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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Anitenses contarão com três unidades de saúde


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Anita Garibaldi, 10/04/2014 Correio dos Lagos

 O município de Anita Garibaldi realiza desde o dia 17 de fevereiro reformas e construção em unidades básicas de saúde (UBS). As sedes localizadas no bairro Borges e no distrito da Lagoa da Estiva passam por reestruturações, enquanto uma nova unidade é construída no bairro Copercampos. O objetivo é melhorar a qualidade de atendimento e aperfeiçoar os serviços de saúde do município, além de oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais atuantes na área.
Ao todo são R$ 911.740,65 aplicados nas estruturas a fim de atender aos padrões exigidos pela Vigilância Sanitária. Para alavancar este recurso um projeto foi elaborado e encaminhado pela prefeitura anitense ao Ministério da Saúde, pelo Sistema de Monitoramento de Obras (SISMOB), que disponibilizou parte dessa quantia, sendo que a administração municipal entrou com contrapartida de R$ 47.486,25.
 Anita Garibaldi que contava com uma unidade de saúde central e outra no interior, a partir de outubro de 2014 terá três locais de atendimento à população. Este é o prazo para a conclusão das obras.
 Segundo o secretário de saúde de Anita Garibaldi, Antônio Duarte Figueiró, os serviços que eram oferecidos nas unidades permanecerão os mesmos, inclusive os horários. “Os padrões de atendimento serão os mesmos, mas com mais qualidade proporcionada pelas novas instalações e equipamentos”, disse o secretário.
 Na unidade central, localizada no bairro Borges, a reforma prevê o aumento das salas e uma melhor divisão dos departamentos.  O mesmo acontece na UBS da Lagoa da Estiva, que terá readequação dos serviços e na nova unidade no bairro Coopercampos, que será construída a partir de projeto elaborado pelo Ministério da Saúde, atendendo as exigências da Vigilância Sanitária.  
 De acordo com o prefeito municipal, Ivonir Fernandes, a intenção é propiciar qualidade em toda a estrutura da saúde. “Enquanto as novas UBS estão em reforma e construção, estamos buscando juntos aos Deputados Estaduais e Federais, novos recursos para a aquisição dos equipamentos, para que a reforma na saúde seja completa”, destacou o prefeito, que lembrou também: “estas obras estão sendo executadas com recursos do Governo Federal, alavancados nas idas à Brasília, através do apoio do Gabinete do Deputado Federal Décio Lima ( PT), a quem temos muito o que agradecer”, concluiu Ivonir.  
Quanto aos profissionais de saúde que atuarão nas três unidades, o secretário Antônio diz que será feita uma divisão dos profissionais para atender as demandas. Porém, a contratação de médicos é o que preocupa: “está difícil contratar mais médicos, e o município precisa muito desses profissionais”, destacou Antônio.
 Os investimentos na estrutura dos postos de saúde se aproximam de 1 milhão de reais, assegurando os direitos da população em qualidade de saúde.
 
Endereço temporário
 
Devido à reforma e ampliação que é realizada nas Unidades Básicas de Saúde de Anita Garibaldi, o atendimento à Saúde está sendo realizado em novo endereço, na antiga Creche do Centro, na Rua Elgida Barbosa Ramos, ao lado do Centro Histórico Cultural Bradamante Salmória.
 Os serviços e os horários de atendimentos permanecem iguais. O secretário de saúde, Antonio Figueiró pede a compreensão da população pelas deficiências encontradas na estrutura do local. “Em breve estaremos de casas novas”, disse o secretário.
 
 
UBS
União
Município
Valor licitado




Unidade nova - Coopercampos
408.000,00
25.533,59
433.533,59




Unidade central - Bairro Borges
346.908,00
7.972,21
354.880,21




Unidade distrito de Lagoa da Estiva
109.346,40
13.980,45
123.326,85








Total
864.254,40
47.486,25
911.740,65

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Que vergonha hein "Doutora Cristina"!

Lages, 20/01/2014 Nelson Boeira

A situação da saúde pública em Lages parece que não tem mais como piorar, mais de repente... Segundo informações de funcionários de unidades de saúde, em alguns bairros estão sem telefone e água por falta de pagamento. Depois de todo o alarme que fizeram em dezembro, quando, segundo a Prefeitura, pagaram os salários adiantados, agora o povo que tiver que ir ao posto de saúde vai ter que passar no banheiro de casa antes. Quero ver se der uma dor de barriga...

