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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Família carente pede ajuda

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Correia Pinto, 21/11/2013 Nossa Terra

 Na semana passada o Jornal Nossa Terra foi procurado pelo senhor Sebastião Teles de Morais, 37 anos, ele solicitou a ajuda do jornal para tentar ajudar a solucionar o problema da família de sua cunhada Patrícia Fernandes Pereira, 27 anos, que há algum tempo tenta construir uma casa, mas, não consegue por falta de condições. Patrícia que mora de favor na casa de parentes no Bairro São Cristóvão é separada, sua única fonte de renda é a pensão que recebe do ex-marido, para conseguir sustentar seus três filhos ela conta também com o benefício do programa Bolsa Família. Patrícia e seus filhos constantemente passam por dificuldades, eles residem em um lote onde habitam três famílias em duas casas, um total de 10 pessoas. Ela pretende construir sua casa neste mesmo terreno, assim conseguirá maior conforto para seus filhos.
Pouco tempo atrás, Sebastião conseguiu algumas madeiras para iniciar a construção, mas a madeira não tinha qualidade nem quantidade suficiente para construir. Sebastião explica que pediu ajuda para alguns políticos, mas não obteve sucesso, a Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação não foi procurada pela família. Eles apelam para a solidariedade do povo correiapintense, para que ajudem com doações de materiais de construção. “Pedimos o auxílio da comunidade para que nos ajude a levantar uma casa para esta família, com um pouquinho de cada um conseguiremos proporcionar mais segurança e conforto, para que Patrícia possa terminar de criar três seus filhos”, ressaltou Sebastião.
Procuramos a Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação que nos informou que não tem conhecimento deste caso. “Nos registros da unidade não há requerimento de casa para inclusão no Programa Minha Casa, Minha Vida e nem solicitação acerca de construção ou reforma. Assim, diante da situação faz-se necessária a presença da solicitante junto a Secretaria, para as providências que o caso requer. Após, a análise pela assistente social, a construção ou a reforma da casa para a solicitante segue para deliberação junto ao Conselho Municipal de Habitação, a qual sendo deferida é executada pela Secretaria Municipal de Habitação dentro da programação anual”, finalizou a Secretária Emy Mesquita.
Interessados em conhecer melhor a família e ajudar podem procurar a família ligando para o número 49 9155-6921.

domingo, 17 de novembro de 2013

Família busca ajuda para fisioterapia

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Curitibanos, 17/11/2013 A Semana/Tatiana Ramos
 
A família de Vilma da Silva, 48 anos, está em busca de auxílio para melhorar sua locomoção e qualidade de vida. Sem os movimentos da perna direita, Vilma não consegue andar e necessita do apoio do filho Everaldo, de 17 anos, para necessidades do dia a dia.
“Sofremos um acidente há sete anos e minha mãe teve uma fratura de fêmur. Mesmo após um implante de platina e uma cirurgia para colocação de um fixador, ela não consegue andar”, relata Everaldo.
Segundo ele, a mãe teve rejeição à platina e, há dois anos, precisou passar por uma cirurgia para retirada da placa de metal e colocação do fixador, no entanto, não recuperou os movimentos. Para que volte a andar, ela precisa de acompanhamento de fisioterapia, mas a família não tem como arcar com as despesas de um profissional. “O valor é alto e não temos como pagar, por isso, estamos contando com pessoas que possam nos ajudar”, finalizou Everaldo.
Quem puder colaborar com Vilma pode entrar em contato com Everaldo pelo telefone (49) 8426-3515 ou diretamente na casa da família, na Rua Arthur Lemzer, 80, no bairro São Luiz.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Família arrecada fundos para cirurgia

Família arrecada fundos para cirurgia
Lages, 14/11/2013, Correio Lageano, por Núbia Garcia




Operar os joelhos e voltar a fazer as coisas simples do dia a dia, como caminhar pelas ruas do seu bairro ou subir escadas. Este é o sonho da vendedora Fernanda de Souza Mota, de 21 anos. Para realizá-lo, sua família não tem medido esforços. Com o objetivo de arrecadar os R$ 10 mil para uma cirurgia reconstrutiva, os pais da jovem estão promovendo um brechó, que acontece nesta quinta-feira (14), até as 19 horas, no salão da Igreja Santa Cruz.





