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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

CTGs pressionam e pedem para reabrir parque de Correia Pinto

CTGs pressionam e pedem para reabrir parque de Correia Pinto
Correia Pinto, 19/02/2014, Correio Lageano



Mais de 500 pessoas deverão se reunir nesta quarta-feira (19) em frente à prefeitura de Correia Pinto para reivindicar a abertura do Parque de Exposições Lindolfo Burk, interditado há seis meses. A manifestação é organizada pela Associação do Tradicionalismo de Correia Pinto que integra os 14 Centros de Tradições Gaúchas (CTGs).




Conforme o segundo tesoureiro da Associação, Heitor Rodrigues de Piola, é impossível realizar qualquer tipo de evento, pois a Vigilância Sanitária interditou os banheiros. “Com o passar do tempo, o mato tomou conta e o parque ficou completamente abandonado”, explica.



No mínimo, 14 eventos eram realizados por ano, pois cada CTG organizava um rodeio. “Além disso, não temos mais a Festa do Peão Laçador, que reunia milhares de pessoas e comemorava o aniversário do município, em maio”, conclui.




Prioridades: O prefeito Vânio Forster afirma que quando assumiu o município o setor de Saúde, Educação, Social e Obras eram prioridades. “Quando eu assumi, em 2009, o município estava um caos. Não sou contra a revitalização do parque, mas Saúde e Educação eram prioridades”, afirma.




Verba: Ainda de acordo com Forster, uma emenda do deputado federal João Pizzolatti garantiu uma verba de R$ 250 mil. “Este valor será aplicado na recuperação dos banheiros interditados”. O prefeito afirma que a Festa do Peão Laçador não acontece desde 2002, mas que em breve voltará a fazer parte do calendário de festas.



Fotos: Divulgação

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Rodeio movimenta economia de Bocaina

Rodeio movimenta economia de Bocaina
Bocaina do Sul, 25/02/2013, Correio Lageano, por Susana Küster


O parque de exposições Isaac Miranda, em Bocaina do Sul, atraiu visitantes de diversas cidades da Serra Catarinense, e também de outros Estados. Além de torneios de laço, jurados escolheram, no final de semana, a rainha e princesas da 33ª Mostra do Campo, que está programada para acontecer de 11 a 14 de julho.


A Mostra do Campo iniciou há 30 anos, quando os agricultores da cidade se mobilizaram para vender os produtos que faziam. Quando a festa ficou maior e foi transferida para o parque de exposições Isaac Miranda, foi feito o primeiro rodeio crioulo. “E hoje temos a honra de realizar a 33ª edição”, diz o prefeito do município, Luiz Carlos Schmuler.


O prefeito acredita que mais de 40 mil pessoas passem pela festa, que vai ocorrer de 11 a 14 de julho. “A Serra Catarinense tem em torno de 300 mil habitantes, então acredito que o público vai superar as expectativas como sempre acontece”, comenta.


Ele acredita que o público é garantido, pois o foco da festa é manter o tradicionalismo como alvo principal. “O pessoal gosta muito deste tipo de evento na nossa região”. Espera-se vários comerciantes que irão vender produtos artesanais e alimentícios.

Músicos, empresários da parte agrícola e produtores de leite, também são presença marcante no evento.


Nos dois dias de rodeio que ocorreram neste final de semana, a maioria dos visitantes de Bocaina do Sul, foram para o parque de exposições.


O motorista Ailton da Silva estava no local com toda sua família. Ele aprendeu a apreciar rodeios com seu pai e o gosto pelo tradicionalismo passou também para seu filho, hoje com seis anos. “Eu gosto de vir sempre aqui, vejo meu pai e meu irmão lançarem.

Quando crescer quero também ir para cancha de laço”, diz o garoto que atualmente laça na modalidade de atração chamada de  vaca parada.


Um grupo de sete pessoas estava acampada no rodeio desde sexta-feira (22). Uma das integrantes da turma, Fabrícia Silveira, criou o CTG Entrevero Serrano. “É somente para familiares, porque assim nos sentimos mais a vontade”, conta.


Além de ter um espaço agradável para relaxar, ela diz que os animais do rodeio se exercitam e melhoram a saúde. A tese de Fabrícia é confirmada pelo motorista Ailton da Silva “não há maltrato de animais é bom eles correrem. A carne fica até mais saborosa depois do abate.”


Principais premiações


Laço Equipe
1º lugar – 1.500,00
2º lugar – 600,00
3º lugar – 400,00
4º lugar – 300,00
5º lugar – 200,00


Laço Patrão de CTG
1º lugar – Uma ovelha.


Laço Patrão Piquete
1º lugar – 20% da arrecadação do evento.


