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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Acusado de matar policial pega 14 anos de prisão

juri gilvan (2)Lages, 30/04/2014 Milton Barão

O julgamento no Fórum da Comarca de Lages de Geovan Brasil de Oliveira, morador do bairro Gralha Azul, começou às 10 horas de terça-feira e encerrou às 3h14 da madrugada, quando o juiz da 1ª Vara Criminal Geraldo Corrêa Bastos leu a sentença condenando a 14 anos de prisão.
Geovan era acusado de matar o policial civil Ari dos Santos, morto em 27 de junho de 2013. Além de Geovan, sua companheira Maharish Blue do Amaral, também é acusada do crime. A mulher também deverá ir a júri popular, mas recorreu da decisão e o recurso aguarda apreciação do Tribunal de Justiça.
juri gilvan (4)

Crime

A denúncia era de que o casal havia espancado policial na residência da mulher até deixá-lo desacordado. Após, colocou-o no banco traseiro do próprio carro da vítima e seguiu em direção à BR-116.
juri gilvan (1)
A ideia dos acusados, pelo que concluiu as investigações, era ocultar o corpo no interior de Correia Pinto, mas o plano deu errado. O casal acabou se envolvendo num acidente e o crime foi descoberto e os acusados foram presos no mesmo dia do crime.

Fotos: repórter Biguá Junior/Rádio Guri

terça-feira, 29 de abril de 2014

Julgamento de acusado de matar um policial atravessa a madrugada

Júri de acusado de matar um policial atravessa a madrugada
Lages, 30/04/2014, Correio Lageano, por Adecir Morais



Um dos crimes de maior repercussão dos últimos anos em Lages começou a ter seu desfecho. Geovan Brasil de Oliveira, acusado de matar o policial civil Ari dos Santos, foi julgado no Fórum Nereu Ramos nesta terça-feira (29). O júri atravessou a noite e a previsão era de que terminaria apenas na madrugada desta quarta-feira (30).




Presidido pelo juiz Geraldo Corrêa Bastos, o julgamento começou às 10 horas.  A segurança no Tribunal do Júri, onde ocorreu a sessão, foi reforçada. Senhas foram distribuídas ao público e à imprensa para acompanhar o evento.




Primeiro houve a execução de vídeos das testemunhas de acusação arroladas no processo. Na sessão, as testemunhas começaram a ser ouvidas somente à tarde.
Na sequência, houve o interrogatório do acusado, seguido da manifestação do Ministério Público e defesa. De acordo com a 1ª Vara Criminal, onde tramita o processo, a previsão era de que a sentença sairia apenas na madrugada desta quarta.



O crime

O policial foi morto em 27 de junho do ano passado. Além de Geovan, a companheira dele, Maharish Blue do Amaral, também é acusada do crime. A mulher também deverá ir a júri popular, mas recorreu da decisão e o recurso aguarda apreciação do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).



Segundo denúncias, o casal espancou o policial na residência da mulher até deixá-lo desacordado. Após, colocou-o no banco traseiro do próprio carro da vítima e seguiu em direção à BR-116. A ideia dos acusados, pelo que concluiu as investigações, era ocultar o corpo no interior de Correia Pinto, mas o plano deu errado. O casal acabou se envolvendo num acidente e o crime foi descoberto.




O casal foi preso no mesmo dia do crime. Maharish era namorada do policial e mantinha um outro relacionamento com Geovan. A suspeita é que a vítima tenha sido envenenada antes de antes de ser levada à rodovia.



Defesa

O advogado de defesa, Rafael Paes Vieira, afirmou que Geovan não matou o policial. Ele assegurou que seu cliente foi até o apartamento de Maharish e viu a vítima morta com um saco plástico envolto na cabeça. Rafael Vieira garantiu que Geovan não matou, mas tentou esconder o corpo junto com a mulher. Com base nisso, defendeu a tese de coautoria.



Foto: Adecir Morais

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Audiência acontecerá dois anos após o crime

Audiência acontecerá dois anos após o crime
Lages, 24/04/2014, Correio Lageano



Na madrugada de 28 de outubro de 2011, Valdirene Souza voltava para casa após o trabalho, com seu marido, Elias Alves Branco, quando a moto em que estavam foi atingida por um carro. Valdirene, que tinha 23 anos, ficou presa sob o veículo, foi arrastada por quase um quilômetro e morreu na hora. O acidente aconteceu em Lages, no bairro Penha.



A primeira audiência sobre o caso estava marcada para acontecer ontem, dois anos e meio após o fato, mas precisou ser remarcada para o dia 9 de maio. O reagendamento aconteceu porque o promotor que acompanha o caso, Fabrício Nunes, participou durante todo o dia de um júri popular, referente a uma tentativa de assassinato que aconteceu em 2012 em Urubici.



