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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Filho agride a mãe com socos e a ameaça de morte em Correia Pinto

Correia Pinto, 20/08/2014, CLMais, com informações da Polícia Militar em Lages


Uma mulher de 45 anos foi agredida por seu filho de 19 anos, na manhã desta quarta-feira (20), na rua Rui Barbosa, em Correia Pinto. Segundo informações do Boletim de Ocorrência (BO) da Polícia Militar (PM) em Lages, o filho ameaçou sua mãe de morte e agrediu a socos.


A vítima teve ferimentos na mão, e foi encaminhada ao hospital para atendimento clinico, e liberada em seguida.  Foi registrado um BO na modalidade prisão em flagrante. O agressor foi conduzido à delegacia para as providencias legais.


O caso se enquadra como violência doméstica , conforme a Lei Maria da Penha. APM, não divulgou o motivo que teria provocado a revolta dos agressor contra a mãe.



Foto:Divulgação/Ilustrativa

domingo, 29 de junho de 2014

Mais duas mulheres são vítimas de violência doméstica em Lages

Mais duas mulheres são vítimas de violência doméstica em Lages
Lages, 29/06/2014, CLMais, com informações da Polícia Miliar em Lages


Dois casos de lesão corporal contra mulheres, enquadrados na lei Maria da Penha, foram registrados nesta sábado (28) em Lages. Nos dois casas as vítimas foram as esposas. De acordo com a Polícia Militar (PM), os casos aconteceram nos bairros Santa Helena e Vila Esperança, neste sábado (28), vitimando, respectivamente, uma mulher de 26 anos e outra de 45 anos.


No primeiro caso, no Santa Helena, a mulher foi agredida pelo seu marido e sofreu escoriações leves. Foi identificado o agressor como Diego Souza Oliveira, de 26 anos, que foi detido e encaminhado a central de polícia para as providências cabíveis.


Na segunda ocorrência, no  Vila Esperança, a mulher  de 45 anos, também foi agredida e ameaçada pelo seu marido, Lídio do Nascimento, de 58 anos. O agressor ainda danificou móveis da residência. Nascimento foi conduzido a Central de Polícia.



Foto:Divulgação/Ilustrativa

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Mais de 95% dos homens presos por agressão foram libertados

Lages, 19/11/2013, Correio Lageano




Somente neste ano, 2.900 casos de violência contra a mulher foram registrados. Deste total, 530 procedimentos foram instaurados na Delegacia da Mulher. Porém, apesar de 107 autos de prisão expedidos, apenas cinco homens estão presos.
O total de prisões foi repassado pela Vara da Infância e Juventude, que é responsável pelos casos de Maria da Penha.




Em Lages, do último sábado (16) até esta segunda-feira (18), quatro casos foram registrados na PM. O primeiro aconteceu no sábado, no Centro, na rua Nossa Senhora dos Prazeres. Um homem de 30 anos foi incomodar sua mãe que possui uma medida protetiva contra ele, pois agrediu sua ex-mulher. Ele foi levado para a Central de Polícia.




No domingo (17), no Loteamento Nadir (bairro Penha), uma senhora de 65 anos foi ameaçada por um homem de 23 anos que foi detido para a polícia fazer um Termo Circunstanciado (TC) contra ele. Devido ao TC, ele terá que comparecer no Juizado Especial Criminal de Lages para as providências legais serem tomadas.




No início da noite de domingo, a terceira ocorrência de agressão contra mulher foi registrada em Lages. Uma mulher de 21 anos, que recentemente se separou do marido, sofreu uma lesão no pé quando tentava segurar a porta da residência que foi arrombada pelo ex de 19 anos.




Ele ameaçou colocar fogo na casa e foi levado para a delegacia. Ela foi conduzida para o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. A ocorrência foi registrada no bairro Maria Luiza.




A última ocorrência de Maria da Penha foi registrada nesta segunda-feira (18) no Loteamento Nadir. É a segunda registrada no mesmo local em apenas dois dias.
Uma mulher de 49 anos foi ameaçada pelo ex-marido que deu um chute na porta de sua casa, causando uma lesão em seu rosto. Ele foi preso.





