quinta-feira, 25 de abril de 2013

Nova sede da SDR ainda não tem previsão



Nova sede da SDR ainda não tem previsão
Lages, 26/04/2013, Correio Lageano



O projeto para reformar o antigo prédio da Casan está sendo feito.



O projeto de revitalização do antigo prédio da Casan, que abrigará a Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR) de Lages, está sendo executado, mas não tem prazo para sequer o início das obras.



O projeto está sendo feito pela gerência de Infraestrutura da SDR. De acordo com a assessoria da secretaria, este é um projeto complexo, que demanda tempo e, por isso, ainda está sem prazo de conclusão.



O valor da obra depende do projeto e, assim, a execução ainda não está avaliada. Após a conclusão do projeto, o próximo passo será lançar o edital de licitação, com recursos do Fundo Patrimonial do Estado.



O local está abandonado há anos, desde que foram municipalizados os serviços de água e esgoto em Lages, em 2003. O objetivo do governo é concentrar a SDR, a Gerência Regional de Saúde e a Gerência Regional de Educação no local.



Atualmente é abrigo de indigentes e alvo constante de depredações feitas por vândalos. A área fica em uma área nobre de Lages, no bairro São Cristóvão.   A situação preocupa os moradores do bairro, pois o espaço não tem seguranças e acaba se tornando ponto de encontro de marginais, usuários de drogas e mendigos.



À noite é usado para uso de entorpecentes, bebedeiras e bagunças. Até durante o dia o imóvel está sendo utilizado de maneira indevida, preocupando a comunidade. A última entidade a usar o imóvel foi o Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceja) e a Associação dos Deficientes Visuais do Planalto Serrano (Adevips). Mais de cinco anos de abandono e depois ninguém mais fez uso do imóvel, que ficou sem manutenção e está destruído.



O patrimônio tem mais de 13 mil metros quadrados e é alvo constante de vandalismo.
O prédio está com as paredes sujas, janelas e portas quebradas, estilhaços de vidro por todo o pátio do imóvel, pintura descascada, vegetação alta e proliferação de insetos e animais peçonhentos.





Foto: Suzani Rovaris

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