No caso, o motorista do carro que arrastou Valdirene, Nelci Marcelino de Jesus, 38 anos, é réu sob acusação de homicídio (por causa de Valdirene) e tentativa de homicídio (referente a Elias, que teve apenas ferimentos leves). Na hora do acidente, de acordo com relatório da polícia, ele apresentava sinais de embriaguez. Anderson Willian Borges, 24 anos, Dian Carlos Mariano, 31, e Emerson de Souza, 32, estavam no carro de Nelci e são indiciados por omissão de socorro.




Maristela

O caso de Valdirene lembra o de outra moradora de Lages, Maristela Stringhini, 40 anos. No último dia 12, ela seguia de moto com o marido, Volni Amorin, para a casa de amigos em Rio do Sul, quando após uma discussão de trânsito, Júlio César Leandro, de 21 anos, bateu na moto em que estava o casal. Maristela caiu e ficou presa sob o carro e também foi arrastada por quase um quilômetro.




Ela teve os seios mutilados e braços, pernas e costas queimados, e deverá passar por dez cirurgias de reconstrução. Ontem ela fez a quarta cirurgia nos seios e, de acordo com o marido Volni, Maristela reagiu positivamente. Na sexta-feira, deve passar por mais uma cirurgia de reconstrução. Segundo Volni, a família está avaliando as medidas que poderá tomar contra Júlio César Leandro.



Júri popular julga tentativa de homicídio

O promotor Fabrício Nunes, que acompanha o caso de Valdirene Souza, participou ontem de um júri popular que teve como réus Gedielson de Moraes Gôes, Loadir de Gôes, Volmir Paulo Gôes e Marcelo Altair de Gôes. Os três são acusados por tentativa de homicídio  contra Ilson Florentino, em janeiro de 2012.



O fato aconteceu em Urubici, mas o júri popular foi realizado em Lages a pedido da justiça por questões de segurança dos envolvidos e também do próprio júri.
Em outro processo sobre o mesmo caso, Gedielson e outras duas pessoas são acusados do assassinato de Ilson, consumado meses após a primeira tentativa.




Foto: Arquivo CL

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Tribunal do Júri vai julgar acusados de matar policial civil em Lages

Lages, 01/04/2014 Visão

O Tribunal do Júri se reunirá dia 29 de abril, em Lages (SC), para julgar Geovan Brasil de Oliveira, acusado do homicídio, duplamente qualificado, do policial civil Ari dos Santos. O crime ocorreu no dia 17 de junho de 2013 e teve a participação da namorada da vítima, Maharish Blue do Amaral, que mantinha um relacionamento extraconjugal com o réu. Presidirá a sessão o Juiz Geraldo Corrêa Bastos, titular da 1ª Vara Criminal.
Por ser um fato recente e com grande repercussão na região, espera-se um grande número pessoas para acompanhar o julgamento. “A comoção se dá, também, porque a vítima, além de um excelente investigador, era uma pessoa querida pelos seus colegas de trabalho e familiares”, acredita o magistrado. Neste sentido, a segurança no fórum será reforçada, devendo, ainda, ser utilizado o sistema de senhas para organizar a participação dos interessados.
Geovan e Maharish, depois de matar o policial, dirigiram por cerca de uma hora e meia com o corpo dele no banco de trás do carro até sofrerem um acidente, na BR-116, na serra catarinense. Foi por causa da colisão que o crime foi descoberto e os dois foram presos em flagrante.

Jornalista Fabrício Severino

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Acusado de matar com bloco de tijolo pega 15 anos de prisão

Acusado de matar com bloco de tijolo pega 15 anos de prisão
Lages, 11/12/2013, Correio Lageano, por Adecir Morais



Moisés Farias dos Santos, de 30 anos, acusado de matar Adenilson Pires da Silva, foi condenado a 15 anos de reclusão, durante julgamento nesta terça-feira (10) no Tribunal do Júri do Fórum de Lages. O crime ocorreu em 19 de dezembro de 2010, em Lages.



O réu foi condenado por homicídio qualificado por motivo torpe. Do total da pena, ele já cumpriu mais de dois anos, porque foi preso em novembro de 2011. O crime, segundo o processo, foi executado por vingança.



O julgamento começou por volta das 10 e terminou às 18 horas. Foi presidido pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Geraldo Corrêa Bastos. O promotor de Justiça de acusação foi Jaison José da Silva.



O crime: Adenilson, que trabalhava na construção civil, foi morto a pedradas e teve sua cabeça esfacelada.  O assassinato ocorreu na Rua João Lemos Machado, no Bairro Morro Grande, onde a vítima morava.



Segundo informações, a vítima saiu de casa para comprar cigarro e disse à mãe que voltaria em seguida. No caminho, foi atacada pelas costas, arrastada para a rua e espancada até morrer, segundo a acusação. Ele foi espancando por cerca de 15 minutos e teve a cabeça atingida por bloco de tijolo. Ficou desacordado, foi socorrido e levado para o Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, mas não resistiu aos ferimentos e morreu uma hora depois.