Aos 10 anos, Fernanda começou a sentir fortes dores nos joelhos, que não cessavam. Os médicos logo constataram o problema: a menina estava desenvolvendo uma doença degenerativa.





Além das dores, deslocamentos e problemas como derrame, fizeram a jovem deixar de praticar qualquer tipo de atividade física, e ela  passou a visitar o hospital com frequência. “Quando era menina, precisou até mesmo parar de fazer as aulas de educação física na escola. Desde quando descobrimos o problema, ela nunca mais conseguiu fazer coisas que as pessoas da idade dela fazem normalmente, como ir à academia”, conta a mãe, Lurdes de Souza Mota.





Desde a descoberta do problema, a família tenta uma cirurgia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Sem sucesso e com a situação se agravando, os pais de Fernanda decidiram realizar o procedimento com médicos particulares. A parte complicada é que a cirurgia vai custar cerca de R$ 5 mil por perna. “Vai ser difícil, mas minha filha merece voltar a ter uma vida normal”, afirma a mãe.





A Cirurgia

Segundo Lurdes, os médicos afirmam que com a intervenção cirúrgica, Fernanda deixará de sentir dores e conseguirá caminhar normalmente. “Hoje ela só caminha dentro do trabalho dela e tomando vários remédios para suportar a dor, no mais ela não pode fazer esforço nenhum”, explica.




A primeira cirurgia de Fernanda, que é a mais velha de três filhas, será no joelho esquerdo e está marcada para o dia 26 deste mês, em uma clínica particular de Lages. O outro joelho só poderá ser operado cerca de 60 dias após a primeira, mas a família ainda não sabe se conseguirá dinheiro o suficiente para fazer os dois procedimentos. “Vamos fazer uma e depois a gente vê se vai ter dinheiro para fazer a segunda”.





O brechó beneficente para arrecadar dinheiro para a cirurgia de Fernanda foi organizado por seus pais, Lurdes e Francisco. Eles adquiriram roupas e calçados novos no varejo, a preços bem baixos e revenderão para angariar fundos.





Brechó

 No brechó tem roupas e calçados novos, tecidos, brinquedos, utensílios domésticos e artigos para casa.

O bazar acontece no salão da Igreja Santa Cruz até as 19 horas de hoje.



Foto:Núbia Garcia

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Família precisa de ajuda

  Lages, 11/11/2013 Gazeta Serrana
 
O incêndio que aconteceu no sábado (9). por voltas das 16h, no bairro Cruz de Malta, em Lages, acabou destruindo tudo que uma família tinha para se viver. Segundo informações do site Notícia no Ato, o Sr. Enio Antonio dos Santos, sua esposa e mais 3 filhos, precisa da ajuda de pessoas solidárias como nós. Os filhos tem, 9, 6 e 4 anos de idade, ou seja, são todos menores, e não tem condições alguma de poder ajudar a reconstruir a casa novamente do zero.


As informações passadas para a reportagem do blog foi que, o que sobrou foi somente a roupa do corpo, o resto foi tudo destruído pelo fogo. Quer ajudar? Entre em contato com o Sr. Enio, morador da casa que ficou completamente destruída. (49) 9956-7930



quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Morador de Palmeira pede ajuda para reforma de sua casa

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Palmeira, 05/11/2013 Rubiane Lima/Correio Otaciliense
 
