Mostrando postagens com marcador Professores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Professores. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de abril de 2014

MPSC ajuíza ação para pôr fim à greve de professores em Urubici

MPSC ajuíza ação para pôr fim à greve de professores em Urubici
Urubici, 09/04/2014, Ministério Público de Santa Catarina



O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ajuizou, ação civil pública (ACP)a fim de garantir a retomada das aulas na rede municipal de ensino de Urubici, suspensas desde o dia 18 de março em função da greve dos professores. O pedido para que seja concedida medida liminar visa a garantir o acesso de crianças e adolescentes à escola, mediante, inclusive, a contratação excepcional e transitória de profissionais habilitados.



O Promotor de Justiça Diego Roberto Barbiero explicou que o pedido da ACP é para que o município tome providências em 48 horas após a concessão da medida liminar e,caso haja descumprimento, seja aplicada multa diária equivalente a dez salário mínimos.



Segundo ele, a medida foi necessária por já terem decorridos 24 dias de paralisação das aulas sem que grevistas e governo chegassem a um acordo. Argumenta, ainda, que, se a greve perdurar,o ano letivo pode ficar comprometido e, devido à interrupção no processo de ensino, o conteúdo programático que vinha sendo aplicado de forma regular ficará prejudicado.



Outra consequência é  o fato de a greve envolver toda a família,já que as mães não têm com quem deixar seus filhos. "Muitas pedem ajuda,pois estão sendo pressionadas, e podem perder o emprego diante das faltas ao serviço'', expôs o Promotor.



Barbiero frisou, também, que cabe ao município garantir o direito fundamental social da educação a crianças e adolescentes, tomando as medidas cabíveis para assegurar qualidade de ensino e segurança para alunos e profissionais.



Foto: Divulgação/Ilustrativa

segunda-feira, 31 de março de 2014

Professores de Urubici estão em greve desde 18 de março

Professores de Urubici estão em greve desde 18 de março
Urubici, 1º/04/2014, Correio Lageano, por Andressa Ramos


Professores e tesoureiros da prefeitura de Urubici, na Serra Catarinense, estão em greve desde o dia 18 de março. O motivo é o não reajuste para a categoria. Paulo Vieira, assessor do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Urubici, explica que as outras categorias receberam um reajuste aproximado de 45%.



Cerca de 70% dos professores estão paralisados, afetando as escolas e creches do município. Propostas foram apresentadas pela prefeitura e sindicato, mas a greve segue por tempo indeterminado.



“A prefeitura alega que os professores já receberam o reajuste do piso nacional. Porém uma verba do Fundeb é destinada para a educação no município e parte dela deveria ser investida nos profissionais, mas isso não está acontecendo”, relata Vieira.


A prefeitura informa que não irá atender o pedido de reajuste, pois já aumentou o salário dos profissionais no início do ano. Com o pagamento do piso, a prefeitura destaca que está dentro da lei. Por isso, uma ação judicial será aberta para que os profissionais retornem ao trabalho.



Esclarecimento

Por meio de nota emitida pela assessoria de imprensa, a prefeitura de Urubici explica qual a destinação dos recursos do Fundeb: 60% significam o percentual mínimo a ser gasto na remuneração dos professores e profissionais do magistério. “Estamos hoje em 79,2%, e 40% são o percentual máximo para manutenção e desenvolvimento do ensino básico, o qual estamos investindo em reformas, ampliações e construção de escolas (Reforma e Ampliação da Escola Nucleada Águas Brancas, Reforma Centro de Educação Infantil Santa Terezinha e construção do Centro de Educação Infantil Lídia Costa), aquisição de mobiliário e equipamentos para escola e creches, material pedagógico e didático, transporte escolar”, diz a nota.



A assessoria ressalta que entende que a prefeitura não está infringindo a lei, muito menos desviando os recursos.  “Reconhecemos a importância dos professores e valorizamos sim, como 1ª categoria a ser atendida, assim que assumimos a administração, não compreendendo tamanha revolta de nossos educadores”, diz a nota.