Outros réus: Além de Moisés, outros dois homens foram acusados do crime.  Dioni Amarini da Silva Leite foi condenado a seis anos de prisão por homicídio simples em regime semiaberto. O julgamento ocorreu em 30 de outubro do ano passado. Thiago da Silva, outro acusado, foi julgado e condenado por homicídio qualificado por motivo torpe. O júri ocorreu em 19 de julho deste ano. A sentença, porém, foi questionada pela defesa e o caso está no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).



O julgamento de ontem fechou a maratona de júris no Fórum de Lages este ano, segundo informações.




Foto: Adecir Morais

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Começa o julgamento do filho que matou o pai com 16 facadas

Começa o julgamento do filho que matou o pai com 16 facadas
Lages, 12/11/2013, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações da equipe do CL no local



Começou às 10h10min desta terça-feira (12) o julgamento de Paulo Henrique Paim, réu confesso da morte do pai, Antônio Paim, com 16 facadas, em 22 de novembro de 2012. O júri popular acontece no Fórum Nereu Ramos, em Lages e a sentença pode sair até às 19 horas.



Paulo entrou no fórum pela porta da frente e ficou em uma sala nos fundos do prédio até o início dos trabalhos na sala do júri. Ele chegou acompanhado de policiais militares, mas não enfrentou nenhum tipo de hostilidade.



Poucos familiares da vítima e do acusado acompanham o julgamento, que acontecerá em seis etapas. A primeira é a apresentação dos depoimentos prestados por testemunhas em juízo na época do crime e deve levar 3h30min. O réu fala em seguida. Na sequência a palavra é aberta á promotoria (acusação). Depois é a vez da defesa se manifestar. A próxima etapa é permitir a réplica da promotoria, se esta desejar. Só então, o juiz Geraldo Bastos dará a sentença.





Antônio Paim, de 71 anos, foi encontrado morto em sua casa que fica próxima à Praça Joca Neves, no Centro, com 16 facadas. A Divisão de Investigação Criminal (DIC) ouviu o testemunho de 15 pessoas e descobriu que o filho de Antônio, Paulo Henrique Paim, de 33 anos (na época), foi o autor do homicídio e o prendeu.



No dia anterior ao crime, Paulo contou para família que não aguentava mais conviver com o pai. Imagens do sistema de videomonitoramento da Polícia Militar mostram Paulo e Antônio, indo para casa juntos e depois Paulo saindo sozinho.



A família tinha uma convivência difícil e com muitas brigas. Na época do crime o delegado responsável pelo caso, Márcio Schütz, disse que Paulo era alcoólatra e usuário de drogas.




Fotos:Joana Costa

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Filho acusado de matar o próprio pai enfermo com 15 facadas vai a julgamento no dia 12 de novembro

Lages, 08/11/2013 Revista Visão

O Tribunal do Júri, da Comarca de Lages, se reunirá dia 12 de novembro, às 10h, para julgar o réu Paulo Henrique Paim, que é acusado de matar a facadas o próprio pai e foi pronunciado por homicídio duplamente qualificado (pelo meio cruel e pela surpresa), praticado contra uma pessoa enferma e maior de setenta anos de idade. Os fatos ocorreram há quase um ano, em 22 de novembro de 2012.
Como os acontecimentos são recentes e tiveram uma grande repercussão na região, inclusive na imprensa local, o juiz Geraldo Corrêa Bastos, que atua na Vara Criminal, e presidirá o julgamento, acredita que haverá uma grande movimentação popular no fórum. “O fator positivo, que destacamos, é a celeridade imposta na marcha processual, já que em menos de um ano o Júri já está sendo realizado”, destaca.

 O crime - Na residência da vítima, quando a mesma se encontrava repousando, convalescendo de uma cirurgia que havia se submetido recentemente, o réu, que então cuidava de seu pai, se utilizando de uma faca, surpreendeu a vítima com mais de quinze golpes. A vítima foi encontrada já sem vida  por seus familiares. Paim foi visto no velório chorando copiosamente. Após quase vinte dias dos fatos é que a polícia concluiu as investigações, requerendo, inicialmente, a prisão temporária do suspeito, que foi prontamente deferida. Expedido e cumprido o mandado, o réu foi interrogado e confessou com detalhes toda a prática criminosa. Posteriormente a prisão temporária foi convertida em preventiva, permanecendo preso o acusado até a sentença de pronúncia, oportunidade em que foi solto, sendo-lhe permitido aguardar o julgamento pelo Tribunal do Júri em liberdade.
 
