Professora não escutou o sinal e crianças perderam o ônibus
Um fato lamentável ocorreu na tarde desta segunda-feira (12) no
Colégio São José na cidade de São Joaquim, quando uma criança de apenas
07 anos foi até a sala de seu irmãozinho de 12 anos para esperá-lo. E o
aguardou lá por vários minutos até que o mesmo fosse liberado.
Os dois foram até o ponto de ônibus e para a surpresa dos dois pequeninos o ônibus já havia partido.
Sem ter para aonde ir e sem ter a quem recorrer os dois ficaram
perambulando pelas ruas paralelas ao Colégio São José. Mais tarde os
dois foram acolhidos pelo proprietário do Scooby Doo Lanches que serviu
uma refeição e pediu ajuda para o caso.
Ao serem questionados os meninos mal sabiam dizer que localidade
moravam, uma vez que seu pai havia trocado de sítio e trabalhava para um
produtor rural em um a localidade bem distante do centro da cidade.
Ao chegar no colégio São José os administradores não encontraram o
número do telefone dos pais (que por sua vez moravam no sítio e não
possuíam telefone) o jeito então foi aguardar até que alguém aparecesse.
Os meninos alegaram que a causa de terem perdido o ônibus foi
ocasionado por um deles (o irmão mais velho) ter ficado preso na aula de
artes até mais tarde fazendo com que eles perdessem o ônibus.
O Colégio São José culpa o motorista do ônibus por não ter o controle
das crianças que entram e saem do ônibus diariamente e por fim de ter
esquecido as crianças no colégio. Segundo o colégio não foram duas, mas
quatro crianças (da mesma turma) ficaram perdidas na manhã desta
segunda-feira (12).
Mais tarde, por volta das 14h o pai das crianças o senhor Antônio
Vilmar de Lima apareceu desesperado atrás dos filhos e os encontrou sãos
e salvos (graças ao acolhimento do proprietário do Scooby Doo Lanches) e
abraçou fortemente os meninos. Alguns funcionários do colégio se
emocionaram com o gesto paternal de um pai ao reencontrar os filhos. Seu
Antônio Contou que é morador da localidade Chapada Bonita, há mais de
30km do centro da cidade, para onde os filhos deveriam terem ido.
Na secretaria de Educação do município responsável pelos transporte
escolar a informação repassada é de que o motorista não teve culpa
alguma, e, que inclusive, esperou as crianças. Como não pareceram foi
embora. -”O motorista não teve culpa nenhuma, a responsabilidade foi
toda da professora que não dispensou as crianças no horário para que
pudessem pegar o ônibus”
A professora defendeu que não ouviu o sinal bater.
Redação São Joaquim Online
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Morte de professora continua uma incógnita
Lages, 10/07/2013, Correio Lageano, por Susana Küster
Perícia do corpo de Ivonete Córdova só ficará pronta daqui 30 dias
Amigos das três pessoas mortas na segunda-feira ainda tentam acreditar e buscam explicações para a tragédia ocorrida em Lages. O advogado Gilberto Xavier Antunes foi morto pelo aposentado do Banco do Brasil Aldori Tadeu Córdova, que depois se suicidou.
O choque se completou quando se soube, momento depois, que a mulher de Aldori, Ivonete Luiz Schmidt Córdova, foi encontrada morta em seu apartamento. A causa da morte da professora Ivonete ainda não foi definida, o laudo pericial deve demorar 30 dias, de acordo com o Instituto Geral de Perícias (IGP).
No velório de Antunes, realizado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, em Lages, centenas de pessoas se aglomeraram. O corpo foi enterrado em Capão Alto. Um dos tios do advogado, Inácio Oliveira Xavier, diz que o sobrinho sempre foi uma pessoa honesta, calma e ponderada. “Quem matou ele já tinha recebido o dinheiro da ação, e, dizem que ele foi lá para reaver o processo. Quando o Gilberto virou as costas para pegar a papelada, ele atirou pelas costas”.