Tenente dá dicas para as mulheres

O tenente da Polícia Militar Gabriel Fernandes ressalta que as mulheres que são agredidas não podem achar normal apanharem de seus companheiros. “Vale lembrar que não é só violência física que entra na Lei Maria da Penha, tem também a violência psicológica, moral, sexual e patrimonial”.




Ele salienta que é preciso denunciar o caso, ter testemunhas se não for agressão física e deixar o local do crime. “A polícia dá apoio para a pessoa poder levar seus pertences”, completa.




Foto:Divulgação/Ilustrativa

sábado, 16 de novembro de 2013

Lages registra 2,9 mil queixas de violência contra a mulher

Lages registra 2,9 mil queixas de violência contra a mulher
Lages, 16 e 17/11/2013, Correio Lageano, por Adecir Morais



Os casos de violência contra a mulher, em Lages, na Serra Catarinense, chamam a atenção. Só este ano, a Polícia Civil registrou 2.900 boletins de ocorrências deste tipo de violência, uma média de nove casos por dia.





O balanço detalha que deste total, foram instaurados 530 procedimentos na Delegacia da Mulher, e expedidos 107 autos de prisão em flagrante contra os agressores. De janeiro a junho de 2012, foram 793 ocorrências, segundo outro dados da polícia.




Dentre os casos registrados este ano, um dos mais impactantes foi o assassinato de Roberta Aparecida Branco, de 29 anos, morta a facadas no último dia 10, no bairro Copacabana.




Na avaliação da delegada Regional, Luciana Rodermel, apesar dos registros e denúncias, as vítimas continuam mantendo o relacionamento afetivo conjugal com seus agressores, o que geralmente desencadeia em nova agressão, ameaça, em nova violência doméstica.




“São inúmeros os casos e podemos dizer que a imensa maioria das denúncias efetuadas é retratada ou retirada pelas vítimas que manifestam desinteresse no prosseguimento do inquérito policia”, comenta a delegada.





Mapa da Violência

Dados do Mapa da Violência 2012 revelam que, em 2008, três homicídios foram registrados em Lages, contra dois em 2009, e 12 em 2010. O segundo município catarinense da lista é Mafra, no Norte do Estado, seguido de Criciúma, no Sul do Estado.




A delegada discorda dos números. Segundo ela, “não existe qualquer parâmetro que evidencie Lages como sendo destaque negativo” no número de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher. “A fonte utilizada foi o Sistema de Informações de Mortalidade, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SIM), com base na descrição de causa da morte, correspondendo ao somatório de mais de vinte categorias decorrentes de agressões”, entende.




O que diz a Lei Maria da Penha sobre agressões


Criada em 2006, a Lei Maria da Penha (11.340 de 7 de agosto de 2006) combate a violência contra a mulher. Ela não enquadra apenas os casos de violência física, mas também psicológica, moral, sexual e patrimonial.




A delegada Luciana Rodermel esclarece a lei. Segundo ela, após efetuada uma denúncia de violência doméstica e familiar contra a mulher, a vítima presta depoimento e, caso queira, pode pleitear a concessão de medidas protetivas de urgência que somente podem ser deferidas pelo juízo.




O procedimento

Inquérito policial tramita com produção de provas, juntada de laudos periciais, oitiva de testemunhas e interrogatório do investigado. Uma vez concluído é encaminhado ao Poder Judiciário para as providências legais. Entretanto, quando a vítima ou terceiro aciona a polícia no momento da ocorrência da agressão, é possível que seja configurado estado de flagrância. Dessa forma, o agressor deve ser conduzido e uma vez cumpridos os requisitos legais, o mesmo pode ser preso em flagrante.





Sentimento de posse do homem motiva violência


Para a professora Patrícia Alves de Souza, que realizou um trabalho de mestrado sobre a violência contra a mulher, dentre os fatores responsáveis por este tipo de violência, está o “sentimento de posse” que o homem tem. “Deixar marcas visíveis no corpo da mulher, geralmente no rosto, é uma forma de dominação masculina. A marca fica a mostra para toda sociedade ver”, comenta a pesquisadora.