Jornalista Fabrício Severino

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Júri Popular na UnC julga homicídio qualificado

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Curitibanos, 05/11/2013 Vania Leal/A Semana

Golpe de faca causou a morte de Adão Felipe dos Santos, que será avaliada por jurados
Será levado a júri popular, amanhã quarta-fera (6), às 9 horas, no auditório da UnC, Adenilson Ramos Constantino, acusado de homicídio qualificado contra Adão Felipe dos Santos, em novembro de 2010. A defesa do réu, representada pelo advogado Giancarlo Almeida Schveitzer, alega falta de provas. Por outro lado, o Ministério Público, representado pelo promotor Henrique da Rosa Ziesemer, aponta que o crime foi praticado por motivo fútil. A decisão fica a cargo do Conselho de Sentença formado por sete jurados que serão sorteados no dia do plenário.

ENTENDA O CASO:


Foi noticiado pelo “A Semana”:

O Jornal “A Semana”, que circulou na sexta-feira, 26 de novembro de 2010, noticiou o crime e as versões dos fatos apontadas nos registros policiais, que indicavam que, na sexta-feira, 19 de novembro, por volta das 5h30’, a Polícia Militar de Curitibanos foi informada por populares que, na Rua Antonio Pellizzaro, no bairro São Luiz, havia um homem caído em via pública, com sinais de agressão e com as vestes sujas de sangue. A guarnição foi até o local e encontrou, sem vida, Adão Felipe dos Santos, 39 anos. Ele apresentava uma perfuração no peito, causada por arma branca (faca). Os bombeiros foram acionados, mas nada puderam fazer, pois a vítima já estava morta.
As equipes de investigações da Polícia Militar e agentes de investigação da Polícia Civil, após três horas do crime, chegaram até Adenilson Ramos Constantino, 18 anos, que residia no mesmo bairro. Segundo informações apuradas pelos policiais, a vítima havia saído de casa às 4h30’, para trabalhar, quando encontrou o agressor. Eles beberam juntos e acabaram desentendendo-se. O acusado do crime tem várias passagens pela Polícia por porte ilegal de arma, furtos e, dias antes do crime, havia deixado a Cadeia Pública, onde estava detido por ter participado de um roubo a uma joalheria no Centro de Curitibanos.
Na Delegacia, Adenilson negou a autoria do crime e afirmou que, no horário em que ocorreu o homicídio, estava na casa de parentes, informação que foi desmentida pelos próprios familiares, que revelaram que não tinham notícias de Adenilson há três dias.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Crime será julgado depois de 12 anos, amanhã, na UnC

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Curitibanos, 01/10/2013 A Semana
 
 Quase 12 anos após o crime, vai a júri popular, amanhã, quarta-feira (2), às 9 horas, no auditório da UnC, a ré Virgínia da Silva Lara, acusada pelo homicídio de Neusa Pereira Fernandes. O processo ficou suspenso devido à acusada estar foragida, no entanto, em junho de 2012, policiais da Delegacia de Penha, efetuaram sua prisão pela Comarca de Balneário Piçarras.
Virgínia teve a prisão decretada em 2002, acusada de, em outubro de 2001, desferir um golpe de faca contra Neusa, que faleceu em virtude do ferimento.
O tribunal do júri será presidido pelo juiz de Direito Renato Mastella. Paulo Poletto de Souza atua como advogado de defesa e o promotor Henrique da Rosa Ziesemer representará o Ministério Público.

O crime

Consta nos autos que, em outubro de 2001, a ré Virgínia da Silva Lara e seu esposo desentenderam-se com a vizinha Neusa Pereira Fernandes, por discussões banais a respeito de fofocas na vizinhança. Alguns vizinhos interferiram e retiraram a vítima do local, onde a ré fazia ameaças.
No mesmo dia, mais no fim da tarde, a vítima atravessava um campo de futebol, no bairro Bom Jesus, quando encontrou com Virgínia, que, sem qualquer discussão, sacou uma faca com 18 centímetros de lâmina e partiu em direção à vítima.
Neusa tentou defender-se com um pedaço de pau, no entanto, ao erguer o braço, foi golpeada pela ré no tórax, na região do coração. De acordo com o exame cadavérico, a morte de Neusa foi ocasionada em razão do ferimento.

Marcado novo júri

Uma nova sessão de julgamento do réu Ezequiel Fernandes da Silva, acusado por homicídio qualificado de Gilmar Padilha da Rosa, foi marcada para 20 de novembro, às 9 horas, no auditório da UnC. O réu participava do tribunal do júri, na quarta-feira (18), mas seu defensor abandonou o plenário.
Durante a sessão, a Divisão de Investigação Criminal (DIC) cumpriu um mandado de prisão que o réu tinha em aberto por roubo. Ezequiel saiu do júri direto para a Penitenciária de São Cristóvão do Sul.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Promotoria pede e júri concede absolvição de soldado da PM

Promotoria pede e júri concede absolvição de soldado da PM
Lages, 18/09/2013, Correio Lageano, por Susana küster



Soldado PM acusado de homicídio ocorrido em setembro de 2005, foi absolvido ontem por um júri popular no Fórum de Lages. Fernando Batista Duarte matou dois irmãos em uma ocorrência que atendeu junto com seu parceiro Nilton Cesar Cardoso Meira, no bairro São Luiz.



