida pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC). A mostra é uma versão modular da exposição que ficou aberta à visitação entre outubro de 2012 e junho de 2013 no Museu Histórico de Santa Catarina, em Florianópolis. A abertura ocorre nesta terça-feira (1º), às 18h30min, no auditório da FCL.



Haverá discussão sobre a exposição e o tema com a educadora Márcia Lisboa Carlsonn, do Museu Histórico de Santa Catarina. A coordenadora do MTC, Carla Souza, diz que o evento é aberto ao público e será emitida certificação. Para a montagem da exposição, que tem curadoria do pesquisador Fernando Romero, a equipe de técnicos da Diretoria de Patrimônio Cultural da FCC participou de estudos junto aos sítios históricos.



Foram visitados Taquaruçu (distrito de Fraiburgo), os municípios de Irani, Três Barras, Porto União, Matos Costa, Calmon e Lebon Régis, museus, arquivos e coleções nas cidades de Irani, Curitibanos, Campos Novos, Mafra, Porto União, Caçador, Matos Costa, Lebon Régis e Lages.



O objetivo foi buscar subsídios para a construção das exposições temáticas e estabelecer contato com os agentes culturais. A FCC trabalhou com apoio de museus, universidades, municípios, fundações e outras entidades para a reunião do acervo exposto.



Entre os colaboradores estão o Museu Histórico e Antropológico da Região do Contestado (Caçador), Museu Josette Dambroski (Matos Costa), Grupo Resgate (Calmon), Universidade do Contestado (Mafra), Museu Thiago de Castro (Lages), prefeitura de Mafra, Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina e Fundação Hassis (Florianópolis), além do próprio Museu Histórico de Santa Catarina. Grupos que desejarem fazer visitação à exposição devem agendar horário pelo telefone 3222-7603 ou 9924-1773, com Carla Souza.




Foto:Assessoria de Imprensa da prefeitura de Lages/Divulgação

terça-feira, 16 de julho de 2013

Primeiro computador de São Joaquim está exposto em museu na Infoneve Informática

Primeiro computador de São Joaquim - Museu Infoneve (4)Cobra 210 foi o primeiro computador de São Joaquim em 1986
A Infoneve informática iniciou seu ramo no mercado de processamento de dados em 1986 trazendo para a elegíaca e gélida cidade de São Joaquim o primeiro computador o COBRA 210.
Premeira impressora de São Joaquim -Museu Infoneve (5)A chegada do Computador para São Joaquim foi um enorme avanço, já que nesta época a cidade de Lages estava apenas mitigando o conhecimento de manuseio de suas primeiras máquinas movidas a processadores.
Naquela época a Infoneve mantinha suas instalações no andar superior ao da Foto Godoy, numa pequena salinha que mal dava para se mexer. O valor do investimento foi alto. Para poder comprar o cobra a Infoneve teve que fazer um financiamento no banco e desembolsar vários milhões de cruzeiros na época (hoje em torno de R$ 20,000) o que para um computador na época seria um absurdo.
Mas o alto investimento rendeu bons frutos e alguns meses depois a Infoneve trouxe a primeira impressora para São Joaquim a “Cobra 5×16″ uma impressora matricial que funcionava apenas a cor preta. Mais tarde a empresa descobriu um equipamento que fazia a retinturação da fita preta para as cores verde e vermelho. Sendo assim a Infoneve foi a responsável técnica por fazer a primeira Festa da Maçã daquele mesmo ano utilizando a impressora para imprimir convites, cartazes e material divulgação.
Museu Infoneve (3)O Cobra era formado por dois módulos principal pesa 13Kg, e o módulo de disco contendo duas unidades, 18Kg e o teclado pesava 3 kg. Além disso utilizava Disco Flexíveis (antes do disquete) de 8 polegadas de 128 bytes.
Mais tarde em 1992 a Infoneve inovou novamente trazendo para São Joaquim o primeiro curso de computação. Naquela época só se utilizava o MSDOS e o COBOL. Os cursos eram ministrados em um edifício em frente ao antigo Besc. Em 1995 a Infoneve se mudou para o Edifício Soli Couto na Rua Marcos Batista onde começou no ramo de venda de equipamentos e manutenção de computadores. Nessa época foi lançado o Windows e a internet dava suas caras em São Joaquim através dos velhos modens discados a empresa foi responsável por automatizar mais de 90% das empresas em São Joaquim naquela época.
Em 2005 a Infoneve evolui mais uma vez e monta uma filial em Urubici. E em julho de 2013 troca a antiga sede da Marcos Batista para a Rua Manoel Joaquim Pinto onde exibe orgulhosamente em um museu montado na área de chegada do estacionamento o primeiro computador de São Joaquim, além de diversos itens que fizer, ou melhor, que escreveram a história da automação em São Joaquim.
Imagens: Dionata Costa
Redação São Joaquim Online

