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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

SindServ precisa de uma bandeira nova

Lages, 18/11/2013 Milton Barão

No meio da euforia de tantas vitórias e do título de bi campeão, o SindServ – Sindicato dos Servidores Municipais de Lages nem se apercebeu de que levaram uma bandeira do município muito antiga.
Tão antiga que chega a ter cinco estrelas, que representavam a sede (Lages) e quatro distritos (Bocaina do Sul, Capão Alto, Painel e Palmeira), que se emanciparam em 1994.
bandeira de 1994
Depois dessas emancipações a bandeira de Lages foi redesenhada com três estrelas, representando o município sede e os distritos de Índios e Santa Terezinha do Salto.
Portanto, convém o presidente Risco mandar comprar uma bandeira nova, urgente, para não desfilar novamente com um pavilhão do ano de 1994.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Servidor da prefeitura de Lages leva susto ao ver a conta bancária

Lages, 01/11/2013, Correio Lageano



Na manhã desta quinta-feira (31), os servidores públicos municipais tiveram um susto, pois o salário não estava depositado em suas contas. Isso gerou preocupação, mas o contratempo foi resolvido antes do meio-dia. A situação ocorreu em função do sistema da Caixa, que não creditou o montante em um único lote.




Conforme o decreto nº 13.881 que fixa o calendário do ano de 2013 para o pagamento dos servidores, a data para o pagamento de outubro foi definida para o dia 31.




Uma pessoa que preferiu não se identificar, no início da manhã desta quinta-feira, foi checar a conta e não tinha saldo. Conversando com os colegas, pensou que o pagamento não havia sido depositado.



O assessor administrativo e financeiro do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Lages (Sindserv), Célio Guimarães, disse que muitos ligaram ao sindicato para comunicar o fato ou saber do problema. “A falta do lançamento deu um susto no pessoal, mas creio que não deva ocorrer novamente”, afirmou Guimarães.




O mesmo aconteceu com o Sindicato dos Professores de Lages. Segundo a presidente Silvana Arruda Lucena, alguns professores entraram em contato para saber o que havia acontecido.




“Não houve atraso”, explica secretário

Ambos os sindicatos entraram em contato com a prefeitura. Conforme o secretário da Fazenda, Mateus Lunardi, o valor do pagamento foi depositado um dia antes. O montante da folha é de R$ 12 milhões. “Não houve nenhum atraso, apenas o sistema da Caixa não creditou o valor em um lote imediato, mas tudo está regularizado”. Ao meio-dia desta quintqa-feira, todos os servidores receberam o pagamento.




O Correio Lageano procurou a assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal, mas não conseguiu contato. Um funcionário do banco explicou que esse foi um procedimento normal, o valor é debitado da conta da prefeitura e como a demanda é muito grande, o pagamento é feito por lotes, sem qualquer critério de escolha das contas.


Foto:Divulgação

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Greves do funcionalismo não prosperam



Greves do funcionalismo não prosperam
Lages, 26/04/2013, Correio Lageano, por Afonso Rodrigues



Servidores aceitam abono de R$ 130. Professores ainda pleiteiam reajuste de 7,97%, mas outras demandas são atendidas



Nas duas greves que ameaçaram paralisar as atividades dos funcionalismo municipal nesta semana - uma dos professores, e outra dos servidores -, chamou a atenção o rápido desfecho das mobilizações. As greves duraram, juntas, cerca de 4 horas.



As decisões do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais  (Sindisev) e Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel) foram tomadas depois que a Prefeitura de Lages ofereceu abono salarial de R$ 130 reais, a partir de junho, para os dois segmentos.



Os profissionais da Educação, porém, sinalizaram que as principais motivações para o fim da greve foram outros pontos acordados entre as partes, como a extensão de seis horas noturno dos educadores que cumprem período integral nos Centros de Educação Infantil, além de liberação de 100 % da hora-atividade para professores do ensino fundamental, e vacinação dos professores contra a gripe.



Para a presidente do Simproel, Silvana Arruda, o acordo foi costurado depois que um diálogo entre prefeitura e profissionais da Educação foi retomado. “Algumas pautas e demandas de muitos anos foram colocadas na mesa e houve o acerto da prefeitura. Buscamos sempre o diálogo e sabemos que uma paralisação prejudicaria muito os estudantes”, afirma a professora.     