A defesa foi feita com base no argumento de que o soldado teria atirado em C e seu irmão Daniel para defender seu colega de trabalho, Nilton Cesar Cardoso Meira. Os dois policiais foram até o bairro apaziguar uma discussão entre Danilo e seu pai Luiz Carlos.



De acordo com denúncia do Ministério Público, no local, Danilo desacatou os policiais, deu um soco em Nilton, pegou sua arma e disparou contra os dois militares. Fernando atirou na cabeça de Danilo que morreu na hora. Para defender o filho, Luiz Carlos foi bater nos policiais e levou dois tiros de Fernando, ficando gravemente ferido. A ocorrência terminou quando Daniel foi tentar ajudar o irmão e o pai, e, foi atingido por Fernando, morrendo no local como o irmão.



Processo


O policial respondia à ação em liberdade. O Ministério Público (MP) entendeu que somente o homicídio de Daniel, que foi alvejado pelas costas, poderia ser homicídio.
Porém, ontem, o promotor Jaisson José da Silva, pediu a absolvição do réu, solicitação que teve a maioria dos votos do júri popular.



O juiz Geraldo Bastos disse que nestes casos o juiz somente preside a audiência. Portanto, o caso está encerrado, podendo ser reaberto se a família da vítima recorrer da decisão.



Foto: Susana Küster

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Crime que chocou população vai a Júri Popular

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Curitibanos, 03/09/2013 A Semana

Viviane e o filho menor foram encontrados feridos no quarto do casal
 
A sessão do Tribunal do Júri marcada para esta quarta-feira (4), que levaria ao banco dos réus Jardel de Lima e Maicon Padilha do Amaral, pelo homicídio qualificado de Wilmar Rodrigues da Cunha, foi adiada para o dia 4 de dezembro. Em contrapartida, será levado ao banco dos réus, nesta quarta-feira (4), às 9 horas, Valdenir Rodrigues, acusado de tentativa de homicídio contra as vítimas Viviane Maria dos Santos e o filho de 6 anos do casal, no dia 1 de fevereiro de 2013. O acusado está preso e o processo segue em segredo de Justiça por envolver menor.
A sessão, que será presidida pelo juiz de Direito Renato Mastella, tem como representante do Ministério Público o promotor Henrique da Rosa Ziesemer, que aponta que o crime ocorreu por motivo de vingança, já o advogado de defesa Paulo Poletto de Souza parte para a negativa de autoria, sob alegação de falta de provas.

Relembre os fatos

O crime aconteceu no primeiro dia de fevereiro de 2013, quando três pessoas da mesma família foram encontradas feridas e ensanguentadas, após uma noite de violência doméstica. Na sala, estava Valdenir Rodrigues, de 51 anos, ferido no abdômen, e, no quarto, com os rostos desfigurados, em estado de choque e com vários ferimentos graves, Viviane Maria dos Santos e o filho do casal, de 6 anos. A Polícia Militar encontrou sobre a mesa um bilhete que dizia: “Eu avisei que voltava para vingar da minha prisão”.
As primeiras notícias, quando a Polícia Militar foi acionada, davam conta de que homens encapuzados teriam agredido a família. Mas logo a situação foi esclarecida, quando da chegada da Divisão de Investigação Criminal (DIC), que verificou a documentação das vítimas que haviam sido levadas ao hospital e constatou que a mulher havia denunciado o marido, em dezembro de 2012, por agressão.
Valdenir havia sido preso em 18 de dezembro por crime de violência doméstica, no entanto, Viviane, depois da prisão, havia procurado o juiz e solicitado a soltura. Foi atendida, mas o marido deveria ficar afastado do lar. Dias antes do ocorrido, o acusado teria recebido intimação para comparecer à Justiça, o que pode ter motivado nova discussão do casal.
Viviane e o filho de 6 anos foram feridos a socos, o que causou lesões graves nos rostos, com perda de muito sangue, e foram levados ao Hospital Hélio Anjos Ortiz, em estado grave. A faca utilizada no crime foi localizada no gramado da residência.
O juiz Fabiano Antunes da Silva decretou a prisão preventiva de Valdenir por ter desobedecido à ordem judicial e, depois de medicado, foi preso e conduzido à Penitenciária da Região de Curitibanos em São Cristóvão do Sul.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cinco réus serão julgados por homicídio em Lages


Lages, 24/05/2013, Correio Lageano




Cinco pessoas serão levadas a julgamento em Lages no próximo mês de junho, no Tribunal do Júri do Fórum de Lages. A informação é da 1ª Vara Criminal, através do juiz Geraldo Correa Bastos.