Além de ter trabalhado como advogado, um amigo da vítima diz que Antunes foi professor da Uniplac. “Ele era muito honrado, qualificado e honesto. Não enrolava as pessoas. Eu senti muito a sua morte”, conta José Maria Wolff da Silva.
A comoção dos amigos e familiares também era intensa no velório da professora Ivonete e do seu esposo Aldori. Eles foram velados na capela São Pedro, ao lado do Cemitério Cruz das Almas, onde os corpos foram enterrados. As capelas estavam lotadas e algumas pessoas ficaram para fora.
Uma das colegas de trabalho de Ivonete, Jussara Córdova, conta que a professora sempre foi discreta em relação a sua vida pessoal. “Mas dava para ver que os dois tinham um relacionamento bom. Ele parecia ser calmo e ela era bem feliz”, conta. O Correio Lageano tentou entrar em contato com o delegado responsável pelo caso, Rafael Belinatti, mas ele não foi localizado.
Foto: Susana Küster
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Professora descreve madrugada de medo em Alfredo Wagner
Alfredo Wagner, 20/02/2013, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações de moradora da comunidade Rio Adaga em Alfredo Wagner
"A gente passou uma noite de medo". A frase é usada pela professora da rede municipal de Alfredo Wagner, Lucimar de Andrade Klauberg, de 37 anos, para descrever com exclusividade ao portal CLMais, a movimentação provocada em duas comunidades a cinco quilômetros do Centro do município, por um assalto no qual a prima do marido dela teve a casa invadida e foi mantida amarrada junto do esposo.
Os quatro assaltantes chegaram a fugir no carro do casal, um Cross Fox, mas foram baleados em troca de tiros com a polícia e socorridos por três helicópteros da força policial do Estado e duas viaturas do Samu. Tudo diante de moradores das comunidades Rio Adaga e Rio Lessa, surpreendidos por uma cena de violência nada comum em Alfredo Wagner.
"Eu acordei com os tiros, uns 20, 15 (minutos) para às 7 (horas) - desta quarta-feira (20)", conta Lucimar ao comparar: "Parecia uma rajada de fogos". A professora lembra que ela e o marido foram para rua e encontraram vizinhos que tinham acordado antes e, curiosos, acompanhavam a operação policial como se fosse uma cena de cinema. "Os assaltantes estavam do outro lado do rio (Adaga). Um levou um tiro de raspão e se entregou.Outro levou tiro na perna. Os outros (dois) também levaram tiros".
Encorajada por ver os assaltantes rendidos, Lucimar falou com um deles. "Eu perguntei: por que você fez isso? Ele disse que fez por desespero". Lucimar ainda ouviu do assaltante que ele trabalha com carteira assinada. É casado e tem um filho. A professora não entendeu direito a atividade que o assaltante declarou exercer. Só lembra, que tem haver com alguma coisa relacionada a cimento. "Falou que estava indo trabalhar com cimento, quando encontrou os outros três (assaltantes)".
Lucimar ainda não sabia todos os detalhes do assalto. Ouviu falar que os quatro homens presos, descritos por ela como jovens, roubaram um carro em Florianópolis antes de invadir a casa da prima do marido dela, a também professora Alexandra Klauberg, que atualmente está afastada da sala de aula.
Alexandra e o marido Alexsandro, moravam na Suíça e voltaram para o Brasil há dois anos. Escolheram a pacata comunidade Rio Lessa para viver, para ficar perto dos pais de Alexandra. Apesar do susto, os dois saíram do assalto apenas com prejuízos materiais. Além do Cross Fox do casal, a quadrilha teria levado outros objetos da casa. Especialmente eletrônicos trazidos da Suíça, como celulares.
Ao buscar mais detalhes do crime, Lucimar deve descobrir que os quatro assaltantes teriam roubado um Citröen branco de uma revenda de carros de São José, na Grande Florianópolis, na manhã desta terça-feira (19). Eles seguiram no carro até Alfredo Wagner e, em uma estrada de terra da comunidade Rio Adaga, no KM- 94 da BR-282 (Alfredo Wagner), deixaram o Citröen atolar.