domingo, 19 de maio de 2013

Feira reúne em Lages mosaico do mundo


Feira reúne em Lages mosaico do mundo
Lages, 20/05/2013, Correio Lageano


Uma variedade de produtos de quase todos os cantos do mundo estão em Lages até 26 de maio, na Feniar – Feira Internacional de Artesanato e Decorações. Sessenta expositores apresentam objetos de 20 países. 


A expectativa é que 20 mil pessoas circulem pelos corredores do Centro Serra nos dez dias de feira. A proposta da Feniar é agregar o público da região com os turistas que chegam à cidade para a 25ª Festa Nacional do Pinhão. 


De acordo com o organizador da feira, Mauro Locatelli, a Feniar também possibilita a participação de uma entidade beneficente da cidade, que agrega o nome ao evento. Neste ano, a entidade escolhida foi a Casa de Apoio Colibri, que auxilia no acolhimento e hospedagem familiares e pacientes de câncer em tratamento quimioterápico e de hemodiálise na região.  


A variedade de culturas e de objetos vendidos é o ponto alto do evento. Um dos estandes que mais chamam a atenção é o de Abdel Aziz Bahsain, de 29 anos. Marroquino que já morou em Portugal e na Espanha, Abdel vive em Florianópolis. Há 20 anos, trabalha com artes plásticas, fazendo pintura e vendendo artigos árabes, como quadros, bijuterias, tapetes, e roupas temáticas, além de objetos em pedra. Ele diz que participar destas feiras é a oportunidade de levar um pouco da cultura árabe para todos os lugares. 


Com uma equipe de três pessoas, Abdel também promove a arte através da escrita árabe, mostrando como seria a caligrafia de nomes ocidentais quando vertida no árabe tradicional. 


Os lageanos também participam da feira. É o caso do grupo Casa Catarina, uma associação de artesãos com ramificações em todo o estado. Na Serra, 100 pessoas participam da sociedade, que mostra novidades para a melhor época em vendas do ano.


Serviço


Onde: Centro Serra – Centro de Eventos - Rua Luiz Gonzaga Proença, 445
Bairro Universitário, Lages
Horário: das 14h às 21h
Valor: R$ 5,00 (pessoas acima de 65 anos e menores de 12 não pagam ingresso)


Foto: Afonso Rodrigues

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Exposição resgata a história da cidade


Correia Pinto, 10/05/2013, Correio Lageano, por Silviane Mannrich


Evento é uma das ações para comemorar os 31 anos de emancipação de Correia Pinto, que busca preservar suas raízes




Vilson Felipe de Moraes, 62 anos, foi um dos primeiros moradores de Correia Pinto, quando a cidade ainda era um distrito de Lages. Ele conta que a cidade mudou muito, não havia ruas calçadas e muito menos asfalto, era tudo campo. Para ir trabalhar na localidade de Bandeirinha, ele levava cerca de duas horas a cavalo.



“Era muito difícil, a gente viaja para o interior, ficava a semana toda trabalhando no campo e vinha no final de semana para a cidade, para buscar os mantimentos e depois voltava. Hoje é tudo mais moderno, mas a cidade continua tranquila, um lugar bom de morar”, afirma o aposentado.



