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quinta-feira, 20 de março de 2014

Professores da rede municipal de ensino de Lages rejeitam proposta

Lages, 21/03/2014, Correio Lageano



Os profissionais em educação da rede municipal de ensino de Lages rejeitaram a proposta de reajuste de 8% oferecido pela administração municipal. A categoria exige que o índice de reajuste seja o piso salarial do magistério definido pelo Ministério da Educação (MEC), conforme determina a Lei do Piso (Lei 11.738/2008), de 8,32%.




A contraproposta da administração municipal foi recusada pela categoria na Assembleia realizada na noite de quarta-feira, no Teatro Marajoara, pelo Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel).



O Sindicato apresentará a decisão da assembleia para o Executivo nos próximos dias.Os profissionais em educação pedem que o índice de 8,32% seja pago retroativo a janeiro, podendo o pagamento ser parcelado até o mês de junho. E também que o vale alimentação passe a ser de R$ 200. Atualmente o município paga R$ 100. A categoria se reúne novamente no dia 24 de março, às 19 horas, no Marajoara, e em segunda chamada às 19h30.



Segundo o chefe de Gabinete da Prefeitura de Lages, Wolnei Constante, por enquanto a administração municipal analisa contrapropostas para apresentar à categoria.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Professores ACTs devem permanecer até dezembro

Professores ACTs devem permanecer até dezembro
Lages, 14/06/2013, Correio Lageano




A fim de atender uma solicitação da Secretaria de Educação e do Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel), o prefeito Elizeu Mattos assinou ontem uma portaria que prorroga o contrato dos professores e agentes admitidos em caráter temporário (ACT) até o dia 13 de dezembro deste ano.



A princípio, as contratações chegariam ao fim agora no mês de julho. “Esta ação dá maior segurança para todas as partes envolvidas e tempo para a administração elaborar um processo seletivo para 2014”, afirma Elizeu Mattos.



Ele confirmou a decisão durante reunião com a secretária de Educação, Marimilia Coelho, a presidenta do Simproel, Silvana Arruda Lucena, a tesoureira do sindicato, Marilsa Gobetti, e o líder do governo na Câmara de Vereadores, Rodrigo Silva, que representava todos os vereadores da bancada de situação. Para a presidente do Simproel, a prorrogação dos contratos é altamente benéfica a todas as partes envolvidas. “A possibilidade de todos os ACTs serem desligados agora em julho causava uma insegurança nos profissionais.



Elizeu Mattos adianta, ainda, que vai aproveitar este segundo semestre para organizar o ano letivo de 2014 em diante. “Com a prorrogação dos contratos dos ACTs ganhamos tempo para elaborar um processo seletivo”.



Foto: Sandro Scheuermann/Divulgação

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Greves do funcionalismo não prosperam



Greves do funcionalismo não prosperam
Lages, 26/04/2013, Correio Lageano, por Afonso Rodrigues



Servidores aceitam abono de R$ 130. Professores ainda pleiteiam reajuste de 7,97%, mas outras demandas são atendidas



Nas duas greves que ameaçaram paralisar as atividades dos funcionalismo municipal nesta semana - uma dos professores, e outra dos servidores -, chamou a atenção o rápido desfecho das mobilizações. As greves duraram, juntas, cerca de 4 horas.



As decisões do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais  (Sindisev) e Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel) foram tomadas depois que a Prefeitura de Lages ofereceu abono salarial de R$ 130 reais, a partir de junho, para os dois segmentos.



Os profissionais da Educação, porém, sinalizaram que as principais motivações para o fim da greve foram outros pontos acordados entre as partes, como a extensão de seis horas noturno dos educadores que cumprem período integral nos Centros de Educação Infantil, além de liberação de 100 % da hora-atividade para professores do ensino fundamental, e vacinação dos professores contra a gripe.



Para a presidente do Simproel, Silvana Arruda, o acordo foi costurado depois que um diálogo entre prefeitura e profissionais da Educação foi retomado. “Algumas pautas e demandas de muitos anos foram colocadas na mesa e houve o acerto da prefeitura. Buscamos sempre o diálogo e sabemos que uma paralisação prejudicaria muito os estudantes”, afirma a professora.     



A secretária da Educação, Marimília Costa Coelho, afirma que essa medida reforça a valorização do profissional como um todo. “Sabemos que a questão salarial é justa, mas já explicamos que não temos como pagar o reajuste de 7,97%. Ficamos felizes com o fim da greve, enfim”, afirma. 



Reposição salarial ainda será discutida 


A presidente do sindicato se posiciona na mesma linha da secretária, apesar de demonstrar que permanece o desconforto entre o valor oferecido de abono e a reivindicação da categoria. “Ficou claro que os professores não ficaram contentes com o desfecho. Esse valor de R$ 130 não teve impacto nenhum”, afirma. “De toda forma, agora que o canal de comunicação foi reaberto entre os servidores e a prefeitura, não vamos abrir mão de pleitear o reajuste de 7,97% que achamos justo”, conclui.



