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sábado, 6 de abril de 2013

Carta comprova esquema de tráfico de drogas no presídio de Lages


Do G1 SC com informações da RBS TV


Durante uma revista de rotina no Presídio de Lages, agentes prisionais do Departamento de Administração Prisional  (Deap) encontraram uma carta que comprovava um esquema de tráfico dentro da unidade. O texto, escrito em um papel higiênico circulava nas galerias e orientava aos detentos passarem dinheiro para Daniel Pereira do Nascimento, 31 anos, para comprar drogas.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. O delegado, Márcio Schulz, que coordena as investigações, informou à RBS TV que o texto também faz referências sobre a participação de uma facção criminosa que atua no estado. Segundo o responsável pelo inquérito policial,  em depoimento, o suspeito se contradisse várias vezes.
O detento estava no Presídio Santa Clara há um ano e dois meses. Ele foi removido do local e encaminhado para o Presídio São Cristóvão.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Presídios de Lages deverão receber bloqueadores de celular



Presídios de Lages deverão receber bloqueadores de celular
Lages, 06 e 07/04/2013, Correio Lageano



Recentemente, o Corrreio Lageano denunciou que, apenas de uma unidade, foram mais de 3 mil telefonemas




A direção do Conselho da Comunidade de Lages aguarda a visita de uma equipe técnica de telefonia móvel de São Paulo para analisar a viabilidade da instalação de bloqueadores de sinal de celular nos presídios regionais da cidade. A instalação dos aparelhos tem como objetivo impedir que os presos usem aparelhos celulares de dentro das unidades.



No mês passado, o Correio Lageano divulgou, com exclusividade, a farra do uso de celulares de dentro do presídio do bairro São Cristóvão, que abriga cerca de 300 detentos. Somente num final de semana, segundo apurou a reportagem, foram feitas mais de 3 mil ligações da unidade.



Um mês antes, este mesmo presídio foi alvo de uma operação “pente-fino” do Departamento de Administração Prisional (Deap). Na ocasião, foram apreendidos, dentro das celas, nove aparelhos de celular, carregadores e chips de telefonia móvel, além de outros materiais ilícitos, como droga e facas artesanais.



Pela proposta, serão contempladas as duas unidades penais, nos bairros São Cristóvão e Santa Clara. Cada um receberá um aparelho tipo cortina, que bloqueia o sinal em um determinado espaço. O custo para implantação dos serviços ficará em torno de R$ 24 mil, com recursos do Conselho da Comunidade.



O presidente do conselho, Afrânio Camargo, esclarece que a avaliação técnica visa a avaliar se a instalação dos bloqueadores não irá interferir no sinal dos estabelecimentos próximos dos presídios, como o Corpo de Bombeiros e PM, no São Cristóvão. “Ainda não há nada definitivo. Vamos, primeiro, esperar essa avaliação para ver se é possível a implantação dos aparelhos”, observou Camargo, explicando que a aquisição será feita somente após este estudo.



O CL tentou conversar com o juiz corregedor dos presídios, Geraldo Corrêa Bastos, mas ele não foi encontrado para comentar o caso.



Lei obriga operadoras a oferecerem os serviços



Santa Catarina possui uma lei estadual que exige que as operadoras de telefonia arquem com os custos para a instalação de bloqueadores de sinal nas unidades prisionais do Estado. Entretanto, as empresas entram na justiça com ação direta de inconstitucionalidade e o caso está no Superior Tribunal Federal (STF).



O assessor de gabinete do Deap, Marcelo Souza, explica que, enquanto não resolver essa briga judicial, não existe a possibilidade de o Governo do Estado comprar os aparelhos para a instalação nas unidades. “No caso de Lages, a medida é legal e válida”, aprova.



Atualmente, o Estado tem 71 estabelecimentos penais, como presídios, penitenciárias, por exemplo. Destas, apenas cinco têm bloqueadores de celular. Aproximadamente 17 mil presos compõem a população carcerária catarinense.



Conforme a Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel), a lei padece de “gravíssimos vícios formal e material”. O órgão sustenta que a norma é formalmente inconstitucional por usurpar a competência privativa da União para legislar em matéria de telecomunicações.



Segurança de prisão está em xeque



A prisão de um agente de segurança que atuava no Presídio Masculino de Lages, no bairro Santa Clara, suspeito de envolvimento com o crime, além da apreensão de oito buchas de maconha que estava com o preso Ernesto de Oliveira Pereira, colocaram em xeque a eficiência da segurança na unidade. As irregularidades foram descobertas esta semana.



O agente foi flagrado pelo Departamento de Administração Prisional (Deap) saindo da unidade com cartas de presos e valores em dinheiro. A Polícia Civil, por meio da 3ª Delegacia, investigou o caso e descobriu que, além dele, outros dois homens visitavam Pereira na cadeia com frequência.