 “Eu só quero poder ter segurança na minha casa, nunca pedi nada a ninguém, sempre trabalhei, mas agora preciso de ajuda, pois sozinho não consigo arrumar onde moro”, assim lamenta José Fidélis, que há aproximadamente 30 anos mora nas margens da SC 114, próximo ao trevo de acesso de Palmeira.
Ele conta que o terreno onde mora foi cedido pelo proprietário, para que ele fizesse uso e morasse sem tempo determinado para a devolução, mas a casa está com as madeiras bastante danificadas pelo tempo e segundo o morador, correm o risco de desabar a qualquer momento.
Fidélis lembra que trabalhava em uma fábrica, mas acabou machucando sua coluna, ficando licenciado por problemas de saúde.
“Já faz mais de dois meses que não recebo meu salário que recebia há quase sete anos, estou vivendo com a ajuda dos filhos que mandam cesta básica e ajudam a gente como podem”, lamenta também, dizendo que não pode fazer esforço físico por conta de seu problema de saúde.
A esposa de José, Maria dos Prazeres de Lima, explica que sofre de problemas no coração e toma remédios controlados.
“A gente não quer prejudicar ninguém, só estamos precisando de ajuda e estamos com a casa aberta para quem quiser vir conhecer a nossa realidade, pois assim não podemos mais viver”, diz. Fidélis informa que se assusta quando escuta barulho de trovões.
“Ficamos com medo com qualquer barulho, quando vemos que vai chover forte e tem muito vento, temos que levar nosso colchão para a parte mais firme da casa, pois temos medo que tudo caia em cima da gente”, cita.
Da mesma forma, o morador da Avenida Alexandre Murara, no bairro São Luiz, José Araújo pede ajuda para refazer sua residência que também alega estar caindo. José mora com o filho e conta que após o período de chuvas a casa ficou ainda mais danificada.
“Já não temos banheiro, usamos patente, agora com a chuva as telhas quebraram, está tudo molhando, não temos água encanada e estamos aguardando uma solução”, conclui.
Segundo o prefeito José Valdori Hemkemaier, há um projeto realizado pelo município, onde a prefeitura paga toda a mão de obra para reforma e construção de casa e o morador paga apenas o material.
“Estamos disponibilizando carpinteiros e pedreiros da secretaria de obras para este trabalho, basta o morador vir até a secretaria de assistência social, preencher seu cadastro e aguardar seu protocolo de atendimento, a ordem de chegada é que vai definir quando a casa receberá os profissionais”, informa.
Além disso, Durica deixa claro que está tramitando projeto em parceria com a COHAB, onde é feito um cadastro da família, através da secretaria e ele pode receber a quantia de R$ 5 mil para reforma, ou R$ 10 mil para construção, não havendo custo algum para a família.
Desde o dia 1º estarão abertas as inscrições para casa nova e até esta sexta-feira, 25, para reformas. Maiores informações podem ser conseguidas na secretaria de assistência social, que pede que os moradores acompanhem seus processos até a conclusão, pois a falta de documentos pode atrapalhar os trâmites para a aquisição dos recursos.

domingo, 3 de novembro de 2013

Famílias da cidade de Painel aguardam ajuda

Famílias da cidade de Painel aguardam ajuda
Painel, 04/11/2013, Correio Lageano




As famílias que ficaram desabrigadas depois do incêndio que aconteceu na tarde do último sábado (02), em Painel, receberam cestas básicas e roupas doadas pela prefeitura do município. Eles, contam, agora, com a solidariedade dos serranos para poderem reconstruir suas vidas.




“Primeiramente procuramos abrigá-las no ginásio, mas como precisam cozinhar e tomar banho, conseguimos casas de parentes, amigos e conhecidos”, lembra a secretária de Assistência Social do município, Karin Amarante.




O incêndio aconteceu por volta das 17 horas de sábado, e atingiu quatro casas na rua Otacílio Amarante, no Centro de Painel.




Segundo o Corpo de Bombeiros, o incêndio provavelmente começou em uma residência de 100 metros quadrados, onde moravam cinco pessoas. O fogo se alastrou rapidamente para outras três casas vizinhas. Duas delas foram totalmente destruídas pelas chamas e uma teve perdas de cerca de 10%. Duas residências eram de madeira, uma de alvenaria e uma mista.



A suspeita do Corpo de Bombeiros é que o incêndio tenha começado devido a um curto circuito. Porém, somente a perícia irá apontar a causa.




Deslocamento | Um sargento do Corpo de Bombeiros conta que para chegar a Painel, os bombeiros levam 15 minutos para atravessar os 30 quilômetros que separam Lages e a cidade. O caminhão usado neste tipo de ocorrência é mais pesado, por isso demorou mais tempo que o normal. Aproximadamente 30 mil litros d’água foram usados para combater as chamas.




Solidariedade| A comunidade está engajada na assistência aos desabrigados e pede a ajuda de toda a Serra Catarinense. Três famílias perderam todos os seus pertences com o incêndio.




Os interessados em auxiliar poderão entrar em contato pelos telefones  (49) 3235-0034 na Secretaria de Assistência Social de Painel ou em Lages pelo telefone (49) 3222-1502, na Drogaria São Sebastião.