Foto:Divulgação

quinta-feira, 20 de março de 2014

Professores da rede municipal de ensino de Lages rejeitam proposta

Lages, 21/03/2014, Correio Lageano



Os profissionais em educação da rede municipal de ensino de Lages rejeitaram a proposta de reajuste de 8% oferecido pela administração municipal. A categoria exige que o índice de reajuste seja o piso salarial do magistério definido pelo Ministério da Educação (MEC), conforme determina a Lei do Piso (Lei 11.738/2008), de 8,32%.




A contraproposta da administração municipal foi recusada pela categoria na Assembleia realizada na noite de quarta-feira, no Teatro Marajoara, pelo Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel).



O Sindicato apresentará a decisão da assembleia para o Executivo nos próximos dias.Os profissionais em educação pedem que o índice de 8,32% seja pago retroativo a janeiro, podendo o pagamento ser parcelado até o mês de junho. E também que o vale alimentação passe a ser de R$ 200. Atualmente o município paga R$ 100. A categoria se reúne novamente no dia 24 de março, às 19 horas, no Marajoara, e em segunda chamada às 19h30.



Segundo o chefe de Gabinete da Prefeitura de Lages, Wolnei Constante, por enquanto a administração municipal analisa contrapropostas para apresentar à categoria.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Professores estaduais decidem em assembleia pelo estado de greve

Professores estaduais decidem em assembleia pelo estado de greve
Florianópolis, 19/03/2014, Sinte / SC



Na tarde de ontem (18), cerca de dois mil trabalhadores (as), da educação do Estado de SC se reuniram em Assembleia Estadual para deliberar sobre as diversas pautas da categoria.




Os principais debates foram com relação ao reajuste salarial do magistério e o parcelamento proposto pelo Governo, este que por unanimidade foi rejeitado, bem como, as demais reivindicações da categoria, entre elas a descompactação da tabela salarial e a o fim do decreto das progressões.




Para que as pautas sejam atendidas a Assembleia discutiu e votou em um plano de lutas e uma grande mobilização estadual, com a intenção de construir uma greve junto a base.




Os principais pontos aprovados foram:


- Categoria em Estado de Greve para mobilização das bases por todo o Estado;


- Assembleia Estadual para o dia 15 de abril;


- Realização de 4 Atos macro-regionais nas cidades de Florianópolis, Joinville, Blumenau, Criciúma e Chapecó;


- Realização de Atos em frente a Assembleia Legislativa;


- Inclusão na pauta da Revisão da Lei dos ACTs;



- Participação da categoria na Marcha dos Catarinenses, evento promovido pelas Centrais Sindicais no próximo dia 09 de abril.




Além destes, outros encaminhamentos foram votados, estes que serão divulgados a partir de amanhã no relatório da Assembleia Estadual.






Foto: Sintec / SC

sexta-feira, 7 de março de 2014

Professores protestam durante visita de Colombo

$alttext
Curitibanos, 06/03/2014 A Semana
 
Categoria reivindica melhores salários
Durante a visita do governador Raimundo Colombo a Curitibanos na quinta-feira (6), professores e representantes do Sinte, munidos de faixas e cartazes realizaram protesto na Prefeitura. A categoria reivindica melhores salários.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Veículo capota em Campo Belo

$alttext 
Campo Belo do Sul, 29/08/2013 Correio dos Lagos
 
Cinco professores de Cerro Negro seguiam para Lages na tarde de hoje (29) quando a motorista perdeu o controle do veículo e capotou na entrada de Campo Belo do Sul, na SC-390.
Um dos passageiros foi levado para Lages com suspeita de fratura na clavícula.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Professores de São Joaquim anunciam greve nas escolas municipais

São Joaquim - Escola
São Joaquim, 23/08/2013 São Joaquim Online

Os professores da rede municipal de educação de São Joaquim, através do sindicato, anunciaram que entrarão em greve a partir do dia 26 (próxima segunda-feira). São diversos os motivos da paralisação, mas o principal enfoque é as negociações com o Poder Público municipal.
Segundo os professores, a prefeitura já havia marcado uma reunião para terça-feira (27) para discutir o assunto, mas com a paralisação os professores esperam antecipar a reunião para segunda.
Os professores querem que alguns itens sejam constados no Plano de Carreira dos Professores, entre eles: O enquadramento em porcentagem de progressão vertical, a regência de classe, triênios e licença premio).

