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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Agentes de Trânsito guincham o carro do Pastor em frente a Igreja

Lages, 19/11/2013 Gazeta Serrana

Aconteceu nesta manha de terça-feira (19), quando os Agentes de Trânsito presenciaram a falta de cartão da área azul no veículo Tempra placa de Lages. 


Os agentes foram investigar para ver se a documentação do carro estava em dia, mas a documentação estava toda atrasada, e não deu outra, os agentes acionaram o guincho da B.AUTO para levar o carro em frente a Igreja do Pastor.


 A obreira da Igreja foi aos prantos de choro e dizia que, "ELES VÃO PAGAR PELO QUE ESTÃO FAZENDO e DEUS ESTÁ VENDO”. Pra fechar, o Pastor chega depois de ter entregado os documentos e fala, “Espera ai, só deixa eu pegar minhas coisas.” Os caras deixaram ele subir no guincho, mas o Pastor não pegou nada e disse “Podem ir, depois eu pego minhas coisas e vocês vão pagar por isso.”
Pode guinchar o veículo em local de estacionamento?


Art. 181. Estacionar o veículo:
I – nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via transversal:
Infração – média;
Penalidade - multa;
Medida administrativa – remoção do veículo;


Para o cometimento desta infração não é necessária sinalização específica. O objetivo primário da proibição é evitar que os condutores que trafeguem com seus veículos em cruzamentos não tenham sua visão da via perpendicular prejudicados em virtude de veículos estacionados próximos as esquinas. A competência desta infração é do órgão ou entidade de trânsito municipal e rodoviário. Se o condutor recusar-se a retirar o veículo ou estiver ausente no ato da fiscalização, o respectivo veículo poderá ser removido do local. Código de infração 538-00.
II – afastado da guia da calçada (meio-fio) de cinquenta centímetros a um metro:

Infração – leve;
Penalidade - multa;
Medida administrativa – remoção do veículo;

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Pastor que abusava de fiéis, dizendo ter órgão sexual 'abençoado' é preso no inteior de Goiás

São Paulo, 28/01/2013, Portal Uol



O pastor Valdecir Picanto Sobrinho, de 59 anos, foi preso no interior de Goiás, sob a acusação de abusar sexualmente das mulheres da cidade afirmando que teria o pênis abençoado.




“Ele dizia que Deus só entraria em nossa vida pela boca… ele pedia para a gente fazer sexo oral nele até o espírito santo aparecer por meio da ejaculação”, relatou uma jovem de 23 anos, que preferiu não se identificar.



Valdecir, chegou a abusar de algumas idosas, mas se defendeu afirmando que teve um encontro com Jesus e que Ele lhe deu a missão de “distribuir o leite sagrado” por todo o estado, começando pelos fiéis da Assembléia, do qual é responsável. “Vocês estão prendendo um servo do Senhor e ainda se arrependerão disso. Espero poder continuar com meu belíssimo trabalho dentro da prisão”, disse Valdecir.



O “Pastor” foi pego em flagrante enquanto esfregava seu “membro abençoado” no rosto de uma comerciante local, em que prometia mais vendas em seu negócio caso deixasse ser derramada pelo líquido divino.



A delegada Denise Pinheiro, responsável pela região, disse que ele não ofereceu resistência e ainda perguntou se ela queria fazer parte do reino dos céus durante o trajeto para a delegacia. “Ele não tem vergonha de tais atos e acha tudo isso a coisa mais normal do mundo”, completou. Valdecir foi liberado após pagar fiança e prestar 3 horas de depoimento.

sábado, 7 de julho de 2012

Pastor Valdir Pereira diz não ter omitido socorro para João Maria Alves Dias

Pastor Valdir Pereira diz não ter omitido socorro para João Maria Alves Dias
Lages, 07 e 08/07/2012,Correio Lageano



O pastor Valdir Pereira, que teria tentado curar um homem através de orações (matéria publicada no dia 02/07 no Correio Lageano) dá sua versão do fato. O homem morreu. Ele diz que não houve negligência de sua parte e que chamou a família.



O falecido João Maria Alves Dias era morador de rua e chegou a ser personagem em uma das matérias do Correio Lageano sobre moradores de rua, publicada no dia 10 de junho de 2011. Ele dizia não ter família, e falava que vivia “há um milhão de anos” na rua. Era conhecido por levar um carrinho com símbolo da Volkswagen, uma porta de armário e duas rodas de bicicleta. Usava para catar papelão e lata.



A vida nas ruas pesou nos últimos meses, trazendo-lhe problemas de saúde. Reconciliou-se com a família e voltou para casa, já debilitado. Segundo Valdir, ele estava “desenganado” pela medicina tradicional e gostaria de participar de um culto na sua casa de orações.



Valdir mora com um irmão de João, e relata que a própria família ajudou a colocar o ex-morador de rua no carro que foi para a casa de orações. Isso teria sido por volta de seis horas da tarde, segundo Valdir. “Geralmente começo o culto as 19h30min, mas, como vi que ele estava muito fraco, comecei as 19 horas”, relata.



O pastor diz que estava de costas, e o irmão de João, que estava na casa de orações, relata que o falecido não gemeu, não gritou, nem reclamou ou avisou que estava mal. “Pensei que ele estava dormindo”, disse Valdir.



O próximo passo, segundo o pastor, foi comunicar a família, que chegou em dez minutos, e chamaram o Samu. “Enquanto a gente esperávamos, ficamos rezando, mas jamais omitimos socorro. Estávamos tentando fazer algo que a medicina convencional não consegue fazer, porque na Bíblia diz que Jesus cura causas impossíveis”, relata. O pastor afirma que a família fez declarações, mas não estava presente quando aconteceu o fato.




As posses se resumiam a um carrinho e um rádio de pilhas



João Maria Alves Dias não realizou seu sonho, que havia confidenciado ao Correio Lageano, que era ter dois pedaços de tábua para se proteger da chuva. Segundo a diretora de alta complexidade da Secretaria de Assistência Social, Maria Leonilde Manfroi, ele foi recolhido e levado ao hospital com pneumonia. João sempre havia se recusado a participar do Projeto Acolher, que dá casa e tratamento para moradores de rua. Os motivos da recusa eram sempre os mesmos: seus cachorros.




Eram dois cães, que por vezes chamava de Vininho e Toquinho e também de Pelé e Xuxa. Porém, Maria Leonilde explica que ele sofria de alcoolismo, sendo sua única dependência. No Projeto Acolher não se permite bebidas alcoolicas, e é feito o tratamento para dependentes químicos.



Neste último recolhimento de João pela Secretaria de Assistência Social, ele ficou dois dias na casa do Projeto Acolher (após o internamento no hospital). Foi a única vez que João aceitou ficar. Em seguida, conseguiu-se a reinserção na família, onde continuou se tratando.



João dizia que vivia na rua há “um milhão de anos”, desde quando era criança. O pastor Valdir Pereira, diz que eram mais de duas décadas. ‘Morou’ muito tempo em uma varanda na rua Carlos Joffre do Amaral, e carregava todos os seus pertences em um carrinho. Não se separava dos cães, falava alto e adorava ouvir o programa do Maneca pela manhã, em um rádio de pilha. Admirava o prefeito Renatinho, e dizia que amava muito Lages.  “Sou trabalhador”, dizia João.

 Foto: Arquivo/Cl