Foto: Divulgação

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Funcionários do Santa Clara buscando ajudar o hospital

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Otacílio Costa, 10/10/2013 Correio Otaciliense/ Rubiane Lima
 
 Através de iniciativa dos próprios funcionários, o Hospital Santa Clara, de Otacílio Costa, recebeu o auxílio financeiro de R$ 304,80 na última semana. A copeira Elizete Gomes Ferreira, que já é colaboradora da entidade há 7 anos, foi quem teve a ideia. “Tivemos uma reunião onde foram apresentadas as dificuldades do hospital, nesse dia pediram que os funcionários dessem sugestões do que poderia ser feito para melhorar, foi onde eu tive a ideia”, conta.
Zete, como é chamada, diz que vê de perto as dificuldades e sua atitude veio por ver a necessidade de continuarem os atendimentos. “Não posso nem imaginar essa cidade sem o hospital”, adianta. Diante das necessidades, ela pensou em colocar um cofre em formato de porquinho, onde as pessoas poderiam depositar suas moedas ou o que quisessem para ajudar.
Foram dois meses de arrecadação, sendo o cofre quebrado na manhã de terça-feira, 1º de outubro. A contagem foi feita pelos funcionários que agradeceram a participação de todos, arrecadando R$ 304,80. “Queremos agora colocar uma urna em cada comércio da cidade, pois tudo para nós é bem vindo, qualquer real que vem para nós é de grande valia e juntos podemos ajudar a manter a instituição”, adiantou o chefe de enfermagem, Robson Oliveira Medeiros.
Ele lembra de promoções realizadas em Lages, como forma de Troco Solidário, onde as pessoas deixam seu troco para entidades. “Estamos estudando a melhor forma de fazer isso em Otacílio Costa, pois precisamos despertar a população para a importância de existir um hospital atendendo e salvando vidas no município”, conclui agradecendo a todos que colaboraram.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Criança precisa de cadeira de rodas e cirurgia

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Curitibanos, 27/08/2013 A Semana
 
Mãe de Kelly busca auxílio para facilitar o desenvolvimento da menina
A dona-de-casa Eliane da Veiga, 33 anos, moradora do bairro São José, está à procura de auxílio para a filha Kelly Kaethlyn Veiga, 5 anos, que tem paralisia cerebral e microcefalia. Ela precisa de uma cadeira de rodas, além de uma cirurgia de luxação nos quadris.
Segundo Eliane, Kelly, que frequenta a Apae de Curitibanos desde que nasceu, está em fase de crescimento e precisa dessa cirurgia para correção dos quadris. Como está em crescimento, a menina sente dores e precisa de aplicação de botox para amenizar o problema. “O cirurgião que consultamos comentou que, caso ela não faça a cirurgia, poderá ficar com o pouco de locomoção que tem totalmente comprometido, além do estímulo motor que já recebeu”, salientou a dona-de-casa.
Para cuidar da filha, Eliane deixou de trabalhar, mas os gastos com Kelly são altos e, por isso, ela também está buscando trabalho. “Eu conciliaria o trabalho e os cuidados, mas ainda precisamos da cirurgia. Não sabemos o valor total, mas não dispomos de recursos”, lamentou.
Em fila de espera pelo SUS para a cirurgia e para recebimento da cadeira de rodas, Eliane já perdeu as esperanças de conseguir que a filha passe pelo procedimento antes que o problema se torne irreversível. “Uma das dificuldades é a locomoção. Não tenho como deixá-la sozinha, pois depende exclusivamente de mim, por isso, uma cadeira ajudaria muito”, destacou.
Interessados em ajudar Kelly podem entrar em contato com a família pelo telefone (49) 9114-0291, com Tania da Veiga, avó de Kelly, depositar qualquer valor na agência 0571, da Caixa Econômica Federal, conta 0003023-0, ou, ainda, procurar Eliane na Rua Laveriano Rodrigues França, 635, bairro São José.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Família que teve casa queimada precisa de ajuda

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Curitibanos, 02/08/2013 A Semana

A família de Antonio Nildo da Luz, 46 anos, está precisando de ajuda para reconstruir a residência que pegou fogo, no bairro Getúlio Vargas,  por volta das 5h50’, de sexta-feira (26). Além de perder tudo no incêndio, a família ainda lamenta a morte de Sebastião Inácio Ribeiro, 70 anos, que não conseguiu sair do local e morreu carbonizado.
Os bombeiros de Curitibanos estão realizando levantamentos sobre as causas que iniciaram o fogo e o relatório deverá ser apresentado em 30 dias.