A secretária da Educação, Marimília Costa Coelho, afirma que essa medida reforça a valorização do profissional como um todo. “Sabemos que a questão salarial é justa, mas já explicamos que não temos como pagar o reajuste de 7,97%. Ficamos felizes com o fim da greve, enfim”, afirma. 



Reposição salarial ainda será discutida 


A presidente do sindicato se posiciona na mesma linha da secretária, apesar de demonstrar que permanece o desconforto entre o valor oferecido de abono e a reivindicação da categoria. “Ficou claro que os professores não ficaram contentes com o desfecho. Esse valor de R$ 130 não teve impacto nenhum”, afirma. “De toda forma, agora que o canal de comunicação foi reaberto entre os servidores e a prefeitura, não vamos abrir mão de pleitear o reajuste de 7,97% que achamos justo”, conclui.



 Silvana afirma não haver qualquer relação entre o fim da greve dos professores, definida em assembleia ontem, e o encerramento da paralisação dos servidores públicos, na segunda-feira. “Sempre afirmamos que tínhamos hora e data para iniciar o movimento, e decidimos por encerrá-lo numa atitude soberana, sem interferências”, ponderou.




  • 23/03 Professores sinalizam, em assembleia, primeira ameaça de paralisação caso não haja o reajuste de 7,97% na folha de pagamento. Prefeitura diz ser inviável o pagamento


  • 08/04 Professores protestam em frente à prefeitura, esperando manifestação do Executivo sobre lista de reivindicações encaminhada. Permanece impasse sobre o reajuste.


  • 18/04 Após Assembleia, professores entram em estado de greve. Paralisação programada para quinta-feira (25), após abono de R$ 122 ser rejeitado pela categoria. Valor também oferecido às demais categorias do serviço público.



  • 22/04 Inicia greve do Sindserv, que dura apenas meia-hora. Servidores aceitam proposta de abono de R$ 130 na folha de pagamento do mês de junho.



  • 25/04 Professores decidem encerrar a greve, depois de pouco mais de três horas de paralisação. Assembleia aceita abono de R$ 130, além de algumas reivindicações acordadas.



Foto: Suzane  Rovaris

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Servidores decidem pelo fim da greve que durou meia hora



Servidores decidem pelo fim da greve que durou meia hora
Lages, 23/04/2013, Correio Lageano, por Susana Küster



Em assembleia em frente à Catedral, 80% dos 500 servidores decidiram interromper o movimento.



Talvez a greve mais rápida da história de Lages tenha acontecido ontem. Às 13 horas, os servidores municipais pararam e às 13h30min decidiram acabar com a greve. Pelo menos 80% das 500 pessoas que estavam no Largo da Catedral, definiram acabar com a paralisação, depois que o abono, que era de R$ 122 passou para R$ 130,00 concedido pelo prefeito Elizeu Mattos. Atualmente, o município possui 4.600 servidores.



O clima da assembleia foi tenso. Faixas com dizeres contrários se mesclavam com gritos de euforia e raiva. Em algumas janelas da prefeitura, funcionários acompanhavam a manifestação que lotou o largo da igreja.



Depois que foi aceito o abono e o fim da greve, alguns servidores com opiniões contrárias começaram a discutir e não foi visto nenhum policial nas proximidades. Somente um agente de trânsito controlava o tráfego na rua Benjamin Constant, que passa em frente à Catedral.



Pelo acordo, a partir de junho, o abono de R$ 130,00 vai ser pago aos servidores efetivos, inativos, de caráter temporário e pensionistas, exceto aos que ocupam cargo por tempo indeterminado, mas sem interrupção.



Uma carta do prefeito dizia isso e apontava que a mudança adota uma política justa na tentativa de preservar o valor aquisitivo da moeda e recompor as perdas ocasionadas pelo processo inflacionário aos servidores com menor remuneração, na tentativa de aproximá-los ao piso regional de salário.



Depois que a proposta do prefeito foi lida ao público, o presidente do sindicato, Luiz Carlos Reis, deixou claro que a entidade é do servidor e não está do lado A ou B.
A votação neste momento iniciou e 80% das pessoas que estavam no local ergueram a mão e gritaram pelo fim da greve.