Veja na íntegra a Carta Aberta divulgada pelo Professores da rede municipal de ensino:

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO

Prezados(as) cidadãos e cidadãs. Novamente estamos mobilizados, pelos seguintes motivos:
1 A Lei Federal nº 11.738/2008, do Piso Nacional Salarial do Magistério, garantiu direitos aos educadores. Procuramos sensibilizar o Executivo, para adequar o Plano de Carreira do Magistério de São Joaquim, com remuneração condizente aos Níveis de Graduação e Hora Atividade.
2 Foram inúmeras reuniões com gestores anteriores e com o atual prefeito para discutirmos a proposta do Plano de Carreira.
3 O sindicato apresentou diversas propostas ao Executivo e recebeu contrapropostas restando somente os seguintes itens: A (%) Porcentagem da Progressão Vertical, ou seja, reenquadramento respeitando os respectivos níveis de titulação, Triênios, Regência de Classe e Licença Prêmio.
4    A categoria cansou de promessas e decidiu pela greve, esta é a última tentativa de chamarmos  a atenção das autoridades para resolvermos a situação. ESTAREMOS EM GREVE ATÉ A RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES ACIMA CITADAS.
5 Não temos qualquer pretensão de prejudicar alunos, pais e comunidade, no entanto, queremos somente a VALORIZAÇÃO.
6 Esperamos que nossas reivindicações sejam atendidas com a maior brevidade, evitando maiores prejuízos para todos, especialmente para os nossos alunos.
7 Esperamos contar com o seu apoio, pois estamos apenas exigindo o cumprimento de um direito já determinado na Lei Federal citada.
8 Agradecemos sua atenção e sua compreensão, contando com seu apoio e aproveitamos para nos desculparmos pelo transtorno.



Aos pais ,mães e responsáveis

1 Pelo exposto informamos que estamos lutando pelos direitos dos profissionais da educação, previsto em lei específica.
2 Em nossa assembleia, realizada no dia 19 de agosto do corrente ano, decidimos, por unanimidade, iniciar a segunda greve dos profissionais da educação de São Joaquim.
3 DIANTE DISSO, informamos que a greve terá início na segunda, dia 26 de agosto, em ambos os turnos, em todas as unidades escolares da rede municipal.
4 PORTANTO, senhores pais e responsáveis, esclarecemos que as crianças não devem ser encaminhadas para as unidades escolares, centros de educação infantil (Creches) segunda feira dia 26/08/2013 sem a devida comunicação do sindicato.
5 As atividades voltarão ao normal tão logo a categoria tenha suas reivindicações atendidas, BEM COMO DO COMPROMISSO ASSUMIDO E ASSINADO PELO PREFEITO QUANDO EM CAMPANHA ELEITORAL.
6 Agradecemos a compreensão e aproveitamos para nos desculparmos pelo transtorno, no entanto não sendo todas as nossas solicitações atendidas, restou A GREVE como única alternativa, pois estamos em Estado de Greve desde 27 de outubro de 2012.
Leonilda Tortelli para Agência de Notícias São Joaquim Online

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Professores ACTs devem permanecer até dezembro

Professores ACTs devem permanecer até dezembro
Lages, 14/06/2013, Correio Lageano




A fim de atender uma solicitação da Secretaria de Educação e do Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel), o prefeito Elizeu Mattos assinou ontem uma portaria que prorroga o contrato dos professores e agentes admitidos em caráter temporário (ACT) até o dia 13 de dezembro deste ano.