Após o sinistro, várias pessoas voluntárias, União das Associações de Bairros (UAB), Secretaria de Ação Social e Habitação e a Defesa Civil estão mobilizadas para arrecadar alimentos, produtos de higiene, roupas, móveis e eletrodomésticos. Materiais de construção também estão sendo arrecadados. Pessoas que queiram contribuir podem entrar em contato pelo telefone (49) 3241-1254.


A matéria completa sobre o sinistro está disponível na edição impressa de hoje, sexta-feira (2).

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Agora é Tia Bira quem precisa de solidariedade

Agora é Tia Bira quem precisa de solidariedade
Lages, 12/07/2013, Correio Lageano, por Suzani Rovaris



Ela passou a vida toda prestando serviços sociais com as crianças.





Com um dom para cuidar de crianças, Alzira da Silva, mais conhecida como Tia Bira, passou a vida prestando serviços sociais. Hoje, é ela quem precisa de auxílio. Aos 78 anos, passa seus dias na cama aos cuidados dos filhos adotivos. Vive da aposentaria, mas a renda não é suficiente para as despesas com remédio, higiene pessoal e alimentação.



Há muito tempo, Tia Bira cuidou de crianças. Não teve filhos biológicos, mas já abrigou mais de 100 debaixo de um mesmo teto. Com 14 anos, ajudava a mãe a cuidar dos filhos de outras pessoas que saiam para trabalhar, na maioria prostitutas. Muitas nunca voltaram para buscá-los. Aos 20 anos, a mãe morreu e toda a responsabilidade ficou para Alzira.


Tia Bira abrigou centenas de crianças de zero a 7 anos e cuidou de todas elas. Na época, década de 1980, a sociedade de Lages se comoveu com os serviços que ela prestava e promoveu campanhas de donativos para ajudá-la. Em 1993, Tira Bira recebeu novamente o apoio de membros da sociedade para abrir uma instituição filantrópica.



Naquela época, as crianças ficavam em tempo integral na instituição e tinham acompanhamento de alunas do magistério que faziam estágio. A partir de 1994, a frequência passou a ser apenas diurna. À noite, em feriados, fins de semana e férias, os pequeninos ficavam com Tia Bira.



Em 2003, foi acordado um contrato de comodato com a Prefeitura de Lages e a escola passou a atender outras crianças dos bairros Santo Antônio, Morro Grande, São Luiz e Centenário, com professores formados. A partir de 2006, a escola passou a ser inteiramente do município e denominada como Centro de Educação Infantil (Ceim) Tia Bira.



O que era apenas um abrigo para crianças passou a ser uma instituição escolar com seis turmas com idade entre zero e 6 anos. O corpo docente é formado por 14 professoras que compõem um quadro de quase 30 funcionários. Os alunos são estimulados pedagogicamente para a alfabetização, além da coordenação motora para desenvolverem a escrita e a linguagem.



Adotivos retribuem o carinho recebido


Depois de muitos anos, agora é Tia Bira quem recebe ajuda de seus filhos adotivos e netos, além de pessoas anônimas. Mesmo assim, o salário mínimo que recebe da aposentadoria não é suficiente  para a alimentação, remédios e fraldas geriátricas.



Quando perguntado do que ela precisava, Tia Bira relutou em responder, pois diz que não se sente bem em pedir, mas reitera que precisa de alimentos. Outra doação necessária seria uma cadeira de banho, pois ela não consegue mais ficar de pé. São os filhos e netos que limpam ela na cama. As doações de alimentos ou outros objetos podem ser levados até sua residência.



(49) 3223 8705 é o telefone de contato para quem estiver disposto a ajudar Tia Bira.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Bebê com síndrome rara precisa de ajuda


Bebê com síndrome rara precisa de ajuda
Lages, 16/05/2013, Correio Lageano


Família busca recursos para levar a filha a Curitiba para tratamento




A pequena Helena Maria Paes Beckert vai completar quatro meses de vida no próximo dia 18. Ela nasceu com a Síndrome de Chiari 2 e por isso os seus pais, Anderson Fabiano e Roselene Beckert, se revezam nos cuidados com a filha. Os dois estão sem trabalho e, para conseguir arcar com os custos do tratamento, a família conta com a ajuda de doações, apoio de vizinhos e amigos.



