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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Moradores reclamam da água em Otacílio Costa

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Otacílio Costa, 15/08/2013 Correio Otaciliense
 
 Nos últimos meses, a Capital da Madeira tem passado por dificuldades quanto a distribuição de água, pois muitos vazamentos foram encontrados, prejudicando o andamento dos trabalhos. Segundo o chefe do escritório local, Alceu Dias Antunes, este é um problema encontrado em todo o país, pois as cidades foram crescendo e as redes por onde a água tratada passa, foram ficando insuficientes.
Na última semana, a moradora do bairro Poço Rico, Eloir Boaventura recolheu a água que saiu de sua torneira, colocando em litros para ver sua qualidade. “Fiquei muito indignada de ver a água que bebemos, é puro barro, isso não pode continuar”, disse.
Eloir é proprietária de um estabelecimento que aluga vestidos de noivas, damas e de festas e conta que na última semana, passou por grandes problemas ao ver que a água que saia de sua torneira estava suja. “São todos vestidos brancos, deixei o tanque enchendo de água e quando percebi estava tudo marrom, tive que sair correndo buscar água da caixa de água para limpar a tempo de não manchar nada, depois tive que ir lavar direito na casa do meu filho”, lembra alarmada.
Segundo ela, a água ficou marrom durante a quarta, quinta e sexta-feira e faltou no sábado. “Acho isso um descaso com a população, mas já enviei litros com essa água para a prefeitura, Câmara de Vereadores e secretaria de saúde”, adianta.
Alceu explica que o fato de a água estar com uma coloração diferenciada é natural após um período sem distribuição. “Quando encontramos algum vazamento, precisamos fechar a distribuição por alguns instantes até consertar o que é preciso, a rede ficando vazia, os resíduos que estão nela acabam caindo e quando religada, a pressão é tão forte que os leva para as residências, mas além de não serem prejudiciais a saúde das pessoas, terminam rapidamente, bastando alguns instantes de descarga de água”, explica.
O chefe adianta que não recebeu nenhuma reclamação sobre a água que vai até as residências. “Peço para que as pessoas que estão passando por dificuldade, que nos procurem para que possamos resolver o problema, pois o ideal seria que depois de um conserto, fizéssemos descargas em toda a cidade para limpar a rede, mas se fizermos isso, vai faltar água para a comunidade”, informa ainda que todos os vazamentos que estão sendo arrumados, não foram causados pela Casan, mas que por ser responsabilidade dela, estão sendo refeitos.
“Pedimos que todos tenham consciência que a água é um bem que já estamos vendo que não vai durar para sempre, então pedimos que usem a água tratada com consciência, vendo se realmente há necessidade de lavar calçadas, carros com frequência e até asfaltos se utilizando dela”, conclui.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A qualidade da água que abastece Correia Pinto

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Correia Pinto, 05/08/2013 Nossa Terra