A maratona de júris começa no dia 4, quando sentará no banco dos réus Aquimael Alaim de Souza, acusado de matar Rafael José Alves de Oliveira.



No dia 11, é a vez do julgamento de Daian Rodrigues da Silva e Jaisson Varela Santos. Os dois são apontados como responsáveis pela morte de Ernani Santos de Liz.



No dia 18, será a vez do julgamento de Aleir Dinarte Furtado Carneiro que, segundo a acusação, matou Lindomar de Jesus Pereira da Cruz.



O último júri do mês será no dia 25, quando sentará no banco dos réus Alci Garatui Lima, acusado pelo Ministério Público de homicídio e tentativa de homicídio contra Fabiana de Fatima Duarte e Evolmar Gonçalves Pereira.




Foto: Divulgação

domingo, 5 de maio de 2013

Júri julga tentativa de homicídio

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 Uma tentativa de homicídio será levada a Júri Popular nesta quarta-feira (8), às 9 horas, no auditório da UnC, em Curitibanos.
A ação penal tem como vítima Rodrigo Fernandes Drehmer e como acusados os irmãos Orlando Ortiz de Oliveira e Cláudio Ortiz de Oliveira, que foram pronunciados, pois, supostamente com a intenção de matar, desferiram três disparos de arma de fogo contra Rodrigo Fernandes Drehmer, atingindo-lhe nas regiões clavicular e escapular esquerda.
A defesa dos irmãos alega que não ficou comprovada a participação dos acusados, pois estavam em outro local na hora do crime e ressalta a incerteza no depoimento das vítimas e testemunhas de acusação.
A sessão do Tribunal do Júri será conduzida pelo juiz de Direito Renato Mastella, o promotor Henrique da Rosa Ziesemer atuará na acusação e Paulo Poletto de Souza como advogado de defesa.
Próxima sessão
 A próxima sessão de Júri Popular leva ao banco dos réus Júlio Ferreira Pires acusado pelo homicídio de Maria Aparecida Duracéscki. O crime que ocorreu em São Cristóvão do Sul, será julgado no auditório da UnC, às 9 horas, do dia 22 de maio.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Mizael Bispo é condenado a 20 anos de prisão pela morte de Mércia Nakashima



Mizael Bispo é condenado a 20 anos de prisão pela morte de Mércia Nakashima
São Paulo, 14/03/2013, Pop News Brasil



O juiz Leandro Cano leu nesta quinta-feira (14), quarto dia de julgamento, a sentença dos sete jurados, condenando Mizael Bispo de Souza a 20 anos de reclusão, em regime fechado, pelo assassinato da Mércia Nakashima. De acordo com o magistrado, o réu demonstrou “insensibilidade” e conduta “desprezível e repugnante”.



Cano disse ainda que o réu mentiu e tentou desviar as investigações, comportamento que acarreta no aumento da pena. Em razão da reprovabilidade da personalidade de Mizael, o magistrado aumentou a sentença em dois anos e, pelo "desvio de caráter", foi acrescido em mais um ano.



“Não bastassem os tiros, a vítima foi jogada ainda viva em uma represa”, afirmou. "A mentira tem por escopo enganar os jurados.” Ainda na sentença, o juiz acrescentou que o crime "cruel" não se trata de "amor", mas de "delírio de posse". "Sentimento amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, é que faz sofrer."



Confira como foi o quarto dia de julgamento



Antes da votação, defesa e acusação debateram o caso. De acordo com o promotor Rodrigo Merli Antunes, o réu matou Mércia e tinha motivos para cometer o crime. De acordo com a acusação, para tirar o policial reformado da cena do crime, seria preciso que todas as provas presentes no inquérito fossem coincidências.



"O réu Mizael Bispo de Souza matou, sim, Mércia Nakashima e tinha, sim, motivos para isso, se sentia rejeitado, se sentia `o lixo dos lixos` em e-mail trocado [com a vítima] em abril de 2010."



Já o advogado de defesa, Samir Haddad Júnior, afirmou que o seu cliente "é incapaz de matar alguém" e a equipe "desmontou" toda a tese da acusação, chamando de "fanfarrão" o delegado Antônio de Olim, que investigou o caso.



"O doutor Olim chegou aqui com a maior cara de pau. Estou para ver um cara mais mentiroso do que ele", disse. "Precisaram mudar o horário do crime para encaixar as ligações."





Foto: Reprodução

quarta-feira, 13 de março de 2013

Júri de Mizael entra no terceiro dia com testemunhas de defesa




Em alguns computadores é necessário instalar um controle ActiveX para que o vídeo funcione, isso pode ser feito clicando na barra de Informações que aparece no topo do site, e em seguida clicando em "Executar Complemento".