A princípio, as contratações chegariam ao fim agora no mês de julho. “Esta ação dá maior segurança para todas as partes envolvidas e tempo para a administração elaborar um processo seletivo para 2014”, afirma Elizeu Mattos.



Ele confirmou a decisão durante reunião com a secretária de Educação, Marimilia Coelho, a presidenta do Simproel, Silvana Arruda Lucena, a tesoureira do sindicato, Marilsa Gobetti, e o líder do governo na Câmara de Vereadores, Rodrigo Silva, que representava todos os vereadores da bancada de situação. Para a presidente do Simproel, a prorrogação dos contratos é altamente benéfica a todas as partes envolvidas. “A possibilidade de todos os ACTs serem desligados agora em julho causava uma insegurança nos profissionais.



Elizeu Mattos adianta, ainda, que vai aproveitar este segundo semestre para organizar o ano letivo de 2014 em diante. “Com a prorrogação dos contratos dos ACTs ganhamos tempo para elaborar um processo seletivo”.



Foto: Sandro Scheuermann/Divulgação

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Greves do funcionalismo não prosperam



Greves do funcionalismo não prosperam
Lages, 26/04/2013, Correio Lageano, por Afonso Rodrigues



Servidores aceitam abono de R$ 130. Professores ainda pleiteiam reajuste de 7,97%, mas outras demandas são atendidas



Nas duas greves que ameaçaram paralisar as atividades dos funcionalismo municipal nesta semana - uma dos professores, e outra dos servidores -, chamou a atenção o rápido desfecho das mobilizações. As greves duraram, juntas, cerca de 4 horas.



As decisões do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais  (Sindisev) e Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel) foram tomadas depois que a Prefeitura de Lages ofereceu abono salarial de R$ 130 reais, a partir de junho, para os dois segmentos.



Os profissionais da Educação, porém, sinalizaram que as principais motivações para o fim da greve foram outros pontos acordados entre as partes, como a extensão de seis horas noturno dos educadores que cumprem período integral nos Centros de Educação Infantil, além de liberação de 100 % da hora-atividade para professores do ensino fundamental, e vacinação dos professores contra a gripe.



Para a presidente do Simproel, Silvana Arruda, o acordo foi costurado depois que um diálogo entre prefeitura e profissionais da Educação foi retomado. “Algumas pautas e demandas de muitos anos foram colocadas na mesa e houve o acerto da prefeitura. Buscamos sempre o diálogo e sabemos que uma paralisação prejudicaria muito os estudantes”, afirma a professora.     



A secretária da Educação, Marimília Costa Coelho, afirma que essa medida reforça a valorização do profissional como um todo. “Sabemos que a questão salarial é justa, mas já explicamos que não temos como pagar o reajuste de 7,97%. Ficamos felizes com o fim da greve, enfim”, afirma. 



Reposição salarial ainda será discutida 


A presidente do sindicato se posiciona na mesma linha da secretária, apesar de demonstrar que permanece o desconforto entre o valor oferecido de abono e a reivindicação da categoria. “Ficou claro que os professores não ficaram contentes com o desfecho. Esse valor de R$ 130 não teve impacto nenhum”, afirma. “De toda forma, agora que o canal de comunicação foi reaberto entre os servidores e a prefeitura, não vamos abrir mão de pleitear o reajuste de 7,97% que achamos justo”, conclui.



 Silvana afirma não haver qualquer relação entre o fim da greve dos professores, definida em assembleia ontem, e o encerramento da paralisação dos servidores públicos, na segunda-feira. “Sempre afirmamos que tínhamos hora e data para iniciar o movimento, e decidimos por encerrá-lo numa atitude soberana, sem interferências”, ponderou.




  • 23/03 Professores sinalizam, em assembleia, primeira ameaça de paralisação caso não haja o reajuste de 7,97% na folha de pagamento. Prefeitura diz ser inviável o pagamento


  • 08/04 Professores protestam em frente à prefeitura, esperando manifestação do Executivo sobre lista de reivindicações encaminhada. Permanece impasse sobre o reajuste.


