Jair
Volnei Moreira, o Zóio, levou um golpe de enxada na cachola, por volta
das 12h10min, da tarde desta quarta-feira, 19, na Rua Eleutério da Silva
Furtado no bairro Centenário, proximidades do Mercado Bifão. Segundo
informações do QG do martelo, zóinho, teve um desentendimento com um tal
de Nandinho, e teria falado diversas besteiras. Ambos se cruzaram neste
local, Nandinho estava de posse de uma enxada, e Jair sobre efeito de
birita, que foi apear da bici e quase levou um pealo. E novamente rolou a
discussão e o pau pegou. Nadinho deu um golpe certeiro na cabeça do
vivente, que abriu um brejo de 10 a 12 centímetros. O autor vazou após
rachar a cabeça do zóio, que ficou sentado no beco de acesso a sua baia
(casa). Uma equipe do ASU do Corpo de Bombeiros compareceu ao local, e
encaminhou a vítima para o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. A
Polícia orientou a vítima a fazer boletim de ocorrência na DP.
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Centenário do Contestado movimenta Museu Histórico
A procura pelo Museu Histórico Antonio Granemann de Souza, em Curitibanos aumentou em função das comemorações do Centenário da Guerra do Contestado.
Escolas de Curitibanos e região lideram a procura pela história preservada em objetos, documentos e fotografias que comprovam as passagens do tempo de guerra.
Nesta lista também estão os turistas e pesquisadores. De acordo com o ... Luiz Antônio Cidral da Costa, nas primeiras semanas deste mês, o museu viveu um período de “casa cheia”, recebendo alunos da EEB Casimiro de Abreu, com o “Projeto Patrimônio”, a EEB Urbano Salles, de Frei Rogério, com estudos sobre a Guerra do Contestado e a visita de um grupo de turistas japoneses, de Tóquio, acompanhados da guia e intérprete Elina Onaka.
Interessados em conhecer o acervo histórico do Museu podem agendar visita no telefone (49) 3241-1938 ou então ir até o local, que funciona das 8 às 11h30’ e das 13h30’ às 17h30’.
HISTÓRIA
Localizado ao lado da Igreja Matriz foi criado através da Lei Municipal 989 de 1973, inicialmente tinha apenas o nome de Museu Municipal, no mesmo ano, através da Lei 1025, o museu alterou seu nome para Museu Histórico Antônio Granemann de Souza, uma homenagem a um dos antigos prefeitos de Curitibanos. O edifício do museu, estilo neoclássico, faz parte de uma variedade de edifícios históricos ainda existentes em Curitibanos, foi construído em 1929, serviu como Prefeitura, Fórum e Câmara de Vereadores até a década de 70. Com a construção do atual edifício da Prefeitura, o prédio histórico foi transformado em museu.
A Prefeitura, através da Secretaria de Educação e Cultura é a instituição mantenedora do museu desde sua fundação. O museu comprova a sua condição de utilidade pública realizando a salvaguarda de importante acervo referente à história desta cidade.
O fato histórico de maior destaque para Curitibanos é a Guerra do Contestado (1912 – 1916), que atualmente passa pelo seu centenáriosábado, 13 de abril de 2013
Operação "Morro Grande" prende oito pessoas
Lages, 13/04/2012, CLMais
Oito pessoas foram presas na manhã deste sábado (13), nos bairros Morro Grande e Centenário. As prisões foram realizadas pelas Polícias Militar e Civil, através da operação "Morro Grande".
Entre os presos estavam, Walter Hugo Keller, de 48 anos, Alan Vinícius Mendes da Silva, de 19 anos, Ademir da Silva, de 40 anos, Jhonatan de Oliveira, de 19 anos, Gleisson Felipe da Silva, de 19 anos e mais três adolescente. Duas meninas, de 14 e 16 anos, a mais nova está grávida, e o rapaz, de 16 anos.
A operação foi realizada com base em denúncias da comunidade local. Com os presos foram encontrados materiais de furto, drogas, munição e uma quantia em dinheiro.
Foto: Núbia Garcia
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Obra vai evitar alagamentos no bairro Centenário
Lages, 05/04/2013, Correio Lageano
A Secretaria de Infraestrutura de Lages está executando a Operação Tapa Buraco no bairro Centenário. Além da limpeza das ruas e do patrolamento, serviços de drenagem estão sendo realizados na rua José Jairo dos Santos com o objetivo de acabar com os alagamentos em épocas de muita chuva.
A moradora Maria Dotalgina Sasso conta que em épocas de chuvas a rua fica intransitável e os vizinhos sofrem com a tubulação entupida e o represamento da água. “Como a rua é no morro, os carros patinam para subir”, afirma.
Segundo a dona de casa Alice Dias, os moradores trocaram a tubulação com recursos próprios. Mesmo assim os alagamentos persistiam com as enxurradas.
Mais bairros beneficiados
De acordo com a Secretaria de Infraestrutura, durante essa semana também foram realizadas obras no bairro Vila Mariza, como patrolamento em algumas vias e abertura de uma rua que dará acesso à avenida das Torres. “Essa era uma reivindicação antiga dos moradores e conseguimos atender prontamente”, diz o secretário Joel Netto Momm.
No bairro Jardim Panorâmico foi realizado patrolamento e drenagem na avenida Edésio Caon. A próxima ação será a redução do canteiro central e o recapeamento.