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Unidades de Saúde do interior serão inauguradas nesta sexta-feira

Unidades de Saúde do interior serão inauguradas nesta sexta-feira
Lages, 19/12/2013, Assessoria de imprensa do município de Lages





O prefeito Elizeu Mattos e a secretária de Saúde, Cristina Subtil, convidam a comunidade e imprensa para o ato de inauguração das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do interior do município, nas localidades de Cabo de Lança e Santa Terezinha do Salto, na tarde desta sexta-feira (20). A UBS Cabo de Lança, primeira a ser inaugurada, às 14h30min, tem 36 metros quadrados e foram investidos R$67.097,84, recursos próprios do município.






Na UBS de Santa Terezinha do Salto, também com 36 metros quadrados, foram investidos R$ 66.803,79, também recursos próprios. As obras iniciaram em junho de 2012; serão entregues às comunidades rurais com todos os equipamentos necessários para garantir o bom atendimento ao cidadão.








Foto: Divulgação

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Parte dos serviços indisponíveis nesta sexta

Lages, 02/08/2013, Correio Lageano



A partir das 13 horas  desta sexta-feira (02) uns serviços da Secretaria de Saúde de Lages estarão indisponíveis. A previsão é que, em até quatro horas, o sistema volte a operar.



O motivo é a última etapa de implantação do processo de informatização, com a substituição do servidor de Banco de Dados do sistema G-MUS, que dever melhorar o desempenho e agilidade nos atendimentos. Para que o Banco de Dados seja substituído é necessária a paralisação.



“Não há como migrar um banco de dados para outro servidor se o mesmo continuar funcionando. Executar a troca com o sistema parado garante a sua integridade”, explica o responsável pelo setor de Tecnologia da Informação, da Secretaria de Saúde, Claiton de Souza.



Serviços


Não funcionarão no período da tarde agendamento de consultas, autorização e lançamentos de resultados para exames, carteira de vacinação, raios X e lançamentos das produções que as clínicas e laboratórios utilizam tanto na Secretaria de Saúde quanto nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

sábado, 2 de março de 2013

Problemas antigos da saúde ainda incomodam comunidade



Problemas antigos da saúde ainda incomodam comunidade
Lages, 02 e 03/03/2013, Correio Lageano, por Susana Küster


Secretária de Saúde afirma que gostaria de resolver rapidamente todos entraves do setor em Lages



A comunidade enfrenta,  sempre que precisa marcar consultas, calor ou chuva além das longas filas nos postos de saúde, principalmente nos bairros mais populosos. A espera, muitas vezes, não obtém sucesso, pois a quantidade de fichas é insuficiente para a demanda.



A falta de médicos especialistas, de medicamentos básicos na farmácia denominada como básica e, a demora para marcação de exames, também virou rotina em Lages. Para as mulheres que precisam fazer mamografia, a espera é de pelo menos seis meses. Os problemas são antigos e a administração que assumiu em janeiro diz que irá resolvê-los na medida do possível.



A falta de medicamentos na farmácia básica este ano ocorre porque não foi feita licitação em tempo hábil para a compra dos remédios pela administração anterior. Essa é a justificativa da secretária de Saúde, Cristina Subtil, para as frequentes reclamações da comunidade, que espera até por duas horas na fila e, às vezes, quando é atendida descobre que o remédio está em falta e o pior, que não tem previsão de chegar.



A dona de casa Rosalva da Rosa, 44 anos, enfrentou uma hora e meia de fila e quando foi atendida se surpreendeu com a quantidade de nãos que recebeu da atendente da farmácia. “Vim com uma receita com dez remédios e consegui apenas quatro”, lamenta.



A secretária de Saúde, que também é médica, avaliou o nome dos medicamentos anotados pela reportagem do jornal e afirma que alguns têm o mesmo efeito, ou seja, nem todos precisavam ser tomados pela paciente. “Ou o médico que a atendeu foi negligente ou ela está acumulando medicamentos. Criaremos um controle maior para liberar essas medicações”, afirma.



Mesmo com alguns remédios semelhantes em seus efeitos que não estavam disponíveis na farmácia, Rosalva diz que há três semanas tenta encontrar o remédio Livotiroxina (para regular tireóide), na farmácia básica. “Ele é caro, eu já estou devendo R$ 150,00 na farmácia, agora vou ter que comprar mais esse e o Metformina da diabetes, que nunca tem aqui”, desabafa.