Além disso, ela afirma que a dependência emocional é também um dos principais fatores responsáveis por este tipo de violência. “A mulher vítima de violência geralmente tem a autoestima baixa e fica dependente do agressor”, diz, destacando que outros fatores, como a dependência financeira, ciúmes doentio, machismo, também contribuem para as agressões.




Para ela, a violência doméstica sempre existiu. Ocorre que agora o problema começou a ter mais visibilidade em razão da Lei Maria da Penha. “Elas estão acreditando mais nas políticas públicas e nos serviços de acolhimento, por isso que a procura aumentou”.





Falta estrutura

Na avaliação da professora, a Lei Maria da Penha é boa, mas ainda falta estrutura na rede de atendimento às vítimas, como a construção de mais abrigos, além de um melhor atendimento psicológico – dependendo da região do Brasil, e acesso aos serviços jurídicos. Segundo ela, hoje há apenas 72 casas de abrigo no Brasil, um número baixo para atender a demanda. Em Lages, por exemplo, uma unidade está sendo construída, mas ainda não há uma data para que a estrutura entre em funcionamento.





Patrícia de Souza opina que a violência doméstica só vai diminuir quando houver uma mudança cultural, programas de educacionais nas escolas voltados aos direitos humanos, enfatizando o respeito, combate à violência contra a mulher e mudança nos valores culturais. “A mulher tem ser valorizada como sujeito na relação, e não como um objeto”, finaliza.





Pesquisadora

Patrícia Alves de Souza é farmacêutica e autora de dissertação de mestrado sobre violência doméstica, em 2003. Presidiu a Casa de Mulher Catarina, em Florianópolis, órgão que atua no combate à violência contra a mulher.  Dentre seus trabalhos sobre a violência, apresentou duas oficinas no Fórum Social Mundial, e Porto Alegre, no ano de 2010.



O que fazer para reduzir a violência  doméstica? Leia as respostas dadas por pessoas nas ruas na galeria de imagens desta notícia




Fotos:Arquivo CL e Adecir Morais

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Registros de violência doméstica diminuíram este ano em Otacílio Costa

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Otacílio Costa, 14/11/2013 Correio Otaciliense/Robson Ribeiro

 Segundo levantamento feito pela Delegacia de Polícia Civil de Otacílio Costa, o número de registros de violência doméstica, que se enquadra na Lei Maria da Penha diminuíram em relação aos anos anteriores. Os dados são relacionados entre os meses de janeiro e outubro dos respectivos anos: 2011, 2012 e 2013.
Em 2011, 94 atendimentos foram registrados, enquanto no ano de 2012, houve 70 ocorrências e no ano atual 55 casos foram registrados até o mês de outubro.
 O delegado da comarca do município, Raphael Barbosa, explica que os números de registro diminuíram devido aos procedimentos estabelecidos. Ele informa que após a vítima registrar queixa, a ocorrência é encaminha para o fórum da comarca, dentro de um período de no máximo 48 horas, onde são tomadas as medidas plausíveis. Como o afastamento do agressor do lar, proibição de manter contato com a vítima e familiares. Em último caso é decretada a prisão preventiva do agressor. Agressões física, moral, psicológica e sexual, são uns dos tipos de agregação que se enquadram na lei.
O delegado observa que em vazão, destes procedimentos, tem se inibido crimes mais graves, como homicídio passional. Ele informa ainda que devido a uma mudança do entendimento dos operadores jurídicos. Em caso de agressão física, é realizada a investigação criminal dos fatos. Mesmo que com a falta de interesse da continuidade do registro feito pela vítima.
Raphael analisa que é interessante que a vítima registre a ocorrência, o mais breve possível. “Quanto mais ágil for o feito o registro, mais rápido serão tomadas as providências. Casos de violência doméstica, nós damos prioridade aqui na delegacia. Esse tipo de ocorrência não esquente aqui, encaminhamos o mais breve, para o fórum”, destacou.

sábado, 12 de outubro de 2013

Homem agride a esposa e é preso no Nadir

Homem agride a esposa e é preso no Nadir
Lages, 12/10/2013, CLMais, com informações do boletim enviado à imprensa pela Polícia Militar



Por volta das 11 horas deste sábado (12), um homem foi preso por meio da Lei Maria da Penha.