  • 18/04 Após Assembleia, professores entram em estado de greve. Paralisação programada para quinta-feira (25), após abono de R$ 122 ser rejeitado pela categoria. Valor também oferecido às demais categorias do serviço público.



  • 22/04 Inicia greve do Sindserv, que dura apenas meia-hora. Servidores aceitam proposta de abono de R$ 130 na folha de pagamento do mês de junho.



  • 25/04 Professores decidem encerrar a greve, depois de pouco mais de três horas de paralisação. Assembleia aceita abono de R$ 130, além de algumas reivindicações acordadas.



Foto: Suzane  Rovaris

terça-feira, 23 de abril de 2013

Professores em greve impedidos de entrar na escola



Professores em greve impedidos de entrar na escola
São Joaquim, 24/04/2013, Correio Lageano




Após aderir à paralisação nacional, os professores da rede estadual de São Joaquim se reuniram na tarde de ontem, na escola Martinho de Haro para assembleia. De acordo com os professores, eles foram impedidos de entrar na escola e tiveram que fazer a assembléia na rua.



A Gerência de Educação de São Joaquim respondeu que a assembleia não foi agendada e por isso os professores não poderiam entrar na escola. “As assembleias têm que ser agendadas com antecedência, os professores não podem entrar na escola em horário que deveria estar acontecendo aula, mesmo  havendo paralisação”, respondeu Rosane Lima, da Gerência de Educação.



Reivindicações



Os professores da rede estadual de São Joaquim acompanham a mobilização nacional de três dias, a fim de chamar a atenção dos governos estaduais e federal para a situação da categoria.



Eles pedem formação continuada; atuação nos municípios onde turmas do Ensino Médio Inovador estão fechando; fim das turmas dos anos iniciais com mais de trinta alunos, descumprindo a lei 170, que estabelece como critério o máximo 30 alunos por sala; e o pagamento do piso salarial na carreira, garantido por lei federal, sem retirar direitos adquiridos como a regência de classe.



De acordo com a categoria, se as reivindicações não forem atendidas, a greve deve se instalar de forma definitiva, por tempo indeterminado.



Foto: São Joaquim Online/Divulgação

Sindicato dos professores quer negociar com o prefeito



Lages, 24/04/2013, Correio Lageano



Após reunião de diretoria, na noite de terça-feira (23) o Sindicato dos Profissionais em Educação de Lages (Simproel) decidiu que não aceita a proposta do abono de R$ 130,00 oferecido pela Prefeitura de Lages e pede a reposição da inflação, de 5,7%. “Aceitamos, inclusive, negociar a forma como esse valor vai ser pago”, argumentou a presidente do sindicato, Silvana Lucena.



Ela disse que a categoria quer evitar a greve, está programada para iniciar nesta quinta-feira (25) na rede municipal, mas que quer negociar e pede para conversar diretamente com o prefeito Elizeu Mattos. “Negociamos com os secretários, sabemos que eles falam em nome do prefeito, mas gostaríamos de falar diretamente com o Elizeu”, pediu.




Foto:Arquivo /CL

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Prefeito ameaça demitir professores grevistas


Até parece que Elizeu se inspirou no líder revolucionário Ernesto Guevara de la Serna, o Che, quando consultado pelo blog sobre como será tratada a greve declarada pelo Simproel, depois do acordo feito com os servidores na tarde de segunda-feira, quando a negociação resultou no fim do movimento.

Merendeiras

Não vou admitir jamais que falte comida para as crianças na creche, por isso, se alguma merendeira faltou com sua responsabilidade, será penalizada, seja com processo administrativo ou com demissão (se for contratada), afirmou o prefeito.

