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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Prefeito Brighenti decide que Festa da Maçã só em 2016

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São Joaquim, 08/01/2015 São Joaquim Online


Acontece em 2016 e nem que seja na marra!
Humberto-BriguentiO Prefeito de São Joaquim Humberto Brighenti, depois de uma intensa reunião com seus Secretários e apoiadores, decidiu por cancelar a Festa Nacional da Maçã em 2015, segundo o Prefeito, ainda tem muito o que se fazer na cidade antes da organização da 20ª Festa Nacional da Maçã.
O Prefeito também declarou que a Festa da Maçã está “garantida” para 2016.

 Veja quais foram as análises antes do cancelamento de Festa da Maçã em 2015:

Mobilidade:

A Cidade está passando por uma revitalização de portal a portal, o Projeto Acorde está retaliando as ruas e fazendo as calçadas. O asfaltamento de São Joaquim-Painel será começado no mês de Abril e também o asfaltamento de São Joaquim-Bom Jardim da Serra. Sendo assim, no quesito de mobilidade turística, a Festa da Maçã estaria prejudicada.

Infraestrutura:

O Parque de exposições da Maçã sofre com o problema de infraestrutura, necessitando de uma reforma urgente. Só para se ter uma dimensão basta olhar os talões de água e luz onde a prefeitura mensalmente paga exorbitantes R$ 8.000,00 para a Casan e R$ 18.000.00 para a Celesc.
É necessária uma nova rede elétrica e uma nova rede hidráulica para conter os vazamentos e desperdícios.
Além do mais os pavilhões e barracões não atendem mais as exigências dos Bombeiros sendo necessário uma ampla reforma em suas estruturas.

Mão-de-Obra

Para reformar o Parque da Maçã será necessário um contingente de 90 homens e dezenas de máquinas das Secretarias de Obras e Agricultura trabalhando ininterruptamente por 120 dias.
A prefeitura até que teria esta mão-de-obra, porém teria que sacrificar a recuperação das sofríveis estradas do interior em plena época da colheita da maçã.

Recursos

O não menos importante é a escassez de recursos para a Festa. É válido lembrar que o munícipio de São Joaquim não prestou conta das Festa da Maçã de 2008, 2009 e 2010 e foi condenada a devolver cerca de 4,5 milhões ao Ministério do Turismo além de não poder mais firmar convênio para Eventos.
Pois bem, a dívida não foi paga e não há dúvida que o Ministério do Turismo rejeitaria qualquer proposta de investimentos nesta área para São Joaquim.
Sem recursos do Governo Federal a solução seria pedir recursos para o Governo do Estado, mas existe uma Lei estadual que obriga o Governador a destinar apenas R$ 300.000 para eventos e também impede a Prefeitura de cobrar ingressos o que não é conveniente em termos de investimento.
Sendo assim ficou claro que a Festa da Maçã não irá acontecer em 2015 e o velho sonho ficou adiado para Abril de 2016 com um novo Parque da Maçã, uma nova cidade, um novo asfalto… E que assim seja…

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Festa Nacional da Maçã 2015 começa a ser planejada em São Joaquim

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São Joaquim, 07/01/2015 São Joaquim Online


Prefeitura discutirá a viabilidade para a execução da 20ª Festa Nacional da Maçã.

As últimas edições reuniram público considerável
As últimas edições trouxeram grande público


Secretários, Diretores, membros da Prefeitura de São Joaquim e membros do Diretório do PMDB se reuniram nas instalações do Parque de exposições da Maçã na tarde desta última terça-feira (06) no objetivo de debater a viabilidade da execução da Festa da Maçã já em 2015.
O Prefeito Humberto Brighenti, que estava em uma reunião em Urubici não chegou a tempo e a decisão ficou transferida para esta quarta-feira (07).
Segundo consta, a prefeitura tem, através do Governo Federal, um recurso no valor aproximado de R$300,000 que seria no entanto enviado através do Ministério da Agricultura para a reforma do Parque.
O objetivo deste recurso seria, no entanto, reformar o pavilhão de alimentação (onde hoje é um depósito de implementos agrícolas da Secretaria da Agricultura) e efetuar mais algumas restaurações no Parque.
Mesmo R$ 300.000, praticamente na boca do caixa, muitos Secretários consideram o recurso muito baixo para uma eventual reforma, além do curto prazo para a execução da tarefa de organizar uma Festa da Maçã que acontece após o término da Colheita em Abril.
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“Concurso” para a escolha das Soberanas serão um dos critérios da Festa da Maçã