Sem veículo, eles esperaram anoitecer e invadiram a casa na comunidade Rio Lessa, no KM-97 da mesma rodovia. Para conseguir outro carro, renderam e amarraram Alexandra e Alexsandro. Na fuga, o pneu do carro teria furado e eles correram para um matagal na região. Enquanto isso, o casal consegui pedir socorro para familiares, que avisaram a polícia.
Policiais militares e civis contaram com ajuda de policiais federais, de cães farejadores e até de pessoas que vivem na região, para procurar os assaltantes em meio ao matagal. Eles se encontraram perto das 6h30min desta quarta-feira, quando começou a troca de tiros que acordou Lucimar.
Os quatro assaltantes foram levados para Florianópolis. Lucimar não sabe se o grupo tem relação com a onda de ataques no Estado. Não ouviu nenhum policial comentar sobre o assunto, mas não vai esquecer a madrugada em que esteve tão perto de um grupo tratado considerado perigoso.
O CLMais fez contato com o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rancho Queimado, que não tinha mais informações sobre o caso. As delegacias da Polícia Federal (PF) em Florinanópolis e Lages negaram ter participado da ação.
Em nota publicada por volta das 17 horas, a Polícia Civil divulgou que a operação foi executada por ela e pela PM. A nota também identifica os quatro presos: William Eduardo da Silva, de 19 anos; Edson Vas, 28 anos, Valdir Felipe do Nascimento, 21 anos, e Thiago (até agora não se sabe o sobrenome dele, devido ao estado grave que se encontra após tiroteio). Os quatro foram detidos pela prática de roubo qualificado.
A nota esclarece que o grupo foi localizado durante uma ronda do Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT) de Lages. "Eles começaram a atirar e os policiais revidaram, acertando dois deles. Um revólver calibre 38 foi apreendido neste momento. Os outros dois, inicialmente conseguiram fugir, mas foram perseguidos e durante o confronto acabaram também baleados.
Dois deles foram para o Hospital Celso Ramos e outros dois para o Hospital Regional de São José. Thiago, que foi atingido no pulmão está em estado grave e teve três paradas cardíacas. Um deles foi atingido apenas de raspão e hoje mesmo foi liberado do hospital e encaminhado para a Delegacia de Alfredo Wagner, onde será interrogado pelo Delegado Luiz Ângelo de Assis Moreira, responsável pelo flagrante".
A Polícia Civil divulgou fotos de três dos quatro assaltantes, mas não os identificou. Confira na galeria desta notícia.
Fotos: PRF e Polícia Civil de Santa Catarina/Divulgação
"A gente passou uma noite de medo". A frase é usada pela professora da rede municipal de Alfredo Wagner, Lucimar de Andrade Klauberg, de 37 anos, para descrever com exclusividade ao portal CLMais, a movimentação provocada em duas comunidades a cinco quilômetros do Centro do município, por um assalto no qual a prima do marido dela teve a casa invadida e foi mantida amarrada junto do esposo.
Os quatro assaltantes chegaram a fugir no carro do casal, um Cross Fox, mas foram baleados em troca de tiros com a polícia e socorridos por três helicópteros da força policial do Estado e duas viaturas do Samu. Tudo diante de moradores das comunidades Rio Adaga e Rio Lessa, surpreendidos por uma cena de violência nada comum em Alfredo Wagner.
"Eu acordei com os tiros, uns 20, 15 (minutos) para às 7 (horas) - desta quarta-feira (20)", conta Lucimar ao comparar: "Parecia uma rajada de fogos". A professora lembra que ela e o marido foram para rua e encontraram vizinhos que tinham acordado antes e, curiosos, acompanhavam a operação policial como se fosse uma cena de cinema. "Os assaltantes estavam do outro lado do rio (Adaga). Um levou um tiro de raspão e se entregou.Outro levou tiro na perna. Os outros (dois) também levaram tiros".