Laço Pai e Filho
1º lugar – 25% da arrecadação do evento.



Fotos: Susana Küster

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Rodeios movimentam milhões na Serra Catarinense

Rodeios movimentam milhões na Serra Catarinense
Lages, 26 e 27/01/2013, Correio Lageano, por Susana Küster


Todos os finais de semana, acontecem no Estado pelo menos 20  eventos tradicionalistas. Destes, 10 ocorrem na Serra Catarinense



Todos os finais de semana, pelo menos um rodeio acontece na Serra Catarinense. A agenda de eventos do gênero está lotada no Estado. De acordo com o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), não há mais espaço para novos eventos. Toda esta movimentação afeta positivamente a economia dos locais que recebem os rodeios, gerando milhões.




A indústria do laço é abrangente e gira uma engrenagem fabulosa na região. Além do laço em si, envolve tratadores de animais, comércio de alimentos e bebidas, deslocamentos de pessoas e de animais, hospedagem, venda de ingressos. Enfim, estes eventos fazem uma montanha de dinheiro trocar de mãos. Quanto? Qualquer valor estimado seria um chute.



Um caso típico de como os eventos tradicionalistas influenciam a economia é o do comerciante lageano José Pereira Martins, mais conhecido no ramo em que trabalha como Juca.



A paixão em atuar com artigos usados em rodeios veio de seus pais e avós e é alimentada por ele há 25 anos em seu comércio do bairro Santa Helena. Martins empregou as duas filhas e a mulher no seu empreendimento, que possui grande clientela.



Ele vende uma variedade de produtos da indumentária gaúcha, como bombachas, chapéus, botas, lenços, cintos, camisetas, entre outros. Mas o comerciante também produz todos os produtos de montaria, como botas, laços, lático (o que aperta a sela), e arreio.



Segundo ele, para sobreviver no ramo é preciso, além de vender, fazer alguns produtos. “Tem pessoas que querem uma bota exclusiva, algumas possuem problema na panturrilha ou outra necessidade que precisa de uma bota sob medida”, explica.



O comerciante formou clientela quando ia para os eventos tradicionalistas que ocorriam no final de semana, o que faz até hoje de forma atualizada, pois possui e-mail e site com os produtos que vende. Ele viaja com sua equipe  para os grandes eventos tradicionalistas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.



MTG possui 50 mil filiados em SC



O Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) possui atualmente 50 mil filiados no Estado. O presidente da entidade, Orides Luiz Pompeu, afirma que a quantidade de eventos tradicionalistas é maior na Serra Catarinense, do que em outras regiões.



Na região, pelo menos um rodeio acontece todo final de semana, mas no Estado, o número salta para 20. “É importante esta cultura, porque incentiva o respeito e a disciplina. Nossos jovens ocupam seu tempo livre nos eventos, com atividades saudáveis”, afirma.



Várias atividades profissionais se desenvolveram com esta cultura, como domador, narrador, juízes de prova e criadores de cavalo crioulo. Os filiados do MTG contribuem anualmente com uma taxa. O valor arrecadado é investido na divulgação e apoio para os eventos.



CTG Barbicacho Colorado vai completar 52 anos em fevereiro


Em Lages, o Centro de Tradição Gaúcha (CTG), Barbicacho Colorado, é um dos mais antigos da cidade. Em fevereiro, completará 52 anos. O patrão do CTG, Mário Sérgio Arruda Antunes, conta que o grupo ganhou várias premiações na parte cultural e campeira.



Fazem parte do CTG, 350 filiados e um grupo folclórico que realiza 130 shows por ano e já fez apresentações em programas de televisão e festivais de dança. “Toda semana, o grupo faz shows em fazendas de turismo da região”.



Para Antunes, participar de eventos tradicionalistas é uma forma de reunir a família em uma atividade relaxante e saudável, relacionada com a cultura da região. “Quando vamos para os eventos, em torno de 200 pessoas vão em caravana para acampar”, diz.


Mais de 100 troféus foram conquistados em rodeios


Incentivado pelo pai, Arno Junior Vieira, conhecido como Juninho, conquistou junto com sua equipe, que é formada pelo seu pai Arno Vieira, seu irmão Guilherme  e seu compadre Alexandre Córdova, mais de 100 troféus, um carro, uma moto e valores em dinheiro nos torneios em que participa.



Apesar de todo o rodeio ter premiação em dinheiro, Vieira diz que é inviável sobreviver somente desta atividade. Ele é administrador e participa dos torneios em seu tempo livre. “Pretendo continuar participando sempre, vou até nos torneios do litoral. No Rio Grande do Sul, fica mais difícil de ir, devido ao trabalho”, comenta.



