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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Prefeitura de Otacílio Costa irá fazer em breve a entrega das casas modulares

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Otacílio Costa, 21/07/2014 Correio Otaciliense
 
 
O Prefeito Luiz Carlos Xavier, o “Tio Ligas”, informa que falta pouco para a entrega das residências às famílias beneficiadas no bairro Novo Mundo, em Otacílio Costa. Segundo ele, as construções já estão praticamente concluídas, faltando agora pequenos detalhes para a entrega aos beneficiários.
De acordo com o secretário de habitação do município, Anderson Amarante de Liz, popular “Presuntinho”, as famílias aguardam com muita expectativa as suas novas moradias, para terem uma boa qualidade de vida.
Conforme Presuntinho, as Casas Modulares estão sendo construídas em parceria com a Secretaria de Habitação e Defesa Civil do Estado de Santa Catarina, sendo Otacílio Costa a primeira cidade catarinense a receber este benefício que está avaliado em R$ 514 mil.
“Demonstramos desta forma a preocupação da Administração Pública para o desenvolvimento Social de nossa cidade”, finalizou o secretário.    

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Casas modulares estão com obras a todo vapor no Bairro Novo Mundo

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Otacílio Costa, 30/05/2014 Correio Otaciliense

 Das treze casas modulares que estão sendo construídas pela prefeitura no bairro Novo Mundo, em Otacílio Costa, seis estão devidamente prontas. As demais sete moradias já estão com as obras iniciadas, no entanto todas as 13 casas serão entregues em agosto deste ano  para as famílias que moram em terrenos irregulares no bairro Novo Mundo.
        O terreno onde estão sendo construídas as novas moradias foi adquirido pela Secretaria de Habitação em conjunto com a Secretaria de Obras, com toda a infraestrutura necessária para a realização do empreendimento.  “Estas famílias receberão mais conforto e segurança, demonstrando nossa preocupação em resolver os problemas sociais”, afirma o prefeito Luiz Carlos Xavier, o “Tio Ligas”.
        Segundo ele, essa parceria foi firmada entre a Secretaria de Habitação e Defesa Civil de Santa Catarina, onde Otacílio Costa foi o primeiro município a ser contemplado com projeto Kit’s Casa Modular. O custo está avaliado em R$ 514 mil. “Estamos trabalhando em benefício do desenvolvimento social e da dignidade das pessoas”, finalizou Xavier. 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Casas ainda estão em baixo d'água

Casas ainda estão em baixo d
Lages, 24/09/2013, Correio Lageano, por Adecir Morais




Lages ainda tem casas alagadas devido à forte chuva que atingiu a cidade no último final de semana. Nesta segunda-feira (23), mesmo sem chuva, o Rio Carahá subiu 40 centímetros de manhã, mas a boa notícia é que à tarde o nível parou de aumentar.



Em três dias, choveu mais de 140 milímetros, alagando pontos de sete bairros de Lages, volume acima da média de todo mês de setembro. Mais de duzentas pessoas estão desalojadas e desabrigadas.



Conforme a Defesa Civil, até esta segunda-feira à tarde 120 famílias estavam em abrigos e 106 em casas de parentes e amigos. O Rio Carahá, que corta a cidade, subiu seis metros no total.



Os bairros Caça e Tiro e Habitação foram os mais prejudicados. Lá, o problema é o represamento do Rio Caveiras, que impede o escoamento da água do Carahá, que passa pelas duas comunidades. Ontem, faltavam poucos centímetros para a água atingir a ponte de acesso ao Caça e Tiro, um pouco adiante.



O coordenador da Defesa Civil, Adilson Panek, disse que a tendência é que a enchente perca força e as águas comecem a baixar. “Acreditamos que na quinta (26) ou sexta-feira (27) o nível dos rios comece a voltar ao normal”, calculou.



O que lhe preocupa, contudo, é a possibilidade de mais chuva, nesta terça-feira (24), em Lages. Segundo ele, a previsão mostra que pode chover cerca de 20 milímetros, o que  prejudicaria ainda mais a vida dos moradores. “Estamos preocupados, mas preparados para agir se necessário”, concluiu.