Helena nasceu com espinha bífida, também conhecida como mielomeningocele, que é uma má formação no sistema nervoso central. O problema foi detectado quando Roselene estava no sétimo mês de gestação.



A mãe foi encaminhada a Florianópolis, onde deu à luz. Helena foi operada após o nascimento. Depois da operação ela começou a apresentar sintomas da Síndrome de Chiari 2. “Só depois descobriram que ela tinha a síndrome de Chiari 2, toda a criança que tem mielo, tem essa síndrome”, explica a mãe.



A expectativa de vida dada pelos médicos para Helena é de dois anos. No entanto, Roselene está confiante de que a filha vai superar as expectativas dos médicos, pois desde que passou a se tratar em casa, tem apresentado boas melhoras. “Graças
à fisioterapia ela está mexendo os dois bracinhos,  está tendo um pouco de sensibilidade nos pés”, afirma.



A pequena  se alimenta através de sonda, respira por meio de aparelhos, precisa de leite, curativos e fraldas especiais, fazer fisioterapia e fonoaudiologia, além de ser monitorada constantemente. Para manter tais cuidados a família pede doações. “O leite que ela toma é caríssimo e tem uma pessoa que nem se identifica que está mantendo o leite dela”, conta a mãe.



No Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, existem médicos que já trataram de outros bebês com a  síndrome. Roselene espera conseguir levar a filha para lá em busca de um tratamento que melhore a sua qualidade de vida da filha.



Segundo ela, tanto em Lages, quanto em Florianópolis, médicos e hospitais não têm conhecimento e meios para tratar a doença, considerada rara.



O pai Anderson conta com o seguro desemprego para manter as despesas mínimas da casa. Ele explica que não tem condições de procurar trabalho, pois precisa ficar ao lado da esposa e da filha o tempo todo. “Minha mulher precisa muito da minha ajuda, só ela não dá conta, tem serviço braçal, quando precisa trocar o oxigênio e ela não consegue, no serviço da casa, fazer o mamá, é complicado”, explica.



A Associação de Moradores do Bairro Popular está promovendo jantar no dia 15 de junho, no salão da Igreja do Caravágio. O presidente da associação, José Ferreira Machado, explica que a situação financeira da família é complicada e o dinheiro arrecado será usado para encaminhar Helena para Curitiba. “A gente está tentando buscar ajuda para tentar dar um pouco de conforto para ela”, acrescenta. Quem quiser ajudar a família pode entrar em contato pelos telefones 8408-3145 ou 99793225.




O que é a Síndrome de Chiari 2

  • A doença consiste na formação do cérebro que comprime a espinha. A má formação se concentra na área onde há a união da cabeça com o pescoço.
  • Os sintomas apresentados por Helena são estridor laríngeo (som estridente produzido pela passagem do ar na laringe obstruída)  aliado a ocorrências frequentes de apneia, paralisia das cordas vocais, movimentos de respiração e deglutição trancados.
  • Em alguns casos a síndrome pode surgir na idade adulta. No caso de Helena a síndrome acontece em decorrência da espinha bífida.



Jantar beneficente

  • Quando: 15 de junho, às 19 horas
  • Onde: Salão da Igreja do Caravágio
  • Contribuição: R$ 15,00



INTERESSADOS EM AJUDAR PODE ENTRAR EM CONTATO PELOS TELEFONE

8408-3145 ou 99793225




Foto:Joana Costa

sábado, 4 de agosto de 2012

Incêndio destrói casa e moradores precisam de ajuda

Incêndio destrói casa e moradores precisam de ajuda
Lages, 04 e 05/08/2012,Correio Lageano




Um incêndio na segunda-feira (30), no bairro Copacabana, assustou a vizinhança. Os moradores da casa tinham saído e o fogo destruiu quase todos os cômodos da casa. O filho do casal de idosos que mora na casa, Arli Coelho, pede ajuda para os pais que precisam de roupas, cobertores e lençóis. As doações podem ser feitas pelo telefone 3222-1501 com Arli, ou 9947-0344.

 Foto: Divulgação