Algumas pessoas saíram cabisbaixas, outras discutiram a ponto de precisarem ser separadas, mas no fim, houve uma aceitação do que foi definido pela maioria.



Sindiserv explica diferença de opinião nas assembleias


O presidente do Sindicato dos Servidores (Sindiserv), Luiz Carlos Reis, explica que na última assembleia da categoria 70% foram a favor da greve e, ontem, o índice praticamente inverteu, ficando em 80% a favor do abono.



Ele explica que a diferença entre os valores aconteceu porque na assembleia anterior, a maioria dos que eram favoráveis ao abono não compareceram. “Aí, depois desta decisão, muitos foram até o sindicato dizendo que aceitavam o abono, por isso, decidimos fazer outra assembleia, afinal a lei permite”. Reis lamenta que nem todos tenham ficado contente com a decisão sobre o abono, mas lembra que o sindicato representa a maioria.



Abono salarial será permanente


Como é abono, a porcentagem de aumento varia do menor ao maior salário. Na faixa dos R$ 6 mil, esse percentual fica em 1,16%, “mas os vencimentos da menor remuneração é de R$ 678,00, aí sobe muito”, explica o secretário de Administração, Pedro Marcos Ortiz.
Não tem prazo para o abono ser incorporado à folha, mas ele afirma que o valor não será retirado.



O secretário diz que mesmo com a queda de arrecadação nos primeiros meses deste ano na prefeitura, se buscou solução para elevar os salários dos servidores. O valor do abono não altera o preço do vale-alimentação de cada servidor. “Esta semana estaremos enviando à Câmara a lei que permitirá o pagamento do abono”, enfatiza. A expectativa é de os vereadores apoiem o projeto de lei. “É uma política de aproximar o piso municipal do piso regional que é R$ 875,00”.



Dentro das limitações orçamentárias e as regras da Lei de Responsabilidade Fiscal, “o abono foi a solução que encontramos, inclusive para diminuir a grande diferença entre quem ganha mais e quem ganha menos na prefeitura”, finaliza.



Fotos: Susana Küster

Panfletagem tenta minar greve


O Sindiserv marcou para às 13 horas de segunda-feira, no Largo da Catedral, a mobilização para início da greve dos servidores municipais.
TA6A7000
Com intuito de “minar” a paralisação, foi feito uma panfletagem massiva no sábado, durante a Força Tarefa que acontecia no Caic do Bairro Santa Catarina.
Como cerca de 80% dos servidores estão na faixa salarial até R$ 2 Mil, o panfleto é dirigido exatamente para esse pessoal, mostrando que os R$ 122, de aumento representam muito mais que o INPC.
Resta aguardar a segunda-feira para ver a reação dos demais servidores, já que exatamente esse pessoal votou contra a greve.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Prefeitura aposta em baixa adesão à greve



Lages, 20 e 21/04/2013, Correio Lageano



Servidores municipais param nesta segunda-feira e o magistério na quinta.



A Prefeitura de Lages prevê baixa adesão à greve dos servidores. A perspectiva é do Secretário de Administração de Lages, Pedro Marcos Ortiz. Neste semana, os servidores municipais decidiram parar a partir de segunda-feira e os professores a partir de quinta. Dentro do quadro da educação, o secretário acredita que merendeiras e motoristas não devam paralisar as atividades.



De acordo com Ortiz, não há possibilidade de atender à principal reivindicação do Sindicato Municipal dos Profissionais da Educação de Lages (Simproel), que é a reposição salarial de 7,95%. “O município tem o posicionamento de responsabilidade com os números, com a gestão e com os gastos. Os professores exigem o repasse na carreira, que é 7,95%, mas achamos impossível pagar, até porque foi demonstrado que há uma deficiência orçamentária”, comentou.



Uma das principais questões que geraram perdas, de acordo com o secretário, foi a queda de 58% no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), afetando a Receita Corrente Líquida. “Dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal, existe um limite percentual para o empenho da folha de pagamento. Projetamos o índice em cima de uma receita. Quando a receita não atinge o previsto há um afunilamento desse índice”, disse.



O que é possível fazer, afirma Ortiz, é o repasse do abono salarial proposto, de R$ 122, 00 “Hoje, o que é possível, para ser mais justo com as categorias, foi transformar isso em abono a partir de junho”, avalia.