Inaugurado em dezembro de 2011, o presídio tem atualmente cerca de 350 internos. É administrado em regime de co-gestão pela empresa Reviver. O rigor aplicado aos presos é considerado diferenciado. Pelas normas, lá não deveria entrar produtos ilícitos, como droga.



O diretor da unidade, Márcio Oliveira, afirma que o agente trabalhava no setor de disciplina e já foi demitido. Ele discorda que o fato coloque em dúvida a segurança da unidade, uma vez que a suspeita é que o agente “agia sozinho e nem sempre é possível fiscalizar a conduta de todos os funcionários”.



Oliveira esclarece que a unidade possui um trabalho de inteligência para identificar possíveis atos ilícitos envolvendo, tanto os funcionários, como os presos.


Foto: Arquivo/CL

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Indícios mostram que PGC age na Serra Catarinense

Indícios mostram que PGC age na Serra Catarinense
Serra Catarinense, 16 e 17/02/2013, Correio Lageano, por Adecir Morais


A facção criminosa, que atua dentro e fora dos presídios catarinenses, é apontada por espalhar o terror por todo o Estado




Os atentados a ônibus em Bom Retiro e em São Joaquim colocaram a Serra na indesejada linha de tiro dos ataques que começaram no litoral e se alastraram pelo interior catarinense. As ações podem ter sido orquestradas pelo Primeiro Grupo Catarinense (PGC).



O PGC é uma facção criminosa surgida no presídio de São Pedro de Alcântara há 10 anos e que tem imposto o pânico na população. Possui ramificações em todo o Estado. Quando houve a primeira onda de violência, em novembro de 2012, um telefonema entre bandidos, interceptado pela polícia, fazia menção a São Joaquim.



No diálogo, a Polícia Civil identificou dois presos fazendo menção aos ataques. Um em Blumenau e outro em São Joaquim. Os criminosos deram ordens para que os atentados fossem amenizados a partir de 15 de novembro, dias depois, as ações cessaram.



O texto faz comentários sobre como se organizam os membros da fação criminosa no Estado. Trechos fazem menção ao dízimo, no valor de R$ 100,00, pago pelo integrante em liberdade para financiar as atividades da facção, como compra de droga e armas. O estatuto também faz ameaças à polícia.



As investigações policiais para elucidar as ações na Serra estão em curso. Por isso, até pode ser precipitado vincular os dois atentados daqui às ordens dadas pelo PGG. Por outro lado, seria muito otimismo imaginar que os ataques em Bom Retiro e São Joaquim não têm nada a ver com a onda de terror que assola o estado.



Na ação em Bom Retiro, um homem foi preso – e depois libertado por falta de provas. Ele teria sido visto próximo ao ônibus incendiado. Além disso, também tem amizade com um detento de São Pedro de Alcântara, de onde estaria partindo as ordens dos atentados.




Em São Joaquim, a polícia ainda não tem pistas de quem cometeu o crime, que deixou a população assustada e com medo.



Policial confirma  suspeita de relação do PGC

Um policial civil da região afirma que existe, na Unidade Prisional Avançada de São Joaquim (UPA), pelo menos dez presos suspeitos de integrarem e estarem ligados ao PGC. Alguns são de alta periculosidade e cumprem pena por crimes como roubo, tráfico de droga e associação ao tráfico.



Outro fator que reforça a tese de que membros do PGC agem  na Serra foi registrado em fevereiro do ano passado. Um detento do Presídio Regional de Lages, que havia sido beneficiado com a saída temporária, foi preso pela PM no bairro Habitação. Com ele a polícia encontrou um estatuto do PGC.




Trechos do diálogo interceptado pela polícia ano passado, que colocaram um preso de São Joaquim como responsável pelos ataques:

"Amanhã já pode normalizar tudo, tá, meu irmão" (preso Blumenau)
— Firmeza! (São Joaquim).
— Agora eu vou chegar ali na [cadeia] Pública [de Florianópolis] e passo um salve ali, tá? (Blumenau).
— Firmeza. Eu vou passar um salve para [o presídio de] Biguaçu também (São Joaquim).
— Fica o agradecimento de nós todo, tá ligado, irmão?, pelo apoio que os irmãos deram. (Blumenau).





Força Nacional está no Estado

Desde sexta-feira (15), soldados da Força Nacional estão no estado para reforçar o combate aos ataques. O grupo chegou a de avião por volta das 14h. No final de tarde, autoridades da cúpula da Segurança Pública se reuniram para discutir como será a operação nas cidades catarinenses.



Uma das funções da Força será auxiliar na transferência de presos do Estado, que estariam por trás dos ataques, para penitenciárias federais. Não foi divulgado o número de oficiais que vieram ao Estado e nem em quais cidades eles vão concentrar os trabalhos.