 Silvana afirma não haver qualquer relação entre o fim da greve dos professores, definida em assembleia ontem, e o encerramento da paralisação dos servidores públicos, na segunda-feira. “Sempre afirmamos que tínhamos hora e data para iniciar o movimento, e decidimos por encerrá-lo numa atitude soberana, sem interferências”, ponderou.




  • 23/03 Professores sinalizam, em assembleia, primeira ameaça de paralisação caso não haja o reajuste de 7,97% na folha de pagamento. Prefeitura diz ser inviável o pagamento


  • 08/04 Professores protestam em frente à prefeitura, esperando manifestação do Executivo sobre lista de reivindicações encaminhada. Permanece impasse sobre o reajuste.


  • 18/04 Após Assembleia, professores entram em estado de greve. Paralisação programada para quinta-feira (25), após abono de R$ 122 ser rejeitado pela categoria. Valor também oferecido às demais categorias do serviço público.



  • 22/04 Inicia greve do Sindserv, que dura apenas meia-hora. Servidores aceitam proposta de abono de R$ 130 na folha de pagamento do mês de junho.



  • 25/04 Professores decidem encerrar a greve, depois de pouco mais de três horas de paralisação. Assembleia aceita abono de R$ 130, além de algumas reivindicações acordadas.



Foto: Suzane  Rovaris

Escolas municipais estarão abertas nesta quinta-feira



Escolas municipais estarão abertas nesta quinta-feira
Lages, 25/04/2013, Correio Lageano




“Se for necessário a secretaria [de Educação] vai contratar professores em caráter emergencial para evitar que os alunos percam aulas”. A afirmação é da secretária de Educação Marimilia Coelho, se referindo à possibilidade de que os professores da rede municipal possam aderir a uma greve a partir de desta quinta-feira (25) Segundo ela, mesmo que isto aconteça, as escolas estarão abertas para receber os alunos.



De acordo com a secretária, como a pasta ainda trabalha com hipóteses, pois não sabe quantos profissionais poderão aderir à greve, diversos professores que não foram contratados já estão de sobreaviso e, caso seja necessário, serão contratados em caráter emergencial e temporário.



Para Marimilia, neste momento a situação é delicada, pois é preciso respeitar o direito dos professores quanto às reivindicações, sem deixar de atender aos alunos. “Temos que garantir que as negociações vão avançar, mas não podemos deixar os alunos perdendo aula”, diz.



Segundo ela, as escolas não estarão fechadas, mesmo que a greve se inicie, pois todos os diretores têm obrigação de abrir as unidades (escolas e creches). “Estaremos com plantão na secretaria para auxiliá-los. Se faltarem professores faremos o encaminhamento e, se a paralisação persistir já estamos de sobreaviso para as contratações”.



A categoria está na iminência de uma greve porque ainda não recebeu proposta de reajuste salarial que atenda às exigências. A prefeitura ofereceu um abono de R$ 130,00. O Sindicato dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel) decidiu não aceitar.


Eles exigem um aumento que reponha a inflação, que foi de 5,7%. “Neste início de gestão as coisas estão complicadas, e a prefeitura ofereceu o abono. A negociação está sempre aberta. Mas entendemos que está havendo uma precipitação, porque a greve é uma decisão que tem que acontecer em última instância, para evitar desgastes”, analisa Marimilia.


Na quarta-feira (24)  à tarde, a presidente do Simproel, Silvana Lucena e a vice, Elaine Moraes, estiveram com o prefeito e secretários para uma nova negociação. De acordo com o sindicato, uma posição oficial sobre a paralisação deverá sair na manhã desta quinta-feira (25) quando os professores se reunirão em assembleia.



Pausa nas aulas para discutir diretrizes



Professores da rede municipal de ensino participaram ontem do Dia da Parada da Conae, evento promovido em toda a rede pública de ensino (municipal e estadual), para dar início ao debate dos temas que serão apresentados na Conferência Nacional de Educação (Conae), que acontece em fevereiro do ano que vem.



Por causa deste evento, as escolas não tiveram aula durante todo o dia de ontem e receberam a comunidade escolar para debater ideias e ouvir reivindicações.
Na Escola Municipal de Educação Básica Dom Daniel Hostin, no bairro Dom Daniel, o tema escolhido para ser debatido foi “Qualidade da Educação: Democratização do Acesso, Permanência, Avaliação, Condição de Participação e Aprendizagem”.