Professores

Elizeu foi mais enfático ao dizer que não é contra a greve, mas que vai manter o pulso firme. “Quem faltar em sala de aula ou na creche terá seu ponto cortado, e o professor que faltar, será imediatamente substituído, pois temos uma pilha de currículos de pessoas prontas para assumir essa função”, garantiu.

domingo, 21 de abril de 2013

Servidores prometem parar nesta segunda-feira



Servidores prometem parar nesta segunda-feira
Lages, 22/04/2013, Correio Lageano



Os servidores municipais de Lages prometem greve a partir de hoje, conforme decisão tomada na semana passada. Já os professores decidiram parar a partir de quinta-feira



.
O vice-presidente do  sindicato dos servidores, Tomaes de Lacerda Machado, comenta que a greve da categoria deve ter boa adesão. “Passamos em todos os setores e a expectativa é boa. Esperamos uma nova proposta da prefeitura, e estamos abertos à negociação”, afirma. Segundo ele, as principais áreas atingidas devem ser saúde, obras e meio ambiente.



Já a presidente do sindicato dos professores, Silvana Lucena, é possível que a categoria não paralise as atividades na quinta-feira, como ficou decidido na assembleia do dia 18, desde que a prefeitura avance no diálogo. “Desde que até esse dia se apresente uma proposta concreta à categoria”, comenta. Segundo ela, é necessário que o prefeito garanta uma saída às demandas requeridas pelos profissionais da educação.




Foto:Arquivo/CL

terça-feira, 9 de abril de 2013

Magistério faz manifestação



Magistério faz manifestação
Lages, 09/04/2013,Correio Lageano



O protesto foi em frente à prefeitura de Lages.



A diretoria do Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação (Simproel) organizou uma mobilização ontem, na frente da Prefeitura de Lages. O principal objetivo dos educadores é um reajuste de 7,97% na folha de pagamento.



Hoje, nenhum professor recebe menos do que o piso de R$ 1.567, mas quem ganhava aquém deste valor teve o salário elevado para este patamar. O objetivo da categoria é que todos recebam mais que o valor inicial. De acordo com o Simproel, o aumento só foi concedido para quem ganha o piso. Nesta condição, pouco mais de 200 servidores foram beneficiados. Grande parte da categoria, em torno de 1.900 servidores, não foi atingida pelo reajuste.



Para Silvana Arruda Lucena, presidente do Sindicato, a educação deve ser uma referência nos projetos municipais. “Até o momento, a prefeitura não se manifestou sobre o assunto. Mandamos uma pauta de reivindicações para o prefeito com 30 cláusulas. Dessas 30 cláusulas, uma já foi negada, que é do índice de reajuste do piso na carreira dos professores”, comentou.



Além do aumento, outras demandas entraram nas propostas enviadas ao executivo de Lages no último dia 28 de março. Entre elas, a vacinação contra a gripe H1N1 e a liberação dos professores para fazer mestrado, o que ainda não foi autorizado pela novo governo municipal.



“Não queremos parar”, dizem professoras



Professoras da escola municipal Osni de Medeiros, Francis Karine e Franciele Pereira Paz apoiam o movimento pelo aumento salarial do magistério. “Queremos que haja o reajuste correto. Desde o começo do ano estamos reivindicando. É mais do que justo”, comento Karine, que dá aula de Artes.



Docente de matemática, Franciele protestou contra o que chamou de atitude eleitoreira da administração: “Antes das eleições, o prefeito se reuniu com o sindicato, falando que iria colocar 100% de acréscimo na hora-atividade  e manter o aumento salarial. Temos foto e documento provando que ele iria fazer tudo o que tinha falado.



O município não parou. Não queremos parar, porque não queremos prejudicar nossos alunos”, afirmou. A Secretária de Educação de Lages, Marimilia Casa Costa Coelho, avaliou o protesto. “O prefeito não tinha prometido. Ele disse que ia ver a possibilidade. Estamos pensando em propostas para as reivindicações, mas não temos nada definido ainda. Com os benefícios de carreira, os professores ganham cerca de 30% a mais. Ninguém recebe menos que o piso”, comentou.