Encorajada por ver os assaltantes rendidos, Lucimar falou com um deles. "Eu perguntei: por que você fez isso? Ele disse que fez por desespero". Lucimar ainda ouviu do assaltante que ele trabalha com carteira assinada. É casado e tem um filho. A professora não entendeu direito a atividade que o assaltante declarou exercer. Só lembra, que tem haver com alguma coisa relacionada a cimento. "Falou que estava indo trabalhar com cimento, quando encontrou os outros três (assaltantes)".
Lucimar ainda não sabia todos os detalhes do assalto. Ouviu falar que os quatro homens presos, descritos por ela como jovens, roubaram um carro em Florianópolis antes de invadir a casa da prima do marido dela, a também professora Alexandra Klauberg, que atualmente está afastada da sala de aula.
Alexandra e o marido Alexsandro, moravam na Suíça e voltaram para o Brasil há dois anos. Escolheram a pacata comunidade Rio Lessa para viver, para ficar perto dos pais de Alexandra. Apesar do susto, os dois saíram do assalto apenas com prejuízos materiais. Além do Cross Fox do casal, a quadrilha teria levado outros objetos da casa. Especialmente eletrônicos trazidos da Suíça, como celulares.
Ao buscar mais detalhes do crime, Lucimar deve descobrir que os quatro assaltantes teriam roubado um Citröen branco de uma revenda de carros de São José, na Grande Florianópolis, na manhã desta terça-feira (19). Eles seguiram no carro até Alfredo Wagner e, em uma estrada de terra da comunidade Rio Adaga, no KM- 94 da BR-282 (Alfredo Wagner), deixaram o Citröen atolar.
Sem veículo, eles esperaram anoitecer e invadiram a casa na comunidade Rio Lessa, no KM-97 da mesma rodovia. Para conseguir outro carro, renderam e amarraram Alexandra e Alexsandro. Na fuga, o pneu do carro teria furado e eles correram para um matagal na região. Enquanto isso, o casal consegui pedir socorro para familiares, que avisaram a polícia.
Policiais militares e civis contaram com ajuda de policiais federais, de cães farejadores e até de pessoas que vivem na região, para procurar os assaltantes em meio ao matagal. Eles se encontraram perto das 6h30min desta quarta-feira, quando começou a troca de tiros que acordou Lucimar.
Os quatro assaltantes foram levados para Florianópolis. Lucimar não sabe se o grupo tem relação com a onda de ataques no Estado. Não ouviu nenhum policial comentar sobre o assunto, mas não vai esquecer a madrugada em que esteve tão perto de um grupo tratado considerado perigoso.
O CLMais fez contato com o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rancho Queimado, que não tinha mais informações sobre o caso. As delegacias da Polícia Federal (PF) em Florinanópolis e Lages negaram ter participado da ação.
Em nota publicada por volta das 17 horas, a Polícia Civil divulgou que a operação foi executada por ela e pela PM. A nota também identifica os quatro presos: William Eduardo da Silva, de 19 anos; Edson Vas, 28 anos, Valdir Felipe do Nascimento, 21 anos, e Thiago (até agora não se sabe o sobrenome dele, devido ao estado grave que se encontra após tiroteio). Os quatro foram detidos pela prática de roubo qualificado.
A nota esclarece que o grupo foi localizado durante uma ronda do Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT) de Lages. "Eles começaram a atirar e os policiais revidaram, acertando dois deles. Um revólver calibre 38 foi apreendido neste momento. Os outros dois, inicialmente conseguiram fugir, mas foram perseguidos e durante o confronto acabaram também baleados.
Dois deles foram para o Hospital Celso Ramos e outros dois para o Hospital Regional de São José. Thiago, que foi atingido no pulmão está em estado grave e teve três paradas cardíacas. Um deles foi atingido apenas de raspão e hoje mesmo foi liberado do hospital e encaminhado para a Delegacia de Alfredo Wagner, onde será interrogado pelo Delegado Luiz Ângelo de Assis Moreira, responsável pelo flagrante".