Durante todo o dia de ontem, o tema foi debatido com a comunidade. “A resposta da comunidade foi positiva e houve grande participação”, avalia a professora Danielle Pavan.
A abertura das palestras na escola foi feita pela técnica em Desenvolvimento Regional da Gerência Regional de Educação (Gered) em Lages, Dalmira Ramos. “É importante que a comunidade escolar, principalmente os pais e os alunos que ainda não tiveram uma participação efetiva na Conae, saibam qual a importância da sua participação e presença neste dia de hoje para abertura dos trabalhos”.



Foto: Núbia Garcia

terça-feira, 23 de abril de 2013

Sindicato dos professores quer negociar com o prefeito



Lages, 24/04/2013, Correio Lageano



Após reunião de diretoria, na noite de terça-feira (23) o Sindicato dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel) decidiu que não aceita a proposta do abono de R$ 130,00 oferecido pela Prefeitura de Lages e pede a reposição da inflação, de 5,7%. “Aceitamos, inclusive, negociar a forma como esse valor vai ser pago”, argumentou a presidente do sindicato, Silvana Lucena.



Ela disse que a categoria quer evitar a greve, está programada para iniciar nesta quinta-feira (25) na rede municipal, mas que quer negociar e pede para conversar diretamente com o prefeito Elizeu Mattos. “Negociamos com os secretários, sabemos que eles falam em nome do prefeito, mas gostaríamos de falar diretamente com o Elizeu”, pediu.




Foto:Arquivo /CL

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Prefeito ameaça demitir professores grevistas


Até parece que Elizeu se inspirou no líder revolucionário Ernesto Guevara de la Serna, o Che, quando consultado pelo blog sobre como será tratada a greve declarada pelo Simproel, depois do acordo feito com os servidores na tarde de segunda-feira, quando a negociação resultou no fim do movimento.

Merendeiras

Não vou admitir jamais que falte comida para as crianças na creche, por isso, se alguma merendeira faltou com sua responsabilidade, será penalizada, seja com processo administrativo ou com demissão (se for contratada), afirmou o prefeito.

Professores

Elizeu foi mais enfático ao dizer que não é contra a greve, mas que vai manter o pulso firme. “Quem faltar em sala de aula ou na creche terá seu ponto cortado, e o professor que faltar, será imediatamente substituído, pois temos uma pilha de currículos de pessoas prontas para assumir essa função”, garantiu.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Prefeitura aposta em baixa adesão à greve



Lages, 20 e 21/04/2013, Correio Lageano



Servidores municipais param nesta segunda-feira e o magistério na quinta.



A Prefeitura de Lages prevê baixa adesão à greve dos servidores. A perspectiva é do Secretário de Administração de Lages, Pedro Marcos Ortiz. Neste semana, os servidores municipais decidiram parar a partir de segunda-feira e os professores a partir de quinta. Dentro do quadro da educação, o secretário acredita que merendeiras e motoristas não devam paralisar as atividades.



De acordo com Ortiz, não há possibilidade de atender à principal reivindicação do Sindicato Municipal dos Profissionais da Educação de Lages (Simproel), que é a reposição salarial de 7,95%. “O município tem o posicionamento de responsabilidade com os números, com a gestão e com os gastos. Os professores exigem o repasse na carreira, que é 7,95%, mas achamos impossível pagar, até porque foi demonstrado que há uma deficiência orçamentária”, comentou.



Uma das principais questões que geraram perdas, de acordo com o secretário, foi a queda de 58% no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), afetando a Receita Corrente Líquida. “Dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal, existe um limite percentual para o empenho da folha de pagamento. Projetamos o índice em cima de uma receita. Quando a receita não atinge o previsto há um afunilamento desse índice”, disse.



O que é possível fazer, afirma Ortiz, é o repasse do abono salarial proposto, de R$ 122, 00 “Hoje, o que é possível, para ser mais justo com as categorias, foi transformar isso em abono a partir de junho”, avalia.



A proposta busca aproximar o piso e o teto dos servidores, com um empenho de forma permanente e incorporado ao salário em janeiro de 2014. Os servidores municipais, porém, lembram que a última proposta foi rejeitada pelo sindicato.  



Setores essenciais não devem parar



Áreas primordiais, como saúde e limpeza urbana, não devem ser afetados. “Ainda precisamos tomar o posicionamento da Secretaria da Saúde, mas o indicativo é de que não haja paralisação dessas áreas”, afirmou Ortiz.



Foto: Afonso Rodrigues

Professores municipais vão entrar em greve



Professores municipais vão entrar em greve
Lages, 19/04/2013, Correio Lageano


Magistério de Lages para na próxima quinta-feira e se soma aos demais servidores que haviam decidido paralisar na segunda



Em Assembleia realizada na noite de quinta-feira (18), o Sindicato Municipal dos Servidores em Educação de Lages (Simproel) decidiu começar greve na próxima quinta-feira. A decisão segue entendimento do Sindicato dos Servidores Municipais de Lages (Sindiserv) que votou na terça-feira, também, pela paralisação.