Foto: Afonso Rodrigues

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Professores municipais ameaçam greve



Professores municipais ameaçam greve
Lages, 04/04/2013, Correio Lageano, por Susana Küster



Categoria poderá paralisar as atividades a partir da semana que vem, caso a Prefeitura de Lages não atenda o reajuste de 7,97%




A falta de pagamento do reajuste salarial de 7,97% a todos os professores poderá resultar, a partir da semana que vem, em greve da categoria na rede municipal de ensino de Lages. A assessoria de imprensa da prefeitura informa que o reajuste será pago somente para quem não ganha o piso.




Em 2008, a lei 11.738, definiu que nenhum professor do Brasil pode ganhar menos que o piso que é de R$ 1.567,00. O reajuste anual acontece em janeiro, mas apesar de estarmos em abril, ainda não foi feito.



A assessoria da prefeitura  afirma que o reajuste para todos os professores da rede municipal, que atualmente somam 2 mil profissionais, é inviável. “Tem professores que ganham 10 mil, o impacto seria grande e correria o risco de não atender à lei de responsabilidade fiscal”, informa a prefeitura.



A presidente do Simproel, Silvana Arruda Lucena, salienta que leis foram criadas para serem cumpridas. “O repasse do Fundeb é para pagar reajuste, eles dizem que aumentou o custo da folha, mas isso é uma questão administrativa que eles precisam resolver, os professores querem receber”, frisa.



Ficou definido que segunda-feira (8) será a data limite para o prefeito dar um posicionamento sobre o assunto. Para pressionar, os professores vão até a frente da prefeitura no final da tarde deste dia. Além do reajuste salarial, a categoria quer que o índice  entre no plano de carreira e atenda aos professores inativos.



Silvana salienta que o piso nacional é uma campanha de valorização que precisa ser cumprida. Dependendo da resposta do prefeito, a categoria vai decidir em assembleia pela greve ou não.



Foto: Susana Küster

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Professores municipais de São Joaquim estão em estado de greve


Professores municipais de São Joaquim estão em estado de greve

São Joaquim, 30/10/2012, CLMais, por Fabiana Nonjah, com informações da Agência de Notícias São Joaquim Online e do Sindicato dos Professores Municipais de São Joaquim (Simproesj)


Professores da rede municipal de São Joaquim estão em estado de greve desde esta segunda-feira (29). Eles reivindicam plano de carreira, ajustes nos salários e o cumprimento de direitos trabalhistas da categoria.



A presidente do Sindicato dos Professores Municipais de São Joaquim (Simproesj), Leomar Cechinel Rodrigues, diz que a categoria busca o atendimento da pauta desde o ano 2000 e que a decisão pelo estado de greve foi tomada em assembleia geral no último sábado (27).


O sindicato listou e divulgou uma série de ações que devem ser adotadas durante o movimento. Entre elas estão a apresentação de uma carta aberta à população sobre a situação da categoria; reuniões nos locais de trabalho; paralisações parciais para discussões em assembleia e pedidos de audiências com a prefeita Marlene Kayser, secretária de Educação e vereadores.



Foto:Agência de Noticias São Joaquim Online/Divulgação

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Professores federais mantêm greve que já dura 110 dias

Brasília, 04/09/2012, Pop News


Um comunicado divulgado nesta segunda-feira, dia 3, pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino (Andes) anunciou a manutenção da greve dos professores das universidades federais, que já dura 110 dias.



"O Comando Nacional de Greve reafirma a continuidade da greve e a necessidade de avaliação do movimento e da correlação de forças, necessária aos enfrentamentos que se impõem, produzindo encaminhamentos e agenda de trabalho. Outrossim, pautar, nas próximas assembleias, a discussão dos horizontes da greve e o debate sobre a suspensão unificada da greve nacional dos docentes", afirma a nota.



Mesmo após o término do prazo para negociação dado pelo governo federal, o Andes ressaltou que a maioria das assembleias realizadas na semana passada votou pela continuidade da greve. No entanto, o sindicato avalia que a situação está mais difícil e pede que novas assembleias sejam feitas até quinta-feira, dia 6, para definir uma decisão unificada pela continuidade ou não da greve.