No bairro Jardim Panorâmico foi realizado patrolamento e drenagem na avenida Edésio Caon. A próxima ação será a redução do canteiro central e o recapeamento.
No Panorâmico, as ruas serão recuperadas
A principal avenida do Jardim Panorâmico, a Edésio Caon, terá seu asfalto totalmente recuperado, incluindo a redução da largura do canteiro central que é uma antiga reivindicação dos moradores, informou o prefeito Elizeu Mattos, em reunião com moradores do bairro.
Sobre a parte não asfaltada da Edésio Caon, Elizeu explicou que existe a intenção de asfaltá-la, mas por enquanto não há recursos. Porém, haverá manutenção constante. “Está em andamento a elaboração de um projeto para a captação de recursos para o calçamento de vias paralelas.
Segundo a presidente da Associação de Moradores do Jardim Panorâmico, Violanda Pasetti, a recuperação do asfalto da Edésio Caon, com a redução da largura do canteiro central, é um antigo pedido dos moradores. “Temos muitos caminhoneiros que residem no bairro e quando estacionam seus caminhões fica difícil passar pela avenida; esta providência é muito bem-vinda”, comentou Violanda.
Foto: Toninho Vieira/Divulgação
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Homem tentou socorrer o filho e foi esfaqueado na frente de casa
Lages, 04/01/2013, Correio Lageano
O pintor Livino Maciel Ramos, de 41 anos, foi esfaqueado em frente à sua casa, na rua Antônio Paulo Pereira, próximo ao antigo forno da empresa Letti, no bairro Centenário, por volta das 21h30min de sábado (30). Ele teria saído para a rua para socorrer o filho Robson Ramos, de 18 anos.
Livino foi agredido com facadas que atingiram a cabeça, a barriga e o braço. “Eles atacaram o meu irmão e o pai desceu para ver o que estava acontecendo e acabou sendo esfaqueado”, informou o filho da vítima, Edvaldo Ramos, de 23 anos, que acionou a polícia em seguida.
A vítima foi socorrida pelo Samu e encaminhada à emergência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, onde foi submetido a uma cirurgia por causa de perfuração no intestino. O procedimento foi bem sucedido.
Segundo boletim divulgado pela Polícia Militar, os agressores foram identificados como Roberto Oliveira, de 18 anos e outro apenas pelo apelido de Banha, que fugiram do local.
Os irmãos disseram que conhecem os dois de vista, pois vivem na região e que não entendem porquê eles decidiram atacar a família. Os suspeitos não foram encontrados pela polícia. As vítimas registraram boletim de ocorrência.
Foto:Joana Costa
domingo, 31 de março de 2013
Motorista agride funcionário de posto de combustíveis, bate carro em fuga e reage à prisão
Lages, 30/03/2013, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações do boletim enviado à imprensa pela Polícia Militar em Lages
Éder de Oliveira Macedo, de 31 anos, causou uma grande confusão na noite de sexta-feira (29), depois de agredir um funcionário do posto de combustíveis Raid, na avenida Dom Pedro II, em Lages. Alcoolizado, ele fugiu do local, bateu em outro carro ao avistar a viatura da Polícia Militar (PM) e reagiu à prisão.
O funcionário do posto disse que pediu para Macedo baixar o volume do som do Meriva que estava dirigindo. O motorista o atacou e fugiu em direção ao bairro Triângulo.
No entroncamento da avenida Dom Pedro II com a rua Dom Joaquim Arco Verde, ele avistou a viatura da PM acionada pela vítima no posto. Macedo arrancou o Meriva de forma brusca e bateu em um Prisma, dirigido por M.G., de 34 anos. Mesmo assim, continuou a fugir e só parou em frente de casa, na Rua dos Franciscanos, no bairro Centenário. Ao ser abordado pelos PM's ele reagiu e foi contido a força.
Macedo se submeteu ao teste do bafômetro, que comprovou 0,93 Mg/L de álcool e a sua embriaguez. Ele foi preso em flagrante por dirigir alcoolizado e encaminhado à Central de Polícia. No local foram registrados boletim de ocorrência pelo acidente de trânsito e Termo Circunstanciado (TC) pela agressão ao funcionário do posto.
Foto: Divulgação/Ilustrativa
Família de homem esfaqueado contesta informações repassadas pela PM
Lages, 31/03/2013, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações da família da vítima em entrevista á equipe do CL
A equipe do Correio Lageano conversou na tarde deste domingo (31) com familiares de Livino Maciel Ramos, de 41 anos, que contestam as informações sobre o esfaqueamento dele, repassadas através de boletim da Polícia Militar (PM) à imprensa. Um dos filhos, Edvaldo Ramos, de 23 anos, esclarece que o pai não estava desaparecido, e sim, foi ferido ao tentar salvar seu irmão, Robson Ramos, de 18 anos, atacado por dois rapazes.
A tentativa de homicídio aconteceu em frente à casa da família na rua Paulo Antônio Pereira, no bairro Centenário (perto do antigo forno da empresa Letti), às 21h23min deste sábado (30). Livino foi ferido na cabeça, barriga e braço. Sofreu perfuração no instestino e passou por cirurgia no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, mas não corre risco de morte.
