Lages, 01/11/2012, Correio Lageano
Falando em nome de um grupo de alunos, Milton César Coldebella, estudante de Agronomia do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) de Lages, contesta declarações de moradores sobre o barulho que os acadêmicos da universidade fazem nas proximidades da instituição.
Ele diz que os alunos estudam no período integral, das 8 às 18 horas. Sobre o fato de que trancam ruas com carros, afirma que isso nunca aconteceu. “Se eles [moradores] falam isso se referindo à Festa da Nona, que ocorre duas vezes por ano, é bom lembrar que nós temos autorização da polícia para fazer a carreata.”
Em relação à algazarra com bombas e rojões, admite que a ação ocorre, porém, nada é corriqueiro. “Nós soltamos bombas só no início de cada semestre para a Festa da Nona, e temos somente até às 20 horas para fazer isso”, acrescenta.
Para o acadêmico, “não se pode generalizar” ao comentar sobre o comportamento dos estudantes, embora existam casos isolados. “Não estamos negando, mas da forma com foi colocado, todos nós fazemos festa e somos vagabundos. Isso feriu a imagem de muitos estudantes”.
Ainda sobre a Festa da Nona, diz que estudantes têm alvará de liberação do evento, e que tudo ocorre em um local afastado da cidade. Além disso, não é mais permitida a nudez durante as comemorações.
Ele aproveita para explicar que a festa tem cunho social. A cada semestre são arrecadados produtos durante o evento através dos alunos, e entregues a entidades. “Só neste semestre, foi doado quase uma tonelada de alimento e produtos de higiene pessoal”, lembra.
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