Com o Parque e o centro de Eventos desgastado pela intempérie do tempo, problemas de infra-estrutura e vandalismo a solução mais cogitada seria de fazer uma Festa itinerante com atrações em muitos lugares como a pracinha do Banco do Brasil, concha acústica, restaurantes, hotéis, pontos turísticos e etc.
Outro problema a ser enfrentado é a falta de recursos do município. A solução seria buscar recursos em Brasília e no Governo do Estado, porém isto implicaria na lucratividade do pleito, uma vez que a lei impede que se (neste caso) seja cobrado ingressos para a Festa.
O PMDB foi muito criticado no mandato de João Pagani que passou os 04 anos sem fazer a Festa da Maçã.  A Festa foi resgatada por Newton Stélio Fontanella em 2001 e foi novamente cessada justamente no mandato de outro peemedebista Humberto Brighenti.
Porém o Prefeito Humberto quer limpar essa ideologia de que o PMDB é incapaz de fazer uma Festa Nacional, mas as condições em que a cidade se encontra financeiramente, estruturalmente e criminalmente parecem ser desfavoráveis.
Enfim a palavra final será dada ainda nesta quarta-feira se a Festa da Maçã 2015 será ou não executada. Porque pelos planos da Prefeitura ela será feita em 2015 ou 2016. Resta somente a decisão final…

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Festa Nacional da Maçã deve ter parceiro no setor privado

Festa Nacional da Maçã deve ter parceiro no setor privado
São Joaquim, 27/05/2014, Correio Lageano, por Vinicius Prado



A Festa Nacional da Maçã, evento que comemora a safra da fruta na região, está nos planos da prefeitura Municipal e Secretaria de Turismo do município de São Joaquim. Mas apenas para o próximo ano.



De acordo com o secretário de turismo do município, Agnelo de Oliveira Pinto, está sendo avaliada a possibilidade de uma parceria público-privada para a realização da Festa Nacional da Maçã. A posição que a prefeitura Municipal de Lages tomou para realizar a Festa Nacional do Pinhão este ano serviu como base para esta alternativa à Festa Nacional da Maçã



Outros eventos



Apesar deste cancelamento, a agenda de São Joaquim ainda possui eventos para celebrar a safra da maçã e os vinhos finos de altitude, como a Mostra de Vinhos Finos e Maçã, que ocorreu  do final do mês de abril até o dia 10 de maio. No próximo mês inicia a temporada de inverno, com outros eventos previstos pela secretaria de turismo.


Pendências anteriores inviabilizaram o evento


Em janeiro deste ano, o prefeito do município, Humberto Brighenti, enfatizou em sua declaração, na Casa da Cultura, em São Joaquim, que a Festa Nacional da Maçã não seria realizada novamente.


Os motivos são desde falta de orçamento e infraestrutura, problemas nas estradas que dão acesso ao Parque da Maçã, entre outros impasses que acabaram prejudicando a realização do evento desde o ano passado. A 19ª Festa Nacional da Maçã foi realizada em maio de 2012. Na época, a prefeita  Marlene Kayser, já previa que a festa não teria muito lucro.




Foto: Arquivo CL

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Prefeitura cancela a Festa da Maçã em São Joaquim, pelo segundo ano consecutivo

Prefeitura cancela a Festa da Maçã em São Joaquim, pelo segundo ano consecutivo
São Joaquim, 29/01/2014, CLMais com informações da Agência São Joaquim Online




O prefeito de São Joaquim Humberto Bringhenti foi incisivo em sua declaração na noite desta última terça-feira (28) durante uma reunião com o setor turístico na Casa da Cultura que definia o novo calendário de Eventos para 2014 em São Joaquim.



Segundo ele o município não tem as mínimas condições de realizar a 20º Edição da Festa Nacional da Maçã em 2014. O prefeito salientou que foram quatros os principais motivos que o levaram a decisão do cancelamento oficial da Festa da Maçã para 2014.



Financeiro
Humberto Bringhenti:  A última Festa da Maçã custou ao município mais de R$ 1.270,000,00 e deu um imenso prejuízo. Além disso, devemos as últimas Festas da Maçã, duas realizadas pelo José Nérito e uma realizada pelo Doutor Téio. O pedido de recursos ao Ministério do Turismo foi negado, pois estas últimas edições da Festa da Maçã tiveram suas contas reprovadas e o município terá agora que devolver o dinheiro destas festas. O Estado só pode liberar R$ 500,000. O município tem hoje outros R$ 500,000, para outros eventos do ano inteiro. Sendo assim, o município não tem condições financeiras de realizar a festa.