O boletim da PM descrevia que Edvaldo teria acionado uma viatura e pedido ajuda para encontrar o pai, que tinha desaparecido. Na sequência Livino foi encontrado caído perto do antigo forno.
Os dois supostos autores da tentativa de homicídio constam no boletim da PM como Roberto Oliveira, o "Robinho", de 18 anos, e outro jovem identificado como "Banha". Os dois estão foragidos.
Edvaldo afirma que o irmão conhece os rapazes da rua e nega que eles tivessem atritos que motivaram o ataque.
Foto: Joana Costa
Homem é esfaqueado no bairro Centenário, em Lages
Lages, 31/03/2013, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações do boletim enviado à imprensa pela Polícia Militar em Lages e do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres
Já é atendido em um dos quartos do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres e fora de perigo, Livino Maciel Ramos, de 41 anos, encontrado esfaqueado neste sábado (30) na rua Paulo Antônio Pereira, no bairro Centenário, em Lages.
Ele foi encontrado ferido perto do antigo forno da empresa Letti, que fica na comunidade, depois que o filho dele, Edvaldo Ramos, de 18 anos, parou uma viatura e pediu ajuda para localizar o pai que tinha sumido. O Samu socorreu a vítima, que passou por cirúrgia no Nossa Senhora dos Prazeres.
Testemunhas disseram aos policiais que a tentativa de homicídio foi executada por Roberto Oliveira, o Robinho, de 18 anos, e por outro homem conhecido como "Banha". Os dois estão foragidos.
Foto:Divulgação/Ilustrativa
segunda-feira, 11 de março de 2013
Vila Comboni e Centenário: situação das ruas estava precária
“Os moradores reclamavam muito. Fazia seis meses que não havia manutenção. Eu levei ao conhecimento do secretário Joel Netto Momm, que nos recebeu muito bem, e prontamente enviou sua equipe”. Felício Martins
As equipes da Secretaria da Infraestrutura não pararam desde que iniciaram as operações emergenciais em todos os bairros de Lages. Nesta semana, o Vila Comboni e o Centenário são os bairros beneficiados. No Centenário, várias ruas foram patroladas e os buracos tapados, além da limpeza de valos. O vereador Felício Martins, morador do bairro São Luis, vizinho do Centenário, e que também entrou no cronograma de trabalho, diz que a situação das ruas estava precária.
Segundo ele, fazia seis meses que as vias não recebiam manutenção. “Os moradores reclamavam muito a respeito; eu levei ao conhecimento do secretário Joel Netto Momm, que nos recebeu muito bem, e prontamente enviou sua equipe”, afirma. O morador Antônio Ribeiro da Silva confirma que as ruas estavam intransitáveis. “No bairro existem muitos morros, e as enxurradas pioram a condição”, diz.
Já no bairro Vila Comboni os serviços foram de manutenção das ruas principais, onde passa a linha do transporte coletivo. As lajotas que estavam fora do lugar foram recolocadas. Também havia muitas reclamações por causa da tubulação da rua Veríssimo Antunes. A água parada da chuva causava mau cheiro e incomodava os moradores com um foco de mosquitos. “Nos protocolos arquivados verificamos que já tinha cerca de 10 pedidos de providência na secretaria, que ainda não tinham sido atendidos”, conta o secretário. Ele diz que, como o bairro é pequeno e de fácil manutenção, a intenção é transformá-lo em referência na cidade.
Infraestrutura tapa buracos da Duque
Outro alvo de reclamações constantes era a situação precária da avenida Duque de Caxias; devido às obras de revitalização, muitos buracos apareceram ao longo da via. “A manutenção da avenida, enquanto a obra está parada, seria da empresa Viapav, que venceu a licitação. Mas como as reclamações eram muitas, nós mesmos tomamos providências”, esclarece o secretário da Infraestrutura, Joel Netto Momm. Ele garante que haverá maior cobrança por parte da prefeitura para que a empresa deixe a avenida em condições de tráfego.
Redator: Assessoria de Comunicação PML
Foto: Divulgação
Segundo ele, fazia seis meses que as vias não recebiam manutenção. “Os moradores reclamavam muito a respeito; eu levei ao conhecimento do secretário Joel Netto Momm, que nos recebeu muito bem, e prontamente enviou sua equipe”, afirma. O morador Antônio Ribeiro da Silva confirma que as ruas estavam intransitáveis. “No bairro existem muitos morros, e as enxurradas pioram a condição”, diz.
Já no bairro Vila Comboni os serviços foram de manutenção das ruas principais, onde passa a linha do transporte coletivo. As lajotas que estavam fora do lugar foram recolocadas. Também havia muitas reclamações por causa da tubulação da rua Veríssimo Antunes. A água parada da chuva causava mau cheiro e incomodava os moradores com um foco de mosquitos. “Nos protocolos arquivados verificamos que já tinha cerca de 10 pedidos de providência na secretaria, que ainda não tinham sido atendidos”, conta o secretário. Ele diz que, como o bairro é pequeno e de fácil manutenção, a intenção é transformá-lo em referência na cidade.
Infraestrutura tapa buracos da Duque
Outro alvo de reclamações constantes era a situação precária da avenida Duque de Caxias; devido às obras de revitalização, muitos buracos apareceram ao longo da via. “A manutenção da avenida, enquanto a obra está parada, seria da empresa Viapav, que venceu a licitação. Mas como as reclamações eram muitas, nós mesmos tomamos providências”, esclarece o secretário da Infraestrutura, Joel Netto Momm. Ele garante que haverá maior cobrança por parte da prefeitura para que a empresa deixe a avenida em condições de tráfego.