Ele explica que para participar de um rodeio, o custo de manutenção da equipe é caro. “Tem o custo do transporte, do cavalo, das inscrições e do acampamento”, completa.



Rodeios de janeiro e fevereiro

  • 26 e 27 de janeiro
  • Local: Correia Pinto / CTG Esteio da Tradição

  • 26 e 27 de janeiro
  • Local: Painel / CTG Rodeio Painelense

  • 26 e 27 de janeiro
  • Local: Campo Belo do Sul / CTG Mangueira Campobelense

  • 1 a 3 de fevereiro
  • Local: São Joaquim / CTG Fronteira do Rio Pelotas

  • 2 e 3 de fevereiro
  • Local: Correia Pinto / CTG Chilenas de prata

  • 2 e 3 de fevereiro
  • Local: Otacílio Costa / Piquete Alma de Campeiro

  • 2 e 3 de fevereiro
  • Local: Capão Alto / CTG Galpão da Querência

  • 2 e 3 de fevereiro
  • Local: Anita Garibaldi / Piquete Pé no Estribo

  • 9 e 10 de fevereiro
  • Local: São José do Cerrito / CTG Estância Velha

  • 9 e 10 de fevereiro
  • Local: Lages / CTG Tio Side

  • 9 e 10 de fevereiro
  • Local: Cerro Negro / CTG Pelego Preto

  • 15 e 16 de fevereiro
  • Local: Anita Garibaldi / Piquete Porteira da Serra

  • 16 e 17 de fevereiro
  • Local: Palmeira / CTG Rodeio de São Sebastião

  • 16 e 17 de fevereiro
  • Local: São José do Cerrito / CTG Sesteada da Querência

  • 16 e 17 de fevereiro
  • Local: Campo B. do Sul / Piquete Os Tauras

  • 23 e 24 de fevereiro
  • Local: Lages / CTG Estância da Palmeirinha

  • 23 e 24 de fevereiro
  • Local: Lages / Piquete Estância Xucra

  • 23 e 24 de fevereiro
  • Local: Otacílio Costa / CTG Liberdade Nativa

  • 23 e 24 de fevereiro
  • Local: Anita Garibaldi / CTG Fulvio Ramos Furtado

  • 23 e 24 de fevereiro
  • Local: Anita Garibaldi / Piquete Presilha da Amizade


CTG’s da região


  • Lages: 29
  • Correia Pinto: 14
  • Capão Alto: 10
  • Anita Garibaldi: 9
  • Campo Belo: 8
  • Otacílio Costa: 7
  • São Joaquim: 6
  • Cerro Negro: 6
  • Bocaina: 6



Foto: Susana Küster

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Correia Pinto se comove com a morte precoce de dois jovens

Correia Pinto se comove com a morte precoce de dois jovens
Correia Pinto, 15/01/2013 ,Correio Lageano, por Suzani Rovaris


Volni e Andrei eram amigos inseparáveis, até que um grave acidente provocou a morte de ambos



Mais de mil pessoas compareceram ao velório dos dois jovens que morreram em um grave acidente na noite de domingo. Volni da Silva Antunes dos Santos e Andrei Rodrigues Moraes moravam em Correia Pinto e faziam parte de famílias tradicionais, apaixonados pela vida campeira.



 Toda a comunidade de Correia Pinto se comoveu com a morte dos jovens que eram membros do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Tropeiros da Querência. O velório foi realizado no Ginásio Municipal de Esportes, onde as pessoas foram prestar as suas homenagens.



Volni e Andrei não tinham qualquer parentesco, mas desde pequenos eram muito amigos. Os dois faziam parte de famílias que nutriam essa mesma amizade, passada de geração em geração e que moram em localidades muito próximas, Cerro Pelado (divisa com São José do Cerrito) e Fazenda dos Wolff.



Mesmo abalado, o pai adotivo de Volni, Hélio Mendonça, conta um pouco da vida do filho. “Era muito educado, trabalhador, nunca criou problema com ninguém, gostava de se reunir com os amigos e tinha orgulho da pele morena”. Ele conta que Volni era religioso e ia às missas com frequência, além de ser um apaixonado pela tradição gaúcha. “Dificilmente faltava nos rodeios, bailes e festas campeiras da região”.



Após a morte da mãe, “Tio Voni”, como era chamado, foi adotado por Mendonça com cerca de três anos. Aos 25, tinha dois cursos técnicos concluídos e trabalhava na empresa Madebampi. “Era uma pessoa confiável, fazia o pagamento de todos os funcionários da empresa”, completa o pai.