Fotos:Divulgação

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Delegado-geral da Polícia Civil confirma que ordens para ataques em SC partiram de presídios

Delegado-geral da Polícia Civil confirma que ordens para ataques em SC partiram de presídios
Florianópolis, 07/02/2013, Agência Brasil


O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Aldo Pinheiro D’Ávila, confirmou nesta quinta-feira (07) que o comando para os ataques de violência no estado partiu de criminosos encarcerados. “Não há indícios. Tenho a plena convicção, plena certeza, de que ordem para os ataques desse tipo de modalidade criminosa, que se aproxima do terrorismo, partiram de organizações que atuam dentro dos presídios catarinenses”, disse à Agência Brasil.



Inicialmente, essa relação era apenas uma das linhas de investigação dos organismos de segurança do estado. Para o delegado-geral, no entanto, a denúncia de tortura no Presídio Regional de Joinville é considerada apenas uma hipótese entre as razões que explicam os ataques, que ocorrem desdo o dia 30, com a prisão de 30 pessoas.



“Essa correlação não se pode afirmar com plena certeza. São várias circunstâncias que nos levam a crer como fatos motivadores. Por exemplo, a questão da intensificação das prisões em relação tráfico de entorpecentes e o indiciamento de todas as lideranças das facções criminosas em razão da morte da agente prisional Deise [Alves] [também podem ser motivos].”



A Polícia Civil investiga se houve abuso de agentes penitenciários em uma operação pente-fino no presídio de Joinville, no dia 18 de janeiro. Imagens do circuito interno, divulgadas pela imprensa no último dia 2, mostram que os agentes usavam balas de borracha e gás de pimenta contra os presos mesmo com eles em situação de controle. Joinville é a cidade com maior número de ataques: 14 em oito dias.



Durante os atentados de novembro também surgiram denúncias de maus-tratos na Penitenciária São Pedro de Alcântara, localizada em Florianópolis. Esses ataques ficaram mais concentrados na capital catarinense, de acordo com a Polícia Militar (PM).



Na época, equipes da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República estiveram no local vistoriar e apurar possíveis casos de tortura. “Não há nenhuma dúvida de que há uma correlação entre os ataques de novembro e esses ataques atuais. Elas estão relacionadas, no sentido de que se tratam de [ordens] de facções criminosas.”



Ele avalia que os locais escolhidos para os ataques estão relacionados à proximidade com os presídios do estado. “Temos percebido que os ataques ocorrem com ênfase em locais onde há grandes presídios, com grande concentração de presos”. Em oito dias, foram 73 ocorrências, de acordo com a PM, em 23 municípios do estado.



O delegado-geral informou que novas prisões devem ser feitas nos próximos dias à medida que sejam produzidas provas que justifiquem os mandados. “Praticamente todo efetivo dos nossos órgãos de investigação estão voltados para essa modalidade criminosa. Formada a prova, se faz o pedido de prisões. Foi isso que aconteceu em Joinville [ontem]”, explicou.



Foto:Agência Brasil

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Governo investiga maus-tratos em presídio de Santa Catarina

Governo investiga maus-tratos em presídio de Santa Catarina
São Paulo, 05/02/2013, Pop News Brasil




A divulgação de um vídeo em que agentes armados atiram balas de borracha e bombas de efeito moral em detentos do presídio de Joinville (SC), pela imprensa local, motivou o Departamento de Administração Prisional (Deap) do Estado a abrir uma investigação sobre os maus-tratos sofridos pelos presos da instituição. O ocorrido pode ser uma das causas dos atentados que ocorrem no estado nos últimos dias.




O Deap confirma que todos os agentes envolvidos no caso do presídio já foram afastados. No entanto, o departamento descarta a relação do episódio com a onda de violência que cidades catarinenses enfrentam; a real causa seria uma série de fatores, dentre eles a prisão de uma advogada, 13 indiciados (possíveis líderes de uma facção criminosa) pela morte de uma agente prisional e o endurecimento da polícia no combate ao tráfico de drogas, relatou o diretor da Secretaria de Estado de Segurança Pública em entrevista ao jornal SCTV.




Nos últimos cinco dias, 16 municípios de Santa Catarina registraram 50 ataques, o último deles em Navegantes, na madrugada desta segunda-feira (04). Um ônibus estacionado foi incendiado e ficou completamente destruído.