Parque da Maçã
Humberto Bringhenti: O Parque da Maçã está “detonado”, lá temos todos os tipos de problemas elétricos, hidráulicos e sanitários. Os sanitários também estão transbordando jogando o material fecal direto no Rio Antonina que é o rio que abastece São Joaquim. Além disso, os pavilhões estão se desmanchando, o parque inteiro está feio. Já esta na hora de derrubar e fazer tudo de novo. O parque não tem infraestrutura para atender os turistas e garantir a segurança dos joaquinenses.



Cidade em obras
Humberto Bringhenti: As estradas estão ruins e os acessos ao Parque da Maçã estão dificultados. Tem muitos buracos nas ruas, as estradas quando não é barro é poeira. A cidade está em obras. A SC-114 está sendo revitalizada pelo centro da cidade.



Logística
Humberto Bringhenti: Para fazer uma festa, como a da Maçã envolve muitas pessoas. E a maioria do o funcionalismo público estará trabalhando consertando as estradas da cidade e do interior. Por tanto não é possível em plena safra de a maçã retirar os funcionários e as máquinas das obras para fazer reparos no parque para a Festa da Maçã. Fica inviável realizar a festa nestes padrões de logísticas. É claro que a Festa da maçã é importante principalmente para o turismo, mas tem que pensar um pouco mais na população e na cidade, pois são eles que mais precisam de atenção do poder executivo.





Foto:São Joaquim Online/Divulgação

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Pendência ambiental impede conclusão das obras de aeroporto

Pendência ambiental impede conclusão das obras de aeroporto

São Joaquim, 25/06/2013, Correio Lageano, por Adecir Morais


As obras do Aeroporto de São Joaquim, na Serra, seguem interditadas por falta de licença ambiental. O embargo é da Fundação de Meio Ambiente (Fatma) e se arrasta desde maio do ano passado. Até agora já foram investidos R$ 4,9 milhões no empreendimento, sendo 30% pelo Governo do Estado e os outros 70% por meio do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa). 


De acordo com o gerente regional da Fatma, Willy Brun, o embargo ocorreu porque a prefeitura, responsável pelo empreendimento, não apresentou a complementação dos estudos de impacto ambiental pedido pelo órgão. Ou seja, a obra está sendo executada sem o licenciamento ambiental. Por conta disso, a prefeitura foi multada, mas o valor não foi divulgado.


Dentre as exigências, faltam estudos de impacto ambiental sobre o monitoramento de ruídos dos aviões, e de impactos na biodiversidade, como de aves migratórias daquela zona.


Brun alerta que as obras só poderão ser retomadas após a análise de todas as licenças exigidas. Em caso de descumprimento das normas, uma nova multa é aplicada. Brun esclarece, porém, que tão logo a prefeitura apresente os estudos ambientais complementares, a obra será liberada.


Segundo a Secretaria Regional de São Joaquim (SDR), até agora as obras do aeroporto contemplaram os serviços de pavimentação da pista de pouso e decolagem, com uma extensão de 1.400 metros e 30 metros de largura, pátio de manobras e estacionamento.
Licitação está parada 


Uma nova licitação para a construção do terminal de passageiros, com 140 metros quadrados, foi lançada em 2012. Até a empresa responsável pelos serviços já foi escolhida, mas falta a liberação da licença para o início das obras. O investimento será de R$ 300 mil.


O aeroporto está localizado no km 82 da rodovia SC-114. Foi criado em 1978, com uma pista de chão batido, para facilitar a vinda do presidente da República, Ernesto Geisel, à primeira Festa Nacional da Maçã. Quando estiver pronto, vai comportar pouso de aviões com até nove passageiros.


Contraponto


A secretária municipal de Planejamento de São Joaquim, Elaine Ribeiro Grillo, diz que a prefeitura está fazendo o levantamento da situação para atender as exigências da Fatma. Uma empresa especializada deve ser contratada para realizar o estudo de complementação de impacto ambiental do aeroporto.


“Estamos conversando [com o governo do Estado] para ver se ele nos ajuda a fazer isso”, comenta a secretária, sem saber detalhar quando o estudo complementar será apresentado e nem o porquê de as obras terem iniciado sem as licenças ambientais.


Segundo ela, assim que o embargo à obra for levantado, os serviços serão retomadas, como a construção dos acessos para beneficiar os moradores e fruticultores que moram ao redor da pista, assim como o terminal de passageiros. “Já temos o projeto de engenharia do lado direito [da pista) e vamos elaborar o do esquerdo”, assegura.
 