Para a presidente do sindicato dos educadores, Silvana Lucena, a categoria esgotou as possibilidades de acerto com a prefeitura de Lages. “Aguardamos um retorno, o que não aconteceu. Na última segunda-feira, recebemos o documento que não atendeu ao que esperávamos. O sindicato tentou a conciliação”, disse.




Na tarde de ontem o Simproel recebeu novo ofício da Secretaria de Educação nos mesmos termos daquele recebido pelo Sindiserv, que oferece abono de R$ 122,00 a partir de junho de 2013. A medida valeria para todas as categorias, menos aos comissionados.



A categoria teve que decidir entre duas possibilidades: votar pelo início da greve ou decidir pela judicialização da causa, o que acabou não ocorrendo. A principal reivindicação do sindicato é o reajuste de 7,97 % na folha de pagamento.  
“Essa proposta generalizou todos os servidores da cidade”, comentou, com indignação, Silvana.




Ainda não foi decidido como será a convocação dos servidores ou mesmo onde ocorrerá a mobilização dos grevistas. A secretária de Educação de Lages, Marimília Coelho, espera uma comunicação oficial do sindicato  para se posicionar. “Hoje foi feita a proposta do abono salarial, e sempre estamos abertos à negociação”, afirmou.



Prefeitura rebate



O secretário de Administração, Pedro Marcos Ortiz, argumenta que, para a maioria dos servidores o abono representa mais do que o reivindicado pelo sindicato. “Para aqueles que ganham salário mínimo, o aumento real seria de 28,61%, considerando-se os vencimentos do mês de dezembro de 2012”, exemplificou. “É claro que para quem ganha R$ 10 mil, o abono não representa muito, mas o fato é que 82% dos servidores ganham até R$ 2 mil, mais R$ 210 em vale-alimentação. Essas pessoas seriam as mais beneficiadas. Estamos tentando construir novas políticas para diminuir as diferenças entre o maior e menor salário”, explicou.



Foto: Afonso Rodrigues

terça-feira, 9 de abril de 2013

Magistério faz manifestação



Magistério faz manifestação
Lages, 09/04/2013,Correio Lageano



O protesto foi em frente à prefeitura de Lages.



A diretoria do Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação (Simproel) organizou uma mobilização ontem, na frente da Prefeitura de Lages. O principal objetivo dos educadores é um reajuste de 7,97% na folha de pagamento.



Hoje, nenhum professor recebe menos do que o piso de R$ 1.567, mas quem ganhava aquém deste valor teve o salário elevado para este patamar. O objetivo da categoria é que todos recebam mais que o valor inicial. De acordo com o Simproel, o aumento só foi concedido para quem ganha o piso. Nesta condição, pouco mais de 200 servidores foram beneficiados. Grande parte da categoria, em torno de 1.900 servidores, não foi atingida pelo reajuste.



Para Silvana Arruda Lucena, presidente do Sindicato, a educação deve ser uma referência nos projetos municipais. “Até o momento, a prefeitura não se manifestou sobre o assunto. Mandamos uma pauta de reivindicações para o prefeito com 30 cláusulas. Dessas 30 cláusulas, uma já foi negada, que é do índice de reajuste do piso na carreira dos professores”, comentou.



Além do aumento, outras demandas entraram nas propostas enviadas ao executivo de Lages no último dia 28 de março. Entre elas, a vacinação contra a gripe H1N1 e a liberação dos professores para fazer mestrado, o que ainda não foi autorizado pela novo governo municipal.



“Não queremos parar”, dizem professoras



Professoras da escola municipal Osni de Medeiros, Francis Karine e Franciele Pereira Paz apoiam o movimento pelo aumento salarial do magistério. “Queremos que haja o reajuste correto. Desde o começo do ano estamos reivindicando. É mais do que justo”, comento Karine, que dá aula de Artes.



Docente de matemática, Franciele protestou contra o que chamou de atitude eleitoreira da administração: “Antes das eleições, o prefeito se reuniu com o sindicato, falando que iria colocar 100% de acréscimo na hora-atividade  e manter o aumento salarial. Temos foto e documento provando que ele iria fazer tudo o que tinha falado.



O município não parou. Não queremos parar, porque não queremos prejudicar nossos alunos”, afirmou. A Secretária de Educação de Lages, Marimilia Casa Costa Coelho, avaliou o protesto. “O prefeito não tinha prometido. Ele disse que ia ver a possibilidade. Estamos pensando em propostas para as reivindicações, mas não temos nada definido ainda. Com os benefícios de carreira, os professores ganham cerca de 30% a mais. Ninguém recebe menos que o piso”, comentou.




Foto: Afonso Rodrigues