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segunda-feira, 31 de março de 2014

Sebrae orienta a formalizar ou abrir uma microempresa

Lages, 1º/04/2014, Correio Lageano


Você quer montar um negócio e não sabe como? Ou então quer formalizar a empresa que tem há tanto tempo? O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) pode auxiliar você.



O Sebrae realiza até sexta-feira (04) a Semana do Microempreendedor, em uma barraca montada em frente ao órgão, na rua Frei Rogério, em Lages, para auxiliar na gestão dos pequenos negócios. Os serviços são gratuitos.



O coordenador regional do Sebrae, Altenir Agostini, comenta que há outros atendimentos como oficinas, consultoria para abrir ou formalizar a empresa. “Quem se interessar, pode ligar e agendar uma consultoria”, completa Agostini.


Benefícios

Salário maternidade, auxílio doença, aposentadoria por invalidez/idade, auxílio acidente dentre outros.


Além disto, há outras vantagens em ser empreendedor individual, a empresa é registrada na hora, gratuitamente e pela internet. Com o CNPJ conquistará novos clientes, pois poderá emitir notas fiscais e ampliar mercado. Para formalizar a empresa, o valor máximo é de R$ 42,20.


Em Lages, mais de três mil pessoas formalizaram seus negócios. A meta nesta semana do empreendedor é atender cerca de 500 pessoas.



Documentos para formalização

Por primeiro, levar os documentos na Secretaria de Geração de Trabalho e Renda, para abertura da empresa, com hora marcada (segunda, quarta e sexta-feira)

CPF ou Identidade
IPTU ou Espelho de Cadastro
Comprovante de residência
Contrato de locação ou declaração do proprietário do imóvel
Certidão Negativa de débitos municipais
Declaração do imposto de renda
Certificado de curso
Levar por escrito a atividade que irá trabalhar ou produtos que irá comercializar



Foto:Andressa Ramos

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Centro de Lages terá uma nova atração

Centro de Lages terá uma nova atração
Lages, 15 e 16/06/2013,Correio Lageano, por Susana Küster


Altenir Agostini, que é gerente do Sebrae, fala sobre o Shopping a Céu Aberto que está mais perto de se tornar realidade



O coordenador regional do Sebrae de Lages, Altenir Agostini, conta nesta entrevista como o Centro de Lages vai ficar depois que o Shopping a Céu Aberto se tornar realidade. Ele deixa claro que é dado este nome a uma revitalização do Centro, porque deixa o espaço mais bonito, seguro, limpo e organizado, por isso é chamado de “Shopping a Céu Aberto”.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Serranos partem para realizar o sonho de ter o próprio negócio

Serranos partem para realizar o sonho de ter o próprio negócio
Lages, 18/02/2013, Correio Lageano




Abrir uma microempresa se tornou atrativo, e taxa de mortalidade de empreendimentos tem caído




O Sebrae e o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP) realizaram pesquisa junto ao Global Entrepreneurship Monitor 2012 em que se o percebeu uma mudança no perfil da economia. Hoje, 43,5% dos brasileiros sonham em ter o próprio negócio, frente aos 24,7% que almejam seguir carreira como empregado numa empresa. Na Serra Catarinense, isso reflete no aumento de empreendimentos formalizados, propiciando emprego e renda.



Aos 51 anos, Rosângela Cordeiro Pelegrini realizou o sonho de ser a dona do próprio negócio, tornando-se uma microempreendedora individual (MEI), com o apoio do Sebrae. Ela conta que há um ano começou a customizar alpargatas e isso acabou chamando atenção das amigas, que passaram a fazer encomendas. “Minhas filhas começaram a usar e as amigas gostaram. As alpargatas são diferentes, estilizadas, com brilho”, explica. Com fabricação artesanal, as encomendas aumentaram e foi necessário formar estoque. Por isso, em abril de 2012, ela formalizou o pequeno negócio e hoje conta com uma funcionária registrada e colaborador terceirizado.



Rosângela possui o apoio de suas filhas, Brinna, de 26 anos, e Brenda, de 19, para tocar o negócio. A proximidade da aposentadoria como administradora escolar foi um incentivo para abrir a pequena fábrica de calçados Santíssima Catarina.



Negócio planejado
Para ela, o apoio do Sebrae foi fundamental e continua sendo, com cursos e consultorias sobre a melhor forma de gerir o negócio. “Agora, a gente tem uma contadora, indicada por eles, porque eu tive que contratar uma pessoa aqui, que já está registrada”, acrescenta.



Os planos para o futuro são ampliar as vendas, mas isso precisa ser feito aos poucos, pois para vender mais é preciso produzir mais, e para isso são necessários mais funcionários.



Para a gerente de atendimento individual do Sebrae em Santa Catarina, Soraya Tonelli, os catarinenses são empreendedores, e o número de pessoas que empreendem por oportunidade e não por necessidade aumentou. “De cada dez pessoas, sete são por oportunidade e três por necessidade”, pontua.



Segundo ela, a vontade de empreender representa que as pessoas estão mais confiantes quanto às condições econômicas. “Isso traz geração de emprego e renda e, como consequência, o desenvolvimento regional”, acrescenta. Os fatores que levam a essa constatação são o crescimento econômico do país e aumento do poder aquisitivo.
“Percebe-se também uma redução da taxa de mortalidade das empresas. De cada 100 Micro e Pequenas Empresas (MPEs) abertas no Brasil, 73 permanecem em atividade após os primeiros dois anos de existência”, completa.





Planejamento evita a morte prematura
Antes de abrir a própria empresa, o empreendedor precisa estar atento às dificuldades. Alguns passos são necessários, como o registro na prefeitura ou administração regional da cidade, no Estado, na Receita Federal e na Previdência Social. Dependendo da atividade pode ser necessário o registro em entidade de classe, na Secretaria de Meio-Ambiente e orgãos de fiscalização.



O planejamento é importante, bem como a viabilidade mercado e financeira. O ideal é a elaboração de um plano de negócios. “Esse documento permite que ele faça um estudo para saber o capital necessário, o prazo de retorno do investimento, a taxa de lucratividade, o conhecimento dos clientes, concorrentes e fornecedores”, explica Soraya Tonelli.  O empreendedor tem o apoio do programa Negócio Certo, disponibilizado pelo Sebrae/SC: www.sebrae-sc.com.br/negociocerto.




É mais difícil fechar do que abrir empresa
A gerente do Sebrae, Soraya Tonelli, alerta que encerrar uma empresa é mais difícil do que criá-la. “Muita gente simplesmente fecha o estabelecimento mas não o encerra legalmente, seja pela falta de informação ou pela incapacidade de quitação das dívidas do empreendimento”, argumenta.



Se a empresa não é encerrada corretamente, vai acabar respondendo por passivos ou eventuais dívidas. Um dos erros mais comuns é não dar baixa na Junta Comercial. “Isso ocorre, na maioria das vezes, por causa de altos valores devidos em impostos ou dívidas.



Para fechamento da empresa, a Junta Comercial exige o distrato social, negativas de FGTS, INSS e Receita Federal”, completa Soraya. Ainda é necessária apresentação, na prefeitura, dos talões de notas. Essa burocracia varia conforme o tipo da empresa e é fundamental a orientação de um contador.


Foto:Joana Costa