A Polícia Civil divulgou fotos de três dos quatro assaltantes, mas não os identificou. Confira na galeria desta notícia.
Fotos: PRF e Polícia Civil de Santa Catarina/Divulgação
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Professora da Uniplac e companheiro serão sepultados neste domingo no cemitério da Penha
Lages, 09/02/2013, CLMais
por Laís Melegari com informações da Polícia Rodoviária Federal do Posto
em Índios e Funcionários da Funerária São Pedro
Professora que dava aulas na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Maria Aparecida Gomes, de 52 anos, e o marido, Antônio Argeu Gomes, de 62, estão sendo velados na Capela Dom Daniel, no bairro Santa Rita. O sepultamento ocorrerá às 11 horas deste domingo (11) no cemitério da Penha.
A professora e o marido morreram na noite desta sexta-feira (08), em um grave acidente em Bocaina do Sul, na BR-282, por volta das 20 horas.
O veículo em que estava o casal, um Peugeot-207, placas MIJ-2718, de Lages, que seguia sentido Oeste, rodopiou na pista e colidiu na lateral de um Ford Focus, placas não identificadas, de Caxias do Sul. Os veículos pegaram fogo.
A professora e o companheiro morrem carbonizados, e os ocupantes do segundo veículo, José Roberto Teixeira Barreiro Junior, de 41 anos e Elenita da Silva Porto Barreiros, de 40 anos, tiveram lesões graves.
Os feridos foram encaminhados à Emergência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres (HNSP), em Lages, pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), com queimaduras graves. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Geral de Perícias (IGP), em Lages, para a realização de necrópsia.
A guarnição da PRF foi a primeira a chegar no local do acidente e já encontrou os veículos em chamas. Populares conseguiram tirar as vítimas do Ford Focus. No entanto, a professora e o companheiro já estavam sem vidas. Segundo a PRF, há possibilidades de o casal ter morrido em decorrência da colisão e não das chamas.
O corpo de Bombeiros também esteve no local prestando apoio. Eles foram acionados para apagar o incêndio dos veículos, enquanto o Samu atendia os feridos.
Fotos: Divulgação
Professora que dava aulas na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Maria Aparecida Gomes, de 52 anos, e o marido, Antônio Argeu Gomes, de 62, estão sendo velados na Capela Dom Daniel, no bairro Santa Rita. O sepultamento ocorrerá às 11 horas deste domingo (11) no cemitério da Penha.
A professora e o marido morreram na noite desta sexta-feira (08), em um grave acidente em Bocaina do Sul, na BR-282, por volta das 20 horas.
O veículo em que estava o casal, um Peugeot-207, placas MIJ-2718, de Lages, que seguia sentido Oeste, rodopiou na pista e colidiu na lateral de um Ford Focus, placas não identificadas, de Caxias do Sul. Os veículos pegaram fogo.
A professora e o companheiro morrem carbonizados, e os ocupantes do segundo veículo, José Roberto Teixeira Barreiro Junior, de 41 anos e Elenita da Silva Porto Barreiros, de 40 anos, tiveram lesões graves.
Os feridos foram encaminhados à Emergência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres (HNSP), em Lages, pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), com queimaduras graves. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Geral de Perícias (IGP), em Lages, para a realização de necrópsia.
A guarnição da PRF foi a primeira a chegar no local do acidente e já encontrou os veículos em chamas. Populares conseguiram tirar as vítimas do Ford Focus. No entanto, a professora e o companheiro já estavam sem vidas. Segundo a PRF, há possibilidades de o casal ter morrido em decorrência da colisão e não das chamas.
O corpo de Bombeiros também esteve no local prestando apoio. Eles foram acionados para apagar o incêndio dos veículos, enquanto o Samu atendia os feridos.
Fotos: Divulgação
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