Redator: Assessoria de Comunicação PML
Foto: Divulgação
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Mulher é agredida e marido é preso por embriaguez
Lages, 19/02/2013, Correio Lageano
Na madrugada de segunda-feira (18), uma mulher estava sendo agredida pelo marido no bairro Centenário, na rua João Lemos Machado, quando chamou a polícia. Com a chegada da viatura da PM, o homem fugiu com seu veículo Fiat Uno, mas logo a polícia conseguiu abordá-lo. Foi constatado que o homem estava em visível estado de embriaguez. Ele se negou a realizar o teste do bafômetro.
Foi lavrado o auto de constatação de embriaguez e tomadas as medidas administrativas quanto ao veículo. Foi realizado um boletim de ocorrência na modalidade prisão em flagrante e encaminhado o agente até a delegacia.
Foto:Divulgação/Ilustrativa
Na madrugada de segunda-feira (18), uma mulher estava sendo agredida pelo marido no bairro Centenário, na rua João Lemos Machado, quando chamou a polícia. Com a chegada da viatura da PM, o homem fugiu com seu veículo Fiat Uno, mas logo a polícia conseguiu abordá-lo. Foi constatado que o homem estava em visível estado de embriaguez. Ele se negou a realizar o teste do bafômetro.
Foi lavrado o auto de constatação de embriaguez e tomadas as medidas administrativas quanto ao veículo. Foi realizado um boletim de ocorrência na modalidade prisão em flagrante e encaminhado o agente até a delegacia.
Foto:Divulgação/Ilustrativa
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Uma placa em homenagem ao centenário de Malinverni Filho
Lages, 16 e 17/02/2013, Correio Lageano
Uma placa. Esta é o homenagem que Lages deu para o centenário daquele que foi seu maior artista: Agostinho Malinverni Filho. O superintendente municipal de cultura, Maurício Neves de Jesus, diz que a placa entregue é apenas um resgate de uma dívida que a cidade tem com o pintor e escultor morto há 42 anos, um mês e um dia.
Depois de uma breve apresentação do museu, Maria do Carmo Lange Malinverni, viúva do artista, recebeu a homenagem póstuma das mãos do vice-prefeito Toni Duarte (PPS). Não houve café, celebração e apenas três veículos de imprensa acompanharam a cerimônia, além dos filhos do artista. “Infelizmente, ele nunca recebeu uma homenagem em vida”, disse, embargada, a idealizadora do museu.
Maurício rebateu e novamente pediu desculpas pela cidade que jamais reconheceu o artista e disse que, onde ele estivesse, estaria se sentindo agradecido. O superintendente, primeiro a visitar o museu em 25 anos, aproveitou para mostrar a programação do centenário de Malinverni Filho
Também disse que foi entregue um projeto para captação de recursos a fim de revitalizar o museu, que tem problemas de infiltração e estrutura que acabam comprometendo as obras. “Vamos mandar projetos para mais de um edital, inclusive pela Lei Rouanet, para a revitalização”, disse Maurício.
Ele lembrou de uma peça teatral, escrita por Neto Arruda, que foi encenada no museu durante a década de 90 relembrando a trajetória do artista. Tal espetáculo será reencenado durante o centenário de Malinverni Filho.
O Museu Malinverni Filho será o símbolo de um projeto da prefeitura que visa recuperar o patrimônio histórico municipal, que, nas palavras de Maurício, “está esquecido”.
O Museu talvez seja uma dos símbolos, já que várias atividades não poderão ser realizadas no local, dada as condições precárias da estrutura. Telas como a Rua Taylor, que resultou no primeiro prêmio ao artista, estão rachando por conta da estrutura em que se encontram.
A professora de artes plásticas da Udesc Rosângela Cherem explica que o esquecimento de grandes artistas não é exclusividade de Malinverni Filho. “O descaso está mais para a regra e um olhar atento e empenhado em lidar com as limitações é a exceção”.
Para Maria do Carmo Lange Malinverni, fica a placa e a esperança de melhores tratos com a memória de seu esposo, com quem completaria 65 anos de casamento no dia de ontem.
Foto: Thomas Michel
Uma placa. Esta é o homenagem que Lages deu para o centenário daquele que foi seu maior artista: Agostinho Malinverni Filho. O superintendente municipal de cultura, Maurício Neves de Jesus, diz que a placa entregue é apenas um resgate de uma dívida que a cidade tem com o pintor e escultor morto há 42 anos, um mês e um dia.
Depois de uma breve apresentação do museu, Maria do Carmo Lange Malinverni, viúva do artista, recebeu a homenagem póstuma das mãos do vice-prefeito Toni Duarte (PPS). Não houve café, celebração e apenas três veículos de imprensa acompanharam a cerimônia, além dos filhos do artista. “Infelizmente, ele nunca recebeu uma homenagem em vida”, disse, embargada, a idealizadora do museu.