O marido dela tem um emprego temporário. Os dois filhos trabalham, mas com remunerações baixas. “Meu filho mais novo usa o salário para comprar uniforme e material do colégio. O mais velho ajuda em casa, mas também ganha pouco”, lastima.



Paciente afirma ter sido expulsa do Pronto Atendimento



A dona de casa Raquel Amaral Correa procurou a redação do Correio Lageano afirmando que foi expulsa do Pronto Atendimento Municipal (PAM), na tarde de quinta-feira (28). Ela estava acompanhando sua mãe desde às 11h30min e disse que teve que sair por volta das 15h30min. “Acho que isso é um absurdo, temos direito de acompanhar, não é uma lei?”, questiona.



A gerente de enfermagem do PAM, Tatiana Longhi Vieira, foi informada sobre o caso e disse que foi uma falha de comunicação. “Há horários de visitas paras os pacientes que ficam mais tempo aguardando leito, pedimos para essas pessoas se retirarem, ela entendeu errado”, explica.



Tatiana frisa que pacientes acima de 60 anos ou menores de 18 anos, dependentes físicos, doentes neurológicos, entre outros casos, podem ter acompanhante o tempo que for necessário durante o atendimento.



Mudanças no trabalho das agentes de saúde



Novas agentes estão sendo contratadas para trabalhar nas áreas que não são cobertas nos bairros. “Uma gerente está sendo capacitada para as agentes serem mais treinadas para a função”, diz.



Um exemplo disso é que elas não tem bota de borracha e nem equipamento de Equipamento de Proteção Individual (EPI). “Aí quando chove, elas não fazem visita. A fiscalização hoje é feita na unidade de saúde, mas há muitas queixas e a gerente agora é responsável por esse trabalho”.



Sobre a possibilidade de um concurso público, a secretária diz que não há nenhum programado para a função. “A agente precisa morar no bairro que trabalha, por isso as últimas foram contratadas através de processo seletivo”, diz.



No Bela Vista, posto está sem acessibilidade


As obras do posto de saúde do bairro Bela Vista não possuem uma escada nem rampa para acessibilidade. O bairro possui 708 habitantes de acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2010.



Mas é possível que o número seja bem maior, pois o condomínio residencial Valentim Lisboa Anacleto (Tozzo), levou para o bairro mais 240 famílias. De acordo com a secretária de Saúde, Cristina Subtil, não há previsão para inaugurar o posto. “Não tem prazo porque estamos cuidando dos problemas emergenciais nos outros postos. Lá no posto do Caça e Tiro, quando chove, entra barro dentro”.



A secretária diz que está conversando com a arquiteta responsável para adequar a estrutura do posto do Bela Vista e também a unidade do Centro, onde falta a colocação do forro.




Falta de especialistas será resolvida em breve

Atualmente não há disponibilidade de médico neurologista e cirurgião vascular. Mas, na semana que vem haverá neurologistas disponíveis e possivelmente, de acordo com a Secretaria de Saúde, em breve um médico angiologista também trabalhará pelo Sistema Único de Saúde (SUS).



A secretária Cristina Subtil acredita que a falta de médicos especialistas já foi pior em Lages. “Já conseguimos um gastroenterologista e oftalmologista”, conta.
Ela anuncia que daqui a 15 dias um mutirão para cirurgia de catarata deverá ser realizado. “São 340 pessoas que aguardam na fila”, completa.



Outro ponto que a secretária diz que está fazendo o possível para melhorar é a distribuição de senhas. “Através de reuniões nas unidades de saúde, estou vendo com a comunidade qual é a melhor forma da distribuição de senhas nos postos”, comenta.
Ela diz que no bairro São Carlos, ficou admirada, porque as pessoas vão para a fila de madrugada sem necessidade. “A demanda é pequena, não sei porque eles fazem isso”, diz.



No bairro Santa Helena, ela diz que foi dobrada a quantidade de fichas. “Há também a necessidade de mais uma equipe ou a construção de mais uma unidade”, completa.





Serviços dos hospitais foram ampliados

A Secretaria de Saúde possui equipamento de raio-X e um mamógrafo, cedidos pelo Hospital Tereza Ramos.