A proposta busca aproximar o piso e o teto dos servidores, com um empenho de forma permanente e incorporado ao salário em janeiro de 2014. Os servidores municipais, porém, lembram que a última proposta foi rejeitada pelo sindicato.  



Setores essenciais não devem parar



Áreas primordiais, como saúde e limpeza urbana, não devem ser afetados. “Ainda precisamos tomar o posicionamento da Secretaria da Saúde, mas o indicativo é de que não haja paralisação dessas áreas”, afirmou Ortiz.



Foto: Afonso Rodrigues

Professores municipais vão entrar em greve



Professores municipais vão entrar em greve
Lages, 19/04/2013, Correio Lageano


Magistério de Lages para na próxima quinta-feira e se soma aos demais servidores que haviam decidido paralisar na segunda



Em Assembleia realizada na noite de quinta-feira (18), o Sindicato Municipal dos Servidores em Educação de Lages (Simproel) decidiu começar greve na próxima quinta-feira. A decisão segue entendimento do Sindicato dos Servidores Municipais de Lages (Sindiserv) que votou na terça-feira, também, pela paralisação.




Para a presidente do sindicato dos educadores, Silvana Lucena, a categoria esgotou as possibilidades de acerto com a prefeitura de Lages. “Aguardamos um retorno, o que não aconteceu. Na última segunda-feira, recebemos o documento que não atendeu ao que esperávamos. O sindicato tentou a conciliação”, disse.




Na tarde de ontem o Simproel recebeu novo ofício da Secretaria de Educação nos mesmos termos daquele recebido pelo Sindiserv, que oferece abono de R$ 122,00 a partir de junho de 2013. A medida valeria para todas as categorias, menos aos comissionados.



A categoria teve que decidir entre duas possibilidades: votar pelo início da greve ou decidir pela judicialização da causa, o que acabou não ocorrendo. A principal reivindicação do sindicato é o reajuste de 7,97 % na folha de pagamento.  
“Essa proposta generalizou todos os servidores da cidade”, comentou, com indignação, Silvana.




Ainda não foi decidido como será a convocação dos servidores ou mesmo onde ocorrerá a mobilização dos grevistas. A secretária de Educação de Lages, Marimília Coelho, espera uma comunicação oficial do sindicato  para se posicionar. “Hoje foi feita a proposta do abono salarial, e sempre estamos abertos à negociação”, afirmou.



Prefeitura rebate



O secretário de Administração, Pedro Marcos Ortiz, argumenta que, para a maioria dos servidores o abono representa mais do que o reivindicado pelo sindicato. “Para aqueles que ganham salário mínimo, o aumento real seria de 28,61%, considerando-se os vencimentos do mês de dezembro de 2012”, exemplificou. “É claro que para quem ganha R$ 10 mil, o abono não representa muito, mas o fato é que 82% dos servidores ganham até R$ 2 mil, mais R$ 210 em vale-alimentação. Essas pessoas seriam as mais beneficiadas. Estamos tentando construir novas políticas para diminuir as diferenças entre o maior e menor salário”, explicou.



Foto: Afonso Rodrigues

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Sem acordo, servidores de Lages fazem greve a partir de segunda



Lages, 18/04/2013, Correio Lageano


Prefeitura ofereceu um abono de R$ 122, na folha de junho, com incorporação em janeiro de 2014




A partir das 13 horas de segunda-feira, os servidores do município de Lages iniciam movimento de greve. A decisão foi tomada em assembleia, na noite de terça-feira, no Teatro Marajoara. Cerca de 500 pessoas participaram.



O presidente do sindicato dos Servidores Municipais de Lages – Sindiserv, Luiz Carlos Reis, disse que a última proposta da prefeitura foi rejeitada pelos servidores que estiveram na assembleia. “Na segunda-feira, estaremos em frente à prefeitura.” Se até lá houver nova proposta, o sindicato passará aos servidores para votação.



Inicialmente, a reivindicação do sindicato era de 10% de reajuste no salarial. Com a negativa da prefeitura, foi pedida a reposição da inflação, de 6,19%, o que também não foi acatado.



