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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Polícia Ambiental de Lages apreende mais de 60 quilos de peixe

Lages, 29/01/2014 Por: Susana Cardoso Küster, PMSC


A Polícia Militar Ambiental de Lages realizou no sábado (25), uma operação de fiscalização aquática contra pesca predatória nos Rios João Paulo e Canoas, abrangendo os municípios de Bom Retiro, Bocaina do Sul e Otacílio Costa. A ação resultou na apreensão de 63kg de peixes, cinco tarrafas e autuação de três pescadores por irregulares.
Próximo a balsa Santa Rosa, limites dos municípios de Bocaina do Sul e Otacílio Costa, foram flagradas três pessoas em atividade de pesca com uso de tarrafas. Ao ser abordada a canoa onde estavam os pescadores foi observado que utilizavam como petrecho de pesca tarrafas com malhas e tamanhos variados, e já haviam capturado uma quantidade considerada de peixes. Não possuíam carteira de pescador profissional ou de pesquisa.
Diante dos fatos, a Polícia Militar Ambiental apreendeu os petrechos, os pescados e lavrou Auto de Infração Ambiental para cada indivíduo, instaurando, assim, os respectivos processos administrativos em desfavor dos autuados, abrindo-se prazo para manifestação.
O indicativo de multa foi de R$ 700,00 para cada um. Conjuntamente será encaminhado a Notícia de Infração Penal ao Ministério Público da Comarca de Lages, acerca do ilícito criminal, tendo em vista que praticaram pesca com uso de tarrafa em época de piracema (período de reprodução dos peixes que termina dia 31 de janeiro).

(Publicado por Susana Cardoso, assessora de imprensa da Polícia Ambiental de Lages com informações do Sargento Schneider)

domingo, 10 de novembro de 2013

Polícia Ambiental intensifica fiscalização contra pesca ilegal

Polícia Ambiental intensifica fiscalização contra pesca ilegal
Lages, 09 e 10/11/2013, Correio Lageano, por Joana Costa



O trabalho é dobrado para os homens da Polícia Ambiental durante o período da piracema, que vai de 1º de outubro a 31 de janeiro. Esta é a época de reprodução dos peixes e fica proibida a pesca com a uso de tarrafas, redes ou similares, tanto para pescadores amadores, quanto pescadores profissionais.




Para combater a ação dos pescadores que insistem em desrespeitar a legislação, a Companhia da Polícia Ambiental de Lages intensifica a atividade, com em média, quatro saídas por semana para patrulhamento nos rios da região, especialmente nos rios Pelotas, Canoas e Lava Tudo.




O sargento da Polícia Ambiental Luiz Cláudio Araujo Schneider informa que a intenção é surpreender os infratores. “Se faz esporadicamente, em horários, dias e rios alternados. Temos as situações específicas e pontuais, onde há um chamado ou uma denúncia sobre um determinado ponto”, explica.




As espécies de peixe mais comuns nos rios da Serra Catarinense são as traíras, jundiás, carás e lambaris. Em rios  onde há muitas pedras o cascudo também é frequentemente encontrado.





Número de ocorrências em declínio

Este ano duas ocorrências de pesca ilegal foral registradas na região. A primeira foi no rio Canoas, na região da represa em Anita Garibaldi, em outubro. Um grupo de pescadores do Rio Grande do Sul estava no local.




O segundo caso foi no rio Pelotas, onde pescador lageano fazia uso dos petrechos vedados. O sargento Schneider informa que apesar dos números de ocorrências do ano passado não estar disponível, é perceptível a queda no número de flagrantes. “É uma decrescente. Ano a ano,  com a divulgação intensa da imprensa, as campanhas e as próprias fiscalizações, o índice diminui. Vez ou outra esses infratores, que se sujeitam ao risco são pessoas de fora. As pessoas da comunidade têm respeitado esse período”, acrescenta.




Ações são feitas por terra ou com embarcação

Na manhã desta sexta-feira (08), o CL acompanhou equipe da Polícia Ambiental em patrulha na região do Salto do Rio Caveiras.  Com barco na água, policiais percorrem o rio, de olho nas margens, em busca de pescadores ou sinais de acampamentos. “São muitos pontos de acampamento que a gente fiscaliza”, afirma o sargento Schneider.




Onde há pontes ou pontos onde não é possível a travessia por barco, ele é levado por terra até a área onde possa ser colocado na água novamente, para que a fiscalização tenha prosseguimento. Quem desobedece a legislação e guarda redes ou tarrafas na área de acampamento, mesmo sem colocar na água, comete uma infração e pode pagar multa de R$ 300 a R$ 700. Quem coloca as redes na água, além de cometer uma infração, pode responder por crime ambiental.



A Polícia Ambiental de Lages atende aos 18 municípios da Amures, Abdon Batista e Governador Celso Ramos.