Foto: Adecir Morais

quinta-feira, 18 de abril de 2013

22 anos do acidente aéreo que marcou a Festa da Maçã


São Joaquim, 18 de abril de 1991. Domingo. Último dia da Festa da Maçã.
O público chegava aos poucos à tarde. O comentário entre todos era o voo rasante do avião sobre o público: “Mas tá voando tão baixo, será que faz parte do show?”
Na parte de baixo do parque da maçã, no camping, uma turma de amigos cantava em uma roda de viola – som de Lulu Santos e Creedence. Um deles, perto das 16 horas grita! “Cara! Caiu um avião lá no meio!”
“Senta aí André, pára de bebê”, responderam.
Ele Levanta e aponta.
“Cara! Caiu um avião lá!”
Em segundos começa a correria em direção a parte superior do parque.
Todo mundo procurando todo mundo – não existia celular na época.
Era gente gritando, correndo, chorando.
“Mas onde tá esse avião que caiu?” Perguntavam
Tá lá!”
“Lá onde?” O som da banda no palco havia parado.
É que não dava para ver o avião do acesso na rua de lajotas.
Era só pânico. O medo de explodir.
O avião caiu depois de enroscar a roda em um fio de alta tensão, deu uma ‘rodada’ no ar e caiu sobre o pavilhão.
Alguns metros dali haviam centenas de pessoas, em frente ao palco. E também dentro do pavilhão.
Felizmente não houve feridos.
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(Fotos gentilmente cedidas pela Foto Argus)
Glauco Silvestre – São Joaquim de Fato

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Prefeitura cancela a Festa Nacional da Maçã em São Joaquim

Prefeitura cancela a Festa Nacional da Maçã em São Joaquim
São Joaquim, 24/01/2013, Correio Lageano, por Joana Costa




A Festa Nacional da Maçã, que aconteceria no mês de maio, em São Joaquim, foi cancelada pelo prefeito Humberto Brighenti. Problemas como dívidas da prefeitura e falta de estradas para escoamento da produção de maçãs foram motivos que o levaram a tomar a decisão.



Brighenti explica que a decisão foi tomada porque acredita que a cidade não está preparada para o evento. “Temos muitas dívidas, não tem estrada para escoar a produção e  ainda estamos pagando contas da festa passada”, declara.



Segundo ele, a prefeitura está com mais de R$ 500 mil em dívidas, que incluem contas da festa de 2012. “Não posso gastar R$ 1,5 milhão com quatro dias de festa e depois não ter dinheiro para comprar um litro de óleo para as máquinas da prefeitura”, analisa.



Ele lembra que teria apenas 60 dias para organizar  a festa e pede a compreensão da população, informando que também cancelou a realização dos Jogos Abertos, que deveriam ocorrer em fevereiro. “Vamos transferir esses eventos com porte menor e outro nome para o Festival de Inverno e em junho”, ressalta.



Cultura local



O prefeito destaca que a comunidade deve ser chamada para discutir os novos moldes para a Festa da Maçã, buscando valorizar as atrações a cultura locais, os produtores, o agronegócio, a agroindústria e atraindo novos empresários para investir na região. Com essas medidas, Brighenti acredita que poderá recuperar as raízes e a tradição perdida ao longo dos anos.



A presidente da Associação Pró-Turismo em São Joaquim (Protur), Nádia Teresinha de Sousa, afirma que em nome da associação prefere não opinar sobre o assunto sem antes discutir com o grupo a respeito.



Nádia de Souza, que também é proprietária de uma pousada, diz que sua opinião pessoal é favorável ao cancelamento da festa e acredita que ela precisa mudar. “Temos que reavaliar a festa, como está é melhor que não seja realizada, tem que arrumar a casa antes”, declara.



O presidente da Associação dos Produtores de Maçã e Pêra de Santa Catarina (Amap), Rogério Pereira, falou que a associação precisa se reunir com a diretoria antes de formar uma opinião sobre o assunto. “A gente ainda não discutiu isso, mas quem tem que tomar essa decisão é só o prefeito”, acrescenta.



Evento atraiu presidentes


Hoje cancelada, a Festa Nacional da Maçã já foi destaque nacional, chegando a receber três presidentes da República.



Em 1978, o presidente da república Ernesto Geisel abriu a 1ª Festa Nacional da Maçã.
Em 1984, a quarta edição da Festa Nacional da Maçã contou com a participação do presidente João Figueiredo. O evento teve 74 expositores, entre produtores de maçã, mel, equipamentos e máquinas agrícolas.



Em 1988 foi a vez do então presidente José Sarney ir a São Joaquim, enfrentando o frio de 7ºC. Em 1991, a Festa trouxe Fernando Collor de Mello na sua abertura. Para recepção estavam presentes cerca de 15 mil populares e 80 prefeitos.



Foto: Arquivo CL