Proposta da prefeitura



A última proposta da prefeitura é conceder abono de R$ 122, a partir do mês de junho, a todos os servidores, independentemente da faixa salarial. O valor seria incorporado aos vencimentos em janeiro de 2014. O abono não se estenderia aos comissionados.



O secretário de Administração, Pedro Marcos Ortiz, argumenta que, para a maioria dos servidores esse abono representa bem mais do que o reivindicado pelo sindicato. “Para aqueles que ganham salário mínimo, o aumento real seria de 28,61%, considerando-se os vencimentos do mês de dezembro de 2012”, exemplificou. “É claro que para quem ganha R$ 10 mil, o abono não representa muito, mas o fato é que 82% dos servidores ganham até R$ 2 mil, mais R$ 210 em vale-alimentação. Essas pessoas seriam as mais beneficiadas. Estamos tentando construir novas políticas para diminuir as diferenças entre o maior e menor salário”, explicou.



O secretário de Administração informou, também, que apenas 796 servidores (equivalente a 17%) ganham mais de R$ 2 mil, em um universo de 4.500. “Muitos não conseguiram enxergar os benefícios da proposta”, disse. Reforçando que aqueles que em dezembro de 2012 ganhavam R$ 622 (salário mínimo nacional), mais R$ 210 de vale-alimentação; com o reajuste do mínimo mais o abono oferecido para o mês de junho, passarão a ter rendimentos de R$ 1.010. “Sabemos que os servidores que ganham até R$ 2 mil estão satisfeitos com a proposta”, concluiu.



Ortiz disse que ainda não dá para prever como ficarão os atendimentos à população, pois isso depende da adesão dos servidores ao movimento.



Benefícios segundo o secretário


Mês/Ano          vencimento          vale-alimentação    abono            total

Dez/2012              R$ 622               R$ 210                  -             R$ 732
Jan/2013               R$ 678               R$ 210                  -             R$ 888
Jun/2013               R$ 678               R$ 210               R$ 122       R$ 1010



Foto:Arquivo/CL

quarta-feira, 27 de março de 2013

Prefeito explica a situação e nega aumento



Prefeito explica a situação e nega aumento
Lages, 28/03/2013, Correio Lageano



Trabalhadores querem reajustes mas prefeitura afirma não ter dinheiro para repassar. Negociações continuam sem sucesso.




Sem chegar a um acordo nas tratativas com a prefeitura, professores e servidores públicos municipais continuam em estado de greve. Enquanto professores pedem a incorporação do piso ao plano de carreira,  os servidores brigam pelo reajuste anual, que tem como data base o mês de janeiro, mas ainda não foi definido.



Representantes das categorias foram recebidos pelo prefeito Elizeu Mattos ontem, mas as negociações não avançaram. Os servidores passaram o dia em vigília em frente à prefeitura, na tentativa de pressionar o prefeito para apresentar uma solução.



Os professores receberam o reajuste anual de 7,97% do piso que passou de R$ 1.451,00 para R$ 1.567,00. Em assembleia, a categoria definiu que não abre mão da incorporação do reajuste ao plano de carreira.



“O reajuste beneficiou cerca de 200 professores dos quase 2 mil. Os que receberão são, na maioria, contratados e isso está prejudicando quem tem carreira. Queremos que toda a categoria seja beneficiada e não apenas uma parcela”, explica a presidente do Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel), Silvana Arruda Lucena.



A secretária de Educação, Marimilia Casa Costa Coelho, destaca que o prefeito Elizeu Mattos sinalizou boa vontade em fazer o pagamento, mas não esconde que não há verba para tal. “Vamos fazer um estudo minucioso de todos os projetos da secretaria para ver onde podemos fazer cortes de gastos e reverter para a folha dos professores”.



Segundo ela, atualmente, o valor proveniente para o município através do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é destinado integralmente para o pagamento de salários dos professores. “Para se ter uma ideia do que investimos em folha, o município ainda precisa injetar mais R$ 2,3 milhões para dar conta de pagar”, afirma.



O secretário da Fazenda, Mateus Lunardi, explica que, como no ano passado a prefeitura concedeu um reajuste de R$ 22%, incorporado ao plano de carreira, acabou deixando de repassar R$ 22 milhões para o LagesPrevi e ao INSS. “Nosso desafio neste ano, além de manter os salários em dia, é não repassar cheques sem fundo para a previdência”, completa.



