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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Polícia Civil recupera gado furtado

20140127_170223Campos Novos, 31/01/2014 Polícia Civil
 
 A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia da Comarca de Campos Novos, recuperou onze cabeças de gado que estavam em uma fazenda localizada no município de Herval D’Oeste.
  
O gado havia sido furtado no ano passado de uma fazenda do interior de Campos Novos. Os policiais chegaram até o local, após denúncias. A vítima compareceu na Delegacia e fez o reconhecimento positivo.

Um inquérito policial foi instaurado para apurar a autoria do delito.

“Colabore com a Polícia Civil. Denuncie. Disque 181.”

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Vereador e comparsa de Cerro Negro são acusados de roubo

Cerro Negro, 17 e 18/08/2013, Correio Lageano




O vereador do município de Cerro Negro Roberto Alexandre Morais está sendo acusado de roubar quatro cabeças de gado com Paulino Fermino da Silva, da vítima Sérgio Guzatti. Nos autos do processo movido contra os dois, consta que o acusado Paulino Fermino confessou que roubou o gado junto com o vereador. Mas no processo não consta a confissão do parlamentar.



O crime teria ocorrido no dia 30 de maio de 2011. No mesmo dia, os dois teriam ido em uma propriedade na localidade Encruzilhada dos Pintos, interior do município para vender os animais por R$ 2.500,00.



A venda foi feita com nota fiscal com números falsos de identificação do gado. Consta nos laudos que os dois acusados tentaram a absolvição por falta de provas.



Sentença


A sentença do juiz Raphael Mendes Barbosa era, primeiramente, que os acusados cumprissem pena de dois anos mais pagamento de 10 dias de multa.
Porém, a pena foi substituída por prestação de serviço à comunidade e prestação pecuniária de um salário mínimo ao Conselho da Comunidade, mais pagamento de 10 dias de multa.


Mesmo assim, os dois acusados recorreram da sentença que aguarda as razões do recurso pelo advogado de defesa. Depois deste passo do processo, o Ministério Público faz suas contra-razões e encaminha para o Tribunal de Justiça de Santa Catarina analisar.



O Correio Lageano tentou entrar em contato com o vereador e com Paulino Fermino.
Porém, mesmo depois de vários recados na Câmara de Vereadores e para o celular do parlamentar, nenhum retorno foi dado à reportagem.



O irmão do vereador chegou a ligar na redação do jornal e disse que iria tentar localizar o irmão que mora no sítio. Porém, até o fechamento desta edição, ninguém entrou em contato sobre o assunto.



Foto: Tribunal Regional Eleitoral/ Divulgação

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Cães atacam gado no interior de Otacílio Costa

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Otacílio Costa, 01/08/2013 Correio Otaciliense

 Problema que tem afetado muitos criadores de animais no interior das cidades, os cães soltos a própria sorte tem levado prejuízo aos produtores, que estão ficando com animais machucados e até mesmo mortos após ataques de cachorros.
Segundo o produtor Adilson Deboit, na última semana seu sítio, localizado nas proximidades do Parque Cambará, teve pela terceira vez o ataque de cães. “Estamos tentando pegar esse bicho, mas não está fácil”, conta. Neste último ataque, um terneiro ficou ferido, com parte da orelha e de uma das patas arrancadas. “Quanto mais a gente chega perto, mais os cães atacam e acabam matando o gado”, fala Deboit.
Ele explica que ao todo, já foram mortos 10 de seus animais. “Meu terreno é todo fechado, mas com cerca, então os cães acabam entrando, precisamos agora é pegar esse bicho para não termos mais prejuízo dessa forma”, conclui informando que os demais produtores tenham cuidado para não ter suas criações atacadas.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Polícia desmancha quadrilha de furto de gado na Serra Catarinense

Polícia desmancha quadrilha  de furto de gado na Serra Catarinense
Correia Pinto / Otacílio Costa, 31/01/2013, Correio Lageano, por Adecir Morais


As investigações começaram ano passado e, dentre os suspeitos está um vereador de Ponte Alta



A Polícia Civil prendeu na manhã de quarta-feira ((30), na Serra Catarinense, cinco pessoas suspeitas de integrar uma quadrilha de furto de gado na região. Três prisões ocorreram em Correia Pinto, cerca de 25 quilômetros distante de Lages, e uma em Otacílio Costa, a 45 quilômetros de distância.



Em Correia Pinto, foram detidos preventivamente José Fernando Ribeiro, o “Vaqueiro”, Cléber Miranda de Souza, o “Toro”, e Érico da Silva Moraes. Rivelino de Souza Gomes foi detido em Otacílio Costa. Segundo a polícia, eles estariam praticando furto de gado em Correia Pinto, Ponte Alta, Otacílio Costa e Painel. Toro é vereador em Ponte Alta.



