Lages, 09 e 10/11/2013, Correio Lageano, por Joana Costa
O trabalho é dobrado para os homens da Polícia Ambiental durante o período da piracema, que vai de 1º de outubro a 31 de janeiro. Esta é a época de reprodução dos peixes e fica proibida a pesca com a uso de tarrafas, redes ou similares, tanto para pescadores amadores, quanto pescadores profissionais.
Para combater a ação dos pescadores que insistem em desrespeitar a legislação, a Companhia da Polícia Ambiental de Lages intensifica a atividade, com em média, quatro saídas por semana para patrulhamento nos rios da região, especialmente nos rios Pelotas, Canoas e Lava Tudo.
O sargento da Polícia Ambiental Luiz Cláudio Araujo Schneider informa que a intenção é surpreender os infratores. “Se faz esporadicamente, em horários, dias e rios alternados. Temos as situações específicas e pontuais, onde há um chamado ou uma denúncia sobre um determinado ponto”, explica.
As espécies de peixe mais comuns nos rios da Serra Catarinense são as traíras, jundiás, carás e lambaris. Em rios onde há muitas pedras o cascudo também é frequentemente encontrado.
Número de ocorrências em declínio
Este ano duas ocorrências de pesca ilegal foral registradas na região. A primeira foi no rio Canoas, na região da represa em Anita Garibaldi, em outubro. Um grupo de pescadores do Rio Grande do Sul estava no local.
O segundo caso foi no rio Pelotas, onde pescador lageano fazia uso dos petrechos vedados. O sargento Schneider informa que apesar dos números de ocorrências do ano passado não estar disponível, é perceptível a queda no número de flagrantes. “É uma decrescente. Ano a ano, com a divulgação intensa da imprensa, as campanhas e as próprias fiscalizações, o índice diminui. Vez ou outra esses infratores, que se sujeitam ao risco são pessoas de fora. As pessoas da comunidade têm respeitado esse período”, acrescenta.
Ações são feitas por terra ou com embarcação
Na manhã desta sexta-feira (08), o CL acompanhou equipe da Polícia Ambiental em patrulha na região do Salto do Rio Caveiras. Com barco na água, policiais percorrem o rio, de olho nas margens, em busca de pescadores ou sinais de acampamentos. “São muitos pontos de acampamento que a gente fiscaliza”, afirma o sargento Schneider.
Onde há pontes ou pontos onde não é possível a travessia por barco, ele é levado por terra até a área onde possa ser colocado na água novamente, para que a fiscalização tenha prosseguimento. Quem desobedece a legislação e guarda redes ou tarrafas na área de acampamento, mesmo sem colocar na água, comete uma infração e pode pagar multa de R$ 300 a R$ 700. Quem coloca as redes na água, além de cometer uma infração, pode responder por crime ambiental.
A Polícia Ambiental de Lages atende aos 18 municípios da Amures, Abdon Batista e Governador Celso Ramos.
Foto:Joana Costa
O trabalho é dobrado para os homens da Polícia Ambiental durante o período da piracema, que vai de 1º de outubro a 31 de janeiro. Esta é a época de reprodução dos peixes e fica proibida a pesca com a uso de tarrafas, redes ou similares, tanto para pescadores amadores, quanto pescadores profissionais.
Para combater a ação dos pescadores que insistem em desrespeitar a legislação, a Companhia da Polícia Ambiental de Lages intensifica a atividade, com em média, quatro saídas por semana para patrulhamento nos rios da região, especialmente nos rios Pelotas, Canoas e Lava Tudo.
O sargento da Polícia Ambiental Luiz Cláudio Araujo Schneider informa que a intenção é surpreender os infratores. “Se faz esporadicamente, em horários, dias e rios alternados. Temos as situações específicas e pontuais, onde há um chamado ou uma denúncia sobre um determinado ponto”, explica.
As espécies de peixe mais comuns nos rios da Serra Catarinense são as traíras, jundiás, carás e lambaris. Em rios onde há muitas pedras o cascudo também é frequentemente encontrado.
Número de ocorrências em declínio
Este ano duas ocorrências de pesca ilegal foral registradas na região. A primeira foi no rio Canoas, na região da represa em Anita Garibaldi, em outubro. Um grupo de pescadores do Rio Grande do Sul estava no local.
O segundo caso foi no rio Pelotas, onde pescador lageano fazia uso dos petrechos vedados. O sargento Schneider informa que apesar dos números de ocorrências do ano passado não estar disponível, é perceptível a queda no número de flagrantes. “É uma decrescente. Ano a ano, com a divulgação intensa da imprensa, as campanhas e as próprias fiscalizações, o índice diminui. Vez ou outra esses infratores, que se sujeitam ao risco são pessoas de fora. As pessoas da comunidade têm respeitado esse período”, acrescenta.
Ações são feitas por terra ou com embarcação
Na manhã desta sexta-feira (08), o CL acompanhou equipe da Polícia Ambiental em patrulha na região do Salto do Rio Caveiras. Com barco na água, policiais percorrem o rio, de olho nas margens, em busca de pescadores ou sinais de acampamentos. “São muitos pontos de acampamento que a gente fiscaliza”, afirma o sargento Schneider.
Onde há pontes ou pontos onde não é possível a travessia por barco, ele é levado por terra até a área onde possa ser colocado na água novamente, para que a fiscalização tenha prosseguimento. Quem desobedece a legislação e guarda redes ou tarrafas na área de acampamento, mesmo sem colocar na água, comete uma infração e pode pagar multa de R$ 300 a R$ 700. Quem coloca as redes na água, além de cometer uma infração, pode responder por crime ambiental.
A Polícia Ambiental de Lages atende aos 18 municípios da Amures, Abdon Batista e Governador Celso Ramos.
Foto:Joana Costa
Nenhum comentário:
Postar um comentário