Maurício rebateu e novamente pediu desculpas pela cidade que jamais reconheceu o artista e disse que, onde ele estivesse, estaria se sentindo agradecido. O superintendente, primeiro a visitar o museu em 25 anos, aproveitou para mostrar a programação do centenário de Malinverni Filho
Também disse que foi entregue um projeto para captação de recursos a fim de revitalizar o museu, que tem problemas de infiltração e estrutura que acabam comprometendo as obras. “Vamos mandar projetos para mais de um edital, inclusive pela Lei Rouanet, para a revitalização”, disse Maurício.
Ele lembrou de uma peça teatral, escrita por Neto Arruda, que foi encenada no museu durante a década de 90 relembrando a trajetória do artista. Tal espetáculo será reencenado durante o centenário de Malinverni Filho.
O Museu Malinverni Filho será o símbolo de um projeto da prefeitura que visa recuperar o patrimônio histórico municipal, que, nas palavras de Maurício, “está esquecido”.
O Museu talvez seja uma dos símbolos, já que várias atividades não poderão ser realizadas no local, dada as condições precárias da estrutura. Telas como a Rua Taylor, que resultou no primeiro prêmio ao artista, estão rachando por conta da estrutura em que se encontram.
A professora de artes plásticas da Udesc Rosângela Cherem explica que o esquecimento de grandes artistas não é exclusividade de Malinverni Filho. “O descaso está mais para a regra e um olhar atento e empenhado em lidar com as limitações é a exceção”.
Para Maria do Carmo Lange Malinverni, fica a placa e a esperança de melhores tratos com a memória de seu esposo, com quem completaria 65 anos de casamento no dia de ontem.
Foto: Thomas Michel
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Dois veículos incendiados na manhã de domingo em Lages
Segndo apurou a reportagem da Rádio Guri, os atos de
vandalismo praticados na manhã deste domingo, em Lages, nao estão
relacionados com o terrorismo praticado no litoral pelo PGC – Primeiro
Grupo da Capital.

No Bairro Centenário foi ateado fogo em um veículo Monza, com placas de Blumenau, porém pertencente a um morador do bairro, de nome Marcelo.

Era por volta de 06h45min quando vizinhos perceberam rondo de uma moto se afastando e o fogo que estava consumindo o veículo. entao tentaram debelar as chamas com água e extintores, porém o prejuízo foi total.

Logo em seguida, por volta de 7 horas, na Rua Professor Simplício, no Bairro São Pedro, também foi ouvido ronco de motocicleta depois que tentaram incendiar um ônibus do Grupo Galanteio. Por sorte o fogo nao se alastrou, pois os equipamentos musicais estavam no interior do ônibus.

Depois que a Polícia Militar esteve no local, foi aguardado quase tres horas para a chegada de peritos do IGP, que tiveram de vir de São Joaquim, já que os de Lages nao apareceram para trabalhar.
Fotos: Jota Damasceno/Radio Guri
No Bairro Centenário foi ateado fogo em um veículo Monza, com placas de Blumenau, porém pertencente a um morador do bairro, de nome Marcelo.
Era por volta de 06h45min quando vizinhos perceberam rondo de uma moto se afastando e o fogo que estava consumindo o veículo. entao tentaram debelar as chamas com água e extintores, porém o prejuízo foi total.
Logo em seguida, por volta de 7 horas, na Rua Professor Simplício, no Bairro São Pedro, também foi ouvido ronco de motocicleta depois que tentaram incendiar um ônibus do Grupo Galanteio. Por sorte o fogo nao se alastrou, pois os equipamentos musicais estavam no interior do ônibus.
Depois que a Polícia Militar esteve no local, foi aguardado quase tres horas para a chegada de peritos do IGP, que tiveram de vir de São Joaquim, já que os de Lages nao apareceram para trabalhar.
Fotos: Jota Damasceno/Radio Guri
sábado, 2 de fevereiro de 2013
A grandeza do artista esquecido: um século de Malinverni Filho
Lages, 02 e 03/02/2013, Correio Lageano, por Thomas Michel
Pode se contar nos dedos os sabedores de que 2013 é o centenário de um dos maiores artista de Santa Catarina. O lageano Malinverni Filho foi genial no que fez: pintou e esculpiu a ponto de morrer intoxicado pelas tintas. Manteve sua família com a arte, mas não conseguiu sequer comprar um carro. Hoje seus numerosos quadros valem mais de R$ 10 mil cada. “Está morto, podemos elogiá-lo a vontade”, recomendaria Machado de Assis aos lageanos.
Nascido caçula do italiano Agostinho Maliverni, recebeu o nome do pai e os dotes da arte. Naquele 16 de fevereiro de 1913, veio ao mundo na casa do escultor responsável pela mais bela cantaria da região, no prédio do Colégio Vidal Ramos.
Enquanto seu pai esculpia as pedras na frente de casa, Agostinho Malinverni Filho desenhava sua mãe costurando e usava carvão para retratar paisagens no chão. Aos 13 anos, pintou seu primeiro quadro, Santa Luzia, com tintas inapropriadas para tela.
Quando tinha 17, já havia retratado, entre outras pessoas, seu pai e, no mesmo mês da posse, o novo presidente brasileiro Getúlio Vargas. As telas se tornavam maior que a própria vida.
Fez a mala, iria fugir, estudar arte. Quando descobriu o plano, o pai disse que tentaria realizar o sonho do filho, mesmo sem condições financeiras. Conseguiu, por intermédio de um conhecido, que o governo catarinense concedesse a primeira bolsa para a Escola Nacional de Belas Artes.