Uma mulher de 46 anos sofreu uma tentativa de estrangulamento por seu marido, G.S.M., de 58 anos. A vítima foi socorrida por seus familiares.



Ainda não satisfeito, o agressor quebrou o para-brisa e a porta do veículo da esposa.



G.S.M. foi preso e conduzido à Central de Polícia.


Foto: Divulgação/ Ilustrativa

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Quase um caso de violência por dia contra a mulher em Lages

Lages, 25/06/2013, Correio Lageano, por Silviane  Mannrich


A violência contra a mulher continua a revelar números alarmantes em Lages. O caso de Júlia Graziele Velaske, que no início de maio sofreu agressões do marido com uma machadinha, foi o mais grave registrado este ano. No entanto, mesmo com as leis mais rígidas como a Lei Maria da Penha, as agressões continuam acontecendo. No domingo, a Polícia Militar atendeu mais dois casos de violência contra a mulher, um no bairro Popular e o outro no Bela Vista.


Segundo informação da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mullher e Idoso, só em 2013 foram registrados 673 boletins de ocorrência de casos que caracterizam a Lei Maria da Penha. No mesmo período, de janeiro a junho de 2012, foram 793 casos. Na Lei Maria da Penha não se enquadram apenas casos de violência física, mas também psicológica, moral, sexual e patrimonial.


De acordo com os registros da PM, de janeiro até ontem foram 117 casos de violência contra a mulher. A agressão física que normalmente é acompanhada de uma agressão psicológica acontece principalmente nos fins de semana, entre 18 e 23 horas. 


Santa Helena aparece como o bairro mais violento, seguido pelo Centro e Guarujá. A maioria das ocorrências é cometida por homens entre 25 e 34 anos e com o ensino fundamental incompleto. “Quanto maior a instrução dos homens menor é o índice de violência contra a mulher”, analisa a tenente Sandra Bender, da Polícia Militar.


Novo comportamento


Para a tenente Sandra, com a Lei Maria da Penha, as mulheres se sentem mais protegidas e encorajadas a denunciar o agressor. “A violência contra a mulher sempre existiu, mas as mulheres tinham medo, eram ameaçadas e acabavam não buscando ajuda”, ressalta Sandra.


Antes da lei entrar em vigor em 2006, no momento da ocorrência era realizado um termo circunstanciado e o agressor era liberado. Hoje, o crime é considerado de maior potencial ofensivo, é realizado um auto de prisão em flagrante e o agressor é encaminhado ao presídio.


Mais de um terço das mulheres do mundo sofre


Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado na semana passada apontou que mais de um terço de todas as mulheres do mundo é vítima de violência física ou sexual. Isto representa um problema de saúde global com proporções epidêmicas, conforme análise da Organização.


A grande maioria das mulheres sofre agressões e abusos de seus maridos ou namorados, e sofrem problemas de saúde comuns que incluem ossos quebrados, contusões, complicações na gravidez, depressão e outras doenças mentais, diz a pesquisa.


O relatório, concluiu que quase dois quintos (38%) de todas as mulheres vítimas de homicídio foram assassinadas por seus parceiros, e 42% das mulheres que foram vítimas de violência física ou sexual por parte de um parceiro sofreram lesões como consequência.



Foto: Arquivo CL

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Em Lages, mais casos de violência doméstica

Em Lages, mais casos de violência doméstica
Lages, 01 e 02/06/2013, Correio Lageano




Um homem de 24 anos, foi autuado na manhã desta sexta-feira pela Polícia Militar por dano. Ele teria entrado na residência de uma adolescente de 17 anos, com quem teve um relacionamento, e danificado a porta da frente do imóvel, localizada na Rua Almiro Freitas, no bairro Copacabana, em Lages. O caso ocorreu por volta das 10 horas.