As prisões são fruto de uma investigação desencadeada ano passado, por meio do delegado Fabiano Henrique Schmitt, titular da delegacia de Correia Pinto. Num primeiro instante, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências de Gomes e Toro.



Gomes foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, enquanto Toro, juntamente com o seu pai, Afonso Floriani de Souza, foram detidos por crime de vender carne sem inspeção.



Os dois últimos possuem açougues em Correia e Ponte Alta, onde foram apreendidas 800 quilos de carne. Afonso ganhou liberdade dias depois de ser preso e responde o processo em liberdade.



Na sequência das investigações, foi apurado o envolvimento de “Mariano” e de “Vaqueiro” no prática de  furto de gado na região. Também foi levantado pelos policiais civis que, em uma das vezes, eles foram auxiliados por Moraes para o transporte de gado furtado.



Um quinto homem, apontado por fazer parte da quadrilha, também foi indiciado.  Claudino Charles Mariano, o “Mariano”,  já se encontrava preso no Presídio Regional de Lages em virtude de outros crimes praticados em Correia Pinto.



Durante as buscas na residência de Moraes, em Correia Pinto, foram encontradas armas de fogo e munições, dentre elas,  um revólver calibre .32, uma espingarda calibre .22, um cinturão de munições calibre 22. Ele foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.



Cabeças de gado foram recuperadas


Durante operação no ano passado,  a Vigilância Sanitária recolheu, nos açougues de Touro e Afonso, 800 quilos de carne imprópria para consumo humano. Os produtos estavam acondicionadas de forma correta, não tinham procedência comprovada, e não possuíam carimbo de inspeção, segundo a polícia.



Conforme o delegado interino de Correia Pinto, Raphael Barboza, como parte da operação foram recuperadas mais de 10 cabeças de gado, sendo sete em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí. Ele acredita ter desmantelado uma quadrilha de furto de gado na região.



Com exceção de Afonso Floriani de Souza, que está respondendo o processo em liberdade, todos os envolvidos estão detidos no Presídio Regional de Lages à disposição da Justiça.



Além do crime de furto de gado, eles vão responder por formação de quadrilha, crime contra relação de consumo e posse ilegal de arma de fogo. A operação envolveu a Polícia Civil de Correia Pinto, de Otacílio Costa, a Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Lages, e os agentes das Vigilâncias Sanitárias de Correia Pinto e Ponte Alta. Para o delegado Rafael Barbosa, o caso está solucionado.



Fotos:Polícia CivIL/Divulgação

domingo, 6 de janeiro de 2013

Da Índia para o Brasil: o boi de cupim que virou garantia de lucro no agronegócio

Da Índia para o Brasil: o boi de cupim que virou garantia de lucro no agronegócio
Curitibanos, 05 e 06/07/2013, Correio Lageano, por Suzani Rovaris


Hoje o zebu é a principal raça de todo o rebanho brasileiro. Graças aos avanços tecnológicos, os zebuínos são a garantia de excelência na exportação de carne para mais de 150 países, além do mercado nacional de leite e do couro



Ivadi Coninck de Almeida ainda era jovem quando comprou o primeiro boi, um indubrasil. Décadas se passaram, ele chega aos 90 anos com saúde, mantém os hábitos campeiros e está com um um plantel de 800 cabeças de gado, mas mudou o rumo do negócio. Partiu para os zebus, animais que têm impulsionado a pecuária.



No mercado mundial de carnes bovinas, o Brasil é um dos maiores exportadores. A raça que mais se destaca no rebanho nacional é justamente o zebu. Detentor de características dignas, os zebuínos são  indispensáveis em experiências tecnológicas para o melhoramento genético e consequentemente, maior excelência da carne e leite.



A exemplo dos outros anos, a expectativa do Brasil na exportação é aumentar em 20% a sua receita em relação a 2011, que fechou em US$ 5,3 bilhões, montante 12% superior ao registrado em 2010. Para isso, o país aposta na qualidade de sua carne, grande parte oriunda de rebanhos zebuínos onde a maior parte é concentrada em regiões acima do Paraná. Em Santa Catarina, a atividade é recente, mas a tecnologia está mudando esse cenário.



Atualmente, o Brasil exporta para mais de 150 países. Realidade diferente de 25 anos atrás, quando o país ainda importava o produto. Estima-se que o total do efetivo bovino brasileiro seja da ordem de mais de 190 milhões de cabeças. Desse total, 80% têm o sangue zebuíno.



O país tornou-se a segunda pátria do zebu. A raça é de origem indiana. Foi no século 19 que os primeiros planteis de sangue puro foram importados. Desde então, o avanço da raça ocorreu graças às iniciativas empreendedoras de pecuaristas como Ivadi, que uniram esforços para consolidar o zebu.



