Lages, 11/07/2013, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações obtidas pela equipe do CLMais no local
Trinta sindicatos e seis centrais sindicais, além de integrantes do Movimento Sem Terra (MST), protestam em frente à agência do Branco do Brasil no calçadão Túlio Fiúza de Carvalho, em Lages, desde às 15 horas. O movimento adere ao dia nacional de mobilização de centrais sindicais e tem Lages como uma das cidades estratégicas em Santa Catarina. Segundo os organizadores foram escolhidas cidades polo que poderiam agregar municípios próximos. Na lista também estão Itajaí, Criciúma, Joinville e Florianópolis.
As lideranças trabalhistas reivindicam mudança na jornada semanal de trabalho, devolução de perdas do FGTS, corte de ministérios e de cargos comissionados, gratuidade em cursos de qualificação profissional, entre outros benefícios e garantias.
Na Serra Catarinense as ações começaram com o fechamento do chão de fábrica da Klabin, às 6h30min desta quinta-feira (11). Às 10 horas os manifestantes conseguiram liberar a passagem pela praça de pedágio da concessionária Autopista Planalto Sul, na BR-116, em Correia Pinto, para reclamar do acordo feito com prefeitos da região. Em troca de 7 km de marginais eles aceitaram o reajuste do pedágio.
O último ato do dia foi em Lages, onde manifestantes discursaram. Um professor observou que o início das manifestações no Brasil não foi provocado por R$ 0,20 (do reajuste do transporte público), mas que os brasileiros acordaram por muitas coisas erradas que estão ocorrendo no país.
Fotos:Andressa Ramos
Nenhum comentário:
Postar um comentário