O dinheiro mal dava para se manter, e o período no Rio de Janeiro foi à base de pão com banana. Pintava com restos de materiais de outros alunos, pois não tinha como comprar.
De sua pensão, pintou Rua Taylor em 1936, quando não tinha atingindo nem a metade do curso. Seu quadro competiu com outros alunos mais avançados. Malinverni recebeu com surpresa o primeiro lugar. Ali começavam os louros recorrentes até sua chegada em Lages.
As exposições se iniciaram em 1941 e foram até 1955, quando não conseguia mais reunir obras suficientes, pois vendia todas. No ano de 1949, em Porto Alegre, chegou a marca de 45 telas compradas das 50 expostas.
Em 1947 voltou a Lages, queria difundir o gosto cultural apurado que adquirira no Rio de Janeiro. Montou a primeira escola de Belas Artes do estado, que durou cinco meses. Fechou em protesto à falta de apoio da prefeitura.
Daquele momento em diante, suas obras eram vendidas para viajantes, turistas e quem mais quisesse. Vendeu para 14 países e levantou algumas das estátuas mais importantes da cidade: a de Correia Pinto e a de Nereu Ramos.
Refém do academicismo, acreditava que nas artes não era permitido ao homem alterar a obra de Deus. Abominava o futurismo e o modernismo da época, que, para a artista plástica Katja Wolkert, o impediu de alçar voos maiores.
“Era meio fora do ponto. Enquanto outras escolas se impunham, ele era conservador”, diz o ex-aluno e jornalista Geraldo Canali. Quando Cândido Portinari morreu, Malinverni Filho afirmou que o paulista não havia sido envenenado pelas suas tintas, como diziam, mas pela sua má arte. Coincidentemente, o câncer que se desenvolveu no lageano também era resultado do convívio excessivo com as tintas.
Segundo sua viúva, Maria do Carmo Lange Marlinverni, o artista não chegou a realizar sua grande obra. À la Victor Meirelles, queria escrever com os pincéis a história de sua terra.
As encomendas constantes de paisagens de pinheiros e flamboyants ocupavam todo seu tempo e apuravam a técnica. Morreu no auge, um mês após a última pincelada, no quarto 13 do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, às 18h30. No último quadro, inacabado, não consta a assinatura de um homem digno de ocupar um lugar no panteão dos artistas.
A vingança esculpida com virtuosidade
Malinverni Filho era sensível, mas chorou apenas duas vezes na vida, segundo conta a viúva Maria do Carmo. Uma delas, foi por conta de Nereu Ramos. Quando o ex-presidente era interventor estadual, em 1937, cortou a bolsa de estudos que o artista recebia de Santa Catarina.
O dinheiro deveria ir para as aulas de pintura, mas, por influência dos professores, a escultura também entrou no currículo e o político cancelou o benefício. A vingança veio 20 anos depois, na última visita antes da morte do então senador da República.
Os cruzeiros não chegaram às mãos de Malinverni. Já sabia que a matrícula na disciplina de escultura tinha resultado nesse imbróglio. Na concepção de Nereu, não se podia ser pintor e escultor ao mesmo tempo. Talvez não conhecesse Michelangelo.
Para Maria do Carmo Malinverni, o político apenas usou o argumento como pretexto para conceder a bolsa a Martinho de Haro, que viajou para a Europa estudar arte.
Depois de muito insistir, Malinverni conseguiu audiência com o então interventor e foi recebido com a máxima: “Você volte para Lages e vá plantar batatas”. O desmerecimento fez o artista levantar a mão para o conterrâneo, sendo contido por um guarda. “Foi a salvação dele, imagina bater no governador? Iria estar preso até hoje”, brinca a viúva.
Se virou no Rio de Janeiro onde montou um ateliê no porão da escola de belas artes e, posteriormente, no teatro João Caetano e com sua arte sobrevivia e ganhava fama. Quando contratado para fazer a homenagem ainda em vida ao político, aceitou.
Iria fazer o melhor trabalho de sua vida para mostrar que era um grande escultor. Nereu, a estátua, só faltava sair andando, dada a riqueza de detalhes. O presidente nada falou para o artista, que não foi convidado para a inauguração. Assistiu à cerimônia da sacada do prédio Dr. Accacio, estava acima do político.
"A arte é a religião do belo. A pintura é uma oração colorida"
"Ninguém nesse mundo é inteiramente feliz, pois felicidade se consiste num moto-contínuo de sensações agradáveis"
"Saber esperar é uma virtude que só os fortes praticam"
"A fortaleza do homem torna-se impotente diante da fragilidade feminina"
"Perspectivas: são linhas mentirosas que dizem a verdade"
"Sendo Deus o supremo artista, deturpar a natureza é profanar sua obra"
Centenário Malinverni Filho
Fim de semana
• Um século de Malinverni
• A briga com Nereu Ramos
Segunda
• Memória esquecida do artista
Terça
• O estado esquece do artista
• Uma breve realização pessoal
Foto: Thomas Michel
Pode se contar nos dedos os sabedores de que 2013 é o centenário de um dos maiores artista de Santa Catarina. O lageano Malinverni Filho foi genial no que fez: pintou e esculpiu a ponto de morrer intoxicado pelas tintas. Manteve sua família com a arte, mas não conseguiu sequer comprar um carro. Hoje seus numerosos quadros valem mais de R$ 10 mil cada. “Está morto, podemos elogiá-lo a vontade”, recomendaria Machado de Assis aos lageanos.