Porém, não há um digitalizador de imagens e a sala precisa passar por adequações para fazer exames de raio-X. “Fizemos licitação, enquanto isso, ampliamos a cota de exames do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres e Hospital Teresa Ramos”, diz a secretária de Saúde, Cristina Subtil.



Ela frisa que 1.150 raios-X são feitos por mês no HTR, mas diz que em média um terço dos pacientes não têm ido fazer o exame. “São várias pessoas na fila e ao mesmo tempo elas não vão. Deve ser porque desistiram e procuram serviço particular ou porque houve melhora no estado clínico ou não precisavam do exame, afinal casos emergenciais são feitos na hora”, observa.



Em relação ao exame de mamografia, foi comprado serviço da Diagmed para serem feitas 15 por dia. “Enquanto não se resolvem esses problemas, ampliamos a cota no HTR e no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres”.




Obras de posto continuam paradas

As obras do posto do Coral, que também abrange os bairros Caravaggio, Santa Maria, Ponte Grande e Jardim Cepar, estão paradas há pelo menos quatro meses.



A secretária de Saúde diz que a obra está parada porque a administração anterior não pagou o projeto para a empresa.



“Não temos como cumprir nossos prazos, se eles não fizeram o pagamento. É bom deixar claro que a unidade do posto está atendendo normalmente, funcionando ao lado da obra da nova unidade”, disse em entrevista concedida ao Correio Lageano, publicada nos dias 26 e 27 de janeiro.




Alguns medicamentos nunca estarão disponíveis

Há medicamentos que não são disponibilizados na Farmácia Básica porque existe a rede Farmácia Popular do Brasil, desde 2004.



O cidadão brasileiro pode comprar medicamentos a preço de custo nas farmácias populares, que possuem 529 unidades espalhadas por 410 municípios.



O projeto Farmácia Popular foi criado para ampliar o acesso dos brasileiros a medicamentos essenciais, como analgésicos, antihipertensivos e remédios de controle para diabetes, colesterol, entre outros. Ao todo, existem mais de 107 itens oferecidos ao cidadão a baixo custo.



A lista dos medicamentos está disponível no site www.brasil.gov.br/sobre/saude/medicamentos/farmacia-popular.




Prefeito disse que acabaria com as filas em 30 dias

Durante a campanha para a Prefeitura de Lages, o então candidato Elizeu Mattos disse que em 30 dias, a marcação de exames, as filas nos postos de saúde, e a falta de medicamentos na farmácia básica seriam resolvidos. Nesse final de semana, faz dois meses que a atual administração está no Poder Executivo, mas todos esses problemas ainda existem.



A secretária de Saúde, Cristina Subtil, afirma que a forma de se expressar do prefeito gerou interpretações dúbias. “No calor da discussão, ele disse isso, mas não foi o que ele quis dizer. Ele pensou que em 30 dias ele ficaria a par dos problemas, para em 60 dias resolvê-los”.



Por isso, segundo ela, o empenho é grande para resolver os entraves que irritam a comunidade, pois o acesso à saúde é um direito de todos, assegurado pela Constituição Federal. “Queria ter dinheiro para resolver todos os problemas de uma vez”, finaliza.



Fotos:Susana Küster

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Unidades de Saúde estão concluídas

O município de Lages termina o ano de 2012 com quatro novas Unidades Básicas de Saúde

A prefeitura de Lages, através da Secretaria Municipal da Saúde, concluiu os serviços estruturais das Unidades Básicas de Saúde do Centro, localizada nas proximidades do Fórum, e mais três no interior: Cabo de Lança, Índios, e Santa Terezinha do Salto.
De acordo com a secretária municipal da Saúde Odila Waldrich, o mobiliário destas Unidades de Saúde já está adquirido e guardado no almoxarifado da Secretaria. “Infelizmente não deu tempo de fazermos um ato inaugural nestas unidades. Apenas estamos entregando para a próxima administração as obras físicas concluídas”, explicou.
As Unidades de Saúde do interior (Índios, Cabo de Lança e Santa Terezinha do Salto) possuem 36 metros quadrados cada. Já a Unidade do Centro tem 388,90 metros quadrados. “As unidades do interior foram construídas com recursos próprios. No Centro tivemos a parceria com o Governo Federal, um total de R$ 740 mil investidos na saúde da nossa comunidade”, comentou Odila.


Redator: Ari Junior
Foto: Toninho Vieira