Foto:Adecir Morais

terça-feira, 16 de abril de 2013

Comunidade se revolta com a demolição de casas no interior do Cerrito



Comunidade se revolta com a demolição de casas no interior do Cerrito
São José do Cerrito, 17/04/2013, Correio Lageano, por Suzani Rovaris


Parte da localidade Canoas fica no entorno da construção de uma hidrelétrica. Moradores que residem da área de acesso terão que sair, mas alegam que ação de empresa não deu tempo para eles se organizarem.



A destruição de casa na localidade Canoas, interior do município de São José do Cerrito, está provocando revolta entre os moradores que ali têm residência. Algumas propriedades serão afetadas pela Usina Hidrelétrica Garibaldi.




No período de uma semana, o casal Roni Corrêa Ramos, de 61 anos, e Idelma de Souza Ramos, 61 anos, trocou o conforto de sua casa para viver em um galpão. Esta não foi uma escolha deles, a casa onde moravam foi demolida na quarta-feira, dia 10, pois integra o grupo de propriedades atingidas.


Empresa se pronunciará hoje



O local onde Roni e Idelma moram era usado para guardar as máquinas agrícolas, que agora ficam na rua. A nova moradia não tem divisórias, os móveis foram dispostos conforme o espaço estabelecido pelo casal. O cheiro dentro da casa é de animais, pois ao lado é onde ficam os porcos e o gado.



No mesmo terreno havia mais duas casas que também foram demolidas, em uma delas morava a filha Inocência Pinho Corrêa. Atualmente, ela mora com parentes. Roni e Idelma nasceram na região e vivem no local há 33 anos. Segundo o casal, o terreno foi comprado por cerca de R$ 400 mil, mas receberam da empresa Rio Canoas Energia S.A., o valor de R$ 150.400,00.



A Usina Hidrelétrica Garibaldi começou a ser erguida em abril de 2010. Vai atingir os municípios de Abdon Batista, Cerro Negro, Campo Belo do Sul, São José do Cerrito e Vargem. O investimento é de cerca de R$ 950 milhões. Aproximadamente, 540 famílias são afetadas no entorno da obra.



Na localidade de Canoas, interior de São José do Cerrito, 22 propriedades estão entre os terrenos atingidos.  Neles moram de uma a quatro famílias. Algumas são proprietárias, outras arrendatárias. Os moradores dizem que os arrendatários vão receber uma carta de crédito e os donos de terra vão receber, inicialmente, o valor do terreno e, depois, as benfeitorias. Um dos problemas abordados pelos proprietários é que o valor pago pelos terrenos é muito baixo.



Dois proprietários, Maria Tereza da Silva Corrêa e Eden Socrepa, possuem um terreno cada um, de pouco menos de um hectare. Eles afirmam que receberam cerca de R$ 1 mil pela área. Segundo informa a prefeitura de São José do Cerrito, o valor do hectare na região de Canoas vale em torno de R$ 4,2 mil.



Moradores preocupados


Sobre o pagamento das benfeitorias, os moradores dizem que a empresa não vai pagar pelo que existe em cima da terra. E esses, como afirmam, nem são os principais motivos para tirar o sono de quem mora na região. Eles contam que estão com medo da empresa demolir as casas sem dar prazo suficiente para encontrarem outro local.



O casal Roni e Idelma afirma que nunca recebeu notificação para sair de casa. Segundo Roni, um oficial de justiça foi quem os avisou para desocuparem a residência. Cinco dias depois, representantes da empresa e 10 policiais apareceram na propriedade para desmancharem as casas. “Nunca pensei que veria uma cena como aquela. Construí as casas com o esforço do meu trabalho e no dia não pude fazer nada, a não ser sentar do barranco e olhar”, comenta Roni.



Alguns moradores afirmam que as notificações para desocuparem as residências estão sendo entregue há cerca de 20 dias. Todos os moradores afetados são agricultores, o que representa que precisarão começar suas plantações do zero.



  •  Paulo Sérgio da Silva tem quatro propriedades que ficam à beira do rio e serão atingidas. Ele recebeu pelos quatro terrenos o valor de R$ 100 mil. Segundo ele, a empresa se comprometeu em lhe fornecer um documento para garantir o pagamento das benfeitorias, mas até agora não recebeu. “Eu agendo um horário para ir até a empresa pegar o documento, mas os funcionários afirmam que estão ocupados e não podem me atender Já fui várias vezes, mas nunca fui atendido”, diz. Em um dos terrenos há plantação de alfafa e milho e ele estima que toda a lavoura será perdida. Ele possui ainda uma residência mista e dois galpões. Além disso, Paulo possui um armazém e afirma que muitos moradores ficaram com medo de suas casas serem demolidas e se mudaram para municípios vizinhos e, por isso, o número de clientes reduziu, assim como o lucro, de R$ 12 mil passou para R$ 6 mil por mês.



  •  O agricultor José Godóy, de 89 anos, mora com a filha Salete Antunes Godóy, à beira da BR-282. Ele recebeu R$ 100 mil pelo terreno, que conforme diz, vale mais que R$ 200 mil. Há algumas semanas, José conta que representantes da empresa Rio Canoas queriam transferi-lo para um local afastado da rodovia, mas o agricultor tem problema de saúde e disse que prefere morar à beira da BR-282, pois é mais rápido para ser atendido. José é remanescente, ou seja, parte de seu terreno não vai ser atingido e, por isso, é onde vai construir a casa. Ele conta que vai perder galpão, estrebaria e a lavou de milho e feijão.



  •  A empregada Adriana Vitor de Oliveira é uma das pessoas arrendatárias. Ela mora em uma das propriedades de Paulo Sérgio da Silva. Ela já recebeu a notificação para sair de casa, mas ainda não recebeu a carta de crédito e afirma que a empresa se comprometeu em lhe dar um terreno na localidade de Laranjeiras, interior de São José do Cerrito.



Sem rumo


Moradores abaixo não receberam a carta de crédito e afirmam que precisam desocupar suas casas
• José Sirineu Borges e a mulher Sirlene Vitor de Oliveira nasceram na região e agora estão morando com a mãe de José.
• Ademir Machado e Elizangela Vitor de Oliveira, a família tem quatro filhos e não têm para onde ir.
• Adelir Onéris Ortiz, na última semana, voltou a morar em Lages.
• Rudnei Araújo e a mulher, tem dois filhos e não encontraram local para morar



O que diz o Ministério Público


A Promotoria do Meio Ambiente é um dos órgãos estaduais que participaram da negociação entre os moradores do Canoas e empresa. Segundo o promotor Renee Cardoso Braga, o valor pago para os moradores é referente ao terreno e as benfeitorias.



Ele explica que a empresa não paga por benfeitoria considerada “de má-fé”, referente as construções sem utilidade erguidas para aumentar artificialmente o valor da propriedade.
Sobre as reclamações de valores abaixos do que os moradores esperavam, e inclusive o exemplo citado de que alguns receberam de R$ 1 mil por suas propriedades, o promotor afirma que a informação não procede e complementa que desconhece o caso de algum morador receber preços tão baixos. Pelo contrário, ressalta, os valores são bem positivos.



Em relação às notificações, o promotor diz que é solicitado ao morador sair de sua residência somente depois que o valor é pago e que os arrendatários recebem as cartas de crédito conforme é avaliado cada caso. De acordo com Braga, a promotoria tem recebido diversas reclamações sobre as cartas de crédito negadas para alguns arrendatários.




Empresa se pronunciará nesta quarta-feira (17)



A reportagem do Correio Lageano esteve em contato com a Triunfo Rio Canoas desde as 9h30min de ontem para ouvir a versão da empresa. No primeiro contato, a assessoria informou que teria resposta no começo da tarde. Foram feitos novos contatos às 13h, às 15h, às 16h45min, às 17h. Neste último, a empresa pediu as perguntas por e-mail e prometeu as respostas até as 18h. Foram enviadas seis perguntas, mas até o horário combinado não havia respostas.



Pouco depois das 18h30min, a assessoria da Triunfo Rio Canoas enviou e-mail à redação do jornal considerando que, por se tratar de um processo complexo, que envolve muitas particularidades e informações técnicas, a melhor forma de esclarecer todas as dúvidas seria por meio de uma entrevista. A empresa ficou de entrar em contato com a redação do Correio Lageano hoje.



Fotos: Suzani Rovaris

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Forte chuva alaga casas em Anita Garibaldi


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 A forte chuva que caiu no município na noite dessa quinta-feira (4), alagou casas e assustou moradores, principalmente no bairro Coopercampos, mais exatamente na rua Franscisco de Matos esquina com a Friedoldo Werguts, onde a água invadiu residências. Choveu o equivalente há uma semana em apenas 20 minutos, causando diversos transtornos para a cidade.
Janaína de Souza, moradora da rua, estava dormindo quando percebeu a água invadindo a sua residência e a de sua avó. A família ficou atormentada com a situação e colocam a culpa na Administração Municipal, pois no local as obras de calçamento de uma das ruas estão paralisadas há mais de seis meses e, de acordo com eles, isso colaborou com os alagamentos, pois com o projeto de alargamento da rua a da casa ficou abaixo do nível do futuro calçamento da rua Friedoldo Werguts.

"É inadmissível ver minha avó, uma pessoa de idade, passando pelo que passou. Essa não foi a primeira vez que isto aconteceu. Procuramos a administração e nada resolveram", destacou a moradora.
A chuva foi tão intensa que diversos bueiros não deram conta da vazão da água em diversos pontos da cidade. 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Incêndio destrói duas casas de madeira no bairro Ferrovia e atinge parte de uma terceira

Incêndio destrói duas casas de madeira no bairro Ferrovia e atinge parte de uma terceira
Lages, 04/09/2012, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações do Corpo de Bombeiros de Lages e da equipe do CL que esteve no local




Um incêndio destruiu duas casas de madeira e atingiu a parede de um cômodo e o telhado de uma terceira, no bairro Ferrovia, em Lages, na madrugada desta terça-feira (04).  O Corpo de Bombeiros informou que o morador de uma das residências levantou a suspeita de que o fogo iniciou em um fogão à lenha, mas as causas ainda não foram identificadas em laudo oficial.



A equipe do Correio Lageano esteve no local na manhã de hoje e apurou que as casas eram ocupadas por três irmãs. Uma delas residia sozinha e as outras duas com suas famílias.



Gervásio Bernardo, marido de Débora Chaves Antunes, teria ouvido um barulho e ao sair à rua para ver o que era, notou que a primeira casa, onde Vanderléia Chaves Antunes, de 27 anos, o marido e o filho dela viviam, estava em chamas.



Na sequência, o incêndio destruiu a casa de Elise Chaves Antunes, que vivia sozinha em dois cômodos de 15 m².  A casa de Bernardo e Débora não queimou porque o Corpo de Bombeiros conseguiu conter as chamas. Mesmo assim, teve a parede de um cômodo e o telhado danificados. O casal tem cinco filhos.


Os moradores reclamam de demora do Corpo de Bombeiros para chegar ao local. Bernardo disse que o fogo começou perto da 1 hora. No registro dos bombeiros, consta que a ocorrência foi atendida às 2h09min e que foram necessárias quatro viaturas para apagar o fogo.


Ainda segundo o relatório dos Bombeiros, a primeira casa destruída media aproximadamente 32 m² e existe a suspeita de que um curto-circuito causado por "gato" na rede elétrica possa ser a real causa do acidente.


Os desabrigados devem ficam na casa que restou. A comunidade escolar do Cora Batalha receberá donativos para as famílias.


Além dos moradores, um cavalo usado pela família de Vanderléia, que trabalha como catadora, foi salvo.



Leia mais informações aqui e no Correio Lageano desta quarta-feira (05).




Fotos:Núbia Garcia