Por ser um país tropical, o zebu se adaptou facilmente no Brasil. Somente no Sul, onde é mais frio, apresentou restrições. O veterinário da Empresa de Pesquisa Agrícola e Extensão Rural (Epagri), Vilmar Francisco Zardo, explica que toda a parte fisiológica do zebu contribui para a resistência.



O couro é mais fino e a reserva de gordura fica armazenada no cupim. As raças europeias têm características diferentes: couro mais grosso e, por não terem cupim, a gordura fica entremeada por toda a carne.



De acordo com Zardo, criar zebu sangue puro pode não ser viável no Estado. Falta potencial genético para alguns fatores de importância econômica, segundo ele. Porém, por ter um potencial “criatório” (rusticidade e fertilidade) a raça se tornou a base para os cruzamentos.



Através da inseminação artificial, o cruzamento industrial tornou-se viável a criação de bovinos com sangue zebuíno, em Santa Catarina. É uma arma fundamental para o produtor moderno obter lucros. Os cruzamentos visam a buscar em cada raça envolvida suas características mais marcantes, de criar animais mais eficientes e produtivos em um menor espaço de tempo.



Mais de três milhões de cabeças de gado, ou seja, cerca de 80% do rebanho catarinense possuem sangue de zebuíno. O Estado representa 1,88% do rebanho de bovinos no Brasil.



Ele faz do boi de cupim um ideal de vida e uma paixão de longa data. Ivadi Coninck de Almeida, de 90 anos, é o pioneiro na criação e reprodução da raça zebuína. Morador de Curitibanos, é dono de um plantel de 800 cabeças das variedades nelore e tabapuã.



Ainda era moço quando comprou sua primeira cabeça de gado, o indubrasil. “Tinha orelhas grandes que encostavam no chão quando ia pastar”, lembra. Foi no final da década de 1930 quando formou seu rebanho.



Desde então dedicou grande parte de sua vida a esses animais, que conforme ele relata, não são muito simpáticos. Um dos poucos criadores de zebu na Serra Catarinense, ele explica que a reprodução do zebu sangue puro é complexa, mas deve ser realizada para que haja organização com os animais.



Cada animal possui uma identificação. Além do brinco, o zebu recebe uma marcação a fogo da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ). O desenho é um triângulo com chifres para baixo. Outra marcação a fogo identifica que o animal é do determinado proprietário, geralmente o desenho é a primeira letra do nome do dono.



Os registros devem ser comunicados à ABCZ. Nome, sobrenome e as característica da fêmea e do macho que irão se reproduzir, bem como do terneiro que nasceu são informados à associação.



Formação familiar



Geralmente Ivadi deixa a fêmea e o macho juntos o ano todo para formar grupos familiares e evitar o acasalamento consanguíneo. Por ser um dos primeiros a criar zebu no Estado, Ivadi tem participado de todas as feiras e exposições de gado no Sul do país.



Em 1949, Ivadi já exibia seu gabo. É o mais antigo no ramo de exposições agrícolas e feiras pecuárias. Considerado como uma lenda no setor, o pecuarista foi homenageado dezenas de vezes.



Planejamento e tecnologia asseguram qualidade na carne e no leite



Tradicionalmente, o zebu é uma raça de corte. O melhoramento genético, seleção, manejo alimentar, abate precoce (média de 4,5 anos) e uso de agentes hormonais são processos que conferem à carne do zebu um excelente grau de maciez.
Maria Jaci Villa Nova Bittencourt, criadora de zebuínos Tabapuã no Rio Grande do Sul, diz que cada espécie possui características próprias e que não se mudam do dia para a noite. É o caso do marmoreio (nível de gordura entremeada), característica própria dos taurinos e que confere maciez à carne. Resultados de laboratório demonstram, no entanto, que o marmoreio não é o único fator que determina se a carne será ou não macia, conforme diz Maria.



Gordura



As análises revelam que o sistema de produção dos zebuínos está voltado a obter carne macia e magra, diferente dos taurinos, que possuem gordura excessiva, não recomendável para o dia-a-dia.



A raça integra o grupo de gado leiteiro. Segundo a Embrapa, 70% da produção de leite do país vêm de vacas mestiças Holandês-Zebu. A Holandesa predomina nos cruzamentos, sendo o mais comum o de Holandês com o Gir, conhecido como “Girolando”. Há anda o “Guzolando”, resultado de Holandês com Guzerá. Já existem alguns produtores fazendo o “Nerolando”, que é o cruzamento do Holandês com o Nelore.


As variedades de zebu

  • Brahman: com ossos mais avantajados;
  • Gir e o Gir mocha: cores variadas, chifre e cabeça maiores;
  • Guzerá: chifre imponente;
  • Indubrasil: enormes orelhas;
  • Nelore padrão e o mocha: orelha bem pequena;
  • Sindi: estatura baixa e pelagem vermelha
  • Tabapuã: mocho natural.