São Paulo, 13/03/2013, Pop News Brasil





O júri de Mizael Bispo de Souza, acusado de matar a ex-namorada Mércia Nakashima, entra em seu terceiro dia nesta quarta-feira (13), no Fórum de Guarulhos, na Grande São Paulo. São esperados depoimentos das testemunhas de defesa, como dois peritos e um fotógrafo.



Ao todo, 11 pessoas depõem no julgamento, sendo que cinco foram chamadas pela acusação e já foram ouvidas. Duas testemunhas de defesa também já prestaram depoimento. Além dos três depoentes que faltam, o juiz Leandro Bittencourt Cano também chamou o perito da polícia Hélio Ramacciotti.



Mizael responde por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, pelo crime ocorrido em maio de 2010. Mércia foi encontrada morta na represa de Nazaré Paulista. A polícia acredita que ela foi assassinada porque o ex-namorado não aceitava o fim do relacionamento.




Foto: Divulgação

terça-feira, 12 de março de 2013

Júri do caso Mércia entra no segundo dia com depoimentos da acusação




Em alguns computadores é necessário instalar um controle ActiveX para que o vídeo funcione, isso pode ser feito clicando na barra de Informações que aparece no topo do site, e em seguida clicando em "Executar Complemento".


São Paulo, 12/03/2013, Pop News Brasil



O júri de Mizael Bispo de Souza entra em seu segundo dia nesta terça-feira (12), com depoimentos de mais testemunhas de acusação. Ao todo, serão ouvidas 11 pessoas, sendo que a mais aguardada é o delegado Antônio Assunção de Olim, responsável pela investigação da morte de Mércia Nakashima.




Na segunda-feira (11), foram ouvidos três depoimentos da acusação: o irmão de Mércia, Marcio Nakashima, o biólogo Carlos Eduardo de Mattos Bicudo e o engenheiro Eduardo Amato Tolezani. Além de Olim, Arles Gonçalves Júnior também deve ser ouvido.



As testemunhas de defesa são Renato Pattoli, perito da Polícia Técnico-Cientfica, o fotógrafo Eduardo Zocchi, o investigador Alexandre Simoni Silva, o perito particular Osvaldo Negrini, e Rita Maria de Souza, amiga de Mizael. O juiz Leandro Bittencourt Cano também chamou o perito da polícia Hélio Ramacciotti.




Mizael responde por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, pelo crime ocorrido em maio de 2010. Mércia foi encontrada morta na represa de Nazaré Paulista. A polícia acredita que ela foi assassinada porque o ex-namorado não aceitava o fim do relacionamento.


  

Foto: Divulgação

segunda-feira, 11 de março de 2013

Mizael Bispo vai a júri nesta segunda pela morte de Mércia Nakashima




Em alguns computadores é necessário instalar um controle ActiveX para que o vídeo funcione, isso pode ser feito clicando na barra de Informações que aparece no topo do site, e em seguida clicando em "Executar Complemento".


São Paulo, 11/03/2013, Pop News Brasil





O policial militar reformado e advogado Mizael Bispo de Souza começará a ser julgado nesta segunda-feira (11), pela morte de Mércia Nakashima, três anos depois do crime. Este será o primeiro júri popular do Brasil a ser transmitido ao vivo pela TV, rádio e internet, informou o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).




Detido desde o dia 24 de fevereiro de 2012, no presídio da PM Romão Gomes, na capital paulista, Mizael, que responderá por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima), alega ser inocente.



O crime aconteceu em uma represa em Nazaré Paulista, interior de São Paulo, no dia 23 de maio de 2010, depois que Mércia desapareceu de Guarulhos. O veículo e o corpo da vítima - que morreu afogada depois de ser baleada de raspão no rosto e nas mãos - foram encontrados nos dias 10 e 11 de junho.




Evandro Bezerra Silva, vigia que teria ajudado Mizael a cometer o crime, também está preso e responde por homicídio duplamente qualificado (meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima), mas só será levado a julgamento popular no dia 29 de julho. De acordo com a quarta versão do seu depoimento, o homem confirmou ter ido buscar o advogado na represa, mas nega que na época tinha conhecimento da morte de Mércia e, por isso, é inocente.



Imagens do julgamento cedidas pela Band




Foto:Divulgação

sexta-feira, 8 de março de 2013

Justiça Eleitoral avalia o pedido de cassação do prefeito de São Joaquim



São Joaquim, 09 e 10/03/2013,Correio Lageano



A Justiça Eleitoral ouviu, essa semana, testemunhas sobre a denúncia de que o prefeito de São Joaquim, Humberto Brighenti, e seu vice, Uladimr Demeciana, teriam comprado votos durante as eleições municipais de 2012.