Nascido caçula do italiano Agostinho Maliverni, recebeu o nome do pai e os dotes da arte. Naquele 16 de fevereiro de 1913, veio ao mundo na casa do escultor responsável pela mais bela cantaria da região, no prédio do Colégio Vidal Ramos.
Enquanto seu pai esculpia as pedras na frente de casa, Agostinho Malinverni Filho desenhava sua mãe costurando e usava carvão para retratar paisagens no chão. Aos 13 anos, pintou seu primeiro quadro, Santa Luzia, com tintas inapropriadas para tela.
Quando tinha 17, já havia retratado, entre outras pessoas, seu pai e, no mesmo mês da posse, o novo presidente brasileiro Getúlio Vargas. As telas se tornavam maior que a própria vida.
Fez a mala, iria fugir, estudar arte. Quando descobriu o plano, o pai disse que tentaria realizar o sonho do filho, mesmo sem condições financeiras. Conseguiu, por intermédio de um conhecido, que o governo catarinense concedesse a primeira bolsa para a Escola Nacional de Belas Artes.
O dinheiro mal dava para se manter, e o período no Rio de Janeiro foi à base de pão com banana. Pintava com restos de materiais de outros alunos, pois não tinha como comprar.
De sua pensão, pintou Rua Taylor em 1936, quando não tinha atingindo nem a metade do curso. Seu quadro competiu com outros alunos mais avançados. Malinverni recebeu com surpresa o primeiro lugar. Ali começavam os louros recorrentes até sua chegada em Lages.
As exposições se iniciaram em 1941 e foram até 1955, quando não conseguia mais reunir obras suficientes, pois vendia todas. No ano de 1949, em Porto Alegre, chegou a marca de 45 telas compradas das 50 expostas.
Em 1947 voltou a Lages, queria difundir o gosto cultural apurado que adquirira no Rio de Janeiro. Montou a primeira escola de Belas Artes do estado, que durou cinco meses. Fechou em protesto à falta de apoio da prefeitura.
Daquele momento em diante, suas obras eram vendidas para viajantes, turistas e quem mais quisesse. Vendeu para 14 países e levantou algumas das estátuas mais importantes da cidade: a de Correia Pinto e a de Nereu Ramos.
Refém do academicismo, acreditava que nas artes não era permitido ao homem alterar a obra de Deus. Abominava o futurismo e o modernismo da época, que, para a artista plástica Katja Wolkert, o impediu de alçar voos maiores.
“Era meio fora do ponto. Enquanto outras escolas se impunham, ele era conservador”, diz o ex-aluno e jornalista Geraldo Canali. Quando Cândido Portinari morreu, Malinverni Filho afirmou que o paulista não havia sido envenenado pelas suas tintas, como diziam, mas pela sua má arte. Coincidentemente, o câncer que se desenvolveu no lageano também era resultado do convívio excessivo com as tintas.
Segundo sua viúva, Maria do Carmo Lange Marlinverni, o artista não chegou a realizar sua grande obra. À la Victor Meirelles, queria escrever com os pincéis a história de sua terra.
As encomendas constantes de paisagens de pinheiros e flamboyants ocupavam todo seu tempo e apuravam a técnica. Morreu no auge, um mês após a última pincelada, no quarto 13 do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, às 18h30. No último quadro, inacabado, não consta a assinatura de um homem digno de ocupar um lugar no panteão dos artistas.
A vingança esculpida com virtuosidade
Malinverni Filho era sensível, mas chorou apenas duas vezes na vida, segundo conta a viúva Maria do Carmo. Uma delas, foi por conta de Nereu Ramos. Quando o ex-presidente era interventor estadual, em 1937, cortou a bolsa de estudos que o artista recebia de Santa Catarina.
O dinheiro deveria ir para as aulas de pintura, mas, por influência dos professores, a escultura também entrou no currículo e o político cancelou o benefício. A vingança veio 20 anos depois, na última visita antes da morte do então senador da República.
Os cruzeiros não chegaram às mãos de Malinverni. Já sabia que a matrícula na disciplina de escultura tinha resultado nesse imbróglio. Na concepção de Nereu, não se podia ser pintor e escultor ao mesmo tempo. Talvez não conhecesse Michelangelo.
Para Maria do Carmo Malinverni, o político apenas usou o argumento como pretexto para conceder a bolsa a Martinho de Haro, que viajou para a Europa estudar arte.
Depois de muito insistir, Malinverni conseguiu audiência com o então interventor e foi recebido com a máxima: “Você volte para Lages e vá plantar batatas”. O desmerecimento fez o artista levantar a mão para o conterrâneo, sendo contido por um guarda. “Foi a salvação dele, imagina bater no governador? Iria estar preso até hoje”, brinca a viúva.
Se virou no Rio de Janeiro onde montou um ateliê no porão da escola de belas artes e, posteriormente, no teatro João Caetano e com sua arte sobrevivia e ganhava fama. Quando contratado para fazer a homenagem ainda em vida ao político, aceitou.
