Lages, 23/08/2013, Correio Lageano, por Silviane Mannrich
Pai e filho viveram momentos de desespero e medo entre a noite de quarta-feira e a manhã desta quinta-feira (22). Eles foram assaltados na BR-282 em Santo Amaro da Imperatriz, depois de carregarem seus caminhões de cerveja na fábrica da Ambev em Lages.
Os caminhoneiros tiveram seus veículos Scania 111 e Scania 112, com placas de Siderópolis, roubados por volta das 20 horas de quinta-feira, na BR-282. Os dois motoristas foram mantidos reféns pelos assaltantes, e somente libertados às 3 horas da madrugada, no km-160 da BR-101, em Tijucas.
O Scania 112 foi abandonado no km 158 da BR-101, em Tijucas, e teve sua carga de cerveja em lata, roubada. Foram 20 paletes. O Scania 111 foi encontrado no início da tarde, também estava carregado com 20 paletes da bebida.
O assalto
As vítimas foram socorridas pela Polícia Rodoviária Federal e encaminhadas para a delegacia de polícia civil de Tijucas. De acordo com o delegado da polícia civil de Tijucas, Weydson da Silva, o pai foi abordado em Santo Amaro da Imperatriz por um homem com um revólver e foi obrigado a ligar para o filho que dirigia outro caminhão. “O filho estava um pouco à frente e parou o veículo em um posto de combustível no trevo de Santo Amaro. O homem deixou o pai amarrado e abordou o outro caminhão. O filho foi amarrado juntamente com o pai”, afirma o delegado.
Apoio
Um carro com pelo menos duas pessoas parou no local e levou um dos caminhões. Os caminhoneiros ficaram com os assaltantes por cerca de seis horas, porém não foram agredidos fisicamente. As vítimas eram obrigadas a manter a cabeça baixa ou os olhos fechados. Os assaltantes não usaram máscaras. Os caminhoneiros foram deixados na BR-282 próximo ao pedágio de Porto Belo quando foram encontrados pela Polícia Rodoviária Federal de Palhoça.
O delegado Weydson explica que os casos de roubos de cargas de bebidas acontecem com frequência no litoral e os assaltantes são difíceis de serem encontrados. “Normalmente as cargas têm seguro, então os motoristas se preocupam com a sua segurança”, salienta. Eles seguem as ordens e evitam o contato visual dos assaltantes. Ele, acredita, ainda, que os bandidos são experientes e conhecem a rotina dos caminhoneiros ou possuem informações privilegiadas.
Foto: Silviane Mannrich
Pai e filho viveram momentos de desespero e medo entre a noite de quarta-feira e a manhã desta quinta-feira (22). Eles foram assaltados na BR-282 em Santo Amaro da Imperatriz, depois de carregarem seus caminhões de cerveja na fábrica da Ambev em Lages.
Os caminhoneiros tiveram seus veículos Scania 111 e Scania 112, com placas de Siderópolis, roubados por volta das 20 horas de quinta-feira, na BR-282. Os dois motoristas foram mantidos reféns pelos assaltantes, e somente libertados às 3 horas da madrugada, no km-160 da BR-101, em Tijucas.
O Scania 112 foi abandonado no km 158 da BR-101, em Tijucas, e teve sua carga de cerveja em lata, roubada. Foram 20 paletes. O Scania 111 foi encontrado no início da tarde, também estava carregado com 20 paletes da bebida.
O assalto
As vítimas foram socorridas pela Polícia Rodoviária Federal e encaminhadas para a delegacia de polícia civil de Tijucas. De acordo com o delegado da polícia civil de Tijucas, Weydson da Silva, o pai foi abordado em Santo Amaro da Imperatriz por um homem com um revólver e foi obrigado a ligar para o filho que dirigia outro caminhão. “O filho estava um pouco à frente e parou o veículo em um posto de combustível no trevo de Santo Amaro. O homem deixou o pai amarrado e abordou o outro caminhão. O filho foi amarrado juntamente com o pai”, afirma o delegado.
Apoio
Um carro com pelo menos duas pessoas parou no local e levou um dos caminhões. Os caminhoneiros ficaram com os assaltantes por cerca de seis horas, porém não foram agredidos fisicamente. As vítimas eram obrigadas a manter a cabeça baixa ou os olhos fechados. Os assaltantes não usaram máscaras. Os caminhoneiros foram deixados na BR-282 próximo ao pedágio de Porto Belo quando foram encontrados pela Polícia Rodoviária Federal de Palhoça.
O delegado Weydson explica que os casos de roubos de cargas de bebidas acontecem com frequência no litoral e os assaltantes são difíceis de serem encontrados. “Normalmente as cargas têm seguro, então os motoristas se preocupam com a sua segurança”, salienta. Eles seguem as ordens e evitam o contato visual dos assaltantes. Ele, acredita, ainda, que os bandidos são experientes e conhecem a rotina dos caminhoneiros ou possuem informações privilegiadas.
Foto: Silviane Mannrich