A denúncia partiu da coligação adversária, São Joaquim no Rumo Certo, a qual afirma ter um vídeo mostrando Brighenti e Demeciano em ação suspeita, dias antes da eleição.



A audiência de inquirição de testemunhas ocorreu na quinta-feira e durou a manhã toda. As testemunhas de defesa e de acusação foram ouvidas e, agora, cada uma das partes terá cinco dias para as alegações finais, do mesmo modo, o Ministério Público terá mais cinco dias. Posteriormente o juiz terá seu prazo para a análise das alegações e o despacho final com a sentença, que poderá ser dada ainda neste mês.



 O advogado do prefeito Brighenti, Luiz Ribeiro de Jesus, preferiu não se manifestar a respeito do processo que corre em segredo de justiça, para não prejudicar o andamento processual, mas afirmou que a defesa já está juntando as provas que a denúncia não tem procedência.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Assassinos de empresário serão julgados em Lages

Matadores de empresário serão julgados em Lages
São Joaquim, 01/02/2013, Correio Lageano



Os acusados estão presos na Unidade Prisional Avançada de São Joaquim



Eduardo da Rosa e Cristiano Garcia da Costa, acusados de matar o empresário Tadeu Lopes em São Joaquim, na Serra Catarinense, serão julgados em Lages. O empresário foi morto em dezembro do ano passado. O crime chocou a população.



O inquérito está tramitando na 1ª Vara Criminal do Fórum de Lages. A transferência ocorreu a pedido do Ministério Público, que concluiu que o crime ocorreu nas proximidades do trevo de acesso a Lages, na SC-438. Assim, considerado que a competência para o julgamento recai sobre o foro onde se consumar o crime, o caso será apreciado em Lages.


Eduardo e Cristiano estão presos em São Joaquim. Eles foram indiciados por latrocínio (roubo seguido de morte). Segundo informações da 1ª Vara, nos próximos dias eles serão citados para apresentar a defesa, que deve ser apresentada 10 dias depois da notificação. Eles não irão a júri popular.



O empresário desapareceu na noite de 18 de dezembro, quando saiu para ir a uma festa com os acusados. Três dias depois, ele foi encontrado morto na localidade de Domingos Borges, cerca de 18 quilômetros distante do Centro de São Joaquim. O corpo foi abandonado em uma ribanceira de aproximadamente 15 metros.



Segundo a polícia, Lopes teria dado indícios que estava com um grande quantidade em dinheiro, motivo pelo qual os acusados anunciaram o assalto e na sequência atiraram contra ele. De acordo com informações, Eduardo e Cristiano eram amigos do empresário, que possuía uma churrascaria em São Joaquim. Os dois confessaram o crime.



Carro da vítima queimou


Além do dinheiro, os acusados iriam levar o carro da vítima para o Rio Grande do Sul. Logo após o assalto, eles passaram pela Ponte das Goiabeiras,  na localidade de São Francisco Xavier, mas chegando ao  estado gaúcho, mudaram de ideia e retornaram pela localidade de São João do Pelotas.



Após passar pela localidade de Arvoredo em direção a São Joaquim, o condutor do veículo perdeu o controle da direção e colidiu contra um barranco. A batida teria ocasionado o incêndio fazendo com que os autores do crime fugissem a pé do local.
Além do latrocínio, eles deverão responder por ocultação de cadáver.



Foto:Divulgação

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Motorista que arrastou e matou jovem será julgado só em 2014

Motorista que arrastou e matou jovem será julgado só em 2014
Lages, 26/10/2012, Correio Lageano



No próximo dia 28, completa um ano o acidente que matou a jovem Valdirene Souza, na época com 23 anos. Ainda assim, Nelci Marcelino de Jesus, de 36 anos, que foi acusado pela morte dela, ainda não foi julgado. O processo tramita no Fórum de Lages, e a primeira audiência sobre o caso vai acontecer somente no dia 23 de abril de 2014.


O acidente ocorreu no bairro Penha, em Lages, por volta da 5h30min. Envolveu a motocicleta Dafra Apache/150, placas MIP-8739 de Lages, conduzida por Elias Alves Branco, e o Chevette placas MBS-9130 de Lages, guiado por Nelci. Valdirene era a caroneira da motocicleta.


Os veículos seguiam pela Avenida Presidente Vargas, sentido Penha, quando o Chevette invadiu a pista da esquerda, colidindo na traseira da moto. Valdirene ficou presa embaixo do carro. O motorista a arrastou por cerca de um quilômetro, deixando um rastro de sangue. Ela morreu na hora.


Após o acidente, Nelci fugiu, mas foi localizado por policiais militares nas proximidades. Ele apresentava visível estado de embriaguez, mas se recusou a fazer o teste de bafômetro.
Diante dos fatos, o motorista foi preso e levado para o presídio regional, onde ficou por somente por seis dias. Ele foi acusado de homicídio simples.




Foto:Arquivo CL