Ele ficou surpreso em reconhecer seus antepassados em uma de suas professoras na exposição de fotos promovida pela Fundação Municipal de Cultura e Esporte de Correia Pinto.



A exposição foi realizada com o apoio da comunidade, que levou fotos, documentos e reportagens de jornais que citavam o nome da cidade. Foram reunidos aproximadamente mil registros fotográficos. Há registros do primeiro casamento, do primeiro nascimento e das famílias que ajudaram na fundação do município. Entre elas, as família Bastos, Pereira Alves e Amaral.




“Fazer um acervo histórico foi um dos nossos primeiros atos na fundação, é muito importante preservar as nossas raízes. E fizemos tudo isso em um mês”, lembra Arlete.
Elói Francisco Junges é natural do Rio Grande do Sul, mas há 46 anos vive na cidade.



Ele foi um dos primeiros funcionários da fábrica da Klabin. “Trabalhei 28 anos na fábrica, fui motorista de trator que tinha uma carretinha para transportar os funcionários até a fábrica. Eram cerca de 90 pessoas. Depois passamos a andar em um caminhão chamado Papa Fila”, conta Elói.




Correia Pinto teve como o primeiro prefeito Demerval Batista que assumiu em 1° de janeiro de 1983. Os movimentos de emancipação começaram em 1981 e o município foi instituído em 10 de maio de 1982.



O município de Correia Pinto em números


O município  formou-se principalmente com a vinda da BR-116. Com a instalação da fábrica da Klabin em 1969, antiga PCC, vieram moradores de todas as partes, principalmente do Paraná. Assim foi se formando a primeira vila, depois a primeira escola e o distrito foi aos poucos sendo povoado.



A cidade já foi considerado a Capital Nacional do Papel e hoje é a Capital Nacional do Pinhão Laçador. Recebeu o título pelos prêmios nacionais e internacionais que os moradores da cidade receberam ao longo dos anos nos torneios de laço. Também foram fundados os primeiros Centros de Tradições Gaúchas de Santa Catarina.


Números da cidade


  • População: 14.785
  • Mulheres: 49,9%
  • Homens: 50,15
  • Residências: 4.224
  • Propriedade: 616
  • Área Cultivada: 31.975
  • Propriedades que vendem leite: 96



Programação


Dia 10.05.2013 - Sexta-feira
  • 9 horas - 3ª Corrida rústica da cidade de Correia Pinto.
  • Local: Praça Central.
  • 10h30min - Culto ecumênico na praça.
  • 14 horas - Criança na praça - Brinquedos, algodão doce e DJ.
  • Passeios de helicóptero - Campo do EEBNSP.
  • Shows na Praça Central
  • 17 horas - Show tradicionalista com Iguaria Campeira.
  • 19 horas - Show nacional com Dany e Rafa.
  • 21 horas - Show pirotécnico.
  • 21h30min - Show nacional com Oswaldir e Carlos Magrão.


11.05.2013 - Sábado
  • 9 horas  - 1ª Cavalgada de Correia Pinto - Promoção e Realização Grupo de Cavalgadas Chilenas de Prata.




Fotos:Silviane Mannrich e divulgação

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Bens tombados de Lages em exposição


Maquetes serão expostas numa parceria entre Fundação Cultural e Câmara de Vereadores





















Fotos: Taina Borges / Todas as terças, quartas e quintas, um funcionário da FCL fará o monitoramento das visitas agendadas

Réplicas fiéis de patrimônios tombados de Lages estão em exposição no espaço cultural Malinverni Filho da Câmara de Vereadores. A mostra é uma parceria entre a Fundação Cultural de Lages (FCL) e o Legislativo. O local foi aberto para visitação nesta quarta-feira (3) e permanecerá por cerca de 30 dias à disposição dos visitantes. As maquetes de prédios como Catedral Diocesana, Palacete Gamborgi e o antigo Fórum Nereu Ramos são 24 vezes menores que o tamanho real e levaram cerca de 45 dias para serem elaboradas.
O trabalho rico em detalhes é do publicitário e maqueteiro Dany John. Além de toda a beleza das peças, o público poderá conhecer um pouco mais da história desses patrimônios. Todas as terças, quartas e quintas, um funcionário da FCL fará o monitoramento das visitas agendadas. As escolas podem marcar horário pelo telefone (49) 3251-5416, com Janelize Borges, de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Exposição Pausa reflete o cotidiano