Fotos:Suzani Rovaris

sábado, 29 de dezembro de 2012

Vereador suspeito de furto está em liberdade

Ponte Alta, 29 e 30/12/2012, Correio Lageano


O vereador diplomado, em Ponte Alta, Cléber Miranda de Souza, conhecido como “Toro”, preso na quarta-feira (26) por suspeita de furto de 15 cabeças de gado em um sítio do município, no início de dezembro, está solto. Ele ganhou a liberdade horas depois da prisão e vai responder o processo em liberdade.


Além dele, Rivelino de Souza Gomes, que respondeu processo por outros furtos de gado, e Afonso Floriani de Souza, pai de Cléber, supeito de vender a carne furtada e sem inspeção em seu açougue em Correia Pinto, também foram soltos.


Os três foram presos durante operação que envolveu a Polícia Civil de Correia Pinto, de Otacílio Costa, a Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Lages, e os agentes das Vigilâncias Sanitárias de Correia Pinto e Ponte Alta. Na operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências e estabelecimentos comerciais de Cléber, Afonso e Rivelino, que culminou com a prisão em flagrante deles.


Segundo a polícia, as carnes eram vendidas no açougue de Cléber, em Ponte Alta, e no de Afonso, em Correia Pinto, e os furtos eram cometidos por Cléber e Rivelino.


O vereador diplomado e  Afonso vão responder pelo crime contra a relação de consumo e Rivelino por posse irregular de arma de fogo, um revólver calibre 38, apreendido durante a operação.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

PM prende cinco pessoas por furto de gado



Curitibanos, 30/10/2012, Correio Lageano


A Polícia Militar de Curitibanos prendeu em flagrante quatro homens suspeitos de abigeato (furto de gado), na tarde do último domingo (28). Eles estavam em um veículo Fiat Premio, placas LYN-7488, de Blumenau. Durante abordagem, foram localizados no porta-malas aproximadamente 80 kg de carne de gado distribuídos em sacos de ráfia.


Segundo a polícia, o animal foi abatido em uma propriedade na estrada geral da Lagoinha, cerca de quatro quilômetros do centro de Curitibanos. Os suspeitos foram indiciados por vários crimes, inclusive são reincidentes na prática do abigeato. No local do abate foi deixado parte do animal que pesava aproximadamente 300 kg. 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Polícia tenta inibir furto e receptação de gado

 São José do Cerito / Lages, 07/09/2012,Correio Lageano, por Adecir Morais




Uma pessoa foi presa e duas armas foram apreendidas na manhã de quinta-feira (06), em São José do Cerrito, durante ação policial para inibir o furto e receptação de gado. Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão. A operação foi das polícias civil e militar.



Participaram policiais civis da Central de Polícia, da 1ª e 3ª Delegacia de Polícia de Lages (DPs) e Delegacia de São José do Cerrito, além de militares, totalizando 14 agentes. Os trabalhos se estenderam durante toda a manhã. Várias viaturas foram utilizadas. Os mandados foram expedidos pela 1ª e 2ª Vara Criminal do Fórum de Lages.



Foram vistoriados açougues, restaurantes e residência. O objetivo era encontrar produtos, como carne, frutos de ações criminosas, dentre outros instrumentos obtidos de forma criminosa, mas nenhuma irregularidade foi identificada.



Porém, na casa de Sebastião Coelho Branco, de 51 anos, na localidade  Salto dos Marianos, os policiais encontraram um revólver calibre 32 com seis munições intactas, além de uma garrucha calibre 28, com duas munições intactas, sem registro e nota fiscal. Ele foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.



Sebastião, que estava em casa na hora da ação, foi conduzido ao 3º DP, na Área Industrial, em Lages, para prestar esclarecimentos. Após ser ouvido pelo delegado responsável pelas investigações, Sérgio Roberto de Sousa pagou fiança de um salário mínimo e foi liberado.
Sousa explica que as investigações que resultaram na operação duraram cerca de um mês. “Havia várias denúncias de que o comércio de São José do Cerrito estava comprando gado furtado, mas nada de ilegal foi encontrado. Estava tudo ok”, afirma.



Um dos alvos da operação, segundo o delegado, era um possível autor de furtos de gado na região, contudo, o suspeito não foi encontrado em sua residência. Buscas foram feitas na casa dele, mas nada de irregular foi localizado.



As investigações, alerta Sousa, vão continuar, já que são muitas as reclamações de furtos na região. “Há várias denúncias e estamos na cola dos criminosos que estão agindo na região”, alerta.



Ele lembra que estes tipos de crime têm preocupado a polícia, e já resultaram em prisões, apreenssões de armas e recuperação de gado furtado. Qualquer informação que ajude a polícia a identificar os criminosos pode ser passada através do telefone (049) 3226-0173 ou 197 da Polícia Civil.