Foto: Divulgação

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Presídio feminino e Centro de Atendimento Socioeducativo, de R$ 8,4 milhões, serão construídos em Lages

Presídio feminino e Centro de Atendimento Socioeducativo, de R$ 8,4 milhões, serão construídos em Lages
Florianópolis, 25/10/2012, Secretaria de Comunicação de SC



O Governo do Estado lançou, nesta quinta-feira (25), o Pacto da Justiça e Cidadania, que prevê investimentos de R$ 265 milhões. Deste total, R$ 232 milhões serão destinados para construção, ampliação e recuperação de penitenciárias e presídios em cinco regiões do Estado, R$ 8 milhões para aquisição de equipamentos de proteção individual e viaturas e R$ 25 milhões para o sistema socioeducativo. “Estamos falando do maior investimento já feito nos sistemas penitenciário e socioeducativo de Santa Catarina”, ressalta a secretária de Estado da Justiça e Cidadania, Ada De Luca.



O problema do adolescente em conflito com a lei também é uma das prioridades do programa, dessa forma, serão destinados R$ 8,4 milhões para construção do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), de Criciúma (região Sul), com um total de 60 vagas; R$ 8,4 milhões para construção do centro de atendimento socioeducativo (Case), de Lages (região Serrana), 60 vagas; R$ 8,4 milhões para construção do centro de atendimento socioeducativo (Case), de Chapecó (região Oeste), 60 vagas.



“Vamos dar um verdadeiro choque de gestão em uma área que pouquíssimas vezes é prioridade nos Governos”, destaca Ada De Luca. Ciente desse problema histórico e de sua responsabilidade, a secretária da Justiça e Cidadania ainda irá destinar mais de R$ 20 milhões (do total dos recursos de R$ 232 milhões) na criação de 462 vagas femininas. “Dar atenção especial à situação da mulher presa é essencial, porque bem atendida, ela poderá cumprir o seu papel de educadora e impedir que a sua realidade seja repetida por seu filho que será o cidadão de amanhã”, lembra a secretária da Justiça e Cidadania Ada de Luca.




Confira abaixo as cinco regiões que serão contempladas com o programa Pacto da Justiça e Cidadania, totalizando R$ 232 milhões para presídios e penitenciárias de todo o Estado


Região Sul
Criciúma: construção da penitenciária feminina, do presídio regional, ampliação da penitenciária sul e construção do semiaberto da penitenciária sul.
Araranguá: construção do presídio regional.
Tubarão: construção do presídio feminino.
Vagas: 1.398
Investimento: R$ 42.315.555



Região Vale do Itajaí
Itajaí: ampliação do semiaberto da penitenciária e ampliação do presídio.
Blumenau: construção da penitenciária e do semiaberto da penitenciária.
Vagas: 1.260
Investimento: R$ 38.120.000




Região Norte
Joinville: ampliação da penitenciária industrial e ampliação do semiaberto da penitenciária.
São Bento do Sul: construção da penitenciária industrial.
Vagas: 644
Investimento: R 21.728.000



Região Serrana e Meio-Oeste
São Cristóvão do Sul: construção da unidade II da penitenciária.
Lages: construção do presídio feminino.
Vagas: 600
Investimento: R$ 25.950.000



Região Oeste
Chapecó: construção da unidade II da penitenciária e construção do semiaberto I da penitenciária.
São Lourenço do Oeste: construção do presídio.
Vagas: 910
Investimento: R$ 34.164.000



Região Grande Florianópolis
Biguaçu: construção de presídio.
Construção da Penitenciária de Imaruí, para a desativação da Penitenciária de Florianópolis.
Vagas: 1624
Investimento: R$ 69.728.000



Secretaria de Comunicação de SC/Divulgação

domingo, 14 de outubro de 2012

Grupo de trabalho vai combater tortura nos presídios de Santa Catarina

Santa Catarina, 14/10/2012, Poder Judiciário de Santa Catarina



O grupo de trabalho que atuará nos estabelecimentos prisionais do Estado, no levantamento de casos de tortura praticada por agentes públicos contra detentos, e por estes contra os próprios colegas, reuniu-se nesta semana no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ/SC). O encontro definiu o rumo das ações a serem empreendidas, em ação conjunta do Judiciário, Secretaria de Justiça e Cidadania (SJC) e Comando da Polícia Militar.



O juiz Júlio César Machado Ferreira de Melo, assessor especial da presidência do TJ, conduziu a reunião e ressaltou a importância de um canal de comunicação entre o Poder Judiciário, a SJC e a Corregedoria da Polícia Militar, para o desenvolvimento do trabalho integrado.



Ele entende que, desta forma, será dada efetividade aos procedimentos sobre prática de crimes de tortura. Salientou, ainda, a necessidade de comprometimento das instituições ligadas à segurança pública para a implementação de ações de combate à prática de violência por parte de seus agentes, no exercício da função.



Estiveram presentes à reunião a secretária de Justiça e Cidadania, Ada Lili Faraco de Luca; o diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap), Everton Luiz de Oliveira; o gerente de Execução Penal do Deap, Marcelo Coelho de Souza; o coronel Valdemir Cabral; e os majores Marco Aurélio Hofmann, Arthur Martiniano Klaes e José Nunes Vieira.