Exposição Pausa reflete o cotidiano
Lages, 21/01/2013, Correio Lageano



Parque Jonas Ramos, o Tanque, é cenário para as imagens que retratam momentos de descontração e relax



Está aberta à visitação na biblioteca da Uniplac a exposição Pausa, da fotógrafa Vera Melin. As 45 imagens retratam momentos no Parque Jonas Ramos, o Tanque, em Lages. Com o ensaio, Vera pretende mostrar o ponto de vista pessoal e artístico desta atração turística da cidade.



Para chamar a atenção para os belos lugares que Lages apresenta, Vera retratou pessoas em momentos de descanso e descontração no parque Jonas Ramos, lembrando que muitos moradores esquecem de aproveitar o espaço para o lazer. “É um lugar onde se pode dar uma pausa da correria no nosso dia a dia”, explica, justificando o nome da exposição, Pausa. Para Vera, as fotos servem como forma de reflexão. “Eu busco mostrar o lado zen da vida”, acrescenta.



Como diferencial, a fotógrafa destaca que fez um tratamento nas fotos, com o computador, transformando as imagens em pinturas coloridas e desenhos, formando a composição. Ela conta que foi durante um de seus passeios pelo Tanque, onde percebeu que esses momentos poderiam se transformar em arte, que surgiu a ideia para o trabalho, retratando esses momentos do cotidiano das pessoas. “É uma necessidade ter esses momentos na vida”, completa.



Essa é uma exposição itinerante, realizada em parceria com o Sesc, e ficará na Uniplac até o dia 31 de janeiro, com horário de visitação das 13 horas às 19 horas.



O técnico de cultura do Sesc, Rudimar Cifuente esclarece que outras parcerias foram firmadas e o trabalho da fotógrafa também deve ficar à disposição do público no CAV/Udesc, Museu Thiago de Castro, Instituto Federal de Santa Catarina, Serra Shopping, São Joaquim, São José do Cerrito e Urubici a partir de fevereiro.
“Faz parte do projeto de interação de arte. A exposição vai passar pelos municípios vizinhos, nossos parceiros na região da Amures”, finaliza.


Foto:Vera Melin/Divulgação

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Exposição Vistas Parciais retrata a história de Lages

Exposição Vistas Parciais retrata a história de Lages
Lages, 11/01/2012,  Correio Lageano



Exposição fotográfica itinerante Vistas Parciais acontece no saguão do Sesc e retrata a cidade de Lages do século 17 ao 20


Mostrando a história de Lages por meio de fotografias, o Museu Thiago de Castro, em parceria com o Sesc, promove a exposição Vistas Parciais, como parte do projeto do Ponto de Cultura “Cultura, Memória e Desenvolvimento”. As imagens pertencem ao acervo iconográfico do museu e vão ficar expostas no saguão do Sesc até o final de fevereiro.




O técnico de cultura do Sesc, Rudimar Cifuentes, explicou que a exposição é itinerante e visa divulgar a história e o desenvolvimento de Lages com a fotografia. Ela é dividida em três etapas. Na primeira estão expostas fotos do período de 1866 a 1959.



A partir do segundo semestre deste ano acontece a mostra das fotos do período posterior à década de 60. Na terceira etapa será feito o registro fotográfico e a exposição das imagens de Lages atualmente. “É uma sequencia para ver a evolução da cidade Lages até os dias de hoje”, afirma.



O Sesc pretende também desenvolver atividades com as escolas, relacionando as imagens com atividades desenvolvidas pelos alunos, que serão convidados para visitar a exposição e discutir sobre o que observarem. “O trabalho vai iniciar em fevereiro, junto com o início das aulas”, completa Cifuentes.