Sindicato quer a proposta salarial escrita



Os servidores públicos municipais esperam desde janeiro pelo reajuste anual. Em três meses, diversas reuniões foram realizadas, com o pedido de 10% de reajuste, mas as negociações não avançaram.



De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores (SindServ), Luiz Calos Vieira Reis (Risco), na última terça-feira (26), representantes da categoria foram recebidos pelo prefeito Elizeu Mattos, que teria apresentado uma proposta de reajuste em 6%, divididos em três vezes. “Esta proposta foi de boca, não está no papel. Só vamos debater a proposta quando ela for apresentada em documento oficial. O que a categoria decidir, o sindicato vai acatar”, afirma.



Segundo Risco, caso uma proposta não fosse apresentada até a noite de ontem, a categoria poderia entrar em greve. “Vamos entrar em assembleia independente de receber uma resposta e definir os rumos a tomar. Se tiver proposta, vamos decidir se aceitamos ou não. Sem proposta, definiremos por aderir a greve ou não”.



O secretário da Fazenda, Mateus Lunardi, explica que a prefeitura precisa ter muita cautela na hora de repassar reajustes, pois está no limite da Lei Fiscal, no que tange a gastos com folhas. “Vontade de passar o reajuste nos sobra, o que falta é dinheiro e condições legais. Além dos reajustes de salários, temos os R$ 25 milhões em dívidas que ficaram”.


Foto: Núbia Garcia

terça-feira, 19 de março de 2013

Servidores aprovam estado de greve na Prefeitura


Obedecendo questões legais, o Sindicato dos Servidores Municipais realizou assembléia geral nesta terça-feira (19), onde depois de aprovada a pauta a ser encaminhada ao prefeito, que tem prazo de 10 dias para responder, foi aprovado a partir de quarta-feira o “estado de greve”.
assembleia sindserv (3)
As reivindicações mais importantes da pauta foram o fim do Salário Mínimo na prefeitura (R$ 672,) em troca do Salário Mínimo Regional de SC (R$ 756,). Aumento linear de 10%. Pagamento da insalubridade. Vale alimentação único de R$ 250, e a unificação dos estatutos, que hoje são três.
assembleia sindserv (9)

Vigília

A assembléia aprovou também uma vigília no dia 27, quando o Sindicato vai se instalar no Largo da Catedral. Como nenhum servidor foi convocado em horário de trabalho, não corre perigo de ter o dia descontado, esclareceu o advogado do SindServ.
assembleia sindserv (10)

Saia Justa

No final dos trabalhos, quando o presidente Luiz Carlos dos Reis encerrava a assembléia e agradecia a presença da imprensa, o vereador Adilson Apolinário apontou para o Zé Rabelo, e o presidente disse que agradecia a presença do fotógrafo da Prefeitura. Começou um bate boca entre os dois, já que segundo Rabelo é a segunda vez que o vereador provoca saia justa, sendo que Rabelo não é e nunca foi funcionário e nem contratado do município.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Seis municípios participarão dos Jogos da Amizade em Lages




Está tudo pronto para o início da XVI edição dos Jogos da Amizade, organizado pela Prefeitura de Lages e equipe de colaboradores do Sindservi – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. O evento terá início na próxima sexta-feira, dia 12 de outubro e segue até domingo (14), das 9 horas às 17h30min, na Sede do Pinheirinho.

Consolidado como um dos maiores eventos de servidores municipais do Estado de Santa Catarina, a competição reúne aproximadamente 600 participantes diretos. Cerca de seis municípios devem participar das competições: Lages, Itajaí, Joinville, Tubarão, Concórdia e Rio do Sul.

As modalidades disputadas serão: bocha, canastra, dominó, futebol suíço, futsal, general (jogos de dados), sinuca, vôlei de areia, truco e xadrez.

É considerada uma ocasião de confraternização entre todos os envolvidos, sendo atletas, organizadores, dirigentes e familiares. “O desporto é uma linguagem universal de relações humanas, temos a convicção de que os Jogos da Amizade desenvolvem um espírito de família e contribuem para o combate à violência que marca tanto a sociedade contemporânea”, diz o presidente do Sindserv, Luiz Carlos Vieira Reis.


Redator: Aline Tives
Foto: Toninho Vieira