Segundo a PM, o homem não se conforma com a separação ocorrida há sete meses e, por ciúmes, danificou a residência da jovem. Diante do fato, a polícia lavrou o Termo Circunstanciado (TC) contra ele.



Outra ocorrência de violência doméstica foi registrada na Rua Visconde de Taunay, no bairro Caravágio. Segundo a PM, Paulo César Chaves da Luz, de 43 anos, entrou na residência da irmã, de 34 anos, mesmo havendo uma medida protetiva de afastamento da casa (150 metros).



Diante disso, os policiais militares lavraram um TC contra o homem, compromissando-o a comparecer ao Fórum de Lages para prestar esclarecimentos. Segundo dados da Polícia Civil, no ano de 2010 foram registradas 441 ocorrências de violência doméstica em Lages, contra 444 até novembro de 2011, uma média diária de 1,2 por dia. Em 2009, foram registrados 400 casos.



No Brasil, desde que entrou em vigor a Lei Maria da Penha, o número de processos por violência doméstica autuados no Superior Tribunal de Justiça cresceu 150% em 2011, em relação a 2006, quando passou a vigorar a Lei 11.340/06.



Foto:Divulgação/ilustrativa

terça-feira, 7 de maio de 2013

Homem tenta agredir ex-mulher e é preso, no Santa Catarina


Lages, 08/05/2013, Correio Lageano



Um homem, 48 anos, foi preso por volta das 12h10min de terça-feira, na rua Pedro Borges, no bairro Santa Catarina, em Lages, por policiais militares.




Segundo a PM, ele tentou arrombar a porta da residência da ex-mulher, de 48 anos, com chutes e pontapés. Na segunda-feira (06), ele já havia agredido a vítima, que apresentou uma medida protetiva da Justiça de afastamento.



A guarnição foi acionada pela filha do casal. As partes foram conduzidas à Central de Polícia, no Centro de Lages. O agressor foi preso em flagrante e deverá ser enquadrado na Lei Maria da Penha.

domingo, 31 de março de 2013

Policiais localizam vítima de marido violento pelo choro



Lages, 30/03/2013, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações do boletim enviado à imprensa pela Polícia Militar em Lages


O choro de mais uma vítima de violência doméstica em Lages ajudou policiais a socorrê-la e a prender o agressor em flagrante, pela Lei Maria da Penha. A mulher, de 42 anos, foi machucada por chutes e pontapés, além de apanhar com um porrete.


Os policiais militares ouviram o choro da vítima ao chegarem em frente a casa onde estava, na rua Luiz Canani, no bairro Santo Antônio, às 02h40min deste sábado (30). Eles arrebentaram o portão, viram a porta da residência aberta e avistaram a mulher com a blusa manchada de sangue e várias escoriações e cortes nos braços e no rosto. Em seguida, os PM's encontraram o porrete.



O autor da agressão, Luiz Calos Lopes, de 42 anos, ainda estava na casa e foi preso em flagrante. Ele foi encaminhado à Central de Polícia e ela, para a emergência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres.




Foto: Divulgação/Ilustrativa

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Dado Dolabella pode ser condenado à prisão novamente por se aproximar de Luana Piovani

R7
Dado Dolabella está correndo o risco de ser condenado à prisão novamente por desrespeitar a distância mínima que precisa manter da ex, a atriz Luana Piovani. Ele pode pegar de seis meses a um ano prisão por ter se aproximado da loira em pelo menos três ocasiões.
O ator prestou esclarecimentos durante uma audiência e alegou que não teve nenhuma intenção de coagir Luana e que se encontrou com ela por coincidência.
A medidada da lei Maria da Penha determina que ele não fique a menos de 250 metros de Piovani, já que quando os dois estavam juntos, Dado foi acusado de agredi-la.
Além de Luana, a camareira Dona Esmê e Viviane Sarahyba também já acusaram o ator de agressão.
As informações são da coluna Retratos da Vida., do jornal Extra