A partir de março a exposição passará por lugares públicos como o Serra Shopping, Pousada Rural, Biblioteca Pública, CAV/Udesc em Lages, e nas cidades de São Joaquim e Urubici. O museu Thiago de Castro conta com mais de quatro mil itens em seu acervo, como negativos em papel e celulose, imagens capturadas com o daguerreótipo e cerca de três mil fotos em suporte de papel. As fotografias foram selecionadas, identificadas e digitalizadas pela equipe do museu.



Foto:Divulgação

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Cidade Invisível: exposição fotográfica mostra detalhes de Lages

Cidade Invisível: exposição fotográfica mostra detalhes de Lages
Lages, 20/12/2012, Correio Lageano



Mostra fotográfica ressalta belezas da cidade de Lages que acabam passando despercebidas devido à rotina



Buscando estimular um olhar diferenciado para a cidade de Lages, o Sesc promove a exposição fotográfica Arte Cidade - Cidades Invisíveis, no Museu Histórico Thiago de Castro. As fotografias buscam mostrar a visão mais corriqueira da cidade, chamando atenção para pontos que, na maioria das vezes, passam despercebidos.



Além de promover uma releitura sobre o visual da cidade de Lages, Rudimar Cifuentes, responsável pelo setor cultural do Sesc, explica que a exposição também procura valorizar os artistas locais integrantes do projeto. Ao todo, estão expostas 21 obras, sendo três de cada artista.



O projeto faz parte do circuito cultural promovido pelo Sesc em todo o Estado e agora passa por Lages, convidando artistas de outros locais para promover as atividades.



O fotografo Álvaro de Azevedo Diaz é o curador da exposição, e conta que esta é a primeira vez que realiza um trabalho do gênero na cidade. Ele acompanhou os artistas durante uma semana, período em que as fotografias foram realizadas. “Foi uma atitude de adaptação, a gente optou por trabalhar a fotografia nesse limite de tempo”, explica Diaz.



O curador destaca que o objetivo foi mostrar as coisas mais corriqueiras, mas com um olhar diferenciado, relembrando aquilo que fica esquecido no cotidiano. “São os trajetos mais comuns, mas que de tanto olhar a gente acaba acostumando”, esclarece, lembrando que esta foi a orientação passada para os fotógrafos.



Ao todo a exposição conta com 21 obras, dos seguintes fotógrafos: Ângela Waltrick, Beto Werner, Jary Carneiro Junior, Marcelo Palimok, Rosa Werner, Rudi Cifuentes e Vera Melim.



Quando?
A mostra foi aberta nesta terça-feira (18) e ficará disponível para os visitantes até 28 de fevereiro de 2013. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 12 horas e das 13h30min às 17h30min. Nos sábados o museu abre das 9 horas às 12 horas, e das 14 horas às 17 horas.



Fotos:Vera Melim e Beto Werner/Divulgação

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Exposição celebra os 60 anos da Biblioteca Municipal de Lages

Exposição celebra os 60 anos da Biblioteca Municipal de Lages
Lages, 07/09/2012,Correio Lageano




Desde agosto, diversas atividades são desenvolvidas. O ápice das celebrações acontece em 29 de outubro, dia do aniversário da Biblioteca



“Negro Retrato do Nativismo”, de Thiago Medeiros, retrata em desenhos à carvão o dia a dia do homem Serrano. Exposição, composta por 10 telas, três delas inéditas, fica aberta para visitação do público até o dia 30 de setembro.



Tudo começou como um hobby, em 2005, quando Thiago resolveu participar de um curso de desenho à carvão. De lá para cá, ele desenvolveu cada vez mais a técnica, se aperfeiçoou e elegeu o homem serrano como tema de suas obras.



“Na maioria dos meus trabalhos, busco retratar um pouco do nativismo da cidade, resgatando costumes em retratos feitos com carvão, o que demonstra a simplicidade da arte e do dia a dia do nosso povo”, comenta.