Com a mesma dor no peito, o tio de Andrei, Edelvane Córdova, também fala sobre o sobrinho. “É muito fácil falar do Andrei porque era uma pessoa muito responsável e tinha ânsia de crescer profissionalmente”. Andrei tinha 22 anos e cursava a faculdade de Engenharia de Produção. Trabalhava havia três anos na Klabin, tinha carro próprio e estava finalizando a compra de um apartamento.



O carinho pela família e pelos amigos era sua maior qualidade, como aponta Córdova. No tempo livre, Andrei ajudava os avós no sítio, ficava com a família e os amigos e escrevia poesias. Um dia antes da morte, o jovem apresentou uma de suas criações no torneio de laço em São José do Cerrito. “Foi uma perda lastimável. Esses jovens não mereciam um destino como esse”, conclui.


Acidente provocado por ultrapassagem indevida


De acordo com informações apuradas pelo portal CLMais, o acidente que provocou a morte de Volni da Silva Antunes dos Santos e Andrei Rodrigues Moraes ocorreu às 20h30min de domingo, no KM-24,1, em São José do Cerrito (perto do antigo britador do 10º Batalhão de Engenharia e Construção (BEC) de Lages.



Os dois retornavam em uma caminhonete Ford Ranger, placas de Florianópolis, do torneio de laço que aconteceu durante o fim de semana, em São José do Cerrito. Andrei era o motorista.



O veículo colidiu frontalmente com um caminhão Ford Cargo, placas de Braço do Norte, conduzido por José Lucas Ribeiro, de 35 anos, morador de São Joaquim. No caminhão ainda estavam Cláudia Aparecida Silva, de 21 anos, e uma criança de um ano. Dos três ocupantes, Cláudia sofreu lesões leves.



De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão teria invadido a pista contrária em local proibido e colidido com a Ford Ranger.




Foto:Suzani Rovaris

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Integrantes de CTG morrem em acidente na BR-282, ao retornarem do Rodeio em Santa Isabel

Integrantes de CTG morrem em acidente na BR-282, ao retornarem do rodeio em Santa Isabel
São José do Cerrito/São Joaquim, 14/01/2013, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações do Corpo de Bombeiros e PRF em Lages



Volni da Silva Antunes dos Santos, de 25 anos, e Andrei Rodrigues Moraes, de 22, morreram às 20h30min deste domingo (13), no KM-24,1, em São José do Cerrito (perto do antigo britador do 10º Batalhão de Engenharia e Construção - BEC/Lages). Os dois são membros do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Tropeiros da Querência, com sede em Correia Pinto, onde moravam. Eles retornavam de um torneio de laço em São José do Cerrito, para onde se deslocaram depois de participarem do rodeio que aconteceu durante todo o final de semana, na localidade Santa Isabel, em São Joaquim.



Os corpos das vítimas ficaram presos às ferragens da camionete Ford Ranger placas CXB-2775, de Florianópolis, em que viajavam. Andrei era o motorista. O veículo colidiu de frente com um caminhão Ford Cargo placas MII-1996, de Braço do Norte, dirigido por José Luciano Ribeiro, de 35 anos, morador de São Joaquim. No caminhão ainda estavam Cláudia Aparecida Silva, de 21 anos, e uma menina de 1 ano. Entre os três ocupantes, apenas Cláudia sofreu lesões leves.



O relatório da Polícia Rodoviária Federal (PRF) registra que o caminhão teria invadido a pista contrária e batido na camionete. O acidente aconteceu em local onde a ultrapassagem é proibida.



Os ocupantes da Ford Ranger morreram no local. O Corpo de Bombeiros de Lages foi acionado para retirar os corpos das ferragens. Cláudia teria sido socorrida pelo Samu.



Volni e Andrei estão sendo velados no ginásio de esportes que fica no bairro Pró-Flor, em  Correia Pinto.



Foto:Divulgação

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Estelionatário é preso em Lages

Lages, 26/09/2012, Polícia Civil de Santa Catarina




A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Lages, com o auxílio da Central de Polícia do município, prendeu na tarde desta terça-feria  (25), Elio da Silva Padilha, estelionatário que agia na região.



Segundo as investigações, o suspeito se passava por membro de um Centro de Tradições Gaúchas (CTG) dando o nome de Claudio Oliveira e pedia dinheiro para fazer publicidade em camisetas, mas não as entregava. Os policiais chegaram até Padilha por meio de denúncias.




No momento da abordagem em um estabelecimento comercial, o suspeito já havia realizado o negócio e saía com a quantia de R$ 100,00. Padilha confessou o crime e apontou outros estabelecimentos em que havia aplicado o mesmo golpe.