água que abastece nossa cidade e chega até nossas torneiras vem do Rio das Pombas. Antes de chegar até nossas casas, à água percorre uma longa distância e passa por uma série de tratamentos físicos e químicos, para que se torne própria para o consumo. Esses processos são realizados na Estação de Tratamento de Água (ETA) que, então, redistribui a água para a cidade.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o processo de tratamento de água é responsável por uma grande melhoria na qualidade de vida da população, reduzindo o índice de mortalidade infantil e a disseminação de doenças.
Não é de hoje que moradores próximos ao Rio reclamam sobre a poluição vem tomando conta do Rio das Pombas que abastece a cidade de Correia Pinto, a equipe do Jornal Nossa Terra esteve no local e acompanhou de perto a situação e conversou com moradores.
“As pessoas vem com carrinhos de mão cheios de lixo e jogam dentro do Rio, ou apenas deixam em suas encostas o que causa muito desconforto para todos. Nós que moramos mais próximos, começamos a impedir esses outros moradores de jogarem lixo no Rio, pedimos para que eles jogassem no lixeiro. Até foi feito alguns aqui por perto para evitar que tudo seja depositado no Rio. Eu e minha esposa queimávamos o lixo que ficava nas encostas para evitar que fossem pro Rio ou aumentassem a quantidade ali perto. O Rio da nos fundos do meu lote, muitas vezes quando chove muito, sobe o nível de água e vem pro meu terreno. Agora está muito melhor do que estava há alguns meses atrás, as pessoas tem que se conscientizar que fazer isso é errado e que vai causar danos a nós mesmos.” Explica João Felipe de Moraes.
“A situação é muito crítica, por que pessoas de outros locais jogam lixo aqui no Rio, ás vezes em dia com maior intensidade do sol, começa a gerar um cheiro ruim devido às coisas que são jogadas ali. Tem pessoas que jogam animais mortos, restos de alimento, ossos de animais, mas podemos dizer que a situação está melhorando e muitas vezes crianças e até adultos vem nadar nesse Rio tão poluído, com certeza é prejudicial pra saúde dessas pessoas. Os moradores mais próximos tem que dar o exemplo e mostrar aos outros que no Rio não se joga lixo.” Explica Scheila, que mora perto ao Rio.
O que diz a Casan
“O Rio das Pombas é o que faz o abastecimento de água para a cidade de Correia Pinto, e a Casan faz a captação desta água. Houve uma denúncia há dias atrás a respeito de material orgânico no Rio e no acostamento da estrada que vai para o parque de exposição. Foi feita uma análise completa na água e foi constatado que não houve interferência na água que está sendo distribuída para a cidade. Realmente existe matéria orgânica no local, é resíduo de pinus que de forma alguma vai comprometer a qualidade da água. Apenas resíduos químicos, como metais pesados poderiam comprometer a qualidade da água, já que nossa estação de tratamento não tem capacidade para este tipo de tratamento.” Explica Gilmar, responsável pelo processo de tratamento da Casan.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Abastecimento volta em tempo recorde


Abastecimento volta em tempo recorde
Lages, 07/05/2013, Correio Lageano, por Silviane Mannrich



Até a madrugada de quarta-feira (08), o abastecimento d’água estará totalmente restabelecido, afirma a Secretaria de Saneamento



Dalvir Marcom precisou acordar cedo, por volta das 01h30min, muito antes do dia amanhecer e de seu turno de trabalho começar. Ele é motorista da Secretaria Municipal de Águas e Saneamento (Semasa) e foi atender um chamado de emergência.  A adutora localizada na avenida Belizário Ramos (Carahá), que leva água para o principal reservatório da cidade, o R1, no bairro Morro do Posto, foi rompida. Com isso, o abastecimento de água para a região sul de Lages foi comprometido.



O caminhão que Dalvir dirige fez inúmeras viagens, da Semasa até o local da obra. “Todos estávamos empenhados para concluir o trabalho. Foi difícil, mas valeu a pena. Lembro que há seis anos, outra adutora rompeu aqui perto e nós levamos dois dias e uma noite para concluir o trabalho. Dessa vez foi mais rápido”, afirma o motorista.




Ele trabalha há dez anos como motorista da Semasa e nesta segunda-feira (06) o serviço terminou por volta das 17 horas. A Semasa montou uma operação de guerra, que incluiu estancar o Carahá para realizar o trabalho de substituição da adutora quebrada.
“Paramos apenas para almoçar, agora quero somente chegar em casa e torcer para que mais nada de grave aconteça, pois estou de plantão até sábado”, comenta Dalvir.



O auxiliar de encanador Augusto Márcio Costa Largura está há apenas dois meses na Semasa e foi a primeira vez que precisou trabalhar em uma operação tão difícil. Depois de quase 14 horas de serviço, ele ainda estava disposto. “Foi um desafio, o mais difícil foi controlar a água para poder trabalhar, mas estou realizado. Ficaria mais tempo se fosse preciso”, disse o encanador.