O desenho é feito em um papel, com carvão vegetal. Borracha e giz são usados para os acabamentos e contrastes. A execução de cada obra é relativamente rápida: cada uma leva em média cinco horas para ser concluída.



O trabalho de Thiago foi escolhido para celebrar o aniversário da Biblioteca e também para integrar a Semana Farroupilha, que fará atividades dentro da biblioteca, entre os dias 19 e 21 de setembro.



No primeiro e no último dia, a partir das 10 horas da manhã, haverá sessões de cinema temático, com apresentação de filmes sobre a Revolução Farroupilha. No dia 20, às 9h30 tem mais filme, seguido de duas palestras, Aldo Camargo de Oliveira e Carla Souza, apresentação do Grupo de Teatro Matakiterani e do grupo musical Ronda Redonda, encerrando com um bate papo o artista plástico com Thiago Medeiros, sobre sua exposição.


Comemorações desde o mês de agosto
A auxiliar de Biblioteca, Patrícia Berlanda, destaca que, embora o aniversário seja celebrado apenas no dia 29 de outubro, as comemorações alusivas já tiveram início em agosto, com atividades no dia o Dia do Escritor (01) e Dia do Folclore (22).



Em setembro, a programação terá continuidade, com a realização de sessões de documentários produzidos nas oficinas do Sesc Lages. Com a presença do monitor do Sesc, Luiz Henrique de Freitas Machado, os documentários serão apresentados nos dias 13 e 14, às 10 horas, e no dia 15 (sábado), às 15 horas.



Em outubro, a programação deve ser intensificada. No dia 10 tem oficina de Pinhole com orientação de Jary Carneiro Junior. No Dia da Criança (12), em parceria com o Sesc, a Biblioteca oferecerá diversas atividades durante todo o dia.



No dia 29, a biblioteca desenvolverá diversos projetos durante todo o dia, como xadrez, contação de histórias, informática e exposições. Patrícia ressalta que a programação completa ainda não foi definida.



Fotos: Núbia Garcia

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Exposição mostra época de ouro do automobilismo lageano nas décadas de 40 e 60

Quem passar pela Fundação Cultural de Lages poderá conferir a exposição “Corridas e o Tempo”, do jornalista Júlio Mendes, que estará aberta para visitação até o final do mês. Trata-se do resultado de cerca de três anos de pesquisa, com um acervo fotográfico de 20 fotos que contam a história da época de ouro do automobilismo lageano.

Em 2012 faz 70 anos que Santa Catarina recebeu as primeiras corridas automobilísticas. As carreteiras do Raid Porto Alegre – Rio de Janeiro, em 1940, passaram por Lages, Florianópolis, Balneário Camboriú e Joinville. Daí iniciou um grande período de competições por todo Estado, chegando ao profissionalismo de hoje. “A exposição é uma boa lembrança desta parte de nossa história que estava esquecida”, comenta Júlio.

Durante três décadas pilotos lageanos escreveram sua história no automobilismo nacional, entre eles Plínio Luersen,Osni Pilar e Erci Casagrande entre outros. As fotos, a maioria das décadas de 40 e 60, mostra como eram as principais avenidas da cidade, onde aconteciam as corridas.

Em breve será lançado um livro com as fotografias e relatos sobre as corridas. De acordo com o autor, houve muitas dificuldades em coletar o material, pois a maioria foi encontrada através de familiares e amigos dos pilotos. “Hoje temos o maior acervo fotográfico sobre as corridas desta época no Estado. Nenhum museu tem o material que conseguimos coletar”, argumenta.

A exposição é itinerante e de Lages deve seguir para outras cidades do Estado. Está dividida em três fases: a primeira conta a história do automobilismo lageano, entre as décadas de 40 e 60; a segunda fase parte para o nível Estadual, até o ano de 1967 e por fim, a terceira fase com as pistas de terra até os autódromos.



Redator: Aline Tives
Foto: Toninho Vieira