Iria fazer o melhor trabalho de sua vida para mostrar que era um grande escultor. Nereu, a estátua, só faltava sair andando, dada a riqueza de detalhes. O presidente nada falou para o artista, que não foi convidado para a inauguração. Assistiu à cerimônia da sacada do prédio Dr. Accacio, estava acima do político.
"A arte é a religião do belo. A pintura é uma oração colorida"
"Ninguém nesse mundo é inteiramente feliz, pois felicidade se consiste num moto-contínuo de sensações agradáveis"
"Saber esperar é uma virtude que só os fortes praticam"
"A fortaleza do homem torna-se impotente diante da fragilidade feminina"
"Perspectivas: são linhas mentirosas que dizem a verdade"
"Sendo Deus o supremo artista, deturpar a natureza é profanar sua obra"
Centenário Malinverni Filho
Fim de semana
• Um século de Malinverni
• A briga com Nereu Ramos
Segunda
• Memória esquecida do artista
Terça
• O estado esquece do artista
• Uma breve realização pessoal
Foto: Thomas Michel
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Carro pega fogo no Centenário
Lages, 23/12/2012, ClMais com informações do Corpo de Bombeiros de Lages
O Corpo de Bombeiros de Lages foi acionado para conter as chamar de um carro que pegou fogo na Dos Franciscanos, bairro Centenário, em Lages, por volta das 15horas deste domingo (23).
O fogo começou na parte elétrica e atingiu o rádio se alastrando rapidamente pelo motor do Santana prata, placas LZI 0545 de Lages, quando o motorista Danilo Fernades saiu rapidamente tentando apagar as chamas com um extintor. Uma viatura do Corpo de Bombeiros esteve no local e conseguiu apagar o incêndio. Não houve feridos.
Fotos: Begair Godóy
O Corpo de Bombeiros de Lages foi acionado para conter as chamar de um carro que pegou fogo na Dos Franciscanos, bairro Centenário, em Lages, por volta das 15horas deste domingo (23).
O fogo começou na parte elétrica e atingiu o rádio se alastrando rapidamente pelo motor do Santana prata, placas LZI 0545 de Lages, quando o motorista Danilo Fernades saiu rapidamente tentando apagar as chamas com um extintor. Uma viatura do Corpo de Bombeiros esteve no local e conseguiu apagar o incêndio. Não houve feridos.
Fotos: Begair Godóy
domingo, 7 de outubro de 2012
Escola municipal ganhará quadra poliesportiva
Lages, 07/10/2012, Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Lages
O prefeito Renato Nunes de Oliveira, juntamente com o secretário da Educação de Lages, Amilton Werlich, assinou nesta quinta-feira (4) a Ordem de Serviço para construção de uma quadra poliesportiva coberta na EMEB Prof. Antônio Joaquim Henriques, no bairro Centenário.
A empresa vencedora da licitação foi a lageana Terra Engenharia. O investimento na obra será de aproximadamente R$ 696 mil, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Já foi realizada a terraplanagem para o início da construção, que ficará em um terreno ao lado da escola, de 1.620 metros quadrados adquiridos pela prefeitura.
O prefeito Renato afirma que esta era uma reivindicação antiga dos alunos e que agora, devido o empenho dos servidores públicos que elaboraram projetos para captar recursos, pode ser sanada. “Temos um compromisso com todas as creches e escolas. Ainda tem uma demanda grande para ser atendida, mas mesmo com dificuldades as mais antigas estão sendo resolvidas”.
De acordo com a diretora Justina Inez Varela de Melo, a construção da quadra era uma expectativa dos cerca de 700 alunos. “Nós tínhamos uma quadra pequena, mas não atendia todas as necessidades. Agora poderemos realizar além das aulas de Educação Física, também as apresentações culturais que sempre acontecem na escola”, diz.
A comunidade também será beneficiada com a quadra, que se tornará o novo espaço de laser do bairro. Segundo a diretora, a quadra estará à disposição, inclusive nos finais de semana.
O prefeito Renato Nunes de Oliveira, juntamente com o secretário da Educação de Lages, Amilton Werlich, assinou nesta quinta-feira (4) a Ordem de Serviço para construção de uma quadra poliesportiva coberta na EMEB Prof. Antônio Joaquim Henriques, no bairro Centenário.
A empresa vencedora da licitação foi a lageana Terra Engenharia. O investimento na obra será de aproximadamente R$ 696 mil, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Já foi realizada a terraplanagem para o início da construção, que ficará em um terreno ao lado da escola, de 1.620 metros quadrados adquiridos pela prefeitura.
O prefeito Renato afirma que esta era uma reivindicação antiga dos alunos e que agora, devido o empenho dos servidores públicos que elaboraram projetos para captar recursos, pode ser sanada. “Temos um compromisso com todas as creches e escolas. Ainda tem uma demanda grande para ser atendida, mas mesmo com dificuldades as mais antigas estão sendo resolvidas”.
De acordo com a diretora Justina Inez Varela de Melo, a construção da quadra era uma expectativa dos cerca de 700 alunos. “Nós tínhamos uma quadra pequena, mas não atendia todas as necessidades. Agora poderemos realizar além das aulas de Educação Física, também as apresentações culturais que sempre acontecem na escola”, diz.
A comunidade também será beneficiada com a quadra, que se tornará o novo espaço de laser do bairro. Segundo a diretora, a quadra estará à disposição, inclusive nos finais de semana.
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