Foto:Joana Costa

domingo, 6 de outubro de 2013

Polícia Ambiental encontra petrechos de pesca em Anita

Polícia Ambiental encontra petrechos de pesca em Anita
Anita Garibaldi, 07/10/2013, Correio Lageano


A Polícia Militar Ambiental flagrou um acampamento no Rio Pelotas, em Anita Garibaldi, com mil metros de redes de espera e quatro tarrafas. Uma pessoa foi responsabilizada pelo crime.


Iniciou-se no dia 1º de outubro a época de reprodução de peixes, determinada como piracema, que termina no dia 31 de janeiro. Nesta época está proibida a pesca predatória com uso de redes e tarrafas.


Quem pescar nesta época responde processo administrativo e paga multa.


Foto: Divulgação/Polícia Militar Ambiental

domingo, 10 de março de 2013

Homem vai responder por pesca ilegal em rio



Homem vai responder por pesca ilegal em rio
Lages, 11/03/2013, Correio Lageano




Um homem flagrado praticando pesca ilegal no rio Portões em Anita Garibaldi, deve depor no próximos dias na Polícia Ambiental em Lages. Um inquérito policial foi aberto para investigar o caso, só depois de concluído será possível saber quanto o pescador deverá pagar de multa. Ele responde em liberdade.



O rio onde o homem pescava fica na  localidade São José, interior de Anita Garibaldi, ele estava pescando com 10 redes quando só poderia estar com caniço. Apesar da Piracema (época de reprodução de peixes) ter terminado no dia 31 de janeiro, é proibida a pesca com qualquer tipo de apetrecho.



Somente pescadores profissionais, que possuem carteirinha de pesca emitida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, podem pescar em qualquer época e com qualquer tipo de equipamento. O pescador surpreendido pelo policiais ambientais apresentou uma carteira emitida pelo Sindpesca, sindicato de Anita Garibaldi. Porém, a mesma não dá autorização  para pesca com apetrechos.



Foi lavrado um Termo de Apreensão e Depósito (TAD), apreendidas as redes de pesca de diversas malhas e tamanhos, que foram encaminhadas e depositadas junto à sede da Polícia Ambiental. Foi realizado também um Auto de Infração Ambiental.



Foto: Divulgação

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Polícia apreende arma, pesca e caça ilegais

Polícia apreende arma, pesca e caça ilegais
São José do Cerrito, 29 e 30/12/2012, Correio Lageano


Uma denúncia sobre caça e pesca ilegal feita à Polícia Ambiental de Lages resultou na apreensão de armas na localidade de São José, no interior de São José do Cerrito, na Serra Catarinense.


 As atividades ilegais foram flagradas em uma propriedade rural, próximo à Pequena Central Hidrelétrica (PCH) João Borges. No local, foi encontrado um acampamento com quatro homens, um revólver calibre 22 com seis cartuchos intactos e 97 cartuchos intactos do mesmo calibre debaixo de um colchão.


Os homens declararam que estavam no local pescando. Durante as buscas, a  polícia localizou 12 redes de pesca e 12 quilos de peixe de diversas espécies, além de dois tatus e um lagarto abatidos.



Sem comprovar


Um dos suspeitos apresentou-se como proprietário da arma de fogo e das munições, porém não tinha porte de arma e nem documentos que comprovassem que era dele.


A polícia lavrou  o auto de infração de caça e pesca ilegal, e apreendeu a arma. Os peixes foram enterrados, pois são impróprios para consumo.


O homem que se apresentou como dono da arma, assim foi conduzido até a Central de Polícia Civil de Lages para as providências cabíveis. O restante dos autuados, além de serem multados responderão processo criminal por praticarem atividades ilegais.


Em relação à pesca predatória, a polícia alerta que a atividade está proibida desde 1º de outubro em razão da piracema - quando os peixes nadam contra a correnteza para encontrar locais próprios para desova. A proibição segue até 31 de janeiro de 2013.


Durante este período, está proibida a pesca predatória com uso de redes e tarrafas. Quem for flagrado pescando de forma irregular terá de pagar multa e ainda responderá a processo criminal.


Foto: Divulgação

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Ambiental apreende peixes e redes de pesca

Ambiental apreende peixes e redes de pesca
Correia Pinto, 06/08/2012, Correio Lageano


A Polícia Militar Ambiental (PMA), de Lages, atendeu neste sábado (4), em Correia Pinto, uma ocorrência de pesca ilegal. Foram encontrados no rio Tributo, seis redes de espera, que continham cinco quilos de peixes das espécies: traíra, jundiá e cascudo.


Não é época de reprodução de peixes (piracema), porém, só se pode pescar com auxílio de redes, o pescador profissional, pois possui carteira autorizando a atividade.


A PMA autuou o homem que estava pescando e apreendeu os peixes. O autuado possuía carteira provisória de pesca, expedida pelo sindicato de Anita Garibaldi. Porém, este documento, não permite a pesca com redes.


A Polícia Ambiental, continuará com as ações de fiscalização de pesca predatória na Serra Catarinense.



Foto: Susana Küster