Adutora que rompeu tem 40 anos

O rompimento foi devido ao desgaste natural da rede, que tem mais de 40 anos. O trabalho foi complexo. Como a adutora passa embaixo do rio, foi preciso estancar a água com uma tubulação lateral e fazer uma “secadeira” para poder realizar a obra. Foi substituída uma barra inteira de seis metros.



A rede mede 400 milímetros, onde passam 250 litros de água por segundo. Ela fica um metro abaixo do leito do rio. “O sistema é frágil e precisa ser substituído, porém requer um investimento muito alto, o que pretende fazer a longo prazo”, explica o secretário da Semasa, Benjamin Schultz.



O trabalho iniciou as 2 horas e foi finalizado às 16h30min, quando os reservatórios começaram a ser reabastecidos. Foram mobilizados 15 trabalhadores, e utilizadas duas retroescavadeiras e caminhões. O custo da obra ainda não foi avaliado.



Fotos:Silviane Mannrich/Divulgação

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Residências da Serra Catarinense recebem sistema de aquecimento

Residências da Serra Catarinense recebem sistema de aquecimento
Serra Catarinense, 09 e 10/02/2013, Correio Lageano, por Suzani Rovaris


Sistema inovador está sendo testado em algumas casas. O objetivo é reduzir o consumo de energia




Um sistema inovador de aquecimento de água está sendo instalado em algumas residências da Serra Catarinense. O projeto visa a aquecer a água da casa, principalmente do chuveiro, com o calor expelido pelo fogão à lenha. Estima-se que a economia pode passar de 60% do consumo de energia.



O projeto é uma parceria entre Celesc, Epagri e Secretaria Estadual de Agricultura. Chamado de recuperador de calor, o equipamento é barato, de fácil instalação, ambientalmente sustentável e está sendo testado em um projeto-piloto com 200 famílias de áreas rurais em 34 municípios.



A Celesc estima que a instalação do recuperador de calor nas 198 mil residências onde se usa fogão a lenha resultaria em uma economia anual de 193,6 mil MW/h de eletricidade. O que seria suficiente, por exemplo, no abastecimento de toda a área de concessão da companhia, com 6,2 milhões de habitantes, por dois meses.



 Conforme um cálculo realizado com base no Manual de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pode-se reduzir 100% de energia elétrica no uso de um chuveiro de 5.400 W de potência, com tempo médio de oito minutos de banho por pessoa.



Segundo a Assessoria de Imprensa da Celesc, outra vantagem é a redução do consumo no horário de pico (das 17h30min às 20h30min) nos dias úteis, quando o sistema nacional de geração, transmissão e distribuição é sobrecarregado pelo aumento no número de equipamentos ligados à rede elétrica.



Conforme o gerente Regional da Celesc em Lages, Etamar Eger, o sistema possui um limitador de até 60ºC, ou seja, aproveita 60% do calor da chaminé, mas pode ser ajustado para aproveitar 100% da capacidade de calor. Ele acrescenta que este não é um processo utilizado com serpentinas que aquecidas nas fornalhas. “É um procedimento totalmente inovador e mais eficaz no aquecimento da água”, afirma.



O equipamento foi criado pelo eletricista aposentado José Alcino Alano, natural de Tubarão. A Celesc vai fazer uma avaliação dos resultados do projeto-piloto no segundo semestre de 2013 com base na instalação das 200 mil famílias e pretende ampliar a oferta para as demais residências de Santa Catarina e outros Estados.



Famílias devem se cadastrar para ter o sistema em casa



O recuperador de calor foi instalado em algumas residências de Rio Rufino e São José do Cerrito. A partir de março, será a vez de Capão Alto e Cerro Negro. Segundo o Etamar Eger, a prefeitura de Curitibanos se interessou pelo projeto e pretende oferecer o sistema para todas as famílias do assentamento 1º de maio. Além disso, um sistema também está instalado em residências de São Joaquim, Urubici e Bom Jardim da Serra.



A definição das famílias que poderão ter o equipamento instalado em suas casas é feito pela Epagri. Estarão aptos somente famílias que possuem renda proveniente da Agricultura Familiar previamente cadastradas e que passam por uma avaliação.



O custo total do equipamento é R$ 1,8 mil, mas a família arca apenas com parte desse montante e pode parcelar em até cinco anos. Segundo a extencionista da Epagri de Lages, Márcia Reginato, o restante do valor é subsidiado pela Celesc e pela Secretaria de Agricultura.




Escolha da lenha deve ser correta



O uso de fogões a lenha na Serra Catarinense ainda é grande, mesmo com os vários produtos disponíveis no mercado, tanto para aquecimento quanto para preparação de alimentos. Mas é preciso ter cautela na hora de escolher o tipo de madeira a ser utilizado nos fogões. Há restrições para alguns tipos de vegetação.



O comércio de lenha deve respeitar a legislação ambiental quanto ao uso de vegetação nativa. E também é interessante o uso de vegetação exótica, como o eucalipto e a acácia negra. Assim, as pessoas que buscarem a lenha proveniente de vegetação exótica, causam menor pressão ao meio ambiente do que a retirada de vegetação nativa.



A bracatinga, aroeira e vassoura são plantas nativas na região e podem ser utilizadas por pequenos produtores rurais, sem necessitar de autorização. O poder calorífico do eucalipto é 30% maior do que o guamirim, que é nativa e tem procura para aquecimento doméstico. A vegetação nativa pode ser utilizada pelo pequeno produtor rural em até 15m³ a cada ano.



Este produtor deve ter a propriedade de até 50 hectares, residir nela e ter 80% da renda proveniente da propriedade. Só nessas condições é permitida a extração da vegetação nativa sem autorização.  Se precisar transportar para a cidade e realizar venda desta lenha, é necessário a autorização da Fundação do Meio Ambiente (Fatma).  A pena é de um a três anos de detenção.



Foto:Divulgação

sábado, 25 de agosto de 2012

Panorama da água e esgoto em Lages

Panorama da água e esgoto em Lages
Lages, 25 e 26/08/2012, Correio Lageano



Cidade investe abaixo do normal em outras cidades, mas tem água barata. Somente 20% do esgoto gerado é tratado



Lages trata cerca de 20% do esgoto, tem uma das águas mais baratas de Santa Catarina e não investe quase nada na área sanitária. Os dados são de 2010, quando a Semasa disponibilizou 0,4% da sua receita para melhorias no sistema de água e esgoto, muito abaixo da normal, que é 17%.



São 5.264 ligações de esgoto. Apenas treze em cada grupo de cem casas possui tratamento de resíduos. É o oposto das ligações de água. 98% dos lageanos que moram na cidade recebem água encanada. Se levar em conta a área rural, esse número cai para 96,4%. Um exemplo explítico está na residência de Alzira Santos de Oliveira. Moradora do bairro São Luiz, joga seu esgoto no rio, como todo mundo de sua rua e o bairro da outra margem. “Quando dá um dia quente, isso fica insuportável”.



Ela diz que não tem dinheiro para comprar o sistema de fossa e filtro. “Não tem nem para a conta de água às vezes”. A Semasa, explica Alzira, só aparece para cortar a água quando ela não consegue pagar.



Mesmo em área verde, ela ressalta que não tem problemas para religar a água. Alzira, como seus vizinhos do São Luiz, pertecem aos 4.738 domicílios que tem esgoto a céu aberto em seu entorno.



Número da água em Lages*
  • 96,4% dos moradores tem água
  • São 43.897 ligações
  • A tarifa média é de R$ 1,90 por 1000 litros
  • A despesa da Semasa para enviar a água até as casas é de R$ 1,76 para cada 1000 litros
  • O lageano consome, em média 143,5 litros de água por dia
  • Nos dois últimos anos, a Semasa investiu R$ 1,6 milhão na distribuição de água



Número do esgoto em Lages*

  • 13,8% dos domicílios tem ligação de esgoto
  • São 5.264 ligações
  • 20% de todo o esgoto produzido é tratado
  • Desde 2005 se investiu R$ 4.128.515 em esgotamento sanitário


Em 2010 a Semasa:
  • Recebeu R$ 19.480.767
  • Investiu R$ 80.083
  • Teve R$ 17.261.306 de despesas
  • Tinha 314 funcionários



Comparativo com outras cidades:
  • Lages trata menos esgoto que Chapecó, Jaraguá do Sul e Florianópolis
  • Entre as 10 maiores cidades do estado foi a que menos investiu em águas e saneamento no ano de 2010
  • A Semasa tinha mais funcionários que as empresas de água e saneamento de Chapecó e Jaraguá do Sul somadas
  • A água em Lages é 28% mais barata que a média estadual



PAC ainda não liberou recursos para esgotamento


Lages foi uma das cidades beneficiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para receber verbas destinadas a solucionar a questão de esgotamento sanitário.
São seis contratos que, desde 2005, deveriam trazer verbas para melhorar as condições sanitárias.



Os dois maiores contratos ainda estão em fase inicial e nenhum real chegou aos cofres municipais. Um se destina a canalização do rio Ponte Grande e deve injetar R$ 57 milhões na cidade. Outro, já teve um edital de licitação lançado, mas fracassou. São R$ 24 milhões para tratar 80% do esgoto em Lages. Para isso é necessário construir a tubulação e levar todos os resíduos para estações de tratamento.



Outros quatro menores já estão em fase de execução. Um sistema de tratamento de resíduos sólidos já te 42,45% concluído. Outro, referente a esgotamento, está 80% pronto. O mesmo percentual do terceiro contrato, para melhorias sanitárias. Já um contrato referente ao abastecimento de água está concluído. No total, são mais de R$ 7 milhões investidos nestas áreas. Deste total, R$ 1,4 milhão é verba municipal. Do total de contratos, o município ainda tem, quase R$ 82 milhões para receber e investir nas melhorias.


Contratos com o governo federal
  • Melhorias sanitárias
  • R$ 1.637.097,05
  • 80% pronto

  • Esgotamento
  • R$ 5.160.644,96
  • 80% pronto

  • Sistema de resíduos sólidos
  • R$ 935.289,98
  • 42,45% pronto

  • Obras do PAC - Ampliação do sistema de esgoto
  • R$ 24 milhões
  • Em fase licitatória

  • Canalização do Ponte Grande
  • R$ 57 milhões
  • Não iniciou


Falta água para 1.900 casas
Mesmo com os investimentos, falta água No fim do ano passado e início deste ano, o verão, combinado com estiagem resultou em torneiras secas para grande parte da cidade. Um ano antes, a Semasa havia investido exatos R$ 1.533 nesta área.


Para universalisar a distribuição de água, o município precisa aumentar a rede para mais 1.900 casas, segundo dados do IBGE. A maioria delas fica na área rural. Até junho de 2012, a prefeitura já investiu ao menos R$ 321 mil em melhorias no abastecimento e ampliação do sistema de abastecimento de água. O foco são dois reservatórios e a região dos bairros Santa Catarina e Santa Clara. Ano passado, a região do entorno do Guarujá e da Habitação foram os beneficiados, com investimentos de R$ 647.738.



O município figurava nos dados de 2010 como um dos que mais havia desperdício de água durante a distribuição. 48,2% do que era enviado para as casas se perdia. A Semasa investiu R$ 639.067 em um sistema de telemetria, que facilita o diagnóstico e acaba diminuindo as perdas durante a distribuição.



Foto: Thomas Michel