Lages, 20/02/2013,Correio Lageano, por Susana Küster
Em Lages, medidas preventivas são tomadas desde o início dos atentados
Desde o dia 30 de janeiro, Santa Catarina tem sido alvo de ataques de criminosos do Primeiro Grupo Catarinense (PGC). Até o fechamento desta edição foram contabilizados 111 atentados em 36 cidades catarinenses. Os crimes são organizados por facções e segundo o governo, a maioria é chefiada de dentro dos presídios do Estado.
Em Lages, a polícia efetua ações preventivas para continuar mantendo a cidade longe dos ataques. Dos 111, apenas um aconteceu próximo de Lages. Ocorreu em Bom Retiro, no dia 7 de fevereiro, quando um ônibus que estava estacionado foi incendiado nas margens da BR-282
Depois deste, o ataque mais próximo da Serra aconteceu em Campos Novos, no dia 16, em outro ônibus que também foi incendiado quando estava estacionado. O governo pediu apoio da Força Nacional de Segurança que deve atuar por 90 dias no Estado. Além de apoiar na prisão de criminosos, o reforço vai transferir presos para presídios federais e prevenir reações nas cadeias.
Em Lages, ações preventivas vêm sendo realizadas desde o início dos ataques, segundo o major Fernando dos Anjos. “Algumas viaturas fazem o acompanhamento de ônibus que vão para os locais mais ermos. Mas sem muito alarde, não seria uma escolta porque o acompanhamento é discreto”, explica.
O major afirma que foi reforçado o número de policiais à paisana nas ruas, principalmente em locais considerados mais perigosos. “Eles não atuam, somente observam e passam informações para as guarnições. Estamos nos precavendo é só olhar na rua, que é visível o aumento no número de policiais”, comenta.
Ele diz que também estão sendo feitas barreiras nas entradas da cidade. Com este tipo de ação preventiva, outras ocorrências acabam sendo realizadas. “Pegamos droga, arma branca, embriagados no volante, entre outras situações somente neste final de semana”.
Além dessas ações preventivas, foi orientado aos proprietários de postos de combustíveis que avisem se alguém for ao posto, querendo comprar combustível para levar em embalagens. “Apesar de ser ilegal este tipo de venda, sabemos que ocorre e orientamos todos os postos”, completa. Ele acredita que nenhum atentado ocorreu em Lages, porque o número de policiais nas ruas intimida a ação de criminosos.
Foto: Divulgação/Ascom
Em Lages, medidas preventivas são tomadas desde o início dos atentados
Desde o dia 30 de janeiro, Santa Catarina tem sido alvo de ataques de criminosos do Primeiro Grupo Catarinense (PGC). Até o fechamento desta edição foram contabilizados 111 atentados em 36 cidades catarinenses. Os crimes são organizados por facções e segundo o governo, a maioria é chefiada de dentro dos presídios do Estado.
Em Lages, a polícia efetua ações preventivas para continuar mantendo a cidade longe dos ataques. Dos 111, apenas um aconteceu próximo de Lages. Ocorreu em Bom Retiro, no dia 7 de fevereiro, quando um ônibus que estava estacionado foi incendiado nas margens da BR-282
Depois deste, o ataque mais próximo da Serra aconteceu em Campos Novos, no dia 16, em outro ônibus que também foi incendiado quando estava estacionado. O governo pediu apoio da Força Nacional de Segurança que deve atuar por 90 dias no Estado. Além de apoiar na prisão de criminosos, o reforço vai transferir presos para presídios federais e prevenir reações nas cadeias.
Em Lages, ações preventivas vêm sendo realizadas desde o início dos ataques, segundo o major Fernando dos Anjos. “Algumas viaturas fazem o acompanhamento de ônibus que vão para os locais mais ermos. Mas sem muito alarde, não seria uma escolta porque o acompanhamento é discreto”, explica.
O major afirma que foi reforçado o número de policiais à paisana nas ruas, principalmente em locais considerados mais perigosos. “Eles não atuam, somente observam e passam informações para as guarnições. Estamos nos precavendo é só olhar na rua, que é visível o aumento no número de policiais”, comenta.
Ele diz que também estão sendo feitas barreiras nas entradas da cidade. Com este tipo de ação preventiva, outras ocorrências acabam sendo realizadas. “Pegamos droga, arma branca, embriagados no volante, entre outras situações somente neste final de semana”.
Além dessas ações preventivas, foi orientado aos proprietários de postos de combustíveis que avisem se alguém for ao posto, querendo comprar combustível para levar em embalagens. “Apesar de ser ilegal este tipo de venda, sabemos que ocorre e orientamos todos os postos”, completa. Ele acredita que nenhum atentado ocorreu em Lages, porque o número de policiais nas ruas intimida a ação de